terça-feira, 4 de agosto de 2009

100 cães que mudaram a civilização

Os cachorros são historicamente considerados nossos melhores amigos, então é natural que alguns desses animais nos influenciem, ou deixem seu nome marcado na história da humanidade. E é sobre isso que o autor Sam Stall, que também escreveu Cachorro: manual do proprietário, trata em 100 cães que mudaram a civilização: uma lista dos principais cachorros que conseguiram a façanha de entrar para a história humana. Há desde cães da antiguidade, como Péritas, que salvou Alexandre da Macedônia de ser esmagado por um elefante há mais de 2.300 anos, até Snuppy, o primeiro cão clonado, que nasceu em 2005. ÉPOCA selecionou 10 cães que fizeram história e estão na lista de Stall:

(Revista Época)

Livro lista 100 cachorros que marcaram a trajetória humana

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Os cachorros são historicamente considerados nossos melhores amigos, então é natural que alguns desses animais nos influenciem, ou deixem seu nome marcado na história da humanidade. E é sobre isso que o autor Sam Stall, que também escreveu Cachorro: manual do proprietário, trata em 100 cães que mudaram a civilização: uma lista dos principais cachorros que conseguiram a façanha de entrar para a história humana. Entre eles está Hachiko (que vai estrear no cinema com Richard Gere), conheça sua história logo abaixo:

A Fidelidade de Hachiko

A história de Hachiko é uma das muitas e talvez a mais famosa sobre a fidelidade do Akita com seu dono.

Hachiko era um Akita que pertencia a um professor universitário, chamado Eizaburo Ueno, que morava em um subúrbio de Tokyo, perto da estação de Shibuya.


Todas as manhãs Hachiko acompanhava seu dono no percurso de casa à estação de trem, voltando no final da tarde para acompanhá-lo na volta para a casa.


No dia 21 de maio de 1925, Hachiko, que tinha tinha apenas um ano e meio, estava na estação como de costume esperando seu dono chegar no trem das 16 horas. Porém, naquele dia o Professor Ueno não voltou, porque tinha sorfrido um derrame fatal na Universidade.


Após a morte do Professor, seus parentes e amigos passaram a cuidar do cão, mas Hachiko continuava indo todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho. Muitos anos se passaram e mesmo com dificuldades para andar em decorrência de problemas de saúde, Hachiko mantinha sua rotina diária à estação. Sua vigília durou até o dia 7 de Março de 1934, quando já com 11 anos e 4 meses foi encontrado morto no mesmo lugar onde esperou pelo seu dono por tantos anos.
A memória de Hachiko foi imortalizada em uma pequena estátua de bronze colocada na estação de Shibuya, local onde ele morreu.


Durante a 2ª Guerra Mundial, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, incluindo a de Hachi-Ko. Em 1948 o filho do escultor da estátua original foi contratado para criar uma réplica dessa estátua, que foi colocada no mesmo lugar da anterior e atualmente, todos que passam pela estação de Shibuya em Tokyo podem ver a imponente estátua de Hachiko, eternizando uma das maiores paixões de um cão por seu dono e atestando a incrível lealdade da raça.


Fonte: cachorroblog.wordpress.com

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