Mostrando postagens com marcador onça-pintada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador onça-pintada. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de maio de 2012

Jaguar do Pantanal - A onça-pintada (Panthera onca) e o Thylacosmilus atrox


Pantanal Jaguar - Panthera onca palustris 


A onça-pintada (Panthera onca) é um grande felino, um felino do gênero Panthera, e é a única espécie Panthera encontrado no continente americano. A onça é o terceiro maior felino após o tigre e o leão, e o maior do Hemisfério Ocidental. A gama atual da onça-pintada se estende do sul dos Estados Unidos e México em grande parte da América Central e do Sul para o Paraguai e norte da Argentina. Um estudo sobre o Jaguar na região do Pantanal brasileiro encontrou pesos médios de 100 kg e pesos de 136 kg ou mais não são incomuns em machos adultos. Uma estrutura de braço mais curto e atarracado faz o jaguar hábil em escalar, rastejar e nadar. A cabeça é robusta e a mandíbula extremamente poderosa. Os animais selvagens onça caça pesando até 300 kg (660 lb) na selva densa, e seu physique curto e robusto é, portanto, uma adaptação para a sua presa e meio ambiente.



Thylacosmilus atrox 
Descrito pela primeira vez em 1934 por Elmer Riggs, Thylacosmilus atrox era um grande predador com dentes de sabre que viveu e caçava nas planícies da América do Sul pré-histórica. Tinha longos punhais em forma de dentes que poderiam rasgar como uma facada grossas peles. De todos os aniamis com dentes de sabre de punção, os dentes de sabre do Thylacosmilus foram os mais longas e mais especializados de todos eles. Os dentes eram afilados para uma borda na parte dianteira e as cúspides das costas. Além disso, único entre os predadores de dentes de sabre, onde os sabres continuavam a crescer continuamente ao longo da vida para compensar o desgaste nas pontas. Esses recursos altamente especializados podem ter surgido como uma contramedida para as espessas peles e, às vezes blindavam suas presas (animais que eram suas presas que evoluíram para os herbívoros contemporâneos. Sorkin (2008) estimou que a pesava 150 kg., Thylacosmilus atrox foi atarrachado e poderosamente construído. Membros curtos, musculosos indica que ele pode ter sido um caçador de emboscada. Ao contrário de seus colegas felinos, porém, faltava ao Thylacosmilus garras retráteis, uma indicação de que pode ter caçado de uma forma muito diferente. Exame do membro anterior mostra uma articulação e musculatura que teria feito mais do que ser capaz de agarrar e dominar a presa de forma felina.


Veja o incrível ataque de jaguar a um porco-do-mato


A onça-pintada (Panthera onca), também conhecida por jaguar ou jaguaretê, é um mamífero da ordem dos carnívoros, membro da família dos felídeos, encontrada nas regiões quentes e temperadas do continente americano. É um símbolo da fauna brasileira. Os vocábulos "jaguar" e "jaguaretê" têm origem no termo guarani "jaguarete". Na mitologia maia, apesar ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

A onça-pintada compõe o gênero Panthera, juntamente com leão, o tigre e o leopardo.

A onça-pintada se espalhava, inicialmente, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Porém, seu território de ocupação diminuiu sensivelmente. Costuma ser encontrada em reservas florestais e matas cerradas do Brasil, bem como em outros locais ermos onde vivam mamíferos de pequeno porte de que se alimenta.

Seu habitat preferencial são zonas selvagens, perto de grande corpos de água, frequentadas por suas presas preferidas. Evita as regiões montanhosas, habitat preferido do puma.

A onça-pintada se parece muito, à primeira vista, com o leopardo. Um exame mais detalhado mostra, contudo, que sua padronagem de pêlo apresenta diferenças significativas. Enquanto o leopardo apresenta rosetas menores mas em maior quantidade, as manchas da onça são mais dispersas e desenham uma roseta maior, algumas delas com pontos pretos no meio. O interior dessas manchas é de um dourado/amarelo mais escuro que o restante da pelagem. Existem também alguns indivíduos melânicos, as chamadas onças-pretas. Elas não pertencem a uma outra espécie, e suas manchas ainda são facilmente reconhecíveis na pelagem escura, trata-se apenas de uma mutação genética na qual os indivíduos produzem mais melanina do que o normal, o que provoca um maior escurecimento da pelagem desse animais.

