quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pombo que levava carregador de celular para presídio recebe parafusos nas asas e se recupera

Ele deve ficar 30 dias em observação no hospital veterinário.
Ave, que voava na direção de presídio no RS, foi atingida por tiros.

 

 

Foto: Ronaldo Bernardi/Zero Hora/Agência RBS

Foto: Ronaldo Bernardi/Zero Hora/Agência RBS

Exame mostra lesões nas asas da ave, que foram atingidas por tiros de chumbinho (Foto: Ronaldo Bernardi/Zero Hora/Agência RBS)

Depois de uma hora e 40 minutos de cirurgia, o pombo que transportava uma bateria e um carregador de celular se recupera bem da operação que tirou projéteis e recuperou as asas, atingidas por tiros de chumbinho. Ele foi encontrado na tarde de terça-feira (28) por policiais militares de Porto Alegre,

              

Segundo Marcelo Alievi, diretor do Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), onde ocorreu a cirurgia, o pombo deve ficar 30 dias em observação. "O procedimento foi ótimo. Corrigimos as duas fraturas das asas e colocamos uma placa de titânio e quatro parafusos em cada asa. Em uma das asas, foi colocado também um pino de aço", disse ele ao G1. Depois de recuperada, a ave deve ser encaminhada a um criatório, de acordo com o especialista.   

   

Foto: André Feltes/Diário Gaúcho/Agência RBS

Pombo atingido por tiros levava bateria e carregador de celular (Foto: André Feltes/Diário Gaúcho/Agência RBS)

Investigação

O pombo, encontrado no pátio do 4º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar, foi atingido por tiros de chumbinho nas duas asas. A autoria dos disparos é desconhecida. De acordo com o major João Diniz Prates de Godoy, os policiais conseguiram ver que a pomba voava na direção do Presídio Central.

                                                  

A Brigada Militar suspeita que a ave tenha sido solta em alguma das vilas que circundam o presídio. O quartel onde a ave caiu fica a cerca de 400 metros do destino dela. O diretor disse que o caso é inédito no hospital. A 11ª Delegacia de Polícia deve investigar o caso.

Do G1, em São Paulo                  

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