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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Hyracotherium, o mais antigo membro da família dos cavalos

Hyracotherium ("besta parecida com um Hyrax") era considerado o mais antigo membro da família dos cavalos. Hoje em dia é considerado um paleoterídeo da família Perissodactyla, aparentado com os cavalos e brontotérios. O Hyracotherium era do tamanho de um cão e vivia por todo o Hemisfério Norte no Eoceno, entre 60 e 45 milhões de anos atrás.
Hyracotherium é o ancestral extinto de cavalos modernos. Ele também é conhecido como o cavalo de madrugada. Hyracotherium viveu cerca de 50 milhões de anos atrás, durante a primeira parte do Período Terciário . Estes animais eram uma vez presente no que hoje são Europa e América do Norte.

O primeiro fóssil deste animal foi encontrado na Inglaterra pelo paleontologista Richard Owen em 1841, que pensou que se tratava de um hyrax devido à sua dentição. Apesar de não ter o esqueleto completo resolveu chamar-lhe "besta parecida com um Hyrax". Em 1876, Othniel Charles Marsh encontrou o esqueleto completo na América, ao qual deu o nome de Eohippus ("cavalo da madrugada ou cavalo do amanhecer"). Quando se deu conta que os dois achados eram o mesmo animal, o nome Hyracotherium tornou-se oficial e Eohippus acabou por ser um sinônimo.


O Hyracotherium tinha 60 cm de comprimento e 20 cm de altura até o ombro. Tinha 4 dedos nas patas da frente e 3 nas de trás, dedos esses semelhantes a cascos, nos quais iriam evoluir mais tarde. Tinha 44 dentes no seu crânio alongado. Crê-se que comia plantas, bem como alguns frutos.

Alguns cientistas pensam que o Hyracotherium não é só o ancestral dos cavalos como também de outros perissodáctilos como o tapir e o rinoceronte.

Hyracotherium é o ancestral extinto de cavalos modernos. Ele também é conhecido como o cavalo de madrugada. Hyracotherium viveu cerca de 50 milhões de anos atrás, durante a primeira parte do Período Terciário . Estes animais eram uma vez presente no que hoje são Europa e América do Norte.

A corrente principal da evolução do cavalo ocorreu no continente norte-americano. Em comparação com cavalos vivos, Hyracotherium era muito menor: ele geralmente medido meio metro ou menos (1,5 pés) de comprimento-o tamanho de um fox terrier.

Além disso, tinha uma série mais completa de dentes de cavalos modernos, que foram utilizados para a alimentação da vegetação, macio frondosa. Suas pernas terminou com três dedos nas patas traseiras e com quatro dedos em que as patas anteriores. Cada dedo do pé tinha uma almofada na sua parte inferior, como cães. As longas pernas de final cavalos modernos em um dedo do pé, única e poderosa com um casco (não uma almofada).

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Primeiros cavalos do planeta eram do tamanho de gatos

Cavalopré-históricos eram do tamanho de gatos

Aquecimento global de 56 milhões de anos atrás reduziu as primeiras espécies de cavalos ao peso de apenas 4 kg


O Sifrhippus, ancestral do cavalo, possuía o peso médio de 7 kg, enquanto uma espécie atual pode chegar até os 800 kg (Divulgação)

Os primeiros cavalos do planeta, que viveram em florestas da América do Norte há 56 milhões de anos, podem ter tido o tamanho de gatos domésticos, segundo pesquisa publicada na edição desta semana da revista Science. A explicação para tal estatura está na temperatura da Terra na época, aproximadamente 12 graus Celsius maior que o normal, o que obrigou os animais a se adaptarem.

Os extintos Sifrhippus, que já eram pequenos comparados às espécies atuais, foram se tornando menores ao longo de milhares de anos, em um momento em que as emissões de dióxido de carbono na atmosfera dispararam, possivelmente devido às grandes erupções vulcânicas. Esse período foi denominado Máximo Térmico do Paleoceno-Eoceno e durou 175 mil anos.

