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quarta-feira, 11 de julho de 2012

15 animais que foram extintos nos últimos 250 anos


Antílope Azul (Hippotragus leucophaeus) - Extinto por volta do ano 1800.
Este animal habitava as savanas do sul da África, mas desapareceu por causa da colonização europeia. A espécie foi dizimada pela caça e, além disso, o habitat natural dos antílopes azuis foi tomado pela agricultura.

Bandicoot-pés-porco (Chaeropus ecaudatus) - extinto nos anos 1950.
Era um marsupial originário do interior da Austrália. A causa de sua extinção permanece indefinida. Moradores da região afirmam que o animal era raro mesmo antes da colonização europeia.


Bilby-pequeno (Macrotis leucura) - extinto nos anos 1950.
Era uma espécie de marsupial que vivia em toda a Austrália. Foi extinto por vários fatores, como a chegada de predadores estrangeiros à região (gato e raposa) e a competição por comida com outros animais (principalmente o coelho).

Cervo de Schomburgk (Rucervus Schomburgki) - extinto em 1938.
Era um mamífero extinto da família dos cervídeos. Habitava a Tailândia e desapareceu devido à caça excessiva.

Dugongo de Steller (Hydrodamalis gigas) - extinto em 1768.
Foi um mamífero da ordem Sirenia (a mesma do peixe-boi) que habitava o mar de Bering, uma extensão do Oceano Pacífico. Foi extinto por causa da caça promovida pelos colonizadores que apreciavam sua carne.

Emu-negro (Dromaius ater) - extinto em 1822.
Era uma subespécie de ave struthioniforme. Habitava uma ilha da Austrália. Foi extinta por causa da ação de colonizadores.

Foca-monge-do-caribe (Monachus tropicalis) - extinta em 1932.

Foi uma espécie de mamífero que habitava o Mar do Caribe. Sua extinção ocorreu por causa da caça. Sua pele era grandemente cobiçada por pescadores. Chegava a 130 kg e 2,4 metros de comprimento.

Norfolk Kaka (Nestor productus) - extinto por volta de 1800.
Era uma ave da Ilha Norfolk (Austrália). Foi extinta por causa da caça.


Periquito-das-Seychelles (Psittacula wardi) - extinto por volta de 1900.
Era um papagaio originário das Ilhas Seychelles, no Oceano Índico. Provavelmente foi extinto por causa da ação de agricultores.

Quagga (Equus quagga quagga) - extinto em 1883.

Era um mamífero que habitava a África do Sul Apresentava listras apenas em parte do corpo. Sua linhagem desapareceu por causa da caça promovida por colonizadores.

Rinoceronte Negro do Oeste Africano (Diceros bicornis longipes) - extinto em 2011.
Era uma subespécie do rinoceronte negro que habitava o centro-oeste da África. Foi extinto devido à caça predatória.


Tigre-do-cáspio (Panthera tigris virgata) - extinto nos anos 1960.
Era um mamífero que habitava o Curdistão, a China, a Turquia, o Afeganistão e o Irã. Desapareceu devido à caça predatória. Durante o século 19, o Império Russo determinou a matança dos animais para tornar a região mais colonizável.


Tilacino (Thylacinus cynocephalus) - extinto em 1936.

Conhecido como lobo-da-tasmânia, foi o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos. Habitava a Austrália e a Nova Guiné e foi extinto por causa da caça.

Wallaby-rabo-de-prego-crescente (Onychogalea lunata) - extinto em 1956.
Era uma marsupial do tamanho de uma lebre. Sua linhagem desapareceu por causa da colonização europeia, que introduziu um novo predador à Austrália: a raposa.


Wallaby-toolache (Macropus greyi) - extinto em 1943.

Era um canguru originário do sudoeste da Austrália. Entrou em extinção por causa da caça à pele.




quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Encontrado fóssil de urso extinto há 11 mil anos no México



Arqueólogos descobriram esqueletos de quatro ursos do gênero Arctotherium, um tipo de cara achatada extinto há mais de 11 mil anos. Os fósseis foram encontrados imersos a 42 metros de profundidade nas águas de uma caverna na península mexicana de Yucatán.
Fóssil de urso de focinho curto encontrado submerso em caverna // Foto: Guillermo de Anda Alanis, Universidade Autônoma de Yucatán


Os crânios, medindo de 25 a 30 centímetros, pertenciam a dois ursos adultos, um macho e o outro fêmea; os outros dois eram de ursos que ainda não haviam atingido a maturidade sexual. A equipe da Universidade Autônoma de Yucatán, comandada pelo pesquisador Guillermo de Anda Alanis, descobriu os ossos enquanto mergulhava na caverna.

