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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Gato visita túmulo do dono diariamente. A história comoveu os moradores do vilarejo italiano de Marliana


A história de um gato que leva presentes diariamente ao túmulo de seu mestre, morto há mais de um ano, comoveu os habitantes da pequena cidade de Marliana, na Toscana (centro da Itália).

"Toldo traz coisas pequenas, como galhos, folhas, palitos e copos de plástico", contou à AFP Ada, a viúva de Iozelli Renzo, que vive na pequena cidade medieval de Montagnana Pistoiese, pertencente ao município de Marliana.
"Às vezes ele vem comigo e às vezes ele vai sozinho. A cidade inteira o conhece agora", diz a viúva.

Toldo, um gato cinza e branco de três anos, participou do funeral de Renzo Iozelli em setembro de 2011 e desde então tem o hábito de visitar o cemitério, algo que geralmente os cães fazem.

"Ele realmente amava o meu marido, ele o acompanhava por toda parte. Agora ele está comigo, minha filha e meu genro, e também gosta bastante de nós", acrescenta Ada.
Mas o percurso cotidiano até o cemitério deixa Toldo cansado com este frio. "Ele não tem saído muito estes dias. Ele está com bronquite", disse a viúva.



Família de homem morto diz que cavalo visita túmulo de dono em MT
Zelador do cemitério em Várzea Grande proibiu visitas para evitar prejuízos.
'Animal sente falta do relacionamento', diz professora de zootecnia.

Cavalo percorre sete quadras até o cemitério onde antigo dono está enterrado. (Foto: kelly Martins/G1)

Um caso de amizade entre um animal e seu dono tem intrigado moradores da cidade de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Desde que o estudante Geovani Marques Crisóstomo morreu, o cavalo que pertencia a ele percorre as ruas de dois bairros da cidade para "visitar" o túmulo do antigo dono. Crisóstomo, que era conhecido como Gege, morreu vítima de uma doença cardíaca no mês de abril de 2011.

O cavalo chamado Raposa, desde o dia da morte de Gege, sai da casa do jovem no bairro Portal da Amazônia e caminha por sete quadras até o Jardim Primavera, onde está localizado o cemitério. O percurso é feito há quatro meses. “A vida dele era cuidar de cavalos. Essa era a sua grande motivação”, contou ao G1 a mãe do estudante, Maria Eunice Marques.

Ela revelou que toda a família está impressionada com a atitude do animal e contou que o filho tinha comprado o cavalo há quase dois anos. Disse também que no primeiro mês, após a morte do estudante, Raposa passava as noites relinchando. “Parecia que estava chorando de saudade ou porque sabia que alguma coisa tinha acontecido”, declarou.

Jovem que morreu em abril cuidava do cavalo há dois anos.
 (Foto: Arquivo Pessoal)
Maria Eunice, que trabalha como balconista de uma empresa, é moradora antiga do Portal da Amazônia. Ela relatou que Geovani gostava de participar de cavalgadas na região e também trabalhava como domador de cavalos. Apesar de ter tido três cavalos de estimação, segundo Maria, Raposa era o animal que o filho mais gostava e mais usava para as montarias.

Por conta disso, a mãe disse que desde a morte do filho o animal não participou mais das cavalgadas e está apenas sob os cuidados da família. “Acho que é uma forma de preservar o amor e a dedicação que ele [Geovani] tinha”, disse emocionada.

Visita ameaçada
Porém, é só deixar o cavalo solto que ele já sabe para onde ir. Ao que tudo indica, o trajeto parece ter ficado conhecido no dia do velório, quando Raposa acompanhou o cortejo de seu antigo dono até o cemitério, realizado por meio de uma cavalgada como homenagem feita por amigos e familiares do jovem estudante.

Mas, a entrada do cavalo no cemitério já foi proibida pelo setor administrativo. O zelador Sidnei Nascimento disse ao G1 que parte de um túmulo foi destruída nos últimos dias, quando o animal pastava no local. Isso fez com que a administração notificasse a família responsável pelo cavalo impedindo a entrada dele no cemitério, desde a última semana.

Por outro lado, o próprio funcionário admite estar diante de uma história cheia de mistério e confirma já ter flagrado Raposa ao lado do túmulo do seu antigo dono. O intrigante é que o pasto existe por todo o percurso feito pelo animal até a entrada do cemitério.

Percepção e sentimento
“Os animais possuem sensibilidade e percepção muito maior que a dos seres humanos, o que leva, em muitos casos, a uma manifestação física”, explicou a professora de Zootecnia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus.

