domingo, 30 de outubro de 2011

Cadela da raça sharpei evita roubo e é baleada


Cadela evita roubo e é baleada em Araçatuba, SP
Homem armado tentou invadir uma casa, mas foi impedido pelo cão. 
Moradores tinham sido rendidos pelo ladrão. 
Cadela Maggie, da raça sharpei, se recupera em clínica veterinária (Foto: Reprodução/TV Tem)

A cadela 'Maggie', da raça sharpei, que enfrentou dois bandidos durante um assalto virou heroína em Araçatuba, a 527 km de São Paulo. Maggie tem 3 anos e uma coragem que impressiona. O bandido armado já tinha rendido a família quando ela atacou. Foram momentos de muito medo. A cadela acabou baleada.

As marcas de sangue ainda estão no chão da casa. O assaltante fugiu sem levar nada. E, antes mesmo de chamar a polícia, a família socorreu a cadela. O veterinário que estava de plantão percebeu que a situação era grave.

Ela está debilitada. Por isso, deve ficar em observação por pelo menos uma semana. Mas os veterinários acreditam que a recuperação dela será bem rápida. Quando voltar para casa, Maggie receberá muito carinho, promete a família. [ G1]



Shar Pei: um mar de rugas suaves

Ele é um verdadeiro encanto! Não tem quem resista ao charme de suas rugas salientes e macias. O Shar Pei é um cão inteligente, alerta, mas... é carrancudo. Mas, é só a aparência!!

O Shar Pei é extremamente devotado à sua família, independente e reservado. De estatura mediana, ele não está entre as raças mais comuns de serem vistas desfilando pelas ruas.

Vive bem em lugares grandes ou pequenos, se adaptando com facilidade. Não é de grandes agitos, mas gosta de crianças. Late pouquíssimo.

Outro atrativo é a língua azul, semelhante a do Chow-Chow. Quanto à pelagem, possui pêlo curto, arrepiado e rígido ao toque. A cor pode ser preto, acaju, marrom escuro, bege e creme.

O Shar Pei quando filhote é um mar de rugas. Na fase adulta, ao contrário do que se pensa, não tem que ser tão pelancudo.


Atualmente, o padrão de altura para esta raça varia de 48 a 58,5 cm. Já o peso está limitado entre 18 e 29 Kg.

Mas, cuidar das rugas deste cão exige atenção especial. Entre as dobras podem se acumular sujeira e umidade, ocasionando seborréia, dermatite e micose.

Para que isto não ocorra, o Shar Pei deve estar sempre bem seco. Depois de enxugá-lo, leve-o ao sol a fim de eliminar os resquícios de umidade.

As rugas da cabeça são muitas vezes as vilãs de problemas de vista. Quando caem na frente dos olhos, forçam as pálpebras e cílios a entrar nos olhos.

Origem e História

O Shar Pei provavelmente é originário de uma pequena Vila da província de Tai-Li em Kwantung e existe há séculos nas províncias do sudoeste da China, aparentemente desde a Dinastia Han, 200 antes de Cristo.

Um manuscrito chinês do século XIII foi traduzido e fazia referência a um cão cheio de pregas que lembrava muito o Shar Pei.

A história do Shar Pei nos tempos modernos é incompleta. A população de cães dessa raça foi praticamente extinta e nenhum podia ser visto nas cidades e poucos restavam nas áreas rurais.

Depois de 1968, tanto a Associação do Kennel de Hong Kong como a de Kow-loon estabeleceram um padrão e começaram a registrar os Shar Peis. Esta organização ainda é a responsável pelos registros e vários clubes e associações foram criados em Taiwan, Japão, Korea, Canadá, Grã-bretanha e em alguns outros países da Europa.

Só no ano de 1981, o jornal O Estado de São Paulo publicou cerca de dez reportagens sobre a raça, enfocando principalmente o visual exótico e a luta para que não desaparecesse de uma vez por todas.

Um comentário:

  1. Coitadinha,os verdadeiros animais somos nós,que assinamos animais.Não somos todos ruins,então,os animais ainda podem ser salvos da covardia humana!!!

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