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sábado, 12 de maio de 2012

Você conhece um bicho-preguiça? Veja então o preguicinha!


Vídeo: Baby Sloth

As fêmeas dos bichos-preguiça carregam o filhote nas costas e ventre durante aproximadamente os nove primeiros meses de vida. Durante esse período, a mãe protege o filhote, enquanto ele se prepara para sobreviver sozinho no ambiente da mata. Geralmente a ação predadora do homem quando mata a mão, o filhote não sobrevive.

ALIMENTAÇÃO

A seletividade alimentar das preguiças é notadamente alta. Na natureza, alimenta-se de folhas novas de um número restrito de árvores, dentre as quais se conhece a embaúba, a ingazeira, a figueira, a tararanga... É provável que elas precisem ingerir folhas de mais de uma espécie de árvore para satisfazerem plenamente as suas necessidades nutricionais. Por isso, a sobrevivência das preguiças só é possível em áreas relativamente grandes de mata ou capoeira desenvolvida, para que ela possa encontrar alimento necessário e de boa qualidade. Pelo que se conhece, cada preguiça explora uma área territorial definida, podendo ou não mudar-se para outra depois de algum tempo. Nesse território existe sempre uma árvore preferida, que ela mais freqüenta.

OS BICHOS-PREGUIÇA COLECIONAM PARTICULARIDADES ANATÔMICAS, FISIOLÓGICAS E COMPORTAMENTAIS

A sua temperatura corporal é sempre muito próxima da do ambiente, sendo por isso considerados animais homeotérmicos imperfeitos;

O estômago dos bichos-preguiça é um tanto semelhante ao dos animais ruminantes, pois é dividido em quatro compartimentos e contém uma rica flora bacteriana, que permite a digestão inclusive de folhas com alto teor de compostos naturais tóxicos;

A sua pelagem difere da de todos os outros animais, os seus pelos apresentam ranhuras, propiciando a fixação de algas verdes e cianofíceas, que conferem à pelagem uma coloração esverdeada, que ajuda o animal a camuflar-se entre as folhas das árvores;

As algas que se desenvolvem na sua pelagem servem de alimento para as lagartas de determinadas espécies de mariposa, que vivem associadas aos bichos-preguiça;

Várias espécies de besouro e ácaro se alimentam das fezes das preguiças e usam esses animais principalmente como transporte (forésia);

Nunca bebem água; a água que necessitam para viver é absorvida do próprio alimento, através das paredes intestinais, durante o processo de digestão;

Urinam e defecam apenas a cada 7 ou 8 dias, sempre no chão, próximo à base da sua árvore em que costuma se alimentar. Com isso, há uma reciclagem dos nutrientes contidos nas folhas ingeridas pelo animal, que são parcialmente devolvidos á árvore através dos seus dejetos;

Possuem membros compridos, corpo curto, cauda curta e grossa, adaptados para o seu modo de vida (sempre pendurados em galhos da copa de árvores altas);

Possuem 8 a 9 vértebras cervicais, o que lhes possibilita girar a cabeça 270o sem mover o corpo;

Seus movimentos são sempre muito lentos e costumam dormir cerca de 14 horas por dia; por isso ganharam o nome de BICHO-PREGUIÇA.

Leia mais no site APROMAC

sábado, 4 de setembro de 2010

Bicho-preguiça. Saiba tudo sobre esse animal maravilhoso

Ele dorme durante a maior parte do dia e, mesmo acordado, o que acontece na maioria das vezes à noite, anda bem vagarosamente. Além disso, não desce da sua árvore a não ser que seja extremamente necessário... Não é à toa, que ele leva o nome de bicho-preguiça.

Atualmente são conhecidas seis espécies de bichos-preguiça, das quais cinco são encontradas no Brasil. São animais desengonçados, lentos, se alimentam de folhas, brotos e flores, descem da árvore em que moram apenas uma vez por semana para fazer suas necessidades fisiológicas...

Movimentam-se mais durante a noite, quando a temperatura é mais amena e quando se expõem ao menor número de predadores. Como este grupo de animais sobreviveu até os dias de hoje? Vamos descobrir lendo um pouco mais neste artigo.

Um pouco da evolução


As preguiças surgiram na terra cerca de 35 milhões de anos atrás (final do Eoceno) e pertencem a uma ordem relativamente jovem de mamíferos – Xenarthra.


Apesar de atualmente só existirem seis espécies de preguiças, distribuídas em dois gêneros (Bradypus e Choloepus) já foram catalogadas mais de 100 espécies extintas, classificadas em 35 gêneros. Os fósseis (no caso os esqueletos) destes animais já foram encontrados em partes da Antártica, Américas do sul, Central e do Norte. Algumas das preguiças extintas eram muito maiores do que as atuais e faziam parte da megafauna – constituída por animais considerados gigantes que ocorriam, por exemplo, no sul do Brasil.