A professora, que também atua como coordenadora da implantação do Centro de Ecoterapia da UFMT, ressaltou que a relação de afetividade entre o animal e o seu dono é o que provoca tais reações. “O animal não sabe da perda, mas sente falta do relacionamento. E como tinha uma afetividade, também procura o cheiro do dono nos locais”, frisa.

A professora destacou também que o animal pode ter a percepção da energia do seu dono, o que o leva a percorrer diversos lugares em busca da pessoa como, segundo ela, o caso do cavalo no cemitério.

Outro ponto, de acordo com Lisiane Pereira, é que a perda do laço afetivo leva o animal a desenvolver doenças emocionais e patologias clínicas. “Há casos em que animais domésticos, por exemplo, ficam doentes quando os donos viajam, outros deixam de se alimentar e muitos até morrem devido à ausência do dono. Isso é a demonstração física do sentimento”, pontua a especialista. [G1 - 11/08/2011 ]

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Cadela espera pelo dono que morreu na porta de hospital há uma semana

A cadela espera pelo dono em frente ao hospital
foto: Tiago Félix | CBN Vitória 93,5 FM
 Como no filme "Sempre ao seu lado", a ficção vira realidade em Vitória. O filme protagonizado pelo ator Richard Gere conta a história real japonesa de lealdade entre um cão e dono. O cachorro esperava todos os dias o seu dono chegar na estação de trem sem saber que ele tinha morrido (veja trailer no final da matéria). Em Vitória, uma cadela vira-lata espera pelo dono há uma semana na porta do hospital São Lucas. O dono do animal morreu no último sábado (17), vítima de um atropelamento.

O homem foi levado de ambulância para o hospital, no bairro Bento Ferreira, e seguido pela cadela por todo o percurso, de acordo com os funcionários que trabalham no hospital. O homem não foi identificado.

Os funcionários deram o nome de "Princesa" ao animal que está recebendo os cuidados de toda equipe do hospital. O vendedor ambulante, Jackson Oliveira, que trabalha em frente ao hospital, todos os dias leva água e ração para Princesa. "Ela recebeu esse nome devido um filme que contava a história de uma menina abandonada. Por isso que colocamos esse nome", explicou Oliveira.

Uma funcionária do hospital de 45 anos, que pediu para não ser identificada, disse que o animal já está sendo conhecido como "Cadela do São Lucas". Ela garante que a cachorra é dócil. "Ela brinca com todo mundo que passa pelo hospital. Se eu pudesse levaria ela para minha casa", disse a funcionária.

Filme Sempre ao seu lado com Richard Gere
Os funcionários do São Lucas e o vendedor ambulante querem que Princesa seja adotada. "Espero que alguém que tenha condições possa levar para um lugar seguro, já que aqui tem trânsito, movimento de ambulância o que torna perigoso para a cadela. Ela é muito dócil e tenho certeza que quem pegar ela vai se da bem", frisou Jackson.

Um pano do hospital serve para aquecer o animal, que fica debaixo de um banco de concreto no pátio do São Lucas. No filme, ao cachorro esperou seu dono por 10 anos em frente à estação de trem. No hospital São Lucas, funcionários tentam localizar parentes do dono de "Princesa".


Na história real, em 1934 o cão Hachiko ganhou uma estátua de bronze (que foi destruída pelos japoneses na Segunda Guerra), e em 1948 ganhou uma nova estátua, que permanece até hoje na estação de Shibuya.




 gazetaonline.

sábado, 14 de agosto de 2010

Cães: a raça do cachorro deve corresponder ao estilo de vida do dono

Para que a relação dê certo, a raça do cachorro deve corresponder ao estilo de vida do dono
EDIÇÃO: LUCIANA VICÁRIA

FOFOS

Ninhada de labradores.A escolha do animal deve ser feita pelo temperamento, não apenas pela beleza da raça

Levar um cachorrinho para dentro de casa costuma ser um sonho para muita gente – especialmente para as crianças. Comprar ou adotar um cão, porém, pode ser um pesadelo – sobretudo para os pais. A diferença entre ter uma mascote querida ou um motivo de estorvo e brigas na família depende tanto da escolha do animal quanto dos interesses dos donos. “Muitas pessoas escolhem um cachorro pela aparência, e não pela maneira como ele pode se comportar”, afirma Gwen Bailey, autora de O filhote perfeito, recém-lançado no Brasil. “Não podemos esperar que um cão de guarda seja sempre dócil com desconhecidos ou que um cão de companhia ataque uma pessoa”, diz a veterinária Miriam Atalla Pontes, árbitra de concursos caninos internacionais.

