sábado, 24 de setembro de 2011

Basenji. Cão que não late também morde.


Cão que não late também morde. Pelo menos no que diz respeito aos da raça basenji, originários do leste da África e considerados exímios caçadores. Eles são os únicos cachorros no mundo com ausência total de latidos. Especula-se que essa característica esteja relacionada à prática de caçar: indivíduos silenciosos – e que conseqüentemente não afugentavam as presas – acabaram se dando bem na corrida evolutiva.

Basenji
Mas o basenji está longe de ser um cão totalmente mudo. Geralmente silencioso, em algumas situações emite um som bastante particular conhecido como yodel – um uivo em falsete que mais parece um gemido. Cada cão da raça tem seu próprio repertório, sendo muito difícil encontrar dois que emitam os mesmos ruídos.

Os basenji são uma das raças mais antigas de caninos. Há inscrições em túmulos egípcios de 5 mil anos com desenhos de cães muito semelhantes a eles. A identificação com os egípcios era tanta que a raça foi chamada de “cão de Quéops”, nome do faraó que mandou construir a primeira pirâmide de Gizé.

Além da economia de sons, o basenji se distingue por acasalar apenas uma vez ao ano – as outras raças costumam se reproduzir duas vezes no mesmo período. Além disso, ele é adepto do banho de gato: usa a língua para se limpar.

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O Basenji foi descoberto no Congo Africano com caçadores pigmeus. Eles foram usados ​​como cães caçadores. Uma vez introduzido na América, a popularidade da raça como um animal de estimação aumentou firmemente. Ele retém vários de seus características primitivas, como a falta de capacidade de latir.

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