A cabeça da onça é proporcionalmente maior em relação ao corpo. Um exemplar adulto alcança até 2,10 de comprimento, chegando a pesar em torno de 115 kg, embora, em média, os machos pesem 90 kg e as fêmeas 75 kg. A altura da cernelha é de aproximadamente 70 cm, sendo o maior felino das Américas.

A onça pintada é o maior mamífero carnívoro do Brasil, e necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia, o que determina a ocupação de um território de 25 a 80 km2 por indivíduo a fim de possibilitar capturar uma grande variedade de presas.

A onça seleciona naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas, em geral indivíduos inexperientes, doentes ou mais velhos, o que pode resultar como benefício para a própria população de presas.

Na época reprodutiva, as onças perdem um pouco os seus hábitos individualistas e o casal demonstra certo apego, chegando inclusive a haver cooperação na caça. Normalmente, o macho separa-se da fêmea antes dos filhotes nascerem. Em geral, após cem dias de gestação nascem, no interior de uma toca, dois filhotes - inicialmente com os olhos fechados. Ao final de duas semanas abrem os olhos e só depois de dois meses saem da toca. Quando atingem de 1,5 a 2 anos, separam-se da reprodutora, tornando-se sexualmente maduros e podendo assim se reproduzirem.

Apesar de serem tão temidas, fogem da presença humana e mesmo nas histórias mais antigas, são raros os casos de ataque ao homem. Como necessita de um amplo território para sobreviver, pode "invadir" fazendas em busca de animais domésticos, despertando, assim, a ira dos fazendeiros que a matam sem piedade. Por esse motivo, e sobretudo pela rápida redução de seu habitat, esse felídeo, naturalmente raro, ainda encontra-se a beira da extinção no Brasil. [Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre]

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sucuri luta com Onça Pintada. Quem vence essa batalha selvagem?

Podendo chegar a dez metros de comprimento e pesar cento e sessenta quilos, a Sucuri é a maior cobra do planeta. Já onça-pintada é muito mais ágil que o tigre ou o leão, e é o maior mamífero carnívoro do Brasil.

Veja cenas arrepiantes de uma incrível luta pela sobrevivência entre essas duas criaturas neste vídeo-documentário produzido pelo Canal Discovery, e descubra quem reina na selva!


sábado, 17 de julho de 2010

Onça-pintada é mascote de batalhão do Exército


Leitor enviou fotos do banho semanal da fera.
Tupã, como é chamado o felino, é um animal dócil, conta.

O 61º Batalhão de Infantaria de Selva em Cruzeiro do Sul (AC) tem como mascote uma onça-pintada macho chamada Tupã. O leitor Michael Leite, que é tenente no batalhão, enviou aoGlobo Amazônia fotos em que aparece dando banho na fera. Tupã é dócil e semanalmente é levado até um igarapé para nadar, relata Leite.

Foto: Arquivo Pessoal

A onça é dócil, segundo o leitor Michael. (Foto: Arquivo Pessoal)


A natação foi a forma encontrada para que não passasse todo o tempo trancado na jaula.

Pela Amazônia são comuns casos de onças que ficam sem a mãe, acabam recolhidos pelas pessoas e não aprendem a caçar, o que impede que sejam devolvidas à natureza.

É importante ressaltar, no entanto, que estes animais não são adequados para domesticação, pois, quando adultos, têm comportamento imprevisível e podem representar perigo para as pessoas. 

Foto: Arquivo Pessoal

O animal é levado para nadar semanalmente, para "manter a forma". (Foto: Arquivo Pessoal)

Do Globo Amazônia, em São Paulo

terça-feira, 23 de junho de 2009

Filhote de onça-pintada é atração em zoo da África do Sul

da Folha Online
A espécie é das Américas, mas é na África que um filhote de onça-pintada (Panthera onca), também conhecida como jaguar, vem fazendo sucesso.

A cria é atração do zoológico de Bloemfontein, na África do Sul, onde brinca o dia todo com os adultos, entre muitos "abraços" e lambidas.
Filhote de onça-pintada faz sucesso no jardim zoológico da cidade de Bloemfontein
Filhote de onça-pintada faz sucesso no jardim zoológico da cidade de Bloemfontein

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Felinos de estimação: Mulher vive com guepardos, leoa e onça-pintada

Riana deixa os predadores passearem livremente pela casa.
Alguns dos felinos chegam a abrir portas e armários.
Sul-africana Riana van Nieuwenhuizen com alguns de                 seus 'gatinhos'. (Foto: Reprodução/The Sun)
Sul-africana Riana van Nieuwenhuizen com alguns de seus 'gatinhos'. (Foto: Reprodução/The Sun)
 
 

A sul-africana Riana van Nieuwenhuizen, de 46 anos, mora com quatro guepardos, uma onça-pintada e uma leoa em casa. Os grandes felinos mais parecem gatinhos inofensivos, segundo reportagem do tabloide "The Sun". 

