quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Uma namorada inflável para seu cão

Doggie Love Doll

Foto: Divulgação

Namorada inflável para machos

Muita gente já sentiu vergonha quando seu cãozinho agarrou a perna de alguma visita, ou até mesmo, se cansou do machinho assanhado, que vive 'cruzando' com o que vê pela frente. A maioria dos cães não castrados vive atrás de alguma coisa para ter relações sexuais. Eles tentam cruzar com almofadas, bichos de pelúcia,pernas alheias e até mesmo com outros animais.

Pensando nisso, a PetSmilling resolveu lançar a primeira boneca inflável para cães do mundo. Assim, os mais inquietos vão poder aliviar suas tensões com a companheira.

A DoggieLoverDoll é uma cadela fabricada em borracha macia com canal vaginal de silicone e um reservatório de fácil higienização. O produto acompanha também um tubo de lubrificante íntimo, à base de água, para aumentar a vida útil do produto.

Durante a fase de testes do produto com alguns cães, inclusive com o maltês Flock (responsável pelo surgimento da idéia), os animais mostraram uma melhor qualidade de vida que foi medida pela diminuição da ansiedade, menos latidos, menos demarcações de território. Ou seja, os cães vivem melhor, pois colocam para fora toda sua sexualidade reprimida, durante anos, em alguns casos.


Fonte: mdemulher.abril.com.br

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O poder secreto dos animais

O poder secreto dos animais
Cães telepatas, gatos capazes de prever a morte das pessoas, elefantes que sabem quando um terremoto irá acontecer. Os animais percebem muito mais do que nossos sentidos conseguem captar. A ciência reconhece isso, mas ainda não consegue explicar


POR LUIS PELLEGRINI

Já ouviu falar do gato Oscar? Há alguns anos ele virou uma celebridade mundial. Não por conta do seu pelo macio ou focinho perfeito, mas por sua capacidade de prever com precisão a morte de pessoas. Isso acontece ainda hoje, na clínica Steere House, em Providence, Rhode Island (Estados Unidos), um lugar para idosos com doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson. Ali, Oscar costuma deitar-se ao lado ou sobre o peito de pacientes que dali a pouco passarão para o outro lado da vida. E ele não erra nunca.

Trazido de um abrigo de animais, Oscar cresceu na unidade para dementes da Steere House. A clínica adotou há anos um programa em que animais são levados para a companhia dos pacientes, a fim de que estes tenham manifestações de afeto e amizade. Cerca de seis animais residem ali, promovendo conforto aos pacientes. Mas só Oscar demonstrou a capacidade especial de perceber qual paciente morreria em breve.

Cerca de seis meses depois, médicos e enfermeiras da clínica notaram que o gato fazia sua própria ronda entre os pacientes. Ele cheirava e observava os doentes, e às vezes escolhia um deles para ir deitar-se. Para surpresa geral, os pacientes com quem Oscar dormia vinham a falecer cerca de duas a quatro horas depois de sua chegada.

The New England Journal of Medicine/AFP
Nesta página, o gato Oscar, capaz de prever o momento da morte das pessoas. Cavalos e cachorros, como todos os animais superiores, parecem possuir capacidades psíquicas particulares que podem nos ser muito úteis.

Um dos primeiros casos anotados referia-se a uma paciente que tinha um coágulo na perna. Oscar aninhou-se em volta de sua perna e ali permaneceu até a mulher falecer, cerca de duas horas depois. Outro caso exemplar foi o do médico que havia feito um prognóstico de morte iminente, baseado nas condições do paciente: Oscar simplesmente se afastou, fazendo com que o médico acreditasse que o dom do gato houvesse desaparecido. Dez horas depois, Oscar aproximou-se novamente do doente e se aninhou junto dele. A morte do paciente ocorreu cerca de duas horas depois - um intervalo muito longo para o prognóstico inicial do médico.

A precisão de Oscar, que até agora conta com muitas dezenas de casos comprovados, levou o pessoal que trabalha na clínica a instituir um novo e incomum protocolo: toda vez que ele dorme com um paciente, os parentes deste são notificados de sua morte iminente. Na maioria das vezes, a família do paciente não presta atenção ao fato de que Oscar está presente na hora da morte; em algumas ocasiões, entretanto, quando é afastado do quarto a pedido dos parentes, o gato fica andando de um lado para o outro em frente à porta, miando em protesto. Quando permanece, Oscar fica com o doente até que este venha a exalar seu último suspiro - momento em que o gato se levanta, dá uma olhada e parte silenciosamente.

