domingo, 16 de outubro de 2011

Capivara é sacrificada após ter sido encontrada ferida em estrada de MS


Bicho quebrou as quatro patas e teve fratura na coluna, diz polícia ambiental.
Veterinários constataram que animal não teria chances de recuperação.
Capivara é atropelada e precisa ser sacrificada em Três Lagoas, MS (Foto: Divulgação/PMA)

Uma capivara foi encontrada ferida depois de ser atropelada na tarde deste sábado (15), em uma estrada vicinal em Três Lagoas, cidade a 338 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a Polícia Militar Ambiental (PMA), o animal teve as quatro patas quebradas e uma fratura na coluna e precisou ser sacrificado.

O bicho chegou a ser levado até o quartel da polícia ambiental, onde foi atendido e examinado por médicos veterinários. Foi constatado que a capivara não teria chances de recuperação.

Fotógrafo registra imagem de arara e seriema mortas em rodovia de MS

Animais na pista

Na tarde de sábado outro flagrante de atropelamento de animais silvestres foi registrado por um fotógrafo de Alcinópolis, cidade a 387 quilômetros de Campo Grande. Ele fez imagens de uma arara e de uma seriema mortas na BR-359.

O major Edmilson Queiroz, assessor de imprensa da PMA, alerta para os cuidados nas rodovias para preservar a fauna do estado “O motorista tem sempre que andar na velocidade da rodovia e tem sempre que lembrar que o ser pensante é ele e não o animal”. [Do G1 MS]



Capivara
Hydrochaeris hydrochaeris

As capivaras vivem em grupos familiares que podem chegar a 20 indivíduos ou mais. Geralmente, o grupo é composto por um macho dominante, várias fêmeas adultas com filhotes e outros machos subordinados. Os machos têm uma grande glândula sebácea sobre a cabeça, que utilizam para demarcar sua dominância através do cheiro. São encontradas próximo da água, em florestas ao longo de rios e em lagoas. As capivaras alimentam-se de grama e também de vegetação aquática. Quando estão em perigo, as capivaras mergulham dentro d'água e nadam sob a superfície até escapar. São excelentes nadadoras e podem permanecer submergidas por vários minutos.


No Pantanal, seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais perturbadas podem tornar-se exclusivamente noturnas. Nas décadas de 60 e 70 as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo que era considerado como tendo propriedades medicinais. Estudos da Embrapa Pantanal indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal. [Site da Embrapa]

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