Cervo-robô ajuda no flagrante a caçadores ilegais na Flórida
Robôs de controle remoto mexem cabeça e rabo e parecem de verdade.
Eles ajudam autoridades a evitar a caça noturna, que é ilegal.
Cervo-robô em imagens divulgada pelo Departamento de Fauna e Flora do estado americano da Flórida. As autoridades estão usando os robôs como 'iscas' para pegar caçadores ilegais noturnos -a caça noturna é proibida o ano todo no estado. Os robôs são movidos por controle remoto e movem a cabeça e o rabo de maneira realista. As autoridades ficam 'de campana' próximo ao local e autuam os caçadores. A tecnologia funcionou tão bem que vai começar a ser usada também no estado de Utah (Foto: AP)
G1
Da AP
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A polêmica do gato caçador
LONDRES - Um estudo publicado na revista científica "Biological Conservation" sugere que a superpopulação felina, onipresente em cidades de todo o mundo, prejudica animais silvestres que vivem junto a áreas urbanas. Para salvar a fauna nativa só haveria um caminho: limitar o número de gatos que uma residência poderia abrigar. Esta é a recomendação do australiano Michael Carver, da Universidade Murdoch, autor da pesquisa. Há, no entanto, quem seja mais radical com os bichanos, propondo seu registro junto às autoridades, ou até mesmo a castração compulsória.
Calver alega que a falta de controle sobre a população felina está contribuindo para reduções no número de animais silvestres que vivem junto a áreas urbanas. As maiores ameaças seriam os gatos de rua. Só que mesmo animais com lar também contribuem para uma matança que apenas no Reino Unido é responsável por quase 90 milhões de vítimas entre pequenos animais anualmente. Daí a sugestão do australiano de que os felinos passem mais tempo dentro de casa e, quando saiam, usem coleiras com guizos para alertar outros animais.
No estudo, Calver faz questão de diferenciar gatos domésticos daqueles que vivem nas ruas. Se os abandonados podem, por uma questão de sobrevivência, voltar a um estado perto do selvagem, no caso dos animais domésticos o problema é a superpopulação. A concentração habitacional em áreas urbanas pode culminar com a existência de pelo menos 100 gatos por quilômetro quadrado no Reino Unido. Isso torna o jogo desigual para os animais silvestres, já às voltas com a destruição de seus habitats.
- A expansão urbana tem aumentado a importância de jardins para esses animais, o que contribui para maiores ameaças por conta da interação com felinos. É claro que não podemos culpar os gatos, mas isso também não nos impede de tomar precauções - afirmou o cientista.
Entre elas estão desde dispositivos como a coleira de guizos como até a proibição de gatos em áreas próximas a regiões com ameaça de extinção à fauna local. Recentemente, a prefeitura da cidade de Warwick, na região central da Inglaterra, começou a debater um projeto de lei que limita a posse de cães e gatos a três animais por residência.
Calver não é o único acadêmico defendendo controles populacionais. Há estudos na França e nos EUA que alertam para efeitos da voracidade de gatos domésticos. E a preocupação aumenta num momento em que a economia cambaleante tem resultado em casos e mais casos de abandono de animais por donos querendo economizar nas contas do mês.
O Globo
Calver alega que a falta de controle sobre a população felina está contribuindo para reduções no número de animais silvestres que vivem junto a áreas urbanas. As maiores ameaças seriam os gatos de rua. Só que mesmo animais com lar também contribuem para uma matança que apenas no Reino Unido é responsável por quase 90 milhões de vítimas entre pequenos animais anualmente. Daí a sugestão do australiano de que os felinos passem mais tempo dentro de casa e, quando saiam, usem coleiras com guizos para alertar outros animais.
No estudo, Calver faz questão de diferenciar gatos domésticos daqueles que vivem nas ruas. Se os abandonados podem, por uma questão de sobrevivência, voltar a um estado perto do selvagem, no caso dos animais domésticos o problema é a superpopulação. A concentração habitacional em áreas urbanas pode culminar com a existência de pelo menos 100 gatos por quilômetro quadrado no Reino Unido. Isso torna o jogo desigual para os animais silvestres, já às voltas com a destruição de seus habitats.
- A expansão urbana tem aumentado a importância de jardins para esses animais, o que contribui para maiores ameaças por conta da interação com felinos. É claro que não podemos culpar os gatos, mas isso também não nos impede de tomar precauções - afirmou o cientista.
Entre elas estão desde dispositivos como a coleira de guizos como até a proibição de gatos em áreas próximas a regiões com ameaça de extinção à fauna local. Recentemente, a prefeitura da cidade de Warwick, na região central da Inglaterra, começou a debater um projeto de lei que limita a posse de cães e gatos a três animais por residência.