Riana, que mora em Bloemfontein, África do Sul, deixa os predadores passearem livremente pela casa. Alguns deles, como a fêmea de guepardo Fiela, chegam a abrir portas e armários. Os animais consomem 25 quilos de frango por dia. 

Riana diz que nunca foi mordida por nenhum dos felinos, apesar de os bichos deitarem, às vezes, todos juntos em sua cama. "No verão, eles dormem fora, mas, no inverno, eles ficam todos em minha cama", disse ela.

 

A leoa chamada Elsa tem apenas alguns meses de idade, mas já tem patas enormes. "Elsa é simplesmente louca por bolsas", disse a mulher, destacando que, se você der uma chance, ela pega e carrega para fora de casa. Riana convive com animais desde que era criança. 

 


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Pantanal: De olho na onça-pintada

Vídeo: onça-pintada



De olho na onça-pintada


Nenhum animal do Pantanal é tão idolatrado quanto a onça-pintada e exerce tanto fascínio sobre os visitantes. No Refúgio Ecológico Caiman, a espécie é motivo de pesquisa e protegida. Graças ao trabalho de preservação, a população de felinos está crescendo dentro do complexo turístico.

Mas nem todos os fazendeiros da região conseguem entender a necessidade de preservar o maior felino brasileiro. Muitos latifundiários a vêem como uma praga, que se alimenta de gado. Como o boi já foi introduzido no Pantanal há mais de 200 anos, a onça já enxerga o gado como uma presa natural, e ataca o rebanho.

Apenas dentro do Refúgio Ecológico, cerca de 400 vacas são devoradas todos os anos pelas onças. Porém encontrar esses "gatos gigantes" não é tarefa das mais fáceis. A responsável pelo projeto, a veterinária Cyntia Kayo Kashivakura, costuma levar os visitantes para um passeio na propriedade munida com uma aparelho capaz de detectar as onças que já foram capturadas e já estão com um rádio-colar. Mas nem sempre o passeio é bem sucedido.

"Não existe hora certa para a onça aparecer. Já desmistificamos a idéia de que ela é um animal noturno, pois já vimos um animal caçando em plena luz do dia. O visitante também tem que contar com uma boa dose de sorte", brinca Cyntia.

O encanto da onça é tão grande que um grupo de visitantes ficou maravilhado apenas ao encontrar pegadas frescas do felino às margens de uma pocilga e avistar uma carcaça de uma vaca que havia sido morta há poucos horas por uma onça faminta.

Cada estação uma paisagem diferente

O ciclo de vida no Pantanal compreende, basicamente, dois diferentes períodos, responsáveis pela mudança do cenário local: a Estação das Águas e a Estação das Secas.

A chegada das chuvas anuncia o início da Estação das Águas, período que se estende de dezembro a março. A temperatura nesta época é mais alta. Ideal para os "birdwatchers" – observadores de pássaros – que chegam, principalmente, dos Estados Unidos e Europa, atraídos pela grande variedade de aves migratórias que vêm para o Pantanal à procura de peixes. É nessa época que as aves fazem seus ninhos.

Os estrangeiros acordam cedo, aos primeiros raios de sol, e se preparam para a caminhada pela mata. Levam seus potentes binóculos e máquinas fotográficas. Para eles não existe tempo, ficam horas olhando para a copa das árvores – fazendo centenas de imagens.

Por isso, uma caminhada de aproximadamente 100 metros, pode durar cerca de uma hora. A verdade é que o número e a variedade de aves que habitam a planície chamam a atenção até dos visitantes que não ligam para esses animais e preferem os mamíferos. No Pantanal, seja no céu ou na terra, o importante é ficar sempre alerta. Surpresas é o que não falta.

Na Estação da Seca, de julho a novembro, começam a se formar as áreas para pastagem. É o melhor período para a observação de mamíferos. É possível encontrar pelos pastos os belos tamanduás-bandeiras e os imponentes cervos do Pantanal. Em agosto, pouco antes do início da primavera, já começam a florescer as árvores, que permanecem assim até outubro e novembro. (Vinícios Baptista )

Fonte: A Gazeta

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...