Conhecer as características que definem o padrão de uma raça é fundamental para ajustar as expectativas em relação ao animal. O quadro abaixo mostra algumas das raças mais populares no Brasil e a que perfis de donos elas são indicadas. Uma escolha responsável, porém, exige uma reflexão anterior. É preciso pesar os prós e contras de ter um cão, incluindo desde os aspectos práticos (como sair para passear, recolher o lixo, saber com quem ele ficará em caso de viagens, quanto custa a ração, o banho, a tosa) até temas desagradáveis que podem parecer distantes, mas acontecem: cães que fogem e deixam crianças doentes – ou ainda uma mascote que morre ainda filhote.

Ao longo de milênios, os cruzamentos entre canídeos foram induzidos por humanos para produzir raças com habilidades específicas. Assim se formaram os cães pastores, de guarda, de caça e de companhia. As centenas de raças atuais têm características comportamentais distintas. E nem sempre o temperamento pode ser percebido por sinais óbvios como o rabinho que abana feliz ou que entra assustado entre as patas. No Brasil, como em outros países, há criadores mais cuidadosos, que fazem o controle do temperamento descartando os desvios – e há os que não se preocupam com isso, em favor da beleza ou do lucro. Para acertar no filhote, é preciso reunir informações sobre a raça, incluindo problemas genéticos como displasia, catarata e insuficiência renal. Uma recomendação dos veterinários é procurar ajuda de kennel clubes antes de visitar os canis. É importante conhecer os pais da ninhada.

E como escolher um filhote sem raça definida? Investigar a procedência poderá dar dicas, mas a mistura genética torna quase impossível saber como ele será no futuro. A boa notícia é que, seja o cão vira-lata, seja filho de campeão, é possível corrigir desvios de temperamento. A influência do dono e a do ambiente têm papel decisivo na personalidade do animal. (Epoca)



Tipo de animal indicado
Existem alguns cães que são totalmente dependentes dos seus donos. A maioria das raças são de pequeno porte, e não desgrudam de seus donos. Além disso, necessitam de cuidados diários e constantes. Ideal para quem sempre teve vontade de levar o cãozinho até para o salão de beleza. Já existem alguns cães que não suportam viver sozinhos. É o caso do basset hound, que necessita conviver com outros animais ou pessoas por perto, pois, se deixado sozinho muito tempo, demostra toda a angústia da sua solidão latindo e uivando sem parar.

Algumas raças recomendadas
Basset Hound, Cocker Spaniel Inglês, Dachshund, Jack Russel Terrier, Labrador, Maltês, Poodle, Yorkshire Terrier


COMPANHEIROS DE TIME
Você é da geração saúde e gosta de fazer exercícios e adoraria levar o seu animal de estimação para correr 15Km no parque com você.

Tipo de animal indicado
Para poder aguentar o seu ritmo, você deve optar por tipos de cães atléticos, que tenham boa resistência e adorem exercícios físicos. Dessa maneira, eles serão companheiros em corridas e caminhadas sem correrem nenhum tipo de risco. De acordo com o criador e consultor do Kennel Club de Brasília, Leonir Bampi, as raças ideais para acompanhar os donos esportistas são as de maior porte. Colocar um cãozinho com as patinhas curtas e fazê-lo correr 15Km é uma maldade, por isso prefira os cães com patas compridas e atléticos.

Algumas raças recomendadas
Beagle, Border Collie, Cocker Spaniel Inglês, Dálmata, Golden Retriever, Labrador, Pastor de Shetland, Poodle


FAMÍLIA COM CRIANÇAS
Seus dois filhos vivem insistindo para aumentar a família, comprando um cachorrinho, para que ele seja um companheiro interessado em brincar e passear.

Tipo de animal indicado
Quando você ceder, procure raças com temperamento calmo e tolerante, capazes de ignorar os possíveis excessos infantis, e que gostem de brincadeiras. Além disso, o cão não pode ser agressivo, para que não haja problemas mais sérios, como às vezes aparecem nos jornais, de crianças sendo atacadas pelo animal da família. De acordo com Leonir Bampi, é importante ter em mente também a idade das crianças. “Se forem crianças muito pequenas, deve-se dar preferência a cães menores, como o beagle e o basset hound, que são muito dóceis. Se forem crianças maiores e com muita energia, o labrador, o golden retriever e o boxer podem ser mais adequados.” Mas deve-se tomar cuidado também com as crianças muito novinhas perto de cachorros pequenos, já que elas não têm ainda muita noção de intensidade das brincadeiras e podem acabar, mesmo sem intenção, machucando os animaizinhos.