Calver não é o único acadêmico defendendo controles populacionais. Há estudos na França e nos EUA que alertam para efeitos da voracidade de gatos domésticos. E a preocupação aumenta num momento em que a economia cambaleante tem resultado em casos e mais casos de abandono de animais por donos querendo economizar nas contas do mês.
O Globo
sábado, 30 de outubro de 2010
Leão vs Hipopótamo Fêmea. Será que o rei dos animais vai matar o "cavalo de rio"? Vídeo
Hipopótamos geralmente não são devorados por leões - e não só eles são um adversário temível, mas eles passam boa parte do dia submersas e escondido da vista em lagos e rios.
Este hipopótamo em particular, claramente participou de uma luta territorial com outro hipopótamo, e ficou gravemente ferido. Seus ferimentos eram graves o suficiente para ele permanecer fora da água, e é isso que levou à sua morte final.
Dois famintos leões machos descobriram o pé ao lado do hipopótamo, e oportunistas que são, decidiram que eram mais do que um jogo para o animal ferido. No entanto, o hipopótamo era ainda extremamente forte e colocou-se em uma firme luta contra os dois leões. Cerca de cinco horas depois que viu pela primeira vez o hipopótamo, e após uma batalha realmente cansativa, os leões finalmente trouxeram o hipopótamo para o chão e foram recompensados com uma refeição digna para o rei da selva.
Neste vídeo abaixo, o orgulhoso Leão não consegue matar um hipopótamo fêmea em tentativa de caça.
Sobrevivência da espécie animal mais forte em uma luta entre o hipopótamo e o leão, animais selvagens africanos. BBC.
Este hipopótamo em particular, claramente participou de uma luta territorial com outro hipopótamo, e ficou gravemente ferido. Seus ferimentos eram graves o suficiente para ele permanecer fora da água, e é isso que levou à sua morte final.
Dois famintos leões machos descobriram o pé ao lado do hipopótamo, e oportunistas que são, decidiram que eram mais do que um jogo para o animal ferido. No entanto, o hipopótamo era ainda extremamente forte e colocou-se em uma firme luta contra os dois leões. Cerca de cinco horas depois que viu pela primeira vez o hipopótamo, e após uma batalha realmente cansativa, os leões finalmente trouxeram o hipopótamo para o chão e foram recompensados com uma refeição digna para o rei da selva.
Neste vídeo abaixo, o orgulhoso Leão não consegue matar um hipopótamo fêmea em tentativa de caça.
Sobrevivência da espécie animal mais forte em uma luta entre o hipopótamo e o leão, animais selvagens africanos. BBC.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Caça. Recomeça temporada de matança a golfinhos no Japão
TÓQUIO - O principal personagem do filme "The Cove" - documentário sobre a matança de golfinhos no Japão que ganhou o Oscar de 2010 - decidiu não ir à cidade de Taiji este ano para acompanhar a temporada de caça dos cetáceos, que acontece a partir de setembro no Japão. Ric O'Barry, um ex-treinador que se transformou no principal nome da campanha contra a captura e matança dos golfinhos, foi alvo de ameaças de morte de grupos da extrema direita japonesa, que consideram o filme uma ofensa ao país. Para evitar violência, o ativista contou que preferiu seguir o conselho da polícia local e não pisar em Taiji. A pequena cidade de 3.400 habitantes, no entanto, está sendo monitorada por outros grupos ambientalistas e pela imprensa, mas O'Barry admite que talvez a pressão apenas irrite ainda mais os pescadores.
- Talvez seja a hora de recuar e deixar os japoneses enfrentarem esse problema e abraçarem essa causa - disse o ativista em Tóquio, onde faz campanha para evitar a matança a golpes de arpão, registrada de forma impressionante no documentário de Louie Psihoyos, um fotógrafo da "National Geographic".
Por enquanto, não há sinais de sangue nas águas de Taiji neste início da temporada de caça, mas ativistas relataram a captura de pelo menos 20 golfinhos nos últimos dias, que provavelmente serão vendidos a parques aquáticos. A cada ano, cerca de 1.500 cetáceos são mortos na região, a sete horas de trem de Tóquio. Na capital japonesa, O'Barry entregou à Embaixada dos EUA uma petição pelo fim da caça com 1,7 milhão de assinaturas de 151 países. O ex-treinador quer que o governo americano pressione o Japão a proibir a prática, mas apesar de "The Cove" ter mostrado ao mundo o que acontece na isolada baía de Taiji, o assunto ainda não é um debate de grandes proporções entre os japoneses.
- A mídia japonesa não tem muito interesse no assunto. Alguns repórteres me disseram que gostariam de relatar toda a história, mas ela dificilmente será publicada - acusa O'Barry, que agora estrela também um programa no canal de TV a cabo "Animal Planet".
