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sábado, 11 de maio de 2013

Golfinho ‘pede’ ajuda a um mergulhador nas águas do Havaí.


Golfinho ferido que 'pediu' ajuda a mergulhador no Hawaii: mamífero preso na linha de pesca encostou-se no instrutor de mergulho e esperou pacientemente para ser liberado 

Um golfinho enroscado em linha de pesca procurou a ajuda de um mergulhador nas águas do Havaí.

O encontro incrível em 11 de janeiro foi capturado em vídeo pelo mergulhador, Keller Laros, que passou a maior parte de oito minutos atendendo ao mamífero carente de pronta ajuda.


Keller Laros observava o comportamento das arraias-mantas em uma praia no Havaí quando um golfinho começou a nadar próximo a ele. Keller percebeu que o golfinho estava enroscado com uma linha de pesca e que havia um anzol preso em uma de suas barbatanas. Para surpresa do mergulhador, o golfinho encostou ao lado dele e ficou de barriga para cima como quem diz “amigão, faz um favor, tira esse anzol da minha barbatana e desenrola desse fio de nylon de mim?”.

Veja vídeo:


terça-feira, 19 de junho de 2012

Golfinho é flagrado durante salto com polvo agarrado a seu corpo


Golfinho é flagrado durante salto com polvo agarrado a seu corpo
Cena foi registrada na costa da Grécia.
Imagem foi feita pelo fotógrafo Joan Gonzalo.

O fotógrafo Joan Gonzalo flagrou uma cena curiosa perto da ilha de Kalamos, na costa da Grécia. Ele fotografou um polvo agarrado a um golfinho enquanto o mamífero marinho saltava fora d'água, segundo o jornal inglês "Daily Mail".
Polvo foi flagrado agarrado a golfinho enquanto o mamífero marinho saltava fora d'água. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Golfinhos agridem botos e os matam sem explicação razoável

Recentemente, casos de golfinhos matando outras criaturas sem nenhuma razão aparente foram relatados em águas britânicas. Agora, golfinhos comuns foram vistos atacando botos no Oceano Pacífico.

Segundo especialistas, os atos aparentemente aleatórios de violência podem ser devido à frustração sexual entre machos jovens.

As novas observações mostraram pela primeira vez que os agressores são machos jovens. Mark Cotter e seus colegas observaram três atos de agressão por golfinhos em botos. Os golfinhos perseguiram os botos em alta velocidade, se chocaram com eles, e os golpearam.

Em um ataque particularmente violento, três golfinhos encurralaram sua vítima, depois mais sete animais se juntaram a eles para golpear o boto até à morte.

Cotter achou mais chocante o fato de que dois golfinhos continuaram na cena depois do assassinato, para brincar com o cadáver.

Segundo os pesquisadores, competição por alimento não parece explicar os ataques, pois a sobreposição alimentar entre as duas espécies é pequena.

Já o fato de que 21 dos 23 agressores golfinhos eram do sexo masculino pode ser revelador. Cotter acredita que os ataques são “objetos de jogo orientados” durante a estação reprodutiva. Os machos jovens que não conseguem acesso às fêmeas devido à concorrência de indivíduos mais velhos estão descontando suas frustrações nos botos.[NewScientist]

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Golfinhos pegam onda de até 7,5 m na África


Greg Hulin levou seis anos para registrar os animais 'pegando ondas' de até 7,5 metros de altura. 
Foto: GregHuglin.com/Solent via BBC
Americano dedicou três meses por ano durante seis anos para filmar e fotografar os animais (Foto: GregHuglin.com/Solent via BBC)

O fotógrafo e diretor americano Greg Huglin, de 57 anos, acaba de lançar o filme "Golfinhos Surfistas", que mostra imagens desses animais pegando ondas na África do Sul.

O filme é fruto de um trabalho de seis anos de Huglin. Durante esse período, ele dedicou três meses ao ano para filmar e fotografar os animais.

Foto: GregHuglin.com/Solent via BBC
Precisa ter motivo? - Greg Huglin não sabe explicar a razão que leva os golfinhos a surfarem desta forma (Foto: GregHuglin.com/Solent via BBC)

Em entrevista ao diário britanico "The Times", Huglin comentou que descobriu o inusitado grupo de surfistas quando estava na África do Sul filmando tubarões brancos.

Segundo ele, é possível flagrar os golfinhos em ação a qualquer hora do dia.