A pesquisa, que analisou fósseis de dentes de cavalos descobertos no noroeste dos Estados Unidos, estima que, nos primeiros 130 mil anos do período, os cavalos tenham se reduzido a quase um terço do tamanho, chegando a medidas próximas às de um gato, aproximadamente quatro quilogramas. Nos últimos 45 mil anos, os animais voltaram a crescer, até alcançarem o peso de cerca de sete quilogramas.

Em comparação, as espécies de cavalos atuais pesam entre 200 e 800 quilogramas. Os cientistas acreditam que tal estudo pode contribuir para a compreensão de como os animais modernos do planeta poderão se adaptar ao aquecimento global. (Com Agence France-Presse)




Aquecimento global poderá encurtar o tamanho de mamíferos, assim como os cavalos primitivos

A maioria dos mamíferos tende a ser menores em climas quentes. Já em locais frios, geralmente, são maiores.

  Este fato é conhecido como regra de Bergman. Agora, com a mudança climática, o quanto a temperatura do planeta irá exercer pressão sobre a evolução do tamanho dos animais? O passado pode nos dar uma pista!


Há 55 milhões de anos, a Terra passou por um importante período quente chamado Máximo Termal do Paleoceno-Eoceno, também identificado pela sigla PETM. Este foi um período que, em apenas 20 mil anos, a temperatura subiu mais de 6ºC, com grande aumento do nível do mar, aquecendo os oceanos.

Estima-se que a principal causa tenha sido atividades vulcânicas que emitiram enormes quantidades de gás metano, considerado um dos mais potentes quando o assunto é efeito estufa. Este período teria durado 175 mil anos. Durante este tempo os cavalos ancestrais passaram por uma mudança radical em seus tamanhos, diminuindo substancialmente, crescendo novamente quando o planeta esfriou.


Antes do PETM, a espécie Sifrhippus sandrae  pesava cerca de 12 quilos e tinha o tamanho de um cachorro pequeno. Durante este período de aumento na temperatura, sua massa diminuiu em 30%, chegado a pesar 8,5 quilos, o mesmo peso de um gato. Durante os 45 mil anos que sucederam este período, eles voltaram a ganhar peso e altura, aumentando 75% de sua massa, alcançando 15 quilos.

Alguns modelos de previsões sobre as mudanças climática estão sugerindo que, em breve, o planeta estará passando pelo mesmo período do PETM. Já existem estudos que mostram que mamíferos estão escolhendo sutilmente.

domingo, 10 de julho de 2011

Ancestral de ursos polares viveu no que hoje é a Grã-Bretanha e a Irlanda durante a última era do gelo, entre 20 mil e 50 mil anos atrás.

Fêmea ancestral de todos os ursos polares viveu na Irlanda, diz estudo Ursa era marrom e viveu entre 20 mil e 50 mil anos atrás.
Pesquisa foi publicada pela 'Current Biology'.


LONDRES (Reuters Life!) - Cientistas descobriram que a fêmea ancestral de todos os ursos polares era marrom e viveu no que hoje é a Grã-Bretanha e a Irlanda durante a última era do gelo, entre 20 mil e 50 mil anos atrás.

Ursos polares são mais adaptados ao frio e nadam melhor que os ursos pardos (Foto: David Ebener/AFP/Arquivo)

As mudanças climáticas afetando o manto de gelo do Atlântico Norte provavelmente deram origem a sobreposições temporárias nos habitats dos ursos e essas sobreposições levaram ao cruzamento entre as espécies diferentes de ursos, introduzindo o DNA materno dos ursos pardos nos ursos polares, de acordo com um estudo desenvolvido por pesquisadores britânicos e norte-americanos.


Os achados, publicados online na revista Current Biology, devem ajudar a direcionar os esforços para a conservação dos ursos polares, que estão na lista das espécies ameaçadas de extinção.