TUDO SE PASSA COMO SE OS ANIMAIS TIVESSEM UM MAPA MAGNÉTICO NA CABEÇA, UM "RADAR" FUNCIONANDO O TEMPO TODO, CAPAZ DE CONDUZIR SEUS PASSOS EM SITUAÇÕES CRÍTICAS. UMA ESPÉCIE DE GPS BIOLÓGICO

Várias foram as hipóteses formuladas para explicar os poderes de Oscar. Os gatos conseguem cheirar as substâncias químicas que são eliminadas pelas pessoas pouco antes de morrer? Os gatos simplesmente são ótimos observadores, melhores do que os próprios médicos? Os gatos possuem algum sentido ou sensibilidade especial, que não conseguimos explicar, mas que realmente funciona? Serão donos de algum poder paranormal? Nenhuma resposta definitiva foi encontrada até agora, e, na clínica Steere House, Oscar continua tranquilamente a desempenhar o seu papel.

Oscar, no entanto, está longe de ser o primeiro e único animal a manifestar capacidades extraordinárias e inexplicáveis. Todos os animais, algumas espécies mais particularmente, possuem capacidades de percepção que superam em muito àquelas humanas. A tal ponto que seus feitos, observados um sem-número de vezes, em todos os tempos e lugares, fazem com que se confundam e se percam os limites entre a ciência e a magia. Nas últimas décadas, um cientista famoso pesquisou o complexo universo das estranhas percepções dos animais e construiu a respeito uma teoria unitária. Esse homem é Rupert Sheldrake, escritor e biólogo inglês, que explicou os resultados de sua pesquisa no livro Dogs that know their owners are coming home (Cachorros que sabem que seus donos estão chegando em casa).

No livro são apresentados diversos testemunhos relativos a prodigiosos eventos que têm como protagonistas animais capazes de perceber coisas que o homem não consegue. Um estudo particular de Sheldrake é dedicado à telepatia. A palavra significa aproximadamente "perceber de longe" e, nos casos relatados no livro, são descritas situações nas quais, por exemplo, gatos previram antecipadamente o retorno à casa do próprio dono, alguma situação de perigo a ele relacionada ou, mais simplesmente, captaram com o pensamento um chamado a distância do dono, sem que houvesse nenhuma possibilidade de ouvi-lo com os ouvidos físicos.


Cães telepatas, gatos capazes de prever a morte das pessoas, elefantes que sabem quando um terremoto irá acontecer. Os animais percebem muito mais do que nossos sentidos conseguem captar. A ciência reconhece isso, mas ainda não consegue explicar


POR LUIS PELLEGRINI

Fotos: Shutterstock

Há, em todo o mundo, inúmeros episódios de animais que, afastados de suas casas ou dos seus donos pelas causas mais diversas, encontram o caminho de casa até mesmo depois de anos de busca e de perigosas viagens. Sheldrake fala disso em seu livro, examinando casos de cães, gatos, cavalos e pássaros que conseguem voltar a seu domicílio, pouco importando a imensa distância que parecia tornar o feito praticamente impossível. A conclusão das suas pesquisas é que são de pouco ou nenhum valor o olfato e a memória visual dos lugares que os animais cruzaram. Em muitos casos, era na verdade impossível tomar consciência dos espaços percorridos - por exemplo, no caso de viagens aéreas ou de trem (e pensemos que os citados animais escolheram meios e estradas totalmente diversas daquelas usadas durante a viagem de ida). Tudo se passa como se os animais tivessem um mapa magnético na cabeça, um "radar" funcionando o tempo todo, capaz de conduzir seus passos em situações críticas. Uma espécie de GPS biológico.

Existem também capacidades particulares dos animais que, além de nos deixar atônitos, podem nos ser muito úteis. Por exemplo, alguns cães preveem os ataques epiléticos nas pessoas, capacidade estudada e demonstrada em estudo conduzido pelo neurologista Adam Kirton, do Children's Hospital, de Alberta, Canadá, em 2004. O estudo, realizado com 60 cães, demonstrou que 15% deles são bastante precisos na previsão de uma crise epilética do próprio dono, sem necessidade de treinamento. Há vários casos em que o animal, mesmo estando a grande distância do dono, corria subitamente em direção a ele quando o mesmo estava na iminência de ter um ataque.

Essa virtude extraordinária parece ligada unicamente ao grau de conhecimento afetivo, por parte do cão, da pessoa que apresenta esse problema. Para alguns cientistas, isso provavelmente deriva da capacidade olfativa que os animais possuem: antes de um ataque epilético, o corpo humano poderia sofrer alterações fisiológicas que levariam a mudanças na sudorese e na composição química do suor, modificações que os cães conseguiriam perceber, ou melhor, cheirar. Mas trata-se realmente apenas de olfato?

A mais conhecida capacidade paranormal dos animais é, sem dúvida, a de prever terremotos e outros importantes cataclismos geológicos. Em 2004, horas antes do tsunami que devastou o litoral de vários países asiáticos, elefantes nas proximidades de praias na Indonésia e no Sri Lanka começaram a manifestar sinais de grande inquietação. Vários arrebentaram as correntes que os prendiam e fugiram para o alto de colinas, como que prevendo que as áreas estavam prestes a serem inundadas.

A MAIS CONHECIDA CAPACIDADE PARANORMAL DOS ANIMAIS É A DE PREVER TERREMOTOS E OUTROS CATACLISMOS GEOLÓGICOS

Na Europa e na China, zonas sujeitas a abalos sísmicos, todos prestam atenção quando animais em cativeiro - como aqueles trancados em zoológicos - mostram sinais de inquietação. Desde a antiguidade há relatos que falam dessa capacidade de previsão dos animais, que, bem antes do momento da catástrofe, começam a comportar-se de maneira estranha, mostrando um forte desejo de abandonar a casa do dono e fugir para longe, como se previssem, ao mesmo tempo, salvar a própria pele e avisar às pessoas de que não é mais o caso de permanecer naquele lugar.

Acima, Bastet, a deusa-gata dos egípcios. À direita, dois elefantes da Indonésia fotografados horas antes do tsunami de 2004. Eles entraram em agitação e fugiram para o alto das colinas. Abaixo, os golfinhos são um dos animais mais dotados de sensibilidade e inteligência.

Outra obra sobre o tema, Anche gli animali vanno in paradiso (Os animais também vão ao paraíso), dos pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D'Ambrosio (Edizioni Mediterranee), relata muitos episódios surpreendentes e inexplicáveis. No capítulo sobre experiências conduzidas em laboratório e destinadas a provar que alguns animais percebem nitidamente os acontecimentos até mesmo quando são impedidos de usar seus sentidos normais, narra-se a história de um cão boxer que foi ligado a um eletrocardiógrafo numa sala à prova de som, enquanto sua dona se encontrava em outro aposento. Sem que a mulher fosse avisada, um indivíduo estranho invadiu a sala e começou a insultá-la e a ameaçá-la de agressão física. A mulher ficou realmente amedrontada, e seu cão, trancado na outra sala, pareceu perceber que sua dona estava em perigo. O boxer entrou em agitação e seu ritmo cardíaco subiu violentamente. Outro relato fala de um norte-americano que hospedou em sua casa o gato persa de sua mãe, que partira em viagem à Inglaterra. O gato e a idosa senhora tinham vivido juntos no mesmo apartamento durante quatro anos, e nunca tinham se separado por mais de um dia. Era compreensível, portanto, que durante vários dias o animal parecesse assustado e arredio, mas ele logo se habituou ao novo ambiente e parecia então razoavelmente sereno. Mas um dia, um mês depois da partida de sua dona, ele se encolheu num canto da sala, miando desconsoladamente, recusando a comida e toda a atenção que quiseram lhe dar. No entardecer do segundo dia, esse gato passou a emitir miados pungentes, desesperados. Uma hora depois, o dono da casa recebeu um telefonema avisando-o de que sua mãe acabara de falecer de um ataque cardíaco, quando a transportavam para o hospital.



Cães telepatas, gatos capazes de prever a morte das pessoas, elefantes que sabem quando um terremoto irá acontecer. Os animais percebem muito mais do que nossos sentidos conseguem captar. A ciência reconhece isso, mas ainda não consegue explicar


POR LUIS PELLEGRINI

O gato, animal mágico no antigo Egito

No Egito dos tempos faraônicos, matar um gato era um crime punido severamente, não importando se essa morte fosse provocada ou acidental. Mas quando um gato morria naturalmente, conta o historiador Heródoto, as pessoas da casa choravam em luto, como se tivessem perdido um membro da família. O gato era embalsamado e ritualmente sepultado. Os egípcios o chamavam Myu, uma evidente onomatopeia. O gato era venerado em muitas outras regiões do país, sobretudo em Bubastis, cidade do Baixo Egito, onde a principal divindade era Bastet, a deusa com cabeça de gato.

Assim como a própria Bastet, o gato era inimigo das serpentes. Seu culto era muito difundido também em Tebas e Mênfis. Nos arredores dessas cidades foram descobertos cemitérios de gatos contendo cerca de 200 mil múmias desses animais. Parece que o gato macho era animal consagrado ao Sol e ao deus Osíris, e a gata, à Lua e à deusa Ísis.

O gato, cuja pupila sofre variações que lembram as fases da Lua, costumava ser comparado à esfinge, por conta da sua natureza secreta e misteriosa e por sua sensibilidade aos fenômenos elétricos e magnéticos. Além disso, sua posição "enrolada" e seu hábito de dormir dias inteiros faziam dele, aos olhos dos sacerdotes, a imagem ideal do meditador, mostrada como exemplo aos neófitos. No Livro dos Mortos egípcio o gato é chamado Matu, quando combate contra Apófis, a serpente píton dos pântanos, símbolo das forças maléficas e traiçoeiras. Afirmava-se, também, que o gato possuía nove almas e gozava de nove vidas sucessivas.

Romeo Gacad/AFP

A psicóloga de animais Beatrice Lydecker, autora do livro What the animals tell me (O que os animais me ensinaram), defende a ideia de que o esforço que os animais fazem para se comunicar conosco é muito maior do que podemos perceber. Para ela, a maioria das mensagens que eles nos mandam escapa totalmente à nossa atenção. Para Beatrice, os animais não se comunicam conosco verbalmente, e sim por intermédio de percepções extrassensoriais. Ela cita os resultados de uma série de testes que demonstrariam como uma pessoa pode se comunicar com seu animal preferido usando uma linguagem não verbal e visualizando aquilo que deseja. Essa opinião é compartilhada também pelos zoólogos Maurice e Robert Burton, autores da enciclopédia Inside the animal world (Por dentro do mundo animal), que trata de comportamento animal. A obra narra vários exemplos extraordinários de telepatia animal.

Por seu lado, o pesquisador norte-americano J.B. Rhine, considerado o pai da parapsicologia científica, já afirmava que experimentos bem controlados sobre a percepção extrassensorial dos animais confirmavam a evidência e sugeriam que a capacidade dos animais de transmitir e receber mensagens telepáticas é uma propriedade adquirida do organismo animal e precede a consciência sensorial.


Fonte: REVISTA PLANETA

terça-feira, 4 de agosto de 2009

100 cães que mudaram a civilização

Os cachorros são historicamente considerados nossos melhores amigos, então é natural que alguns desses animais nos influenciem, ou deixem seu nome marcado na história da humanidade. E é sobre isso que o autor Sam Stall, que também escreveu Cachorro: manual do proprietário, trata em 100 cães que mudaram a civilização: uma lista dos principais cachorros que conseguiram a façanha de entrar para a história humana. Há desde cães da antiguidade, como Péritas, que salvou Alexandre da Macedônia de ser esmagado por um elefante há mais de 2.300 anos, até Snuppy, o primeiro cão clonado, que nasceu em 2005. ÉPOCA selecionou 10 cães que fizeram história e estão na lista de Stall:

(Revista Época)

Livro lista 100 cachorros que marcaram a trajetória humana

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Os cachorros são historicamente considerados nossos melhores amigos, então é natural que alguns desses animais nos influenciem, ou deixem seu nome marcado na história da humanidade. E é sobre isso que o autor Sam Stall, que também escreveu Cachorro: manual do proprietário, trata em 100 cães que mudaram a civilização: uma lista dos principais cachorros que conseguiram a façanha de entrar para a história humana. Entre eles está Hachiko (que vai estrear no cinema com Richard Gere), conheça sua história logo abaixo:

A Fidelidade de Hachiko

A história de Hachiko é uma das muitas e talvez a mais famosa sobre a fidelidade do Akita com seu dono.

