quarta-feira, 14 de março de 2012

Sapo-cururu da Amazônia consegue esguichar seu veneno


Sapo-cururu da Amazônia consegue esguichar seu veneno
Rhaebo guttatus é conhecido desde 1810, mas só agora cientistas descobriram que ele tem a capacidade de espirrar voluntariamente suas glândulas parotoides


O sapo-cururu da Amazônia consegue esguichar seu veneno 
O sapo-cururu da Amazônia consegue esguichar seu veneno Divulgação/Instituto Butantan
RIO - A crença de que sapos esguicham veneno nos olhos das pessoas ganhou um fundo de verdade. Cientistas descobriram agora que o único da espécie que tem a capacidade de espirrar voluntariamente suas glândulas parotoides, onde armazena o veneno, é o sapo-cururu amazônico Rhaebo guttatus. O trabalho foi publicado na revista Amphibia-Reptilia, por pesquisadores do Instituto Butantan.

Este anfíbio é conhecido pela ciência desde 1810, explica o diretor do Laboratório de Biologia Celular do Butantan Carlos Jared. Mas somente agora os especialistas descobriram que, além de ter a capacidade de lançar o veneno, sua peçonha contém uma substância fungicida, que pode ser aproveitada pela indústria farmacêutica.

O sapo só lança o veneno na natureza, não em cativeiro explica Jared.

O Globo

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