A maior de todas as preguiças de que se tem notícia era do gênero Megatherium e viveu durante o Pleistoceno (acredita-se que tenha sido extinta cerca de 10 mil ou 12 mil anos atrás). Com massa estimada de quatro a cinco toneladas (cerca de 70 homens ou um ônibus lotado) e com até quatro metros de altura (quando apoiada em seus membros posteriores) estas preguiças, com certeza, não viviam sobre árvores, mas provavelmente tinham os mesmos hábitos alimentares das atuais.


Darwin em 1832, durante sua viagem no Beagle pela América do Sul, coletou e levou para a Europa fósseis encontrados, por exemplo, em Baía Blanca, na Argentina. Estes fósseis foram estudados pelo anatomista Richard Owen e são considerados uma importante contribuição para o desenvolvimento da Teoria da Evolução.

Quatorze horas de sono
Os bichos-preguiça têm esse nome porque além de dormir por 14 horas diárias, fazem todos os seus movimentos muito lentamente, como se estivessem sempre em câmera lenta. Elas levam um minuto para avançar de dois a quatro metros. São mamíferos placentários (classe Mammalia) de porte médio (entre 2,5 e 6,0 kg e medindo de 48,5 a 70 cm, quando adultos) que vivem no alto de árvores das florestas tropicais desde a América Central até o norte da Argentina. São, portanto, animais de hábito arborícola. Preferem árvores altas, com copa densa e volumosa, cheia de cipós para poderem se dependurar e se camuflar. Seus movimentos lentos e a coloração escura de seus pêlos facilitam a sua camuflagem. Têm garras muito longas e muito fortes que são usadas para subir em árvores e para se dependurar em galhos com facilidade. Apesar de parecerem ameaçadoras as garras não são usadas como defesa. Estes animais passam a maior parte do tempo dependurados nos galhos das árvores, boa parte do tempo de cabeça para baixo.

Como a temperatura corporal destes animais fica sempre muito próxima da temperatura ambiente, variando entre 27º e 34,5ºC, eles são considerados homeotérmicos imperfeitos. Isto é uma maneira de economizar o gasto de energia.

Os bichos-preguiça são animais solitários e cada um tem seu território próprio definido, onde permanece a maior parte da vida. Cada animal costuma ter em seu território uma árvore preferida, na qual passa a maior parte do tempo.

As preguiças fazem quase tudo no alto das árvores: nascem, crescem, se alimentam, se acasalam e, principalmente, dormem... Só descem a cada sete ou oito dias para fazer suas necessidades fisiológicas (urinar e defecar) ou, mais raramente, para trocar de árvore em busca de alimento já que, normalmente, a troca de árvores é feita pelo alto mesmo. No chão as preguiças são ainda mais lentas e ficam muito vulneráveis aos predadores.


Classificação
As preguiças são divididas em duas famílias de acordo com o número de dedos que tem nos membros anteriores (mãos). Os animais da família Bradypodidae têm três dedos e pertencem ao gênero Bradypus, com quatro espécies. A outra família, Megalonychidae, tem duas espécies do gênero Choloepus, inclui os bichos-preguiça com dois dedos. Além disto, os animais da família Bradypodidae são bem mais dóceis do que os da família Megalonychidae. Mais informações nos itens abaixo.

Bradypodidae
Bradypus tridactylus - Distribui-se da América Central até o Norte da Argentina (Venezuela, Bolívia, Rio Orinoco, Guianas e norte do Brasil). Pesa entre 2,5 e 5,5 Kg e mede até 75 cm.
Bradypus torquatus – Esta espécie é endêmica dos remanescentes florestais da Mata Atlântica da Bahia, do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Pesa entre 3,6 e 4,2 kg e mede entre 45 e 50 cm. Considerada ameaçada pela IUCN.
Bradypus variegatus - Está espécie ocorre desde Honduras ao norte da Argentina e Brasil. As fêmeas pesam em média 4,2 Kg.
Bradypus pygmaeus – Está espécie foi descoberta e descrita somente em 2001. É endêmica da Ilha Escudo de Veraguas, Arquipélago Bocas del Toro, no Panamá e é a única espécie que não ocorre em território brasileiro. É o menor dos bichos-preguiça medindo entre 48,5 e 53 cm e pesando entre 2,5 e 3,5 kg. É classificada pela União Mundial para a Natureza (IUCN) como criticamente ameaçada, principalmente porque tem uma área de ocorrência muito restrita.

