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domingo, 25 de setembro de 2011

Esquilo bota para correr cobra venenosa que mata 60% de humanos atacados

Esquilo encara e afugenta cobra em parque da África do Sul
Cobra do Cabo mata 60% dos humanos que ataca.
Mamífero usa reflexos rápidos para frustrar o réptil até ele ir embora.

A venenosa cobra do Cabo é a que mata mais pessoas na África do Sul. Sem tratamento, a taxa de mortalidades entre humanos atacados é de 60%. Um esquilo, porém, não demonstra medo pelo réptil assassino e o provoca no parque transfronteiriço Kgalagadi, segundo o jornal inglês "The Sun".

Esquilo balança rabo felpudo como uma capa de toureiro (Foto: Reprodução)

O esquilo balança seu rabo felpudo como uma capa de toureiro. O veterinário da Cidade do Cabo, Malan van Zyl, explica a cena. “Depois de se cansar do seu jogo provocativo, o esquilo se sentou para comer e ficou encarando a cobra. Foi um ato irrepreensