domingo, 17 de janeiro de 2010

Cobras são sismógrafos naturais

Animais são capazes de prever abalos sísmicos com mais eficiência do que os sismógrafos atuais, dizem especialistas

Sismógrafos são instrumentos desenvolvidos pelo Homem para “sentir” os menores abalos de terra instantaneamente. O problema é que os dados fornecidos por eles são como hieróglifos, que precisam ser estudados por especialistas e traduzidos antes de serem passados às autoridades.



O processo de conclusão da análise das medições demora muito, mesmo com computadores acoplados ajudando a acelerar os cálculos. Além disso, qualquer erro pode ser fatal, porque é a partir desse processamento de informações que se mapeiam as regiões a serem protegidas do terremoto em formação. Se o recado não vem em tempo, não há como retirar as vítimas em tempo, e tragédias como o tsunami que devastou o Sudeste Asiático em 2004 acabam acontecendo.


Com as serpentes, não tem erro. Elas têm um detector natural na cabeça: um diminuto osso, chamado columela auris, que une a ponta da mandíbula à caixa craniana. Essa estrutura “capta” vibrações sempre que o animal está com a cabeça sobre o solo. Ao menor sinal de problemas, saem dos ninhos, se contorcem e se jogam contra barreiras naturais de seus habitats para escaparem da destruição.


Locais que vivem em eterno sobreaviso, como Nanning, no Sul da China, já estão se adaptando à nova “tecnologia”. Nanning, por exemplo, montou 143 unidades de monitoramento. Nelas, câmeras registram dia e noite o comportamento das cobras.


Fonte: animals.webcontente.com

Sensibilidade
Alguns animais, como cobras, cães e um peixe japonês conhecido como catfish (peixe-gato, ele não tem escamas) conseguem pressentir a chegada de um terremoto, em alguns casos. Por terem os sentidos mais aguçados do que os do ser humano, percebem as primeiras ondas que vêm do centro da terra e ficam agitados.

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