quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Cão vai diariamente à missa após morte da dona

Itália: após morte da dona, cão vai diariamente a missa 


Cão Ciccio vai diariamente à Igreja Santa Maria Assunta desde que sua dona morreu
Foto: Facebook / Reprodução


Ciccio, um cão pastor alemão de 12 anos vem se mostrando um fiel fervoroso. Desde a morte de sua dona, há dois meses, o animal vai diariamente à igreja onde ela foi velada, na esperança de que Maria Lochi retorne.

De acordo com o portal Sud Italia News, a dona de Ciccio era conhecida em Puglia pelo amor que dedicava aos animais. Desde que ela morreu, o cão vai todas as manhã à Igreja Santa Maria Assunta, em San Donaci, e senta-se próximo ao altar. A publicação diz ainda que ninguém, nem mesmo o padre, se atreve a escorraçar o cachorro.

“Ele está lá toda vez que eu celebro a missa e se comporta muito bem, não emite nenhum som - eu nunca ouvi um latido dele lá dentro”, disse o pároco Donato Panna ao Daily Mail. O religioso explicou ainda que o cão costumava acompanhar a dona a missa.



  Capacidade de digerir amido possibilitou domesticação do cão

Um estudo de referência no campo da pesquisa, que sugeria uma ligação entre o uso de cannabis e a queda no QI de adolescentes, pode não ter ido longe o suficiente em sua pesquisa, com as quedas de QI ocorrendo mais provavelmente devido a status socioeconômico mais baixos do que por conta da maconha, de acordo com um estudo norueguês.

O mais recente trabalho, que aparece na revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), também sugere que medidas de procedimento diferentes podem ser necessárias neste caso.

"Meu estudo essencialmente mostra que os métodos utilizados e as análises apresentadas na pesquisa original são insuficientes para descartar outras explicações (para o QI mais baixo)", disse Ole Rogeberg, um economista do Centro para Pesquisa Econômica Frisch, em Oslo, à Reuters.

O Estudo de Saúde e Desenvolvimento Multidisciplinares Dunedin é um relatório contínuo produzido pela Universidade de Otago da Nova Zelândia, que vinha monitorando 1.037 crianças da Nova Zelândia nascidas entre abril de 1972 e março de 1973. O estudo acompanhou as crianças por 40 anos.

Os participantes foram testados periodicamente para medição de QI e outros índices, incluindo consumo de drogas, e em 2012 a psicóloga clínica Madeline Meier produziu um estudo dizendo que havia uma ligação entre o uso de maconha na adolescência e um QI mais baixo.
Pesquisadores no estudo de Madeline compararam as tendências de QI de pessoas que nunca fumaram cannabis com quatro grupos de pessoas que fumavam: pessoas que fumavam, pessoas que foram marcadas como dependentes em uma pesquisa de acompanhamento, aquelas que foram marcadas como dependente duas vezes e aqueles que pontuaram como dependentes três vezes.

O estudo descobriu declínios maiores de QI com o uso de cannabis de forma "linear", Rogeberg escreveu no PNAS.

O pressuposto fundamental no estudo de Madeline é que o uso da cannabis é a única diferença relevante entre os grupos testados, disse ele. O uso de um modelo de simulação mostrou que pode ser prematuro tirar uma inferência causal entre o uso de maconha e a queda de QI.

Por um lado, outro trabalho sobre o grupo Dunedin sobre o qual o estudo da pesquisa é baseado sugere que o consumo precoce de cannabis é mais comum em pessoas com baixo auto-controle, problemas de conduta anteriores, e altas pontuações para fatores de risco ligados ao status de famílias de baixa renda.

Tendo em conta estes fatores, os jovens de famílias de menor status tendem a acabar em ambientes menos exigentes intelectualmente, seja por opção ou por circunstância, o que aumentaria a diferença de níveis de QI à medida que envelheciam.

"Nós não sabemos o quanto de mudança no QI podemos explicar por diferenças na educação, o tempo de prisão, estatuto profissional, etc, e se isso afeta as estimativas do estudo."



Cães conseguem entender as intenções de seus donos
Estudo científico comprova que cachorros têm a habilidade de compreender mais do que as palavras de um comando

Estudo usou o mesmo método utilizado em pesquisas anteriores com bebês

Especialistas acrediatm ter encontrado a
resposta para o fato de donos tratarem
seus cães como bebês
O que muita gente já tinha notado no cãozinho de estimação agora foi comprovado cientificamente: cachorros conseguem perceber a intenção dos donos quando eles dão os comandos. De acordo com o estudo, cães são receptivos a comunicação humana de uma forma que foi atribuída, anteriormente, apenas aos bebês.

Assim como os bebês de seis meses, os cachorros são sensíveis a deixas – que incluem o contato verbal e visual - que sinalizam a intenção de comunicação. “Concluímos no estudo que cães devem compreender alguns aspectos da comunicação humana e parece que a comunicação ostensiva de humanos facilita atitudes receptivas no cachorro (da mesma forma que em bebês da fase pré-verbal)”, disse ao iG, József Topál, do Instituto de Pesquisas Psicológicas da Academia de Ciências da Hungria e um dos autores do estudo publicado no periódico Current Biology.

Especialistas acrediatm ter encontrado a resposta para o fato de donos tratarem seus cães como bebês
Topál acredita que esta habilidade dos cães explica porque muitas pessoas tratam seus bichos de estimação como se fossem bebês. “As pessoas intuitivamente reconhecem que há uma relação funcional entre alguns aspectos na habilidade de comunicação de cães e bebês”, disse.

O estudo usou o mesmo método utilizado em pesquisas anteriores com bebês. Durante os testes, os cães assistiram a um vídeo de uma pessoa que se direcionou para um dos dois potes de plástico da cena enquanto um rastreador ocular capta a reação do cão. Num primeiro momento, a pessoa olhou diretamente para um dos potes, dizendo "oi, cão" com uma voz estridente. Depois, a pessoa fez o mesmo só que com entonação mais suave e sem contato visual. Os testes mostraram que os cachorros tendiam a olhar mais para o pote na primeira situação, quando a pessoa demonstrava a intenção de se comunicar.

De acordo com os pesquisadores, ainda não se sabe se os cães contam com caminhos semelhantes ao dos cérebro dos bebês para processar estas deixas. "Com o rastreamento ocular, tivemos uma primeira experiência sobre como a mente dos cães está trabalhando e processando os estímulos, levando em conta que a direção e o tempo do movimento do olho indica o interesse especial da mente”, disse. Topál pretende agora usar novas técnicas para poder aprofundar o processo mental dos cachorros.

Maria Fernanda Ziegler, iG São Paulo

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