Cobra é flagrada devorando gnu na África do Sul Tamanho da presa é incomum pelo que se conhecia do réptil. Imagem foi feita no Parque Kruger, no nordeste do país.
Uma foto divulgada pela agência Caters mostra o momento em que uma cobra píton devora um filhote de gnu no Parque Kruger, na África do Sul. Os gnus são um tipo grande de antílopes que vivem na porção mais ao sul do continente africano. Eles habitam as savanas e formam grandes grupos.
Segundo a agência, a imagem é rara porque se considerava que esse tipo de serpente normalmente se alimenta de animais muito menores. O autor da foto é Rudi Hulshof.
Detalhe do flagrante feito no Parque Kruger (Foto: Caters)
Conheça um pouco da Vida e dos Hábitos dessa cobra… Após se alimentar, a Cobra Piton dorme por alguns dias.
A cobra píton-das-rochas, é uma das maiores cobras do mundo, muitas vezes abandona as profundezas das florestas onde vive e segue a corrente de um rio até sua desembocadura, nada muito bem.
Durante o dia esconde-se e a noite sai para procurar alimentos. Há muitas espécies de píton, as quais vivem desde a África até o sudeste asiático, e Oceania.
Cena foi registrada durante travessia no Rio Masai. Apesar da ajuda, gnu acabou levado pela correnteza.
Um hipopótamo foi flagrado tentando salvar um gnu que ficou preso nas pedras durante a travessia do Rio Masai, no Quênia. A cena foi registrada pelo fotógrafo Mitchell Krog durante a migração anual dos gnus. Apesar da ajuda do hipopótamo, o gnu se machucou na queda nas pedras e acabou levado pela correnteza, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".
Hipopótamo foi flagrado tentando salvar um gnu no Quênia. (Foto: Reprodução/Daily Telegraph)
Muitas vezes animais não são considerados como tendo afeição por outras espécies. Eles mostram grande afeição por seus pares, mas muitas vezes não são conhecidos a fazer o mesmo para os animais de diferentes espécies. No entanto, um hipopótamo, não só mostrou que tem carinho por qualquer espécie em particular, mas o animal apresentou grande amor a duas espécies diferentes.
O animal que foi apelidado de "Bom Samaritano" por alguns meios de comunicação surpreendeu a todas as testemunhas que estavam no Santuário Olonana no Quênia, quando salvou um jovem gnu e uma jovem zebra.
Turistas em um safári na África ficaram boquiabertos ao testemunhar um hipopótamo resgatando outros animais durante a travessia de um rio infestado de crocodilos.
Os visitantes tinham ido ver a migração de um grupo com milhares de gnus, que viaja entre o Quênia e a Tanzânia em busca de novos pastos.
Durante a dramática travessia do rio Mara, uma mãe gnu foi separada de seu filho, que foi levado pela correnteza. Um hipopótamo fêmea que observava tudo perto dali foi em direção ao bebê gnu e o empurrou gentilmente até à margem.
Lemala Camps/BBC Brasil
Depois de observar travessia de rio cheio de crocodilos, hipopótamo resgata filhote de zebra
Quando parecia que o animal ia se afogar, o hipopótamo utilizou a sua cabeça e empurrou o animal para o banco. Depois desse ato impressionante de "amor", o gnu levantou-se em seus pés e correu para a mãe que o tempo todo ficou olhando, impotentes. Os outros animais tinham ido embora.
Justamente quando os espectadores do cena fantástica estavam discutindo que acabara de acontecer, uma jovem zebra também caiu no rio. Mais uma vez o hipopótamo "bom" estava na mão para salvar a zebra também.
Depois de observar travessia de rio cheio de crocodilos, hipopótamo resgata filhote de zebra Apenas dez minutos depois, o mesmo hipopótamo viu uma pequena zebra lutando para cruzar o rio e, novamente, a ajudou a atravessar a forte torrente.
EPISÓDIO RARO
Os hipopótamos não são geralmente descritos como agressivos, a não ser quando acham que seu território está sob ameaça.
"Esta situação em particular é muito rara, mas essa parte do rio Mara é conhecida pela ocorrência de episódios incomuns, já que é ali que os gnus cruzam o rio cheio de crocodilos", disse David Spooner.
"No início, nosso guia Abdul Karim e os hóspedes acharam que o hipopótamo iRIA atacar, mas aí eles perceberam que eram os instintos maternos surgindo no hipopótamo fêmea quando ele viu o bebê gnu e o perigo representado pelos crocodilos", conta Spooner.
"O amor maternal é tão forte que pode até ultrapassar a barreira da espécie", disse o guia Abdul Karim.
