domingo, 6 de julho de 2008

'Salsicha' é o cão mais feroz do mundo, diz estudo norte-americano

VT: Mini Daschund & Jardine Parrot Playing


'Salsicha' é o cão mais feroz do mundo, diz estudo norte-americano
06/07/2008 - 13h00 (Outros - G1)

Nada de pitt bull, rottweiller ou pastores alemães - as raças mais agressivas do mundo são dachshund, chihuahua e jack russell terriers, de acordo com um estudo recente da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

A pesquisa foi publicada na última edição da publicação científica Applied Animal Behavior Science e afirma que um em cinco dachshunds, também conhecidos como cães salsicha, já atacou ou tentou atacar estranhos; um em 12 dos salsichas já atacou os próprios donos.

Estes são alguns dos resultados do levantamento com 6 mil donos de cães de 30 raças diferentes. De acordo com os questionários, as raças que mais tendem a atacar humanos são dachshund e chihuahua.

Já os cães menos agressivos, de acordo com a pesquisa, são golden retrievers, labradores, são bernardos, britanny spaniels e greyhounds.

Os "bad boys" caninos, raças que enfrentam má fama de serem muito agressivas, como pitt bulls e rottweillers, ficaram na média de agressividade canina ou até abaixo, no que diz respeito a ataques contra estranhos.

Os pesquisadores afirmam que o estudo indica que raças menores tendem a ser mais agressivas que as maiores.

A diferença nos resultados dessa pesquisa para outros levantamentos sobre agressividade canina pode se dever ao fato de normalmente serem usadas estatísticas médicas de ataques a mordidas.

Como os ataques de cães maiores costumam causar ferimentos mais graves que os menores, estas estatísticas poderiam estar distorcidas, afirmam os acadêmicos americanos.

Com seis patas, novilha completa dois anos

VT: Novilha de seis patas


Novilha de seis patas completa dois anos

Crianças brasileiras e paraguaias ficam impressionadas ao visitarem a Fazenda Boy Jaguá, em Bela Vista - na fronteira do Mato Grosso do Sul com Bella Vista (PAR). É ali que nasceu uma novilha da raça Nelore com seis patas! O animal tem a saúde perfeita, apesar das duas patas que saem das costas, e completou dois anos de idade neste mês de julho.

O proprietário da novilha, Flavio Loureiro da Rosa, não sabe a causa da anomalia, mas o animal tem se desenvolvido normalmente.

A hipótese mais aceita é a existência de um um bezerro gêmeo que não se desenvolveu durante a gestação e acabou englobado pela novilha.

O animal de seis patas será umas das atrações da 37ª Exposição Agropecuária e Industrial de Bela Vista (Expobel), de 18 a 27 de julho.


Fonte: Luis Henrique Correa (Internauta, Bela Vista, MS), no g1.globo.com

terça-feira, 1 de julho de 2008

Inusitado: Peixe-gato morre ao tentar comer bola de futebol


Peixe-gato morre ao tentar comer bola de futebol

Animal de dois metros foi encontrado morto, com dentes cravados na bola.
Policial disse que nunca viu caso mais estranho em 30 anos de profissão.

A tentativa de comer uma bola de futebol matou um peixe-gato na Alemanha. Segundo a publicação “Spiegel Online”, um policial que patrulhava a área do acidente classificou esse como o caso mais estranho já visto em 30 anos de profissão.

O peixe com dois metros de comprimento foi encontrado morto, boiando, depois que a bola entalou em sua boca, impedindo o animal de respirar. Ele foi achado nesta segunda-feira (30), em uma barragem do Rio Main, com os dentes cravados na bola de plástico. “O animal mordeu a bola e morreu sufocado”, explicaram as autoridades em comunicado.

“Nunca vi nada parecido em 30 anos de trabalho”, disse Reiner Jünger, da polícia, segundo o Spiegel. De acordo com ele, o peixe-gato está entre os maiores predadores de água doce. Essa espécie fica no leito do rio aguardando suas presas para atacar na superfície.
Fonte: G1

Camaleão passa a maior parte da vida dentro do ovo, afirmam biólogos

Vídeo: Freedom Chameleon (Original Musical Comedy)


Camaleão passa a maior parte da vida dentro do ovo, afirmam biólogos
Espécie de Madagascar demora nove meses para eclodir e vive só mais cinco meses.
Ciclo de vida parece o de um inseto; cientistas ainda não sabem explicar fenômeno.

Os bebês do camaleão-de-labord (Furcifer labordi) aparentemente se sentem tão seguros dentro do ovo que passam a maior parte da vida dentro dele, e não fora. Parece piada, mas é a pura verdade, revela um grupo internacional de pesquisadores. O réptil, que vive em Madagascar, no leste da África, é um caso único entre os vertebrados terrestres: seu ciclo de vida, por razões ainda obscuras, lembra o de um inseto.

Os bebês do camaleão-de-labord (Furcifer labordi) aparentemente se sentem tão seguros dentro do ovo que passam a maior parte da vida dentro dele, e não fora. Parece piada, mas é a pura verdade, revela um grupo internacional de pesquisadores. O réptil, que vive em Madagascar, no leste da África, é um caso único entre os vertebrados terrestres: seu ciclo de vida, por razões ainda obscuras, lembra o de um inseto.

Caso essa descrição não tenha sido suficiente para deixar você espantado, saiba que a esquisitice fica pior. Segundo Kristopher Karsten, da Universidade do Estado de Oklahoma (EUA), que estudou o bicho junto com colegas americanos e de Madagascar, os adultos e os filhotes de camaleão-de-labord nunca se encontram cara a cara. Ao sair do ovo, os bebês crescem velozmente, acasalam, põem seus próprios ovinhos -- e caem mortos meses antes do nascimento dos filhos.

Karsten e seus colegas elucidaram o bizarro ciclo de vida do réptil após cinco anos de estudos de campo no sudoeste de Madagascar, uma região árida em que também vivem outras espécies do mesmo gênero de camaleões, o Furcifer. Eles mediram o crescimento dos bichinhos desde sua saída do ovo e viram que, após quatro ou cinco meses de vida, depois que os ninhos da espécie estavam prontos, os adultos, envelhecidos e debilitados, simplesmente "caíam de maduros" do alto das árvores.

Os cientistas levantam uma série de hipóteses para tentar explicar esse estranho "revezamento de gerações" entre filhotes e adultos. Uma das possibilidades tem a ver com o próprio clima da região: por ser muito árido e imprevisível, com uma estação seca longa, a proteção do ovo seria usada para sobreviver aos meses de vacas magras. É que, por um tempo, o embrião fica "pausado", sem se desenvolver ativamente, de forma a sincronizar o nascimento com a estação das chuvas na ilha africana.

Outra possibilidade é que a espécie tenha desenvolvido um sistema hormonal excessivamente masculinizado, por causa da competição necessária para obter parceiros e se reproduzir rapidamente no habitat hostil. De fato, relatam Karsten e companhia, os animais são muito agressivos entre si. Acontece que o excesso de hormônios masculinos está justamente associado à mortalidade aumentada e precoce. A equipe, no entanto, ainda não tem evidências diretas de que esse é o caso mesmo.

A pesquisa está na edição desta semana da revista científica americana "PNAS".


Reinaldo José Lopes, do G1, em São Paulo

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...