Os ursos polares e os pardos são espécies muito diferentes entre si no que diz respeito ao tamanho do corpo, pele e coloração, tipo de pelo, estrutura dentária e várias outras características físicas, explicaram os pesquisadores.

Em termos de comportamento, eles também são bem distintos - os ursos polares nadam muito bem e estão adaptados ao estilo de vida do Ártico; já os ursos pardos são escaladores e preferem as florestas montanhosas e os vales dos rios da Europa, da Ásia e da América do Norte.

"Apesar dessas diferenças, sabemos que as duas espécies se cruzaram e provavelmente em muitas ocasiões durante os últimos 100 mil anos", disse Beth Shapiro, da Penn State University, que liderou o estudo.

"Uma pesquisa anterior havia indicado que o urso pardo contribuiu com material genético à linhagem mitocondrial do urso polar - a parte materna do genoma, ou o DNA que é transmitido exclusivamente pelas mães aos filhotes."

"Mas, até agora, não estava claro quando os ursos polares modernos adquiriram o genoma mitocondrial em sua forma presente."

Após fazer a análise genética de 242 ursos pardos e das linhagens mitocondriais dos ursos polares estendendo-se pelos últimos 120 mil anos e em várias faixas geográficas, a equipe de Shapiro descobriu que o DNA da mitocôndria do urso polar moderno provavelmente passou por uma fixação - uma redução drástica na variação genética e uma transição para o estado no qual uma piscina genética inteira inclui apenas a forma de um gene em particular.

Essa fixação provavelmente ocorreu durante ou pouco antes do pico da última era do gelo, afirmaram eles, possivelmente há até 50 mil anos, perto do que hoje é a Irlanda.

"A coisa estranha é que, embora os ursos polares e os ursos pardos estejam por aí há muito tempo e sejam marcadamente diferentes, esses genes do urso pardo irlandês passaram para os ursos polares muito rapidamente", disse Mark Thomas, do departamento de Genética, Evolução e Ambiente da University College de Londres.

"Isso mostra que a ancestralidade e as origens não são tão simples como poderíamos pensar."

(Reportagem de Kate Kelland)
Reuters/Brasil Online

sexta-feira, 27 de março de 2009

Peixe de 420 milhões de anos teria dado origem a todos os vertebrados terrestres

Fóssil tem cerca de 420 milhões de anos e foi encontrado na China.
Origem dos principais grupos de vertebrados pode ser ainda mais antiga.

Reinaldo José LopesDo G1, em São Paulo


Foto: Brian Choo/Museu Victoria
Como seria o bicho em seu ambiente natural (Foto: Brian Choo/Museu Victoria)

Para ser mais exato, o bicho encontrado por Min Zhu e seus colegas chineses é o mais antigo exemplar dos sarcopterígios -- nome indigesto que designa um ou outro peixe moderno, como os celacantos e alguns peixes pulmonados, e todos os vertebrados que vivem em terra firme, descendentes de um subgrupo desses bichos aquáticos.

O Guiyu oneiros, que em vida media apenas 33 cm, também é um dos mais antigos peixes ósseos, por oposição aos peixes cartilaginosos, como tubarões e arraias. (Parece estranho dizer isso, mas os vertebrados terrestres também caem na classificação de "peixes ósseos" segundo os biólogos evolutivos, porque todos descendem de um ancestral que se encaixava nessa categoria.)

O bicho apresenta um mosaico de características em seu esqueleto: embora seja um sarcopterígio, ele também traz traços de peixes muito mais primitivos, e até não pertencentes ao grupo dos peixes ósseos. Para Michael Coates, pesquisador da Universidade de Chicago que comentou o achado para a "Nature", a descoberta indica que ainda sabemos muito pouco sobre o início da evolução dos vertebrados.


Археологические раскопки
 Fóssil tem cerca de 420 milhões de anos e foi encontrado na China.

Fonte: G1

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...