- Talvez seja a hora de recuar e deixar os japoneses enfrentarem esse problema e abraçarem essa causa - disse o ativista em Tóquio, onde faz campanha para evitar a matança a golpes de arpão, registrada de forma impressionante no documentário de Louie Psihoyos, um fotógrafo da "National Geographic".
Os pescadores de Taiji alegam que matar golfinhos e comer sua carne é uma tradição milenar, mas O'Barry - o homem que treinou os golfinhos da série "Flipper" antes de virar um ativista - não aceita essa explicação. Segundo ele, a prática só começou em 1933 e, além disso, o fato de a carne de golfinho ser contaminada por mercúrio, como mostra o documentário, deveria pesar mais do que qualquer questão cultural.
- A carne já foi retirada da merenda escolar das crianças de Taiji por causa da contaminação, mas continua sendo vendida no mercado sem nenhuma advertência. Isso deixou de ser uma campanha de proteção dos animais para se tornar um problema de direitos humanos. Os japoneses têm o direito de saber o que estão comendo - defendeu.
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O ex-treinador, no entanto, condenou a tática de grupos como o Sea Shepherd, que persegue a frota japonesa no Ártico para impedir a caça de baleias, o que já levou a choques em alto-mar. Membros da organização estão em Taiji, mas O'Barry teme que seus métodos sejam contraproducentes.
- Nós precisamos trabalhar com os japoneses e não contra eles - afirmou, acrescentando que "The Cove" não é um filme contra o Japão. - O povo de Taiji é inocente. A matança é feita por uma minoria. São 13 barcos, com dois homens em cada um. Estamos falando de 26 caras que conseguiram denegrir a imagem de um país - declarou.
Por enquanto, não há sinais de sangue nas águas de Taiji neste início da temporada de caça, mas ativistas relataram a captura de pelo menos 20 golfinhos nos últimos dias, que provavelmente serão vendidos a parques aquáticos. A cada ano, cerca de 1.500 cetáceos são mortos na região, a sete horas de trem de Tóquio. Na capital japonesa, O'Barry entregou à Embaixada dos EUA uma petição pelo fim da caça com 1,7 milhão de assinaturas de 151 países. O ex-treinador quer que o governo americano pressione o Japão a proibir a prática, mas apesar de "The Cove" ter mostrado ao mundo o que acontece na isolada baía de Taiji, o assunto ainda não é um debate de grandes proporções entre os japoneses.
- A mídia japonesa não tem muito interesse no assunto. Alguns repórteres me disseram que gostariam de relatar toda a história, mas ela dificilmente será publicada - acusa O'Barry, que agora estrela também um programa no canal de TV a cabo "Animal Planet".
A minissérie "Blood Dolphins" mostra a luta dos ativistas em Taiji e nas Ilhas Salomão, na Oceania, onde matar golfinhos é uma prática de 400 anos e até o dente do cetáceo é considerado valioso.
- Ensinamos aos pescadores atividades alternativas e, pela primeira vez, eles estão dispostos a interromper o massacre. Se isso é possível nas Ilhas Salomão, acredito que também será no Japão - disse o ativista americano, de 70 anos.
O Globo
O Globo
sábado, 3 de abril de 2010
Qual felino é o melhor caçador?
O leopardo é o que tem a tática de caça mais sofisticada, mas o guepardo é mais veloz, o leão ataca em grupo, o tigre abate presas maiores e a onçapintada tem a dentada mais violenta. Ou seja, as cinco principais espécies de felinos dividem democraticamente a vantagem nas principais características de caça. Todos eles são carnívoros e muitas vezes disputam as mesmas presas. Mas essas semelhanças não são suficientes para comparar e avaliar se uma espécie de felino caça melhor que outra, diz o biólogo Rogério de Paula, do Centro Nacional de Pesquisas para Conservação dos Predadores Naturais. A sobrevivência da espécie ao longo do tempo, sim, é um forte indício de que o estilo de caça é eficiente, completa Rogério. :o{
CLUBE DOS CINCO
Apesar de menores, leopardo e guepardo não fazem feio
O MAIS AGRESSIVO: ONÇA-PINTADA
Principais presas: Capivara, queixada, veado,anta, tatu, tartaruga, jacaré etc.
As pintas ou rosetas servem como camuflagem na hora da caçada. Os grossos dentes caninos não se quebram ao morder ossos ou cascos e os músculos da mandíbula tornam a mordida uma das mais poderosas O maior felino das Américas quase sempre ataca metendo os dentes caninos no crânio ou no pescoço das presas. Isso permite que a onça se alimente de animais literalmente casca-grossa, como tatus e tartarugas, e de cabeças-duras, como búfalos.
O MAIS ESPERTO: LEOPARDO
Principais presas: Antílopes de médio porte
A estrutura muscular reforçada, principalmente nas patas dianteiras, permite que o leopardo carregue presas com até o triplo de seu próprio peso para alturas superiores a 10 metros Por ser um felino de médio porte, o leopardo compensa a menor força na mandíbula com muita agilidade. Depois de sufocar a presa com uma mordida na garganta, ele a leva para o alto de árvores, evitando que outros predadores roubem o alimento.