Huglin não sabe explicar a razão que leva os animais a surfarem desta forma, mas ele diz ter certeza de que eles se divertem fazendo isso.

Um trailer do filme de Huglin pode ser conferido no site em inglês do fotógrafo.

Fonte: BBC Brasil

domingo, 11 de outubro de 2009

Produtor de 'Flipper' se diz arrependido pelo sucesso da série

Um homem que já levou muita alegria às crianças hoje vive amargurado. "Não dá para tirar as imagens da cabeça. E não dá para não vê-las. Elas ficam com você. É muito difícil", diz o americano Richard O'Barry.




A cidade de Taiji fica no sudeste do Japão. Quem anda pelas ruas logo nota que existe uma estranha relação entre a cidade e as baleias e golfinhos, que são homenageados por toda parte, mas também viram comida. Um restaurante anuncia: serve peixe e baleia.

Richard O'Barry passou 50 anos convivendo com golfinhos. Ele capturou e treinou os cinco animais que fizeram o papel do simpático Flipper na antiga série de TV. Há um capítulo brasileiro nas aventuras de Richard: ele participou, em 1993, da libertação de um golfinho que viveu anos em cativeiro. Era outro Flipper, astro de shows em Santos, no litoral de São Paulo.

Hoje Richard é um homem amargurado, arrependido. "O que acontece aqui é de cortar o coração", diz ele. Da praia saem quase todos os golfinhos usados em espetáculos de parques aquáticos de várias partes do mundo.

Richard se convenceu de que o sucesso mundial do Flipper da TV teve uma consequência nociva: fez deslanchar a atividade de captura de golfinhos. Por isso, se sente responsável pelo que acontece na região.

O sentimento de culpa de Richard o motivou a participar de um filme-denúncia: "A enseada". Foram quatro anos de luta. Os pescadores e a polícia tentaram impedira as filmagens de qualquer jeito. As equipes usaram câmeras noturnas, outras camufladas ou mergulhadas no fundo do mar. Conseguiram filmar o segredo da praia.

O filme "A enseada" mostra o que se passa em uma temporada de caça. Treinadores esperam para escolher os melhores para os shows. Em geral, fêmeas jovens. Os que sobram são apunhalados com facas e arpões. O mar azul cristalino de Taiji fica totalmente vermelho.

O massacre é o maior motivo da profunda tristeza de Richard. Os ambientalistas fizeram as contas: a cada ano, cerca de 20 mil golfinhos são mortos na enseada. Richard O'Barry diz que a matança só existe por causa das capturas. O motivo: dinheiro. Um golfinho vivo vale cerca de US$ 150 mil. Os mortos viram carne. Como pouca gente come carne de golfinho no Japão, Richard acredita que grande parte é vendida como se fosse carne de baleia, mais cara e mais popular no país.

Para tentar mostrar a enseada, a equipe do Fantástico enfrentou dificuldades semelhantes às encontradas pela produção do filme. A estradinha que dá acesso foi fechada. Tudo para impedir testemunhas de ver a matança.

Mas o segredo já estava revelado. O filme mostra que, quando os golfinhos passam pela baía, os pescadores batem varas dentro da água. O barulho assusta os bichos e confunde seus sonares. Assustados, os golfinhos buscam refúgio nas águas mais rasas da enseada. Ali, são encurralados com redes.

De cima da montanha é possível enxergar perfeitamente o local onde os golfinhos são capturados. É em uma espécie de piscina que se forma no meio das pedras. Apesar de estarmos no meio da temporada de caça, não havia nenhum golfinho. Mas os caçadores deixaram na praia todo o material deles, sinal de que continuam agindo.

A equipe do Fantástico tentou conversar com eles, perto do local, onde havia uma feira oferecendo carne de baleia. Os caçadores não quiseram conversa.

Com a repercussão do filme, os caçadores agora agem com uma nova estratégia. Imagens feitas no mês passado revelam o sofrimento de golfinhos presos às redes. Cinco morreram. Mas, desta vez, houve algo diferente: terminada a seleção, os caçadores abriram as redes e libertaram os que não foram escolhidos para os shows.

Richard O'Barry diz esperar que com o filme o público entenda o que é que se esconde por trás da pirueta de um golfinho em cativeiro. O ex-treinador lança um apelo: que o mundo todo faça como o Brasil, que já não permite shows de golfinhos. 



Fonte: Site do Fantástico

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