Os ossos foram encontrados espalhados por uma área de 120 metros de diâmetro, e estima-se que poderia corresponder a uma família de ursos, desde os crânios com uma fêmea e um macho e outro subadultos.

Eles também encontraram esqueletos de cinco humanos nas proximidades. A idade destes fósseis vai indicar se as duas descobertas estariam relacionadas.

Os esqueletos do animal farão com que a geografia dos ursos nas Américas seja repensada. Antes, os cientistas acreditavam que os animais do gênero Arctotherium só tinham vivido na América do Sul. O único descendente vivo da família do urso-de-cara-achatada ainda vivo é o urso de óculos que habita a Venezuela.

Urso-de-óculos // Crédito: z2amiller (Flickr)

Após diversas pesquisas no local e através da análise de fotografias tiradas debaixo d'água, o especialista observou que a forma dos ossos e crânios destes ursos nunca foi visto antes entre a fauna conhecida em contextos arqueológicos da região.

"Este é o único exemplar de sua espécie, encontrada na Península de Yucatán no México, porque seu habitat foi identificado para o centro e norte. A referência mais próximo para este espécime foi encontrado em uma caverna em Belize, aparentemente ornatus um urso, encontrar outras pessoas no Brasil e Argentina ", disse ele.

O gênero Arctotherium, disse ele, inclui um número de espécies de ursos, todos extintos e endêmica na América do Sul, no entanto, no caso de uma família de tal mudança de perspectivas da biogeografia e da migração de ursos endêmicos da América, Enquanto não há registro de exemplares na região da América Central.

No entanto, acrescentou, necessários para realizar todos os estudos de laboratório para confirmar, "estas são as primeira hipótese que rende encontrar o".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

10 fantásticos animais extintos

A extinção ocorre quando o último animal de certa espécie some, desaparece, não é mais visto, morre. É algo que acontece tanto de forma natural devido a evolução das espécies, quanto de forma casual por causa do desequilíbrio no ecossistema ou da deficiência no habitat provocada pelo ser humano. Enfim, extinção é o desaparecimento irreversível de certa espécie.

Naturalmente: A extinção de uma espécie de forma natural pode ocorrer por mudanças no comportamento do animal, por transformações climáticas, por causa de doenças, parasitas e também por competições deles entre si, como disputa por território.
Casualmente: A extinção de uma espécie de forma casual pode ocorrer pela alteração no seu habitat, pelo desmatamento por captura não legalizada e por biopirataria.


1. Tiranossauro Rex (extinto há 65 milhões de anos atrás)

O Tiranossauro Rex foi um dos maiores carnívoros terrestres que já existiu, medindo até 43,3 metros de comprimento e 16,6 m de altura, com uma massa estimada de 7 toneladas.

2. Quagga: O animal metade zebra, metade cavalo (extinto desde 1883)

O Quagga é uma espécie de zebra ( cavalo ) que foi extinta há 120 anos atrás durante o atual Holoceno nos prados da África do Sul, seus hábitos eram idênticos aos das zebras atuais, porém como habitava uma pequena região específica e foi caçado tanto pela sua carne como pela sua pele, a ponto não sobrar mais nenhum na natureza, fato este que ocorreu em 1872, sobrevivendo apenas alguns animais em zoológicos espalhados pelo mundo. O último representante dessa espécie morreu no Zoológico de Amsterdã em 1883, aumentando assim a lista de espécies extintas pela "Invasão Humana". A terceira imagem é uma foto de um exemplar de Quagga tirada em um zoológico europeu em 1870 por Frederick York.

