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domingo, 23 de junho de 2019

Significado de sonhar com pinguim



Ver pinguins em seus sonhos pode significar sua atitude em relação à vida, à situação e às circunstâncias de sua vida, ou às pessoas que podem influenciá-lo.

Sonho em que você é um pinguim 

Sonhar que você é um pinguim sugere que você leve a vida menos a sério. Embora possa haver momentos difíceis em que você não pode voar e ser livre, as coisas não são tão ruins e você tem que aprender a manter a calma. No entanto, considere as circunstâncias do sonho e como elas podem se relacionar com você na vida desperta. Se você nadar na água como um pinguim no sonho, isso sugere que você precisa encontrar força interior e desenvolver sua confiança pessoal.




Um pinguim preso em um sonho 

Ver pinguins presos em um bloco de gelo significa que seus problemas não são tão ruins quanto você pensa. No entanto, você pode se sentir oprimido por suas emoções e dúvidas negativas. Sem dúvida, você precisa encontrar equilíbrio e trabalhar para desenvolver sua paz interior.

Pinguim atacando ou perseguindo você 

O sonho sugere que o comportamento tolo de algumas pessoas o irrita. Você se sente frustrado por causa de seus comportamentos. Pinguim atacado Se você ver que os pinguins são atacados ou comidos em seu sonho, isso indica que sua natureza frágil e despreocupada está sendo questionada. Por exemplo, você pode perceber que tem dificuldades financeiras quando acorda. Você deve se proteger melhor do comportamento agressivo dos outros.



segunda-feira, 27 de junho de 2011

Morte de pinguins na região Sul do país alerta ambientalistas

Pinguins sujos de óleo estão aparecendo, mortos ou debilitados, na costa marítima do Rio Grande do Sul.

Em menos de uma semana, pesquisadores e membros do Comando Ambiental da Brigada Militar contaram mais de 75 pinguins mortos e retiraram para recuperação 84 ainda vivos e sujos. Desses, nove já morreram.

"Outros morrem no mar e nem aparecem na praia", diz Ignácio Moreno, professor de zoologia da UFRGS e membro do Ceclimar (Centro de Estudos Costeiros Limnológicos e Marinhos).

O professor afirma que o fenômeno é preocupante devido à constante migração das aves marinhas nesta época do ano. Segundo ele, as aves vêm da Patagônia, na Argentina, em busca de alimento e calor na costa do RS.

"Uma parte dos pinguins sempre morre nesse deslocamento, por ser mais frágil. Mas dessa vez o óleo vem atingindo até os animais mais fortes", afirma.

Divulgação/PRF
Morte de pinguins na região Sul preocupa ambientalistas; na foto, pinguim que foi resgatado em Ubatuba (SP)

A maioria dos pinguins sujos de óleo têm sido encontrada em praias do litoral sul do RS, como Cidreira, Pinhal e Quintão, de acordo com o sargento Vanderlei Filipiaki, do Comando Ambiental da Brigada Militar.

"É um local com muitas embarcações de grande porte, como petroleiras, que vêm aqui para descarregar", diz.

Já os pinguins mortos estão concentrados na faixa que liga Tramandaí ao balneário de Dunas Altas. Além deles, um leão marinho apareceu morto na costa gaúcha.

Ele estava coberto de um óleo semelhante a petróleo, segundo o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul. O órgão abriu uma investigação para apurar a causa das mortes dos animais e verificar se houve vazamento de óleo de algum navio.

Para o oceanógrafo e diretor do Cram (Centro de Recuperação de Animais Silvestres e Marinhos), da Universidade Federal do Rio Grande, Lauro Barcellos, as mortes dos pinguins são indícios de um crime ambiental

Segundo Barcellos, o óleo cola as penas do pinguim e o impede de manter o isolamento térmico do corpo --e ele acaba morrendo de frio.

Os animais estão sendo tratados na sede do Ceclimar, em Tramandaí, e no Cram, em Rio Grande. A retirada do óleo e o tratamento duram cerca de 60 dias.

Folha

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pinguim perde penas e precisa usar traje

Pinguim perde penas e precisa usar traje especial na Cingapura
Traje providencia calor e isolamento a espécime de pinguim-de-humboldt.
Aos dez anos, ave vem perdendo penas desde o ano passado.

 

À esquerda da foto, um pinguim-de-humboldt aparece usando um traje especial, na Cingapura. O pinguim, que está com dez anos, vem perdendo penas desde o ano passado. O traje imita uma cobertura natural, providenciando calor e isolamento, o que ajuda, inclusive, no crescimento de novas penas. (Foto: Roslan Rahman/AFP)

Da France Presse

domingo, 3 de outubro de 2010

Vídeo de golfinhos se chocando no ar faz sucesso na web. Veja

Vídeo que mostra golfinhos se chocando no ar faz sucesso na web
Vídeo recebeu mais de 145 mil visitas no site 'Break'.
'Acidente' foi filmado quando os golfinhos nadavam perto de barco.

