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sábado, 13 de agosto de 2011

Cinco animais que bateram recordes mundiais


Veja fotos do maior gato, do cachorro mais alto e do coelho mais orelhudo

Tem de tudo no Guinness World Records. E os animais estão lá também, com suas línguas, orelhas e corpos enormes. Confira abaixo uma lista de bichos que bateram recordes mundiais, tanto pela forma física, como por habilidades.

Coelho com a maior orelha 
Com o nome de Nipper’s Geronimo – Nipper é o sobrenome da família a que pertence –, o coelhinho inglês mora na Califórnia, EUA, e possui 79 cm de orelha.


Porquinho da índia com salto mais distante 
As orelhas do Diesel, porquinho da índia que vive em Londres, Inglaterra, são pequenas, mas ele possui uma habilidade incrível de pular. Em 2009, ele saltou uma distância de 20,5 cm, o mais longo entre sua espécie.


Cachorro mais alto 
O nome não é pra menos: Giant George é o cachorro vivo mais alto do mundo. O Dogue Alemão, que vive no Arizona, Estados Unidos, possui 1,092 metro de altura.


Gato doméstico mais longo 
Aqui outro grande animal: Stewie, o gato da raça Maine Coon, que vive também nos Estados Unidos. O bichano mede 123 cm de extensão.


Cachorro com a língua mais longa 
A maior língua de um cão vivo mede 11,43 cm e pertence ao Puggy, um cachorrinho da raça Pequinês que vive nos EUA.


por Redação Galileu

sábado, 13 de novembro de 2010

Gatos bebem leite sem se lambuzar. Saiba por que

Estudo desvenda mistério de como gatos bebem leite sem se lambuzar

MASSACHUSETTS - Um novo estudo, feito por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, diz ter encontrado a resposta para um mistério que envolve o modo como gatos bebem leite sem molhar o queixo.

Ao examinar um gato doméstico com as câmeras de alta velocidade, os cientistas constataram que o animal usa a língua para carregar a água para a boca sem romper a tensão na superfície do líquido.

O estudo, publicado na revista Science, explica como os gatos se diferenciam dos cachorros, que fazem mais bangunça na hora de matar a sede.

O biofísico do MIT Roman Stocker, que coordenou o estudo, diz que teve a ideia de investigar a física das lambidas desses animais após assistir ao seu próprio gato Cutta Cutta se alimentando.

- Me dei conta de que há um problema biomecânico interessante por trás dessa ação tão simples. O projeto evoluiu a partir daí - declarou.

Cutta Cutta foi também a cobaia do estudo, que envolveu engenheiros, físicos e matemáticos do Instituto Politécnico da Virgínia e da Universidade de Princeton, e durou três anos e meio.

As imagens mostram que gatos usam um mecanismo mais complexo e sutil para beber, ao contrário de humanos, que sugam o líquido, e de cachorros, que dobram a língua para a frente formando uma espécie de concha.

A língua do gato se dobra para trás ao descer em direção ao liquido e toca levemente na superfície dele, ao invés de mergulhar.

Stocker explica que "o fluido entra em contato com a língua e adere a ela. Ao puxar a língua rapidamente de volta, o gato cria uma coluna de líquido que vai até a boca".

Ao fechar a mandíbula, o animal captura parte do leite, e repete o movimento.

Ágeis, sedutores e solitários, os felinos são elegantes por natureza, até enquanto bebem. Um estudo publicado na Science Express, em que foram utilizadas imagens de alta velocidade para captar os movimentos da língua do gato, concluiu que os gatos utilizam duas forças físicas - a inércia e a gravidade - para, de forma delicada e com a ponta da língua, sugar os líquidos.
Gatos não precisam de 'canudinhos' para tomar leite sem se lambuzar

Língua-robô
Para compreender o mecanismo com mais detalhes, os pesquisadores criaram uma língua de gato mecânica, e concluíram que o processo é o resultado do equilíbrio entre duas forças - a inércia e a gravidade.

Segundo Roman Stocker, a criação da coluna de líquido é regida pela inércia - a tendência de uma substância de se movimentar em uma direção até que outra força intervenha. A outra força em questão é a gravidade.

- No início, a coluna de leite tem mais comprimento e volume, mas em algum momento a gravidade se sobrepõe à inércia e ela cai de volta na tigela - explica.

Por isso, de acordo com o estudo, o gato precisa saber qual é o exato momento de fechar a boca, para conseguir capturar o máximo de leite que sobre na coluna.

Gatos domésticos dão, em média, quatro lambidas por segundo, cada uma trazendo cerca de 0,1 mililitros de leite para a boca. Grandes felinos como os tigres, lambem mais devagar para manter o equilíbrio entre as duas forças, já que tem línguas maiores.

Stocker e seu time não sabem explicar por que o ato de beber para os gatos envolve um mecanismo tão diferente de outros animais, mas a suspeita é de que ele pode ter nascido da conhecida aversão dos felinos à água.

Eles acreditam que a cara do animal, especialmente a região ao redor do nariz, é extremamente sensível.

- Por causa isso, eles devem querer que ela fique o mais seca possível - diz Stocker.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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