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sábado, 26 de novembro de 2011

Quati resgata filhote atropelado em Campo Grande; veja imagens

Um morador de Campo Grande (MS) fotografou o momento em que um quati retirou do meio da rua um filhote da mesma espécie que havia sido atropelado.

Segundo a Polícia Militar Ambiental, o filhote não resistiu e morreu.

Ainda de acordo com a polícia, atropelamentos de animais silvestres --como capivaras, tamanduás e gambás-- são comuns nas proximidades do Parque dos Poderes, onde o fato ocorreu.


Marcelo Silva de Oliveira/Arquivo pessoal
Quati resgata filhote atropelado em Campo Grande

Segundo a Polícia Militar Ambiental, atropelamentos são comuns nas proximidades do Parque dos Poderes, onde o fato ocorreu

Segundo a Polícia Militar Ambiental, o filhote não resistiu aos ferimentos e morreu

folha.uol.com.br



O quati, também conhecido como coati (do tupi "nariz pontudo") é um mamífero da ordem Carnivora, família Procyonidae e gênero Nasua. O grupo está distribuído desde o Arizona ao norte da Argentina.
Mamífero aparentado do Guaxinim, possuindo entretanto um nariz mais comprido, e um corpo mais alongado. Com patas que lembram remotamente as dos ursos, muito úteis para escaladas em árvores. A coloração, em geral, é cinzento-amarelada, porém muito variável, havendo indivíduos quase pretos e outros bastante avermelhados, focinho e pés pretos, cauda com 55 cm, com sete a oito anéis pretos. Mede de corpo 70 cm. Vive em bandos de oito a 10, é praticamente onívoro, e se adapta bem ao cativeiro. São animais diurnos.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Procyonidae
Género: Nasua

Ordem: Carnivora

Família: Procyonidae

Nome popular: Quati

Nome em inglês: Coatis, Coatimundis.

Nome científico: Nasua nasua

Distribuição geográfica: Colômbia, norte da Argentina e Uruguai.

Habitat: Florestas

Hábitos alimentares: Frugívoros, eventualmente carnívoros.

Reprodução: gestação 10 a 11 semanas, com 02 a 07 filhotes.

Período de vida: cerca de 15 anos

Os quatis pertencem a Ordem Carnivora, representado pela Família Procyonidae, que também inclui o guaxinim e o jupará. Vivem em áreas florestadas, onde passam muito tempo sobre as árvores, geralmente formando grupos de 04 a 20 indivíduos que percorrem as matas a procura de alimento, que consiste em pequenas aves, ovos, insetos, frutas, vermes ou larvas presentes no solo. Mas um macho com mais de 02 anos que não faça parte de um grupo pode tornar-se solitário, exceto no período reprodutivo

Apesar de possuírem hábito alimentar predominantemente frugívoro, há épocas do ano em que há escassez de frutas, e então eles aumentam a quantidade de alimento animal de suas dietas. Percorrem em torno de 1,5 a 2 km diariamente a procura de alimento. São animais diurnos, apesar de freqüentemente machos adultos praticarem atividades noturnas. O peso varia entre 3,5 a 6 kg, sendo os machos normalmente maiores que as fêmeas.

A época reprodutiva corresponde com o período máximo de abundância de frutas. Um macho solitário pode ser aceito em um grupo de fêmeas, mas com total subordinação a elas. As fêmeas se separam do grupo para construírem seus ninhos em árvores.

O período de gestação é de 10 a 11 semanas, nascendo de 02 a 07 filhotes que pesam cerca de 100 g e abrem os olhos depois de onze dias. Com 05 semanas os filhotes saem dos ninhos, e com 15 meses tornam-se adultos. Atingem a maturidade sexual com 02 anos.



sábado, 25 de junho de 2011

Quatis famintos roubam lanches de turistas em parque do Paraná

Os vinte mil turistas que estão passando pelas Cataratas do Iguaçu neste feriadão percebem que os quatis estão mais famintos que o normal. Essa maior procura acontece porque no inverno, há menos frutas e sementes na floresta.
Quatis famintos roubam comida dos turistas no Parque Nacional do Iguaçu

Quatis famintos roubam comida dos turistas no Parque Nacional do Iguaçu
No inverno, há menos frutas e sementes na floresta, por isso os quatis invadem as trilhas, mas a comida humana não tem feito bem aos animais.

Os vinte mil turistas que estão passando pelas Cataratas do Iguaçu neste feriadão percebem que os quatis estão mais famintos que o normal.

Na estratégia dos quatis, eles primeiro observam. Depois identificam o alvo. E por último partem para o ataque.

Essa gula tem explicação. No inverno, há menos frutas e sementes na floresta. Como eles precisam estocar gordura no corpo para se proteger do frio, os quatis invadem as trilhas e as lixeiras a procura de alimentos, mas a comida humana não tem feito bem aos quatis.

“Nós já fizemos estudos com amostras de sangue de alguns desses animais. Alguns têm muito açúcar no sangue, alguns são obesos, têm perda de pelos e cárie”, declara Apolônio Rodrigues, biólogo do Parque Nacional do Iguaçu.

Apesar de serem uma atração à parte no Parque Nacional, e de parecerem dóceis, os quatis podem representar risco aos turistas. Por isso, nas trilhas, há várias placas que pedem: não toque e não alimente os animas.

“O quati tem uma mordida muito forte e tem os dentes muito afiados. E além de ter o problema da mordida, do arranhão, do ataque, ele é transmissor de raiva”, afirma o biólogo.

Fica o alerta: pegar um quati no colo, então, só se for de pelúcia

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Quati vira atração do treino do Vasco em Vila Velha


Animal ganha atenção dos jogadores e tira fotos com Carlos Alberto
Um quati, batizado de Júlia, foi uma das atrações do treino do Vasco nesta quarta-feira, em Vila Velha, no Espírito Santo. Enquanto os jogadores realizavam uma atividade física com bola no gramado do 38º Batalhão de Infantaria, o animal se divertia com os torcedores que estavam presentes ao local. Ele, inclusive, arriscava avançar pelas proximidades do gramado onde os atletas realizavam o trabalho.


Marcio Iannacca/GLOBOESPORTE.COM

Carlos Alberto dá melancia a Julia. O quati visitou os jogadores do Vasco durante o treino desta quarta-feira



De acordo com alguns militares, o quati foi solto no quartel após uma apreensão do Ibama, que o encontrou em cativeiro. Familiarizada com a rotina do 38º BI, Júlia tem o costume de entrar nos alojamentos, abrir mochilas e comer tudo o que vê pela frente. Com os vascaínos, a intimidade não foi diferente. O animal tratou de se aproximar do capitão Carlos Alberto, que após vencer o medo topou tirar fotografias com o quati.


- Esse bicho morde? - temia o capitão, para logo depois vencer o medo.

Após as brincadeiras com o meia, o animal se transformou de vez na mascote do time em sua passagem por Vila Velha. Dedé, Fumagalli e a maioria dos jogadores do elenco cruzmaltino não deixaram de brincar com o quati ou de jogar algumas frutas.



Fonte: globoesporte.globo.com

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