Dados do Mamífero:
Nome: Quagga
Nome Científico: Equus quagga
Época: Holoceno
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de 350 quilos
Tamanho: 1,6 metros de altura
Alimentação: Herbívora

3. Tilacino: O tigre-da-tasmânia (extinto desde 1936)


O Tigre da Tasmânia ou Lobo da Tasmânia ou Tilacino era um marsupial carnívoro que foi extinto há 67 anos atrás, viveu na Tasmânia, próximo a Austrália, no atual Holoceno, era do tamanho de um "grande cachorro" com uma "cabeça de raposa" e a partir do meio do corpo até a cauda apresentava listras iguais às dos tigres, sendo os machos pouco maiores que as fêmeas, estas as quais possuíam uma bolsa, que é característica dos marsupiais. O Tigre da Tasmânia era um caçador solitário, caçando às vezes em pares, seu método era escolher um animal, como um pequeno canguru e então segui-lo até cansá-lo, pulando então sobre ele e matando-o com suas fortes maxilas, as quais podiam atingir uma abertura angular de maxilares de 120 graus.
O Tigre da Tasmânia ganhou fama de assassino de gado e ovelhas, fato este que nunca foi comprovado, mas por causa desta fama tanto os criadores de ovelhas como o próprio governo ofereciam uma boa recompensa em dinheiro pela sua captura e então ele foi caçado impiedosamente de 1840-1909, espécimes vivos apanhados em armadilhas eram logo comprados por zoológicos no exterior, animais mortos eram "trocados" por recompensas financiadas pelo governo e somando com o fato de a população de Tigres da Tasmânia ter sido reduzida por uma séria doença desconhecida que devastou grande parte da vida selvagem da Tasmânia há muitos anos, sem dúvida o homem foi o maior responsável por sua dizimação. O Tigre da Tasmânia foi considerado oficialmente extinto quando o último espécime morreu em 7 de setembro de 1936, no zoológico de Hobart, Tasmânia, demonstrando a que ponto a irracionalidade humana pode chegar.

Dados do Mamífero:
Nome: Tigre da Tasmânia
Nome Científico: Thylacinus cynocephalus
Época: Holoceno
Local onde viveu: Tasmânia
Peso: Cerca de 40 quilos
Tamanho: 1,9 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora


4. Vaca marinha (extinto desde 1768)



Anteriormente visto perto da costa asiática do Mar de Bering, foi descoberto em 1741 pelo naturalista George Steller, que estava viajando com o explorador Vitus Bering.O animal tinha cerca de 7,9 metros (25,9 pés) de comprimento, pesando até três toneladas, muito maior do que o peixe-boi. Tinha duas patas dianteiras, era robusto e possuía grande cauda.Segundo Steller "O animal nunca sai em terra, vivendo sempre na água. Sua pele é negra e grossa, como a casca de um carvalho velho…, a sua cabeça em proporção ao corpo é pequena…, ela não tem dentes, mas apenas dois ossos brancos na parte de cima e completamente inofensivo".

5. Alce irlandês ou cervo gigante (extinto cerca de 7.700 anos atrás)

O cervo gigante (giant deer) foi o maior cervo que já viveu. Também conhecido como “alce irlandês” ele viveu na Eurásia, na Irlanda à leste do lago Baikal.Os últimos restos encontrados da espécie foram datados de 5700 a.C. ou cerca de 7.700 anos atrás.

O Alce Gigante ou Megaloceros cujo nome significa " Chifres gigantes " era um ancestral dos atuais Alces, porém muito maior, sua galhada era cerca de duas vezes maior que a dos Alces atuais e deveria ser quatro vezes mais pesada e seus chifres mediam 3,5 metros de uma ponta a outra. Viveu em climas frios nas épocas glaciais, juntamente com Mamutes e Rinocerontes Lanudos, foi extinto junto com fim da última era glacial. Os machos deveriam travar enormes batalhas com esses chifres enormes por disputa de território e por fêmeas. Podem ter sido extintos por mudanças súbitas no clima de sua região.

Dados do Mamífero:
Nome: Alce Gigante
Nome Científico: Megalocerus hibernicus
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: Europa , Ásia e norte da África
Peso: Cerca de 1,2 toneladas
Tamanho: 3 metros de altura nos ombros
Alimentação: Herbívora

6. Tigre persa (extinto desde 1970)

O tigre persa era também conhecido como "tigre do Cáspio"”. Habitava a região compreendida pela península de Anatólia, o Cáucaso, o Kurdistão, norte do Iraque e Irã, Afeganistão e grande parte da Ásia Central (até a Mongólia). Esta subespécie de tigre era uma das maiores, só era menor que o tigre siberiano e o de bengala.