Hachiko era um Akita que pertencia a um professor universitário, chamado Eizaburo Ueno, que morava em um subúrbio de Tokyo, perto da estação de Shibuya.


Todas as manhãs Hachiko acompanhava seu dono no percurso de casa à estação de trem, voltando no final da tarde para acompanhá-lo na volta para a casa.


No dia 21 de maio de 1925, Hachiko, que tinha tinha apenas um ano e meio, estava na estação como de costume esperando seu dono chegar no trem das 16 horas. Porém, naquele dia o Professor Ueno não voltou, porque tinha sorfrido um derrame fatal na Universidade.


Após a morte do Professor, seus parentes e amigos passaram a cuidar do cão, mas Hachiko continuava indo todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho. Muitos anos se passaram e mesmo com dificuldades para andar em decorrência de problemas de saúde, Hachiko mantinha sua rotina diária à estação. Sua vigília durou até o dia 7 de Março de 1934, quando já com 11 anos e 4 meses foi encontrado morto no mesmo lugar onde esperou pelo seu dono por tantos anos.
A memória de Hachiko foi imortalizada em uma pequena estátua de bronze colocada na estação de Shibuya, local onde ele morreu.


Durante a 2ª Guerra Mundial, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, incluindo a de Hachi-Ko. Em 1948 o filho do escultor da estátua original foi contratado para criar uma réplica dessa estátua, que foi colocada no mesmo lugar da anterior e atualmente, todos que passam pela estação de Shibuya em Tokyo podem ver a imponente estátua de Hachiko, eternizando uma das maiores paixões de um cão por seu dono e atestando a incrível lealdade da raça.


Fonte: cachorroblog.wordpress.com

6 dicas para o cachorro não destruir o jardim

Você tenta mantê-lo afastado, mas é só desviar a atenção que seu cãozinho já ataca o jardim? Siga estas dicas para ter um jardim bonito e um mascote educado

Sem bronca, um "não!" já resolve
Foto: Dreamstime

1. Faça ele gastar toda a energia
Brinque com seu cachorro e leve-o para passear todos os dias. Isso ajuda a criar uma rotina de exercícios e gastar a pilha dele.

2. Crie cantinhos exclusivos
A maioria dos cães tem o hábito de raspar o chão antes de deitar, costume herdado dos lobos. Por isso, nada de fazer um canteiro onde seu bicho tira uma soneca

3. Prepare um berçário
Se sua cachorra está prenha, certamente ela vai escavar o jardim para fazer um ninho para os fi lhotes. Prepare um bom berçário para ela.

4. Dê bronca na hora certa
Não adianta brigar com o bicho depois. Ele não vai entender. Quando perceber que ele fez algo errado, repreenda-o com um "não". Isso basta.

5. Enterre o cocô dele
Cães filhotes adoram cavar buracos. Certamente, se ele cavar algum no jardim e você tapá-lo, ele cavará outro. Uma boa tentativa, é misturar a terra do buraco com um pouco das fezes do filhote. Isso o manterá longe.

6. Não o deixe ver
Se o cão vê o dono mexendo no jardim, ele terá a vontade e curiosidade de fazer o mesmo. Quando for mexer no seu canteiro, certifique-se de que o bicho não está por perto.

Conteúdo do site ANAMARIA

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Inglaterra: Cão feio não consegue encontrar novo dono


                 Ninguém quer tirar ET do canil em Essex (Foto:                     Reprodução/The Sun)

Ninguém quer tirar ET do canil em Essex (Foto: Reprodução/The Sun)




Depois de ser deixado em um canil por seu antigo dono, um cachorro não consegue encontrar uma nova casa porque é muito feio.

No início, os funcionários do local acharam que o animal cheio de manchas estava sofrendo de uma infestação severa de pulgas, mas logo descobriram que ele era uma raça rara que valia centenas de libras, de acordo com reportagem do jornal britânico "The Sun".