O MAIS SOCIÁVEL: LEÃO
Principais presas: Zebra, gnu, entre outros mamíferos com casco
Os leões contam com a grande juba para parecer maiores do que realmente são e impor respeito a outros animais. As leoas têm grande força muscular para derrubar animais de grande porte O rei da selva vive em grupos de até 30 indivíduos, formados por poucos machos adultos, que protegem várias fêmeas e filhotes. Na hora da caça, rola um trabalho coletivo: as leoas se juntam, cercam a presa e a abatem. Os machos adultos não participam do ataque, mas são os primeiros a comer.
O MAIS COMILÃO: TIGRE
Principais presas: Veado, javali e até búfalo
Além do grande porte e da força nas patas características comuns a leões e onças, que ajudam na hora de derrubar presas grandes , os tigres têm as listras para ajudar na camuflagem O maior dos felinos, com até 3 metros de comprimento (sem contar o rabo de 1 metro) e 300 quilos de peso, pode abater búfalos de até 1 tonelada. Como aperitivo, chega a mandar até 40 quilos de comida para o bucho logo depois da caça só para matar a fome mais urgente.
O MAIS VELOZ: GUEPARDO
Principal presa: Gazela
Garras não retráteis ajudam na arrancada, o corpo esguio e a coluna vertebral mais flexível auxiliam na aerodinâmica e aumento da velocidade, e o rabo comprido dá estabilidade para manobras velozes Por não ter corpo e mordida tão fortes, o guepardo se garante na velocidade, superando os 110 km/h. Depois de percorrer 500 metros em velocidade máxima, porém, o bichano fica tão cansado que pode acabar virando presa.
Fonte: mundoestranho.abril.com.br
CLUBE DOS CINCO
Apesar de menores, leopardo e guepardo não fazem feio
O MAIS AGRESSIVO: ONÇA-PINTADA
Principais presas: Capivara, queixada, veado,anta, tatu, tartaruga, jacaré etc.
As pintas ou rosetas servem como camuflagem na hora da caçada. Os grossos dentes caninos não se quebram ao morder ossos ou cascos e os músculos da mandíbula tornam a mordida uma das mais poderosas O maior felino das Américas quase sempre ataca metendo os dentes caninos no crânio ou no pescoço das presas. Isso permite que a onça se alimente de animais literalmente casca-grossa, como tatus e tartarugas, e de cabeças-duras, como búfalos.
O MAIS ESPERTO: LEOPARDO
Principais presas: Antílopes de médio porte
A estrutura muscular reforçada, principalmente nas patas dianteiras, permite que o leopardo carregue presas com até o triplo de seu próprio peso para alturas superiores a 10 metros Por ser um felino de médio porte, o leopardo compensa a menor força na mandíbula com muita agilidade. Depois de sufocar a presa com uma mordida na garganta, ele a leva para o alto de árvores, evitando que outros predadores roubem o alimento.
O MAIS SOCIÁVEL: LEÃO
Principais presas: Zebra, gnu, entre outros mamíferos com casco
Os leões contam com a grande juba para parecer maiores do que realmente são e impor respeito a outros animais. As leoas têm grande força muscular para derrubar animais de grande porte O rei da selva vive em grupos de até 30 indivíduos, formados por poucos machos adultos, que protegem várias fêmeas e filhotes. Na hora da caça, rola um trabalho coletivo: as leoas se juntam, cercam a presa e a abatem. Os machos adultos não participam do ataque, mas são os primeiros a comer.
O MAIS COMILÃO: TIGRE
Principais presas: Veado, javali e até búfalo
Além do grande porte e da força nas patas características comuns a leões e onças, que ajudam na hora de derrubar presas grandes , os tigres têm as listras para ajudar na camuflagem O maior dos felinos, com até 3 metros de comprimento (sem contar o rabo de 1 metro) e 300 quilos de peso, pode abater búfalos de até 1 tonelada. Como aperitivo, chega a mandar até 40 quilos de comida para o bucho logo depois da caça só para matar a fome mais urgente.
O MAIS VELOZ: GUEPARDO
Principal presa: Gazela
Garras não retráteis ajudam na arrancada, o corpo esguio e a coluna vertebral mais flexível auxiliam na aerodinâmica e aumento da velocidade, e o rabo comprido dá estabilidade para manobras velozes Por não ter corpo e mordida tão fortes, o guepardo se garante na velocidade, superando os 110 km/h. Depois de percorrer 500 metros em velocidade máxima, porém, o bichano fica tão cansado que pode acabar virando presa.
Fonte: mundoestranho.abril.com.br
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