quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Crueldade: cachorro tem queimaduras de terceiro grau causadas por ácido no Espírito Santo

Crueldade no interior do Espírito Santo: cachorro tem queimaduras de terceiro grau causadas por ácido em Alegre
O animal foi encontrado por universitários e recebe cuidados em uma república feminina
Esse animal foi encontrado com queimaduras
de terceiro grau provocadas por ácido

foto: Elaine Cruz de Jesus | CIDADÃO REPÓRTER



Cidadão Repórter - Do Jornal A Gazeta do ES

Nós alunos do CCA-UFES e demais moradores do município de Alegre (ES), na região Sul do Espírito Santo, estamos indignados com os atos desumanos que vêm ocorrendo contra os animais. Na última quinta-feira, dia 23 de setembro, alunos do curso de Agronomia, do Centro de Ciências Agrárias, encontraram um cão que havia sido queimado com ácido.

O animal estava muito debilitado e mal conseguia andar e deitar, mas com a ajuda de alguns alunos de outros cursos, ele foi sedado e levado a uma república feminina para receber mais cuidados.

O cão teve 70% do corpo queimado, eram queimaduras de terceiro grau, e vem sobrevivendo com pequenas doações e trabalho árduo de alguns alunos. Recebemos também ameaças de que se os cães continuassem na rua, haveria mais feridos.

Nosso desejo é que alguém assuma a responsabilidade e faça algo para que isso não se repita. Todos estamos indignados com essa situação e não sabemos a quem recorrer.

Da Redação:

A equipe do Cidadão Repórter entrou em contato com o Núcleo de Proteção aos Animais, que funciona sob a supervisão da Delegacia de Meio-Ambiente, e a orientação é que qualquer cidadão que presencie maus tratos a animais procure uma delegacia na região e registre um boletim de ocorrência para que o fato seja investigado e que as devidas providências sejam tomadas.

As denúncias de maus tratos a animais no Estado do Espírito Santo podem ser feitas em qualquer Delegacia da Polícia Civil, diretamente na Delegacia de Meio Ambiente/Núcleo de Proteção aos Animais, por meio do telefone (27) 3236-8136, ou pelo Disque-Denúncia do Estado, por meio do 181.

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