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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Tamanduá-bandeira. Algumas curiosidades

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
NOME COMUM: tamanduá-bandeira
UNIDO: Animalia
FILO: Chordata
CLASSE: Mamíferos
ORDEM: Xenarthra
FAMÍLIA: Myrmecophagidae
ESPÉCIES DO GÊNERO: Myrmecophaga (para comer formigas) tridactyla (três tep / dedo)



Características: É um animal muito útil ao homem, pois come apenas formigas e cupins. Abre os cupinzeiros e os formigueiros com as garras poderosas e introduz neles a longa língua (língua filiforme), cujo diâmetro oscila entre 10 e 15 mm, pode projetar-se 60 cm para fora da boca, na qual os insetos ficam grudados, desta forma apenas os engole. Suas mandíbulas são lisas, não têm dentes, sendo uma exceção entre os mamíferos, que geralmente possuem duas dentições. Ocorre no cerrado, em florestas úmidas e savanas. Vive solitário nas florestas úmidas e savanas de todo o Brasil. Como é lento ao locomover-se, além de enxergar e escutar pouco oferece pouca resistência aos caçadores. Sua coloração geral é cinza acastanhada, apresentando banda preta que sobe do peito até metade do dorso, ladeada por duas linhas de pêlos brancos. A linha superior começa abaixo das orelhas, e é estreita. A cobertura do corpo é constituída de pêlos. As orelhas e olhos são pequenos. A cauda comprida é portadora de longos pêlos que formam uma espécie de bandeira, o que serviu para adjetivação de nome vulgar. A ponta do focinho, os lábios, as pálpebras e as solas dos pés são nuas. Para andar, o animal dobra as unhas contra as palmas, passando apenas o dorso da pata no solo. É um animal de hábitos diurnos, dorme no mesmo local onde anoitece. É silencioso, só se ouvindo seu grunhido quando esta enfurecida. É absolutamente inofensivo para o homem e aos outros mamíferos. Visão medíocre guia-se pelo olfato. É bom nadador. Galopa pesadamente em caso de perigo.

Peso: até 25 kilos

Comprimento: Comprimento da cabeça e corpo é de 1 a 1,2 m, cauda de 60 a 90 cm

Ocorrência Geográfica: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal, Campos do Sul, Honduras e Norte da Argentina.

Cientista que descreveu: Linnaeus, 1758

Categoria/Critério: Ameaçada/vulnerável - Redução da população de pelo menos, 20 por centro projetada ou suspeita para os próximos 10 anos ou 3 gerações baseado em declínio da área da ocupação, extensão de ocorrência e/ou qualidade do habitat. É espécie considerada vulnerável pela IUCN (1972), apêndice 2 da CITES

Observações adicionais: O tamanduá-bandeira passeia calma e tranquilamente com seu longo focinho cônico voltado para o chão. Ele está procurando alimento. Seu olfato bem desenvolvido vai levá-lo fielmente ao alvo. Uma vez encontrado o formigueiro, o tamanduá cava a terra com suas fortes garras e mete o focinho no buraco. Sua língua pegajosa, de mais de meio metro de comprimento, explora as galerias do formigueiro. Depois de pegar um número grande de formigas, o tamanduá recolhe a língua. O tamanduá não possui dentes. O estranho desdentado caça de dia nos campos cerrados e nas florestas da América Central e do Sul, desde a Guatemala até a Argentina. Quando vive próximo das cidades, ele sai principalmente à noite. Vive no chão, mas sobe bem nas árvores e é capaz de nadar. É cauteloso, pacífico e solitário. Defende-se com as fortes garras das patas dianteiras. Seu principal alimento são as formigas, os cupins e larvas. Come também vermes e pequenas centopéias. Na primavera, a fêmea dá a luz um filhote que carrega nas costas até cerca de um ano de idade. O período de gestação é de 190 dias.

Fonte: MMA/SINIMA


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Tamanduá-bandeira escapa nadando de cheia no Amazonas

Animal foi encontrado por moradores de Tefé.
Levado ao Ibama, foi medicado e devolvido à floresta.