Sua pelagem era amarela ou dourada, com zonas brancas nas costas e cara. As riscas tinham uma cor marrom e no inverno a pelafgem da cabeça crescia para ajudar a suportar o frio das montanhas asiáticas. Isto lhe proporcionava uma característica de "barba” na zona das bochechas.

Os machos pesavam entre 169 e 240 kg, com 2.65 a 2.95 metros de tamanho. Nas fortes patas estavam as garras excepcionalmente longas, maiores que as de qualquer outro tigre.

Com o progressivo aumento da população humana, o tigre reduziu sua área de ocupação. Quando os czares da Rússia ocuparam as terras fronteiriças da Ásia Central e do Cáucaso, ordenaram ao exército para exterminá-lo. A desflorestação produzida pelos colonos encarregou-se dos poucos que sobreviveram ao extermínio. O último avistamento foi no Tadjikistão em 1961.


7. Auroque (extinto desde 1627)
Depois de surgir na Ásia, o auroque começou a migrar para a Europa 320 mil anos atrás, muito antes da migração humana. Mas foi somente há 80 mil anos que o auroque criou raízes no continente europeu, atraído pelo solo coberto por estepes e pradarias. Há 8 mil anos, o boi primitivo foi domesticado nas margens do mar Cáspio, no Irã. Ele também se desenvolveria 5 mil anos atrás no norte da África, no vale do rio Nilo, pelas mãos dos egípcios.

Fósseis encontrados na Itália, nos sítios arqueológicos de Potenza, Macerata, e Ancona, revelaram a presença do Auroque no continente no período neolítico (entre 7 e 4 mil anos a.C.). Mas esses exemplares já tinham chifres e corpo menores do que o primitivo.

A passagem do animal pela Europa também está registrada em pinturas rupestres. As cavernas de Lascaux na França e de Altamira na Espanha trazem desenhos que revelam as características físicas do Uro.
As dimensões e os detalhes do boi primitivo também podem ser observados em objetos de civilizações antigas, como a grega e a etrusca.

Os primeiros testemunhos escritos sobre o boi selvagem são de Plinius e Columella, autores de tratados sobre a vida na idade romana, no primeiro século da era Cristã. Eles faziam referências aos bois como importante força de trabalho local.

Em sua narração das guerras gálicas, o líder romano Júlio César descreveu o boi primitivo como "um pouco menor do que um elefante, mas de cor, aparência e formato de um touro". "Sua força e velocidade são extraordinárias", escreveu.

Os cientistas resolveram ressuscitar o auroque devido à sua resistência e a sua capacidade de adaptação. Dizem que o boi primitivo pode sobreviver em terrenos com oferta pobre de alimentos.

A crença se baseia no fato de que o auroque superou períodos glaciais e percorreu milhares de quilômetros até se estabelecer na Europa. Hoje, existem raças de gado de criação intensiva que produzem mais leite e carne do que o auroque. Mas elas exigem pastagens e cuidados muito mais complexos.

O auroque original, no entanto, jamais viria a ser domesticado, e, após milénios sofrendo com a caça, o último indivíduo (uma fêmea) morreu em 1627, na floresta de Jaktorowka, na Polónia. Recentemente tem-se discutido a separação do auroque como variedade distinta do boi doméstico, visto que estudos genéticos sugerem que pertenceram ambos à mesma espécie (Bos taurus). Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina

8. Arau-gigante (extinto desde 1844)
Com cerca de 75 centímetros ou 30-34 cm de altura e pesando cerca de 5kg, o arau-gigante foi o maior dos pinguins, eram brancos e com penas pretas brilhantes.

9. Leão das cavernas (extinto 2.000 anos atrás)

O leão das cavernas, também conhecido como o leão europeu ou euro-asiático das cavernas, é uma sub-espécie extinta de leão conhecida a partir de fósseis e uma grande variedade de arte pré-histórica, sendo considerado um dos maiores leões que já existiu

10. Dodó (extinto desde o século 17)

O Dodó (também chamado dronte) (Raphus cucullatus) era uma ave não-voadora com cerca de um metro de altura que vivia nas ilhas Maurício, uma das ilhas Mascarenhas na costa leste da África, perto de Madagascar. Se alimentava de frutas e acabou por ser extinta graças à ação do ser humano durante o processo de colonização da ilha. Ela é da família dos pombos, tem asas curtas e bico longo e pesado.

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...