Uma cadela sobreviveu após ser enterrada viva na noite de segunda-feira (25) no município de Blumenau (139 km de Florianópolis), em Santa Catarina. A suspeita do crime, uma mulher de 68 anos, foi conduzida pela Polícia Militar a uma delegacia, mas foi liberada em seguida.
Divulgação/Aprablu
Cadela se recupera em associação após ser enterrada viva
Segundo a Polícia Militar de Santa Catarina, o animal passou cerca de dez minutos debaixo da terra em um terreno na rua Antônio Zendron, no bairro de Valparaíso. A polícia chegou até o local por volta das 18h depois que vizinhos denunciaram que a suspeita (de identidade não divulgada) estava agredindo o animal com paus e pedras e depois começou a enterrá-lo.
De acordo com a Aprablu (Associação Protetora de Animais de Blumenau), o animal foi encontrado "quase morto", com ferimentos e hipotermia, mas agora está "se recuperando lentamente" após ser atendido por um médico veterinário.
"É um milagre que essa cadela tenha sobrevivido a essa crueldade. Ela é uma verdadeira guerreira, uma heroína", afirmou a associação, em nota. O animal, que ainda é filhote, ficará sob os cuidados da Aprablu enquanto se recupera dos ferimentos.
O caso foi registrado na Central de Polícia de Blumenau. A suspeita pode ser indiciada sob suspeita do crime de maus-tratos de animais, cuja a pena prevista é de três meses a um ano de detenção e multa.
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Membros da Aprablu (Associação Protetora de Animais de Blumenau) cuidam da cadela em Blumenau (SC)
Um gato que se escondeu embaixo do capô de um carro para se aquecer sobreviveu a uma viagem de 30 minutos com o motor ligado, quando sua dona, de Anglesey, no País de Gales, usou o carro para ir ao trabalho.
Único dano sofrido pelo animal
foi a perda de algumas unhas
O gato, chamado Giggs, só foi descoberto pela dona depois que seus colegas de trabalho escutaram miados vindos de dentro do carro.
“Quando me disseram ter ouvido ruídos vindos do carro, achei que estavam brincando comigo”, disse a dona do gato, Cerian Griffith, de 21 anos. “Até que a minha mãe me mandou uma mensagem de texto dizendo que o gato havia desaparecido (de casa).”
Quando ela abriu o capô do carro, a cabeça de Giggs “apareceu”. “Não tenho ideia de quantas vidas ele tem, mas essa viagem deve ter lhe custado umas três”, brincou Griffith.
“Ele estava simplesmente sentado”, agregou a dona. “Não entendo como ele conseguiu se manter ali (por tanto tempo).”
Griffith afirmou que o único dano sofrido pelo gato foi ter perdido algumas de suas unhas.
Depois do episódio, Giggs, que já tem 13 anos de idade, voltou a se esconder junto ao motor do carro, mas foi descoberto pela dona antes que ela ligasse o carro.
Hipopótamos geralmente não são devorados por leões - e não só eles são um adversário temível, mas eles passam boa parte do dia submersas e escondido da vista em lagos e rios.
Este hipopótamo em particular, claramente participou de uma luta territorial com outro hipopótamo, e ficou gravemente ferido. Seus ferimentos eram graves o suficiente para ele permanecer fora da água, e é isso que levou à sua morte final.
Dois famintos leões machos descobriram o pé ao lado do hipopótamo, e oportunistas que são, decidiram que eram mais do que um jogo para o animal ferido. No entanto, o hipopótamo era ainda extremamente forte e colocou-se em uma firme luta contra os dois leões. Cerca de cinco horas depois que viu pela primeira vez o hipopótamo, e após uma batalha realmente cansativa, os leões finalmente trouxeram o hipopótamo para o chão e foram recompensados com uma refeição digna para o rei da selva.
Neste vídeo abaixo, o orgulhoso Leão não consegue matar um hipopótamo fêmea em tentativa de caça.