Do Globo Amazônia


Um tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) foi resgatado na beira de um lago na cidade de Tefé (AM). Seguno o Ibama, o animal chegou à cidade nadando nesta quinta-feira (5), possivelmente proveniente de área vizinha à cidade, que está com pouca terra firme por causa da cheia que atinge a região.

 

 

Foto: Ibama/Divulgação

O animal recebeu cuidados clínicos do Ibama, mas estava em bom estado e 

foi devolvido à floresta. (Foto: Ibama/Divulgação)

Moradores resgataram o animal da água e chamaram o Ibama. Após passar por exames veterinários e ser medicado, o tamanduá foi solto em uma área de floresta a 10 quilômetros. O tamanduá-bandeira é consta na lista brasileira de espécies ameaçadas de extinção.

 


domingo, 22 de março de 2009

Ameaçado de extinção Tamanduá-bandeira nasce em zoológico dos EUA.

Animal tem dificuldade para se reproduzir em cativeiro.
Ameaçado de extinção, mamífero ocupava quase todo o Brasil.




Os biólogos do zoológico ainda não conseguiram descobrir se o filhote é macho ou fêmea, pois ele fica o tempo todo sobre as costas da mãe. (Foto: Museu Nacional Smithsoniano/Divulgação)
Depois de seis meses de gestação, a tamanduá-bandeira Maripi deu à luz um filhote no Zoológico Nacional Smithsoniano, em Washington, nos Estados Unidos. Esse é o segundo tamanduá que nasce em cativeiro na história do zoológico, fundado em 1889.

ascido no último dia 12, o filhote não sai das costas da mãe. Como não querem atrapalhar os cuidados maternos, os biólogos do zoológico ainda não conseguiram descobrir se o pequeno tamanduá é macho ou fêmea.

Ameaças

Originalmente, o tamanduá-bandeira podia ser encontrado desde a América Central até o Uruguai. Com caça e a destruição da Mata Atlântica e do Cerrado, contudo, a Amazônia tem sido um dos últimos locais em que o animal consegue viver.
Além da perda de seus espaços, o tamanduá é ameaçado pelas queimadas, pois se move muito devagar e seus pelos são altamente inflamáveis. Animais domésticos, como o cachorro, também representam perigo ao mamífero, que já está na lista vermelha dos animais que correm risco de extinção. [Do Globo Amazônia, em São Paulo]

O tamanduá bandeira é um animal muito engraçado, que não possui dentes e se alimenta de formigas, cupins e larvas de besouro. Seu bico comprido faz com que ele pareça um aspirador. Ele chega a comer mais de 30.000 insetos por dia. Sua língua longa e coberta com uma saliva pegajosa facilita o seu trabalho na hora de se alimentar. Os insetos grudam nela com muita facilidade e rapidamente são engolidos.


O único momento em que o tamanduá bandeira é visto em companhia de algum animal de sua espécie, é na hora do acasalamento e da amamentação (no caso das fêmeas que têm um filhote por ano). Ele é totalmente solitário e fica dormindo a maior parte do dia em lugares escondidos e cobertos com a própria cauda.

Infelizmente, o tamanduá bandeira é um animal ameaçado de extinção. Estão querendo acabar com ele! Você sabe por que isso acontece? Porque o cerrado, que é seu habitat natural, está sendo destruído e também por causa das caças que os homens ficam planejando contra os pobrezinhos. Além de tudo isso, as queimadas também são fatais para os tamanduás, pois seu pêlo é altamente inflamável, pega fogo rapidamente.

É preciso, urgentemente, pensar em uma solução para evitar que o homem destrua todas as espécies de tamanduá bandeira que ainda existem. Uma solução seria sua criação em cativeiros, ou seja, cuidado pelo homem sem nenhuma liberdade. Mas isto é impossível no caso do tamanduá bandeira, pois não haveria a quantidade e o tipo de insetos de sua preferência. Ele iria se alimentar muito mal e ficaria muito fraquinho, correndo o risco de ficar doente toda hora. É uma pena!

Fonte: www.pequenoartista.com.br

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30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...