Guias também registraram o episódio e descreveram os resgates realizados pelo hipopótamo como "milagrosos" em websites.
O rebanho de animais juntos pela segurança. Crocodilos enormes ficam à espreita para apanhar um animal no seu caminho. Imagem: ROUSE ANDY REX FEATURES
O gnu (plural: gnus) ou wildebai, é um antílope do gênero Connochaetes. É um é um mamífero ungulado - possui cascos).
Gnus é o termo holandês para "besta selvagem" ou "vaca selvagem" e em africâner (vaca abelhas), enquanto Connochaetes deriva das palavras gregas konnos (barba) e khaite (cabelos soltos).
Connochaetes inclui duas espécies, ambas nativas da África : o gnu preto ou gnu-cauda-branca (C. Gnou) e o gnu azul ou tigrado gnu (taurinus C.). Gnus pertencem à família dos bovídeos , que inclui os antílopes, gado , cabras e outros biungulados chifres brancos ungulados.
Um gnu adulto pode chegar a1,27 m a 1,47 m na altura do ombro e pesam 265-600 kg (120-270 kg). Eles habitam as planícies e florestas abertas da África , especialmente as Serengeti National Park, um Patrimônio Mundial da UNESCO na Tanzânia, Masai Mara Game Reserve no Quênia e na Planície Liuwa Parque Nacional da Zâmbia. o Gnu ou Wildebeest pode viver mais de 30 anos.
Um crocodilo de 20 pés tenta agarrar esta gnus ...Imagem: ROUSE ANDY REX FEATURES /
Gnus são conhecidos por sua migração anual para novas pastagens . Muitos documentários mostram gnus cruzando rios , ou sendo devorados por crocodilos ou afogando-se na tentativa. Apesar de se supor que essa migração é um frenesi e que o gnu cruza cegamente, pesquisa recente mostrou que uma manada de gnu possui o que é conhecido como uma " inteligência coletiva ", pela qual os animais exploram sistematicamente e superam o obstáculo conjuntamente.
Gnus são bem conhecidos por sua migração anual para novas pastagens. Muitos documentários sobre vida selvagem têm caracterizado este evento, que exibe um vasto número de gnus cruzando rios e morrendo em grande número à medida que tentam alcançar o outro lado, muitos dos quais são comidos por crocodilos. Embora seja comum pensar que isto é simplesmente uma loucura e que os gnus cruzam cegamente, pesquisas recentes têm mostrado um rebanho de possuir aquilo que é conhecido como uma "inteligência coletiva", pela qual o gnu explora sistematicamente e supera o obstáculo como um todo.
Os grandes predadores que atacam gnus em são leões , hienas , guepardos , leopardos e crocodilos, que fazem parecer os gnus presas fáceis No entanto gnus, são muito fortes e podem causar prejuízos consideráveis até mesmo a um leão. Gnus imprimem uma velocidade máxima de cerca de 64 km / h (40 mph) em uma corrida. A tática de defesa preliminar é de pastoreio, onde os animais jovens são protegidos pelos maiores e mais velhos, enquanto o rebanho é executado como um grupo. Normalmente, os predadores tentativa de cortar um animal jovem ou para o mal e atacar sem se preocupar com o rebanho. Wildebeest (GNUS) desenvolveram um comportamento sofisticado adicional cooperativo e os cientistas não estão certos de como é aprendido o comportamento e quanto é conectado ao DNA do animal. Por exemplo, durante a noite, os animais vão se revezando para dormir, enquanto outros ficam de guarda contra um ataque noturno de predadores invasores.
Esta série de fotos do aclamado fotógrafo da vida selvagem Paul Goldstein mostra um gnu bezerro virar o jogo contra uma leoa faminta que o perseguiu ao longo de um trecho de curso de água no Masai Mara, no Quênia
Foto: Paul Goldstein Exodus Viagens /
Ferido e abandonado, o solitário fauno gnu cambaleava para cima e para baixo em uma piscina fétida. Este pé de água só foi trégua atenções de três jovens leões ...
Foto: Paul Goldstein Exodus Viagens /
"O golpe de misericórdia certamente inevitável estava por vir ...
"Momentos depois, a leoa estava fugindo, perseguido por um furioso gnus de um terço de seu tamanho o sangue escorrendo. Partir de lesões anteriores, este bezerro inexperiente mostrou a desgraça leão agora um jogo limpo de saltos fendidos e de alguma forma a reunir o rebanho ...