Mas apesar de ser um dos 27 cães pelados mexicanos - que pessoas acreditam ter poderes de cura - na Inglarerra, ET não atraiu nenhum novo dono. "Quando o vi pela primeira vez, pensei 'Meu Deus, o que é isso?'", contou Dawn Fields, funcionária do canil Hillside Kennels in Waltham Abbey, em Essex, na Inglaterra.

"Normalmente, demora apenas algumas semanas para encontrarmos uma nova casa para os cães, mas ninguém quer o ET. Eu acho que é puramente por sua aparência", disse Dawn.


G1

domingo, 2 de agosto de 2009

Natação com botos é atração no Amazonas


Diárias em 'hotéis selva' vão de R$ 200 a R$ 800 por pessoa.
Pesca de piranhas pode acabar em sopa para hóspedes.

Do G1, em São Paulo

Foto: Ribamar O Caboclo/Amazonastur

Nado com botos é oferecido na cidade de Novo Airão e em alguns hotéis (Foto: Ribamar O Caboclo/Amazonastur)

O turista que escolhe o Amazonas como destino tem como obrigação experimentar o contato próximo com a natureza. A primeira dica é observar a fauna e a flora em passeios fluviais em barcos, canoas ou iates.

Mas engana-se quem pensa que as atrações ecológicas são passeios acessíveis a todos. No estado, os hotéis selva, como são chamados, são ecoresorts no meio da Floresta Amazônica, com diárias que vão de R$ 200 a R$ 800 por pessoa.


“Não é um tipo de turismo de massa. A questão ecológica, de preservação, torna os passeios mais caros. O nosso turista é aquele que quer realmente ficar em contato com a natureza. Não temos a mesma frequência de visitantes de uma praia do Nordeste, e nem é isso que queremos”, diz Nickolas Cabral dos Anjos, diretor executivo da Amazonastur, empresa de turismo do governo estadual.

Anjos diz que, no Brasil, o estado que mais envia turistas ao Amazonas é São Paulo. Entre os estrangeiros, os norte-americanos são os que mais visitam o estado.


Foto: Ribamar O Caboclo/Amazonastur

Encontro das águas dos rios Negro e Solimões é atração no Amazonas (Foto: Ribamar O Caboclo/Amazonastur)

Entre os passeios mais inusitados que se pode fazer no Amazonas está o nado com botos, uma "terapia" oferecida na cidade de Novo Airão (AM). Para chegar ao município, é possível fazer o trajeto de barco, em um percurso de 115 quilômetros, e via terrestre, em 143 quilômetros.

“Nossos passeios mais procurados são a pesca esportiva, em que o peixe é devolvido à natureza, o turismo fluvial, que pode ser feito com barcos, navios e até iates de luxo, e a observação de pássaros, a prática profissional do 'bird watching'. Além disso é possível observar e tocar jacarés, sempre com o auxílio de guias, e pescar piranhas, que podem virar sopa para o turista comer depois”, diz.

Com atividades sempre voltadas à preservação e à consciência ambiental, o Amazonas também conta com um vasto turismo de aventura e oferece arvorismo, trekking, tirolesa, entre outras coisas.


Foto: Ribamar O Caboclo/Amazonastur

Passeios fluviais permitem observar de perto a fauna e a flora do Amazonas (Foto: Ribamar O Caboclo/Amazonastur)

O turista ainda pode seguir passeios típicos da região, como a visita ao Teatro Amazonas, construído no século 19, em Manaus, e assistir ao famoso encontro das águas do Rio Negro com o Rio Solimões.

Para conhecer os principais pontos turísticos do Amazonas, a recomendação da Amazonastur é procurar hotéis e agências de turismo que estejam credenciados. A pesquisa pode ser feita pelo site, clicando aqui .


sábado, 1 de agosto de 2009

Clube usa lhamas para carregar tacos de golfe

Lhamas são usados como 'caddies' em clube de golfe nos EUA
Animais são utilizados no clube Sherwood Forest, na Carolina do Norte.
Normalmente, jovens são responsáveis por carregar os equipamentos.

Foto: Reprodução/ABC News

Um campo de golfe nos Estados Unidos está utilizando lhamas como caddies (nome dado aos jovens que carregam os equipamentos dos golfistas). Os animais têm sido utilizados no clube Sherwood Forest, na Carolina do Norte, segundo a emissora de TV 'ABC News'. (Foto: Reprodução/ABC News)

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...