Algumas raças recomendadas
Basset Hound, Border Collie, Cocker Spaniel Inglês, Boxer, Beagle, Collie, Dachshund, Golden Retriever, Labrador, Shih-Tzu

WORKAHOLIC
Se você mal tem tempo para você, mora sozinho e viaja muito a trabalho, mas nos momentos em que está em casa gostaria de ter um animalzinho para lhe fazer companhia, existem algumas raças que podem ser ideais para você. Ainda assim, o mais recomendado pelos especialistas consultados por Animais de Companhia é que o cão não é o tipo de animal mais indicado para esse perfil. “Todas as raças descendem do lobo, animal que vive em matilha e detesta viver sozinho. Algumas raças suportam mais e outras menos a solidão, mas todas, sem exceção, não gostam de ficar sozinhas”, explica o criador Leonir Bampi.
Tipo de animal indicado

Se mesmo assim você deseja um cachorro, procure as raças mais independentes, que não exijam muitos cuidados e que saibam se virar sozinhas e lidar bem com a solidão. Os cães de companhia como lhasa apso, shih-tzu, pug e poodle são exemplos. Para quem vive em casa, o rottweiller, o boxer e o pastor alemão também se viram bem sozinhos.

Algumas raças recomendadas

Boxer, Buldogue Inglês, Chow-Chow, Lhasa Apso, Rottweiller, Pastor Alemão, Poodle, Pug, Shih-Tzu, Schnauzer

PARA SUA PROTEÇÃO
Se você quer ter um cachorro, mas como defensor do lar, tem que tomar extremo cuidado no momento de escolher o seu animal. Lembre-se que ser defensor não quer dizer ser bravo ou agressivo. Nem sempre um cão mais bravo é o melhor cão de guarda.


Tipo de animal indicado
O bom cão de guarda é obediente, tranquilo, seguro e valente, sem deixar de ser sociável. É o cão que tem discernimento entre uma situação de ameaça em sua casa e uma situação normal.
Algumas raças recomendadas

Boxer, Collie, Chow-Chow, Doberman, Dogue Alemão, Dogue Brasileiro, Fila, Pastor Alemão, Rottweiler

E se o animal ideal para mim não é um cachorro?
Se você não quer um cachorro, ou se simplesmente um cachorro não vai conseguir se adaptar ao seu estilo de vida, existem diversos tipos de animais que podem lhe fazer companhia e ir morar no seu lar. Entrevistamos a Dra. Giovana Adorni Mazzotti, médica veterinária especializada em Medicina Felina, que nos deu dicas sobre o comportamento dos gatos e a escolha desses animais como bichos de estimação.

É verdade que os gatos se viram muito bem sozinhos e não precisam de cuidados a toda hora? Ou seja, para pessoas que ficam muito tempo fora de casa seriam os bichos ideais?

Sim, é verdade. Os gatos são muito apegados aos donos e precisam de cuidados como qualquer animal. Entretanto, adequam muito bem suas atividades à rotina da casa. Se o proprietário passa o dia todo trabalhando fora de casa, o gato aproveita esse tempo para dormir, já que faz isso cerca de 16 horas por dia. Gatos também brincam muito, mesmo sozinhos. Mas o gato também sente falta do dono. Entretanto lida melhor com essas ausências do que um cão. Você pode fazer viagens curtas de dois dias e deixar seu gato em casa com todo o suprimento necessário, sem se preocupar. Os gatos são silenciosos, limpos e não necessitam de passeios. Todas essa características têm feito deles as melhores companhias para a vida em apartamento.

Quais raças de gatos se dariam melhor com donos que ficam muito tempo fora de casa?
Os gatos mais tranquilos se adaptam melhor à ausência dos proprietários. São exemplos o persa, o exótico e o ragdoll.

Para famílias com crianças, um gato é o bicho ideal?
Gatos são excelentes companhias para todas as pessoas. Entretanto, deve-se saber como lidar com eles. Crianças devem ser educadas para brincar de forma adequada, pois gatos não toleram sustos ou agressões. Inclusive, é bastante interessante tê-los como animais de estimação exatamente para a criança aprender os limites do próximo.

E como ficam as pessoas que podem ter alergia a gatos e não sabem?
Pessoas alérgicas podem sofrer mais com a presença de um gato do que de outros animais. Isso porque, além da abundância de pelos que podem acumular ácaros, há em sua saliva uma proteína alergênica que se acumula nos pelos pelo comportamento natural de se lamber. Pesquisas têm sido feitas com intuito de modificar geneticamente os gatos e inativar essa proteína, possibilitando a pessoas alérgicas conviver com esses animais. As alergias devem ser tratadas por médicos especialistas, uma vez que não devem ser somente aos gatos. Hoje, o tratamento para alergias tem um grande sucesso e possibilita que os pacientes tenham uma vida mais saudável e menos restrita. (animaisdecompanhia.com.br)

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...