Sobrevivência da espécie animal mais forte em uma luta entre o hipopótamo e o leão, animais selvagens africanos. BBC.
Menino sobrevive na selva por oito meses com ajuda de macaco
Esse pequeno Tarzan foi encontrado por um pescador. Para sobreviver, Fernando bebia a água e comia a polpa do coco verde. Ele se alimentava também de um caramujo grande.
Duas ilhas formam um país inteiro: São Tomé e Príncipe. Para onde quer que a gente olhe percebe-se que os deuses da criação deixaram no local uma assinatura definitiva, a de que não há limite para o belo.
Mal se vê o país no mapa. Ele é tão pequeno e tão fascinante, encravado na costa da África Ocidental, cercado por todos os lados pelo Oceano Atlântico.
Todo o território de São Tomé e Príncipe mede pouco mais de 1.000 km2 que hospedam um santuário no continente africano: uma floresta equatorial. É a mistura perfeita de tons que contrastam com as rochas vulcânicas. As praias estão entre as mais bonitas do mundo.
E as matas, intocadas desde que os portugueses descobriam essas ilhas em 1470, guardam um tesouro. O país africano, de 160 mil habitantes que falam a língua portuguesa, é cheio de encantos e mistérios.
Agora, contaremos uma estória incrível. Até parece ficção, saída de um livro de aventuras infantis. Quem nunca ouviu falar no menino Mogli - o garoto criado pelos bichos em uma das florestas mais fascinantes do mundo? E o Tarzan? São lendas que encantaram gerações e mexeram com a nossa imaginação, mas a aventura que descobrimos nessas ilhas é pura realidade.
O cenário é uma floresta africana. O personagem é uma criança, um menino que com apenas 8 anos teve que enfrentar desafios quase impossíveis de serrem vencidos para sobreviver: mata fechada, medo, bichos que ele nem conhecia, escuro da noite, gritos que ninguém escutava. Durante oito meses, Fernando ficou perdido na floresta.
Pela primeira vez, depois de três anos, o garoto concordou em voltar ao lugar de tantos pesadelos. O acesso requer coragem. A estrada vira caminho, vira atalho, vira desafio. Duas horas e meia depois, chegamos ao ponto onde tudo começou.
O menino nunca tinha visto um boi: animal raro na Ilha de Príncipe. “O boi começou a ir para a mata e comecei a acompanhar boi”, lembra Fernando Neves Umbelino, hoje com 11 anos.
E a curiosidade dele se transformou em um desespero. “Ele foi com o boi a uma longa distância e não conseguiu regressar. Passamos dia e noite à procura dele”, conta Frederico Neves Umbelino, irmão de Fernando.
E nada. Os moradores da cidade, a equipe de resgate: todos foram ajudar nas buscas. “Procuramos durante duas, três semanas, e não o encontramos”, revela Frederico.
Fernando conta que, no princípio, quando viu que estava perdido, ele gritou pelos irmãos e que ninguém escutava. “Sentia vontade de ver meu pai, minha mãe, meus irmãos. Chorei muito. Eu pedi a Deus, ao anjo da guarda para estar com a minha mãe”, diz o menino.
E assim foram os 240 dias e noites que ele passou isolado. “Eu procurei bastante o caminho, mas não consegui ver”, afirma Fernando.
Ele ainda revela que, na hora de dormir, se escondia debaixo de uma pedra. O irmão Frederico conta que a família sofreu muito com o desaparecimento de Fernando: “foi muito difícil. Não comia, passava a vida a chorar”.
Fernanda Neves Umbelino, a mãe do menino, conta os momentos em que mais se lembrava de que o seu filho estava na floresta: “no momento em que eu ia para cama, não via ele ir para cama, e no momento de refeição, em que colocava a mesa e sentia falta dele”.
Mas Gervásio Umbelino, o pai de Fernando, nunca perdeu a esperança: “eu nunca tirei a chave da porta da minha casa, principalmente à noite. A chave estava sempre na porta. A qualquer momento, ele podia aparecer e podia calhar de não estar ninguém em casa, mas, com chave na porta, ele conhece a casa muito bem, ele podia chegar e entrar”.