Um vídeo que mostra dois golfinhos se chocando no ar faz sucesso na internet. O "acidente" foi filmado quando os golfinhos nadavam perto de um barco. Publicado na terça-feira no site "Break", o vídeo recebeu mais de 145 mil visitas até as 7h20 desta quinta-feira.




Golfinhos se chocaram no ar enquanto nadavam. (Foto: Reprodução)

Avô dos pinguins era gigante e não usava black-tie

Paracasensis Inkayacu: Penguin 'Rei da Água "Gigante, 5 metros de altura, descoberto no Peru  e viveu a partir de 36 milhões de anos atrás


WASHINGTON - Alguns pingüins antigos podem ter sido duas vezes maior do pingüim imperador, mas eles não tinham o smoking elegante. Os pesquisadores desenterraram restos de um pingüim de quase 5 metros de altura que percorriam o que é agora o Peru há cerca de 36 milhões de anos atrás, e eles também descobriram penas fossilizadas que mostram na época, a ave que não voa foi uma mistura mais variada de castanho-avermelhado e cinza.

Um relatório de quinta-feira na revista Science é mais do que uma curiosidade sobre a cor. Analisando os fósseis, conduziram a uma nova descoberta sobre pinguins modernos, que por sua vez, levantam questões sobre como as suas penas evoluíram para ajudá-los a tornar-se exímios nadadores tal.

É um dos maiores pinguins que já viveu, estima-se ter sido duas vezes mais pesado que o pingüim imperador média de hoje. A segunda espécie de pingüim gigante descoberto no Peru, foi dado o nome paracasensis Inkayacu, ou Rei da Água, que faz parte de um conjunto de espécies de pingüim extintos que aparentemente variou durante grande parte do hemisfério sul.

Um golpe de sorte ajudou os paleontólogos encontrarem as penas. Um aluno da equipe de escavação, do Museu de Historia Natural, em Lima, descobriu o fóssil de pé e percebeu que tinha escalas, evidência de tecido mole que raramente é preservada. Talvez houvesse mais moles e, nesse caso, teriam de escavar com cuidado extra.

"Ficamos incrivelmente animado", disse o paleontólogo Julia Clarke, da Universidade do Texas em Austin, que liderou a equipe. "Movendo muito devagar, floco por floco por floco através deste bloco gigante", eles finalmente descobriram uma palheta de camadas de penas pequenas e sob ela, penas do corpo fossilizado, também.

Na superfície, elas foram dadas forma como as penas de pingüins moderno. Picolé em forma de penas das asas eram densamente empilhados em cima uns dos outros para criar uma palheta rígidos, afirmou Clarke.

Quando olharam mais profundamente, as penas eram muito diferentes. A forma exterior, aparentemente, desenvolveu-se antes algumas alterações microscópicas que podem desempenhar um papel na proeza subaquática pingüim.

Pigmento é muito corrido em fósseis. Mas deixou para trás nas penas pode ser pacotes microscópicos chamados melanossomos que na vida continha pigmentos de produção - e o formato dos melanossomas corresponde a cores diferentes. Assim, os pesquisadores compararam uma biblioteca de melanossomas de aves vivas com estes fossilizados.

A grande surpresa é que ele acaba por pingüins modernos tem melanossomas grandes embalado em cachos de uva-like, ao contrário de qualquer outra ave conhecida, enquanto melanossomas menores do pingüim gigante extinta se assemelhavam ao de outras aves, disse Clarke.



O fóssil de um pinguim gigante de 36 milhões de anos deu aos cientistas as primeiras pistas sobre a evolução das penas desta ave capaz de suportar temperaturas congelantes e nadar como se estivesse voando. E diferente dos pinguins atuais, que parecem vestir smokings, este antigo ancestral, batizado de Inkayacu paracasensis, ou "Rei da água", usava outro "guarda-roupa", em tons marrom-avermelhados e de cinza.

- Antes deste fóssil, não tínhamos nenhuma evidência sobre as penas, cores e formato das nadadeiras dos antigos pinguins. Tínhamos várias questões e esta é nossa primeira chance de respondê-las - comenta Julia Clarke, paleontóloga da Universidade do Texas e principal autora do artigo sobre a descoberta publicado na edição desta quinta-feira da revista "Science".

O fóssil de mais de 1,5 metro de altura, quase o dobro do maior exemplar atual da espécie, o pinguim imperador, foi encontrado pelo estudante peruano Ali Altamirano na Reserva Nacional de Paracas, no Peru. Ele mostra que o formato das nadadeiras e penas que fazem dos pinguins tão bons nadadores evoluíram muito cedo na espécie, enquanto as cores hoje características destas aves só teriam surgido muito mais recentemente.

Como os pinguins atuais e diferentemente das outras aves, as penas do Inkayacu tinham um formato radicalmente alterado e eram densamente agrupadas umas sobre as outras, dando forma a rígidas e finas nadadeiras, além de ajudarem a dar ao animal um contorno mais eficiente para se mover na água.

www.huffingtonpost.com e O Globo

30 Curiosidades sobre Cobras

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