Megalonychidae

Choloepus didactylus - Encontrada da América central até o norte da América do sul, incluindo áreas de florestas do Brasil e do Peru.
Choloepus hoffmanni - Vive em florestas das Américas Central e do Sul da Nicaraguá até o Peru e regiões centrais do Brasil. Pesa até 5,7 kg e mede entre 54 e 70 cm.

Ficha técnica
Ordem - Xenarthra (antiga Edentata)
Famílias - Bradypodidae (três dedos) e Megalonychidae (dois dedos)
Habitat - Florestas tropicais
Distribuição - Américas Central e do Sul
Longevidade - 20 anos na natureza e entre 30 e 40 anos em cativeiro
Gestação - 11 meses
Cuidados com o filhote - 9 meses
Número de filhotes - 1

Espécies e nomes comuns (português e inglês)
Bradypus tridactylus - Preguiça-de-bentinho ou Pale-throated Three-toed Sloth
Bradypus torquatus - Preguiça-de-coleira ou Maned Three-toed Sloth
Bradypus variegatus - Preguiça-comum ou Three-toed sloth
Bradypus pygmaeus - Preguiça-anã ou Pygmy Three-toed Sloth
Choloepus didactylus - Preguiça-de-dois-dedos ou Linné's Two-Toed Sloth
Choloepus hoffmanni - Preguiça-real ou Hoffmann's Two-Toed Sloth


Alimentação e reprodução
As preguiças têm dentes rudimentares ou incompletos quando comparados com os dentes de outros mamíferos, como os humanos. Os dentes das preguiças não têm esmalte, são extremamente fracos e se desgastam com facilidade. As preguiças já nascem com os dentes e para Bradypus torquatus são 18: dez na arcada superior e oito na arcada inferior (Fonte: Azarias).

Os dentes não possuem uma raiz verdadeira, a dentição é permanente e o crescimento é contínuo – à medida que o dente se desgasta com o uso ele vai crescendo um pouco mais. Todos os dentes se parecem com molares e servem para esmagar ou amassar, de preferência tecidos moles. Esta característica de dentes rudimentares molariformes era o motivo pelo qual estes animais faziam parte da antiga ordem Edentata que significava desdentados. Os tatus e tamanduás também fazem parte desta ordem. O nome da atual ordem Xenarthra se deve a presença de uma articulação especial – xenartria - nas vértebras lombares que não ocorre nos demais mamíferos.

Animais com dentes rudimentares como descritos acima não podem ter uma dieta variada, com itens considerados duros ou resistentes. Por isso as preguiças são exclusivamente herbívoras e comem preferencialmente folhas, flores, brotos, talos verdes e frutos, de poucas espécies de árvores. As embaúbas, as ingazeiras e as figueiras são as principais árvores usadas pelos bichos-preguiça para se alimentar e se abrigar.

Os alimentos consumidos pelas preguiças não têm muitas calorias para oferecer, um dos motivos que fazem destes animais tão lentos: eles estão sempre tentando economizar toda a energia possível.

Devido à grande quantidade de tanino que existe nos alimentos das preguiças, o processo de digestão envolve duas etapas distintas: a extração de energia dos alimentos consumidos e um processo de desintoxicação. O aparelho digestivo é parecido com o dos ruminantes (animais com estômago dividido em compartimentos) e possui quatro divisões. A diferença é que os ruminantes como as girafas têm um sistema diferente já que deposita no estômago e depois voltam a mastigar. As preguiças, não. Elas têm uma rica flora bacteriana – as bactérias são realmente quem consegue digerir a massa vegetal ingerida, quebrando a celulose e liberando energia. Todo este processo é muito demorado. O alimento passa lentamente de uma câmara do estômago para a outra. A passagem do alimento digerido pelo intestino – muito longo e que pode representar 30% do peso do animal – também ocorre muito lentamente possibilitando que o máximo de nutrientes e energia seja absorvido pelo organismo do bicho-preguiça.

Como as preguiças conseguem pouca energia dos alimentos que consomem, elas têm o metabolismo muito baixo, aproximadamente 70% inferior aos níveis de metabolismo de outros mamíferos com estrutura parecida (peso e tamanho). Ser lento, no caso das preguiças, é questão de sobrevivência.

Reprodução
Steffen Foerster  istockphoto.com
A mãe de um bicho-preguiça cuida do filhote até os nove meses em média


A maturidade sexual ocorre mais ou menos aos três anos de vida. A cópula (ou ato sexual) dura entre três e cinco minutos. O tempo de gestação varia entre as espécies sendo de seis meses para Choloepus didactylus até 11 meses para Bradypus torquatus. A fêmea grávida gasta um pouco da energia que obtêm para manter sua temperatura cerca de 3ºC acima da do ambiente e garantir um melhor desenvolvimento do embrião. A mãe carrega o filhote nas costas e na barriga, alimentando-o e protegendo pelos primeiros nove meses de vida (variável entre as espécies). O filhote herda parte do território da mãe.

Ameaças e curiosidades
Embora seus principais predadores naturais sejam as harpias, as onças e as jibóias; a maior ameaça à sobrevivência dos bichos-preguiça são os humanos. As preguiças de três-dedos, mais dóceis que as demais, costumam ser procuradas como animais de estimação e são vendidas ilegalmente em feiras livres e na beira de estradas.

Além da captura direta para venda como animais de estimação a destruição progressiva e contínua de seu ambiente natural é outra ameaça para a conservação das preguiças. As florestas tropicais nas quais as preguiças vivem estão diminuindo dia-a-dia. A fragmentação das florestas deixa as preguiças muito vulneráveis.

Muitas vezes as preguiças têm que atravessar de um fragmento para outro em busca de comida e são atropeladas ao atravessarem rodovias ou então atacadas por cães domésticos já que a área residencial tende a avançar em direção as áreas de florestas.

Segundo a União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), uma espécie (Bradypus torquatus) está em perigo e outra (Bradypus pygmaeus) criticamente ameaçada.





Curiosidades








    bicho-preguiça 
    Alexander Rybakov © istockphoto.com
    A vida do bicho-preguiça é praticamente na árvore.
    Nas ranhuras dos pêlos longos dos bichos-preguiça crescem algas verdes e cianofíceas que dão uma coloração esverdeada escura ao animal. Esta cor ajuda o animal a ficar mais parecido com a vegetação e a se esconder melhor.


  • Algumas espécies de lagartas de borboletas vivem associadas aos bichos-preguiça, se alimentando das algas que crescem nos pêlos dos indivíduos.


  • Os pêlos crescem em sentido contrário dos demais mamíferos, facilitando que a água da chuva escorra quando estes animais estão dependurados.


  • Eles nunca bebem água. Toda água de que precisam é obtida através do processo de digestão do alimento consumido.


  • As preguiças conseguem observar todos os ângulos ao seu redor. Isto porque elas conseguem girar a cabeça cerca de 2700 sem mexer o corpo.


  • A movimentação diária destes lentos animais é de aproximadamente 38 metros.


  • Surpreendentemente estes animais são exímios nadadores e, de certa maneira, muito velozes na água.
  • sexta-feira, 18 de setembro de 2009

    Extraterrestre do Panamá seria bicho-preguiça que sofreu mutação

    Foto: Reprodução/Telemetro


    Uma estranha criatura encontrada por adolescentes em um lago causou polêmica entre a população de uma cidade do Panamá, informaram jornais locais nesta quinta-feira. Segundo as publicações, muita pessoas acreditam que o ser seja extraterrestre, enquanto outros pensam tratar-se apenas de um animal.
    Quatro adolescentes com idades entre 14 e 16 anos encontraram a criatura no último sábado quando se divertiam perto do lago em Cerro Azul. Um dos jovens relatou, de acordo com o site de notícias local Telemetro.com, que o ser saiu de uma gruta em direção aos adolescentes. Assustados com a aparência bizarra do animal, os garotos atiraram pedras na criatura até matá-la e a jogaram na água.
    Depois de retirada da água, algumas pessoas disseram que a criatura poderia se tratar de uma preguiça, animal bastante comum nas selvas tropicais.


    O suposto ser extraterrestre encontrado e morto por quatro adolescentes no Panamá (releia aqui) é um bicho-preguiça que sofreu mutação. A informação é do grupo de biólogos que realizou a necropsia no animal, achado em Cerro Azul. No entanto, o caso ainda não está totalmente resolvido na opinião do especialista em criptozoologia (hein?) e fenômenos OVNI Gastón Aseff. Para o investigador, o ser pode ter sim origem em outro planeta.

    Conforme o especialista, o animal de Cerro Azul pode ser na realidade um representante dos "Annunaki" - suposta raça semi-alienígena criada da relação entre habitantes da Terra e seres extraterrenos - que teriam vindo ao nosso mundo na Antiguidade para alterar o DNA do homem primitivo (ou algo assim). Os indícios estariam na semelhança do bicho com imagens em artefatos sumérios e acádios.