Na floresta, as lembranças do menino vêm à tona. Fernando faz questão de mostrar como se acomodava quando escurecia. Ele se encaixa com facilidade entre as pedras cheias de limo. Como sempre estava à procura do caminho de casa, trocava de pedras com frequência.
E como nas revistas em quadrinho ou nos desenhos animados, Fernando encontrou na floresta um amigo inseparável: um macaco.
O menino conta que o animal não saía de perto dele, ficava por perto o dia inteiro e a noite toda. O macaco trepava no coqueiro, pegava coco, quebrava o coco e dava para o menino.
Fernando bebia a água e comia a polpa do coco verde. Ele se alimentava também de um caramujo grande, que nasce nos troncos das árvores. Hoje, na vizinhança, ele é conhecido como o pequeno Tarzan. Não faltou valentia para honrar o título.
Quanto mais Fernando tentava achar o caminho de volta, mais ele se distanciava de casa. Um dia, chegou a uma praia selvagem, totalmente deserta, até que avistou um pescador e levou um susto. “Senti medo de ele fazer qualquer coisa má”, revela o menino.
Medo e espanto também foram as sensações do pescador Inocêncio dos Prazeres, quando viu de longe o garoto: achou que era assombração.
“Eu rezei um ‘Pai Nosso’. Comecei a pedir Deus, pedir Jesus Cristo para me ajudar, me dar coragem para chegar perto do menino. Ele saltou de uma ponta a outra e fez um pulo igual a um macaco. Ele não queria que eu chegasse perto dele. Quando segurei ele , ele estava só limo”,
Quando foi encontrado, as roupas de Fernando estavam só trapos. “Ele estava com muito medo. Eu também tive medo”, afirma Inocêncio.
Fernando teria virado o menino da selva? O primeiro a receber a notícia de que ele tinha aparecido foi o pai. A mãe precisou de calmante. Os pais lembram a volta do menino à cidade: “quando chegamos, a praça estava uma multidão. Ele olhou e começou a rir. Mas foi lá que lágrimas começaram”.
Lembrar o reencontro com o filho, naquele dia, traz de volta momentos de dor e de alegria.
A estória de Fernando não termina aí. A aventura revelou o que para muita gente deste lugar ainda era desconhecido: o poder da comida de cada dia dessa população. Quando voltou para casa, nem desnutrido o menino estava. A mãe não tem dúvida. A razão da resistência física ela nos mostra no terreiro de casa.
“Eu faço comida com folha de maquequê, folha de matabaleria. Dou fruta, dou banana”, afirma Fernanda Umbelino, a mãe do menino.
Seria este o segredo da força de Fernando? A aventura do menino na selva pode criar um novo capítulo na história da medicina. Cientistas não conseguem entender por que o garoto não contraiu malária.
Uma hipótese: o maquequê que ele comia todos os dias, em casa, pode ser uma espécie de vacina natural contra a doença. Será que este povo terá descoberto, sem saber, o princípio da comida medicinal?
Labrador acabou ganhando o nome de 'Bala' por causa da sorte. Quando estiver recuperado, ele deve ser colocado para adoção.
Um labrador de dois anos de idade se recupera bem em um abrigo de animais em Kansas City, no estado do Missouri (EUA), depois de ter sido baleado quatro vezes, segundo reportagem do jornal “Kansas City Star”.
De acordo com a porta-voz do abrigo de animais, Ashlee Parker, o cão foi encontrado há algumas semanas no Condado de Caldwell após ter levado quatro tiros, sendo um na cabeça e outro no pescoço.
O labrador acabou ganhando o nome de “Bullet (Bala)” por causa da sorte de ainda estar vivo.
A porta-voz Ashlee Parker disse que o cão é extremamente amigável e não sabe quem atirou nele. Quando estiver totalmente recuperado dos ferimentos, “Bullet” deve ser colocado para adoção.