Foto: Paul Goldstein Exodus Viagens /
Fonte: telegraph.co.uk
O crocodilo-do-nilo, de 300 quilos, vai devorar o gnu, que é quase do seu tamanho
Todos os anos, no mês de junho, trava-se uma luta mortal às margens do Rio Grumeti, no Parque Nacional Serengeti, na Tanzânia. De um lado, os crocodilos-do-nilo, com 300 quilos e 5 metros de comprimento. Do outro, os gnus, de passagem pelo parque, com 200 quilos e 1,30 metro de altura. Num ataque rápido, o crocodilo vence a batalha. Em 20 minutos, ele prepara a refeição: agarra a vítima e, sem perder tempo, consegue arrastá-la para o rio e afogá-la.
Quando o bando de gnus — que pode ter de dez a 1 000 animais — chega à beira do rio, o chefe, geralmente o mais velho de todos, faz o reconhecimento do terreno e acha que não há perigo. Sem se dar conta dos olhos que o espreitam, submersos, entra na água e é atacado. Uma dentada certeira no focinho acaba com sua tentativa de fuga e depois com sua vida. Os outros gnus fogem.
Depois de afogar o gnu, o crocodilo tem de estraçalhá-lo pois seus dentes não servem para mastigar, só para cortar. Então, começa a dar giros na água para destroçar a vítima. Depois, tem pela frente mais um exercício para poder engolir. É que sua língua, fixa na mandíbula inferior, o impede de engolir normalmente. Para contornar o problema, o réptil joga a cabeça para trás fazendo com que o naco de carne escorregue pela garganta.
Os filhotes são as presas mais fáceis de abocanhar. Mesmo tendo um adulto por perto, o crocodilo prefere atacar os mais jovens. O réptil tenta arrastar um deles para a água. Então, acontece um fato raro: a cria se debate tanto que consegue fugir. Uma explicação para isso pode estar nos peculiares dentes do crocodilo, chamados dentes de troca contínua. É como se fossem cones que estivessem um dentro do outro. Se um cai ou quebra, há outro embaixo. Na luta pela vida, o gnu jovem pode ter quebrado alguns dentes de seu inimigo e então conseguiu escapar.
A melhor defesa é a fuga
Os gnus da espécie taurinus, família Bovidae, espalham-se do sudeste do Quênia até o sudeste de Angola e nordeste da África do Sul. Todos os anos, durante a seca, viajam para o noroeste, rumo às savanas, e fazem uma parada no Parque Serengeti. Apesar do tamanho — têm cerca de 200 quilos e 1,30 metro —, são atacados até por pequenos carnívoros. Mas seus maiores inimigos são os leões. Sua principal defesa é a velocidade: correm até 40 quilômetros por hora. Se houver tempo.
O mais terrível de todos
Maior réptil da África, o crocodilo-do nilo ou Crocodilus niloticus, pesa entre 300 e 500 quilos, mede de 5 a 6 metros de comprimento e tem vida longa: pode chegar aos 100 anos de idade. Da família Crocodilidae (cujos ancestrais surgiram há cerca de 208 milhões de anos), ele recebeu esse nome por ser típico do Vale do Rio Nilo, no norte da África. Mas, hoje, essa espécie só é encontrada no sul, sudeste, leste e centro do continente africano. Dos crocodilos atuais, eles são os mais agressivos.
A melhor defesa é a fuga
Os gnus da espécie taurinus, família Bovidae, espalham-se do sudeste do Quênia até o sudes-te de Angola e nordeste da África do Sul. Todos os anos, durante a seca, viajam para o noroeste, rumo às savanas, e fazem uma parada no Parque Serengeti. Apesar do tamanho — têm cerca de 200 quilos e 1,30 metro —, são atacados até por pequenos carnívoros. Mas seus maiores inimigos são os leões. Sua principal defesa é a velocidade: correm até 40 quilômetros por hora. Se houver tempo.
Características: é um animal extremamente forte e agressivo seus dentes e patas crescem novamente se perdidos seus olhos possuem pupilas que se dilatam de noite O macho pode atingir mais de 5,5 metros e pesar mais de uma tonelada. A esperança de vida de um crocodilo adulto rondará os 60 anos.
O crocodilo-do-nilo é uma espécie de crocodilo africano, cuja distribuição se dá desde a bacia do Nilo às regiões a sul do deserto do Sahara a Madagáscar e ao arquipélago das Comores. Esta espécie, é uma das maiores do mundo (o maior crocodilo é o de água salgada), é bastante perigosa para o Homem e foi venerada como divindade no Antigo Egito.
O crocodilo-do-nilo é, um animal carnívoro, embora sua boca longa e cheia de dentes curtos e afiados não seja própria para devorar pedaços de carne. Por esse motivo ele carrega a vítima para dentro da água e espera até que a carne fique mais macia.
Os crocodilos-do-nilo habitam água doce ou de baixa salinidade, como rios e lagos da África. Entre suas várias técnicas de caça, usam a cauda para encurralar peixes ou abater presas terrestres, atacam de emboscada animais grandes e, com as mandíbulas, arrastam-nos até a água ou até mesmo aprisionam animais sob árvores ou pedras para afogá-los. Por terem dificuldade em retirar pedaços das presas, os crocodilos executam o "rolo da morte", usando o peso do corpo para despedaçar a carne das presas.
Os ovos da fêmea do crocodilo-do-nilo são colocados em ninhos na areia,de até 60 ovos, e os filhotes demoram de 11 a 14 semanas para nascer. Os ovos e os filhotes são alvos fáceis de predadores, incluindo outros crocodilos maiores. Como é próprio da espécie, os crocodilos-do-nilo fêmeas são mães atenciosas. Constroem grandes ninhos perto da água nos quais põem os ovos, tomam conta dos ninhos por dois a três meses até os filhotes saírem dos ovos e cuidam das crias nos dois primeiros anos.
O que determina o nascimento de mais machos ou fêmeas é a temperatura exterior, que irá condicionar a temperatura no interior do ninho. Num ano frio ou com temperaturas amenas, é provável que o maior número de nascimentos sejam fêmeas, mas, se o ano for particularmente quente, a maioria das crias serão machos.
O crocodilo-do-nilo é caçado pelo homem devido ao valor do seu couro, mas não chega a ser uma espécie ameaçada. Entre seus inimigos o que se destaca é o elefante, pois suas patas destroem qualquer crocodilo distraído que estiver no caminho.
Na maior parte da vida, os crocodilos são solitários.
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Crocodylidae
Gnus Nome científico: Connochaetes taurinus
Distribuição Também conhecido como boi cavalo, o gnu habita uma grande região que vai da zona central do continente africano até ao extremo sul do mesmo.
É dos animais mais bem sucedidos da savana africana. Existem às centenas de milhar, espalhados por vários países, e nem as guerras, que durante dezenas de anos martirizaram esta zona, conseguiram pôr em risco a sua sobrevivência.
Alimentação e hábitos Os gnus são herbívoros e vivem em grades manadas, que pastam livremente pela savana. São uma das presas mais apetecíveis para leões, hienas e cães selvagens africanos, mas são também um dos adversários mais temidos por estes predadores. Um coice ou uma cornada podem ser fatais para o predador, motivo pelo qual os leões respeitam estes animais e, se são mal sucedidos numa primeira investida, evitam atacar segunda vez, pois sabem que o gnu está alerta e que se vai defender ferozmente.
Os predadores optam quase sempre por observar uma manada de gnus e escolher os que são mais vulneráveis, para não correrem riscos. Normalmente, optam pelos animais mais velhos, pelas crias, ou por aqueles que estão feridos.
A Grande migração Todos os anos os gnus sentem o apelo da grande viagem pelo Serengueti. Quando chega a altura desse empreendimento, juntam-se às centenas de milhar e, juntamente com as zebras, partem para a grande caminhada mais para norte em busca de água e pastos mais verdes, onde podem comer em quantidade e melhor alimentar as suas crias.
Pelo caminho ficam muitos, alguns, vítimas dos predadores terrestres, outros, vítimas da longa viagem. Ao passar os rios, os crocodilos, avisados pelo troar de milhares de animais em aproximação, estão em alerta, e se os gnus sentem o perigo e evitam saltar para a água, a pressão exercida sobre os animais da frente pelos que estão atrás é enorme e, sem alternativa, têm de avançar. Aí começa o grande banquete anual dos crocodilos, e logo aí morrem centenas de gnus.
Apesar de todas estas baixas, os gnus conseguem manter as suas populações estáveis, dado o sucesso reprodutivo da espécie.
Gestação A fêmea gnu tem uma gestação de aproximadamente 260 dias, da qual nasce, por norma, uma única cria. Só muito raramente acontecem partos múltiplos.
Tamanho e peso Um gnu pode medir 2,50 m, ter 1,50 m de altura e pesar mais de 250 kg. A sua esperança de vida ronda os 20 anos.
Curiosidade: Dificultando a vida de gnus “Quando zoólogos no Quênia tentaram facilitar as suas coletas de dados codificando com cores os chifres de gnus que haviam imobilizado com tranquilizante, descobriram que não importava todo o cuidado que tivessem para restaurar o vigor do animal marcado antes de devolvê-lo ‘a manada, ele era morto em aproximadamente um dia pelas hienas. Uma explicação é que o marcador colorido facilitava para as hienas individualizar o gnu e persegui-lo até ele ficar exausto.” (retirado do livro ´Como a Mente Funciona´ de Steve Pinker)