    O mais importante é que, em entrevista ao "Primera Plana Mundial", o investigador ressaltou que os biólogos garantiram não ser um ET; mas, também, disseram que pode tratar-se de um preguiça, sem, no entanto, concluir que seja, segundo ele. Isso permite ao especialista defender que o estudo do caso deva ser aprofundado.

    - Proponho que a investigação no se esgote aqui - resume. Fonte: Zero Hora

    'Ele agarrou minha perna', conta jovem que encontrou 'ET' no Panamá

    18/09/2009 - (  gazeta online)

    Os adolescentes panamenhos que teriam encontrado e matado uma criatura estranha em Cerro Azul, no Panamá, relataram a um canal de televisão local como foi o contato com o bicho.

    O ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.

    "Ele agarrou minha perna", conta um dos cinco adolescentes, que estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta.

    Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água. "Ficamos muito assustados", explica outro garoto. "Não sabíamos o que fazer, e acabamos nos apavorando", diz.

    A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um "ET" por moradores da região e pela imprensa local.Outros a descreveram como o personagem "Gollum", da trilogia "O senhor dos anéis".
    foto: Reprodução/Canal 13/Telemetro.com
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    iJovens narram encontro com 'Gollum' no Panamá: 'ele agarrou minha perna', conta uma das testemunhas
    Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são "muito peculiares".

    Nesta terça-feira (15), foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria um bicho-preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.




    segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

    Bichos-preguiça são vítimas de choques de alta tensão em Ubatuba

    Vídeo: Bicho-preguiça atravessando a Rio-Santos

    Depois de tratados, animais dificilmente sobrevivem em cativeiro.
    Instituto busca solução para o problema junto à concessionária da rede elétrica.

    Bichos-preguiça têm se tornado vítimas de choques em redes de alta tensão na região de Mata Atlântica em Ubatuba, litoral norte de São Paulo e a 224 km da Capital. O Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha, organização não-governamental sem fins lucrativos e patrocinado pelo Aquário de Ubatuba, recebeu, entre os anos de 2005 e início de 2008, 14 animais deste tipo, sendo que cinco deles sofreram choques elétricos.

    Quatro morreram com os ferimentos. O último caso, recebido pelo instituto em 2 de janeiro deste ano e apelidado de George pelos veterinários, recupera-se de graves queimaduras em três membros.

    A preocupação, no entanto, será devolvê-lo para a natureza em condições de sobreviver. De acordo com a veterinária Paula Baldassim, animais desta espécie dificilmente resistem em cativeiro. “Teria de ser igual a cativeiro de zoológico, uma área bem ampla e com grande diversidade de árvores. O bicho-preguiça se alimenta de várias tipos de plantas e sem essa diversidade ele morre de desnutrição”, explicou.

    No caso de George, a hipótese de implantação de próteses nos membros afetados já foi descartada. “As queimaduras tostaram os ossos e os nervos”, disse a veterinária.

    Mesmo assim, George começa a ser treinado para subir em árvores novamente. Aos poucos, começa a apresentar avanços. “Se ele conseguir, será solto na natureza novamente.”


    Duro na queda
    Outros animais costumam ser vítimas, como macacos e gambás, da rede elétrica de alta tensão na região, mas não resistem ao choque seguido da queda. “Os preguiças são muito resistem e sobrevivem até mesmo às quedas. Quando levam o choque, a rede elétrica cai e o serviço da concessionária é chamado para religá-la. São os funcionários da concessionária que encontram os animais e nos trazem para tratá-los”, contou a veterinária.

    Por isso, os veterinários do instituto irão se reunir com a concessionária para tentar solucionar este problema, colocando dispositivos nos postes que impeçam que os animais alcancem a rede elétrica.

    “Tem de ser feito de algum material escorregadio para que ele não consiga fincar as garras e escalar até alto o poste”, completou Paula. Se der resultado, o objetivo, futuramente, é que vire lei e seja adotado em outras regiões onde são encontrados bichos-preguiça.


    Por trás
    O instituto também costuma receber preguiças sem qualquer problema de saúde, levados por turistas ou moradores que os encontram no chão ou atravessando estradas. “As pessoas não entendem que eles descem para mijar e defecar. Depois, eles sobem na árvore de volta. Não precisa trazer para o instituto”, explicou. Nestes casos, basta deixar o bicho no mesmo lugar.

    Quando estiver atravessando uma estrada, a veterinária orienta para que esta seja sinalizada para que o preguiça não seja atropelada. “Se preferir retirá-la da pista, tem de saber segurar a preguiça. Pegue-a sempre por trás. Pela frente, ela vai tentar se defender e pode ferir a pessoa com as garras”, alertou.


    Do G1

    30 Curiosidades sobre Cobras

    30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...