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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Diversão animal. Raposas são flagradas brincando em cama elástica nos EUA

Vídeo inusitado virou sucesso imediato na internet; assista!

Dois filhotes de raposa descobriram uma excelente brincadeira no quintal de uma casa. No Colorado, Estados Unidos, os animais foram atraídos por uma cama elástica armada no jardim.

Diante da cena um tanto curiosa e incomum, a família registrou a brincadeira das raposas e publicou na internet. Não precisa dizer que o vídeo virou sucesso imediato, não é mesmo?

No começo, os animais se mostram meio desengonçados, mas rapidamente eles entendem como se pula no brinquedo.

Assista ao vídeo:


Raposa domesticada aponta origem do cão


ZOOLOGIA

Estudo de animais domesticados por russos desde 1959 mostra correlação entre genética e comportamento dócil

Raposa domesticada aponta origem do cão

Um novo estudo está colocando uma peça importante num quebra-cabeças que deve atormentar todos os possuidores de um vira-latas: como um carnívoro selvagem pode virar o melhor amigo do homem? Desta vez, porém, a pista veio não de cães, mas de raposas domesticadas. Tudo indica que mudanças na ativação de alguns poucos genes no cérebro foram capazes de transformar os bichos, de anti-sociais que eram, em totós de primeira.

O trabalho, coordenado pela argentina naturalizada sueca Elena Jazin, da Universidade de Uppsala, faz parte de uma série de achados intrigantes feitos com raposas-prateadas criadas em cativeiro por russos desde 1959.
Ninguém estava interessado em transformar os bichos em cachorrinhos -os russos queriam mesmo era a pele delas-, mas os criadores acabaram fazendo o que pecuaristas humanos fazem há milênios com outras espécies: selecionando os animais de acordo com uma característica desejada: mansidão, no caso (eles não queriam ser mordidos).

As décadas se passaram e, no processo, os fazendeiros da Sibéria criaram não apenas uma raça de raposas que se deixava manusear com docilidade por humanos, mas que também que era estranhamente "cachorresca". Os bichos manifestavam uma bizarra tendência a serem malhados, como muitos cães domésticos (mas nenhuma raposa), a terem orelhas caídas e caudas enroladas.


De quebra, testes comportamentais mostraram que a linhagem era tão capacitada para entender sinais feitos por pessoas -como dedos apontando e olhares em determinada direção- quanto a maioria dos cachorros. Isso pode parecer uma bobagem, mas tal talento cria um verdadeiro abismo entre os cães e todos os outros animais, inclusive os grandes macacos, os parentes mais próximos da humanidade.

A pergunta de Jazin e seus colegas da Suécia era até que ponto essas mudanças brutais de comportamento tinham a ver com alterações na bioquímica do cérebro. Para isso, eles estudaram alguns exemplares da linhagem mansa que foram trazidos da Rússia pela Universidade Norueguesa de Ciências da Vida. Os bichos foram comparados com raposas selvagens e com outras de cativeiro, mas que não foram selecionadas para serem mansas.

O que o grupo levou em conta nessa comparação foi a chamada expressão gênica, uma medida de quanto certo gene está ativo, baseada na quantidade de cópias de mRNA, ou RNA mensageiro. Essa molécula faz a ponte entre a informação "pura" contida no DNA e a proteína, que realiza realmente as funções na célula e tem sua "receita" escrita nos genes. Quanto mais cópias de "seu" mRNA circulam, mais ativo está um gene.

A análise investigou os genes ativos no tecido cerebral, percebendo que a diferença entre as raposas da raça mansa e as demais era ridiculamente pequena -não mais que 40 seqüências de mRNA. "Vários parecem pertencer à mesma família de genes, então, muito provavelmente, a quantidade total de genes [diferentemente expressados] é menor que 40]", explica Jazin.

Ela conta que ainda não foi possível peneirar as seqüências em busca de suas funções específicas, mas algumas, previsivelmente, parecem estar ligadas ao processamento dos opióides -um tipo de neurotransmissor, ou mensageiro químico cerebral.

Para Jazin, o estudo ajuda a mostrar que "mudanças em poucos genes no cérebro podem ser capazes de induzir grandes mudanças comportamentais". Há quem proponha exatamente esse tipo de evolução -em relativamente poucos genes, e em sua expressão- para explicar a diferença entre seres humanos e chimpanzés, apesar da semelhança entre o DNA de ambos ser de cerca de 99%. A pesquisadora, porém, diz ser complicado fazer esse tipo de extrapolação com os dados atuais, em razão das grandes diferenças ambientais entre humanos e seus parentes mais próximos, que também poderiam ter grande efeito sobre a expressão gênica.
O estudo foi publicado na revista científica "Current Biology" (www.current-biology.com).

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0201200601.htm




terça-feira, 16 de novembro de 2010

Uau, que gato!

Gato 'desafia' placa de cão bravo na Romênia

Felino aparece despreocupado com o aviso atrás de cerca em Bucareste.
Flagrante foi registrado por Vadim Ghirda nesta terça-feira (16).


Gato espia atrás de placa com os dizeres 'cuidado: cachorro bravo' nesta terça-feira (16) em Bucareste, na Romênia. (Foto: Vadim Ghirda/AP)

G1

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Coleiro, o pequeno pássaro do canto mágico

Coleirinha, papa-capim - (Sporophila caerulescens)


Este pequeno pássaro nativo do brasil pode ter, conforme a espécie, uma coleira ao redor do pescoço.
Apresentação: ele canta constantemente e é muito fácil de ser encontrado e amansado. Por causa de sua docilidade, este pássaro, muito comum no Brasil, é freqüentemente encontrado em cativeiro. Em um mês, se acostuma à gaiola, não se debate contra as grades, não se machuca. É rara a casa de passarinheiro que não tenha um coleiro. Ele é conhecido também pelos nomes de coleiro virado, coleiro da bahia, coleiro estrela, coleiro macaco ou gravata ( peito branco ou laranjeira (peito amarelo) e papa capim. Este último nome é devido ao fato de que é muito fácil encontrar um coleiro em capinzal, procurando comer o pendão com sementes do capim. Alias, onde há sementes, há sempre um coleiro: perto dos arrozais, dos campos arados.

Ele vive em campos perto de fazendas e já chegou a viver em cidades, de onde foi expulso pela poluição. Embora seja um dos pássaros mais comuns e conhecidos, ainda restam duvidas quanto à sua classificação científica.

Coleirinho - fêmea (Sporophila caerulescens ) 
Espécies: a mais aceita é sporophila c. caerulescens, com partes superiores cinzentas, cabeça e coleira cinza escuro, peito branco; sporophila c. hellmayr, com peito amarelo em vez de branco, e cinzento esverdeado nas partes superiores. o primeiro vive no centro e sul do brasil e o segundo no brasil central. Há também os coleiros que não têm a mancha da coleira no pescoço, mas que por suas características foram classificados juntamente com estes: o sporophila ardesiaca, que tem o peito branco e a cabeça e o pescoço cinzento-escuro, formando uma carapuça, vive em minas, são paulo e espírito santo, e o sporophila nigricolis, cinza-esverdeado nas costas e na carapuça e amarelo no peito, que vive no brasil central, norte e nordeste. As fêmeas são muito parecidas, de uma cor inteiramente parda. Quando adultas adquirem uma coleira parda escura, como se fossem machos jovens, o que engana muita gente. Os filhotes com um ano adquirem sua cor definitiva. O coleiro é um pássaro dócil, que amansa fácil, é pequeno (12 a 13 cm), graciosos e canta muito. Alguns acham seu canto bastante agradável, outros o consideram insignificante, mas o fato é que o coleiro esta quase sempre cantando. Por isso, ele é usado como pássaro de torneios, ou seja, competição de canto para a maioria dos passarinheiros.

Média de vida: de 20 a 25 anos.
Alimentação: é granívoro, ou seja, alimenta-se de sementes. Ofereça principalmente alpiste e painço. Na época da criação, acrescente um ovo cozido e larvas de tenébrio (Tenébrios são uma espécie de besouro que em sua fase larval são muito utilizados na alimentação de muitos animais, entre eles, peixes, ...). Sem esquecer da areia ou pó de ostra que não deve faltar o ano todo ( com a falta poderá causar acessos ou desmaios ).

Instalações: gaiolões (35 cm x 30 cm x 25 cm),ou viveiros arborizados. coloque apenas um casal tanto no viveiro como na gaiola. pode usar o ninho pequeno caso não encontre pode usar o de curió , mas é importante camufla-lo com folhagens artificiais.
Reprodução: as fêmeas botam de 2 a 3 ovos, chocam durante 12 dias; o filhote leva 11 dias para sair do ninho e de 30 a 35 dias para aprender a comer sozinho.

Pássaros - Ouça o Coleiro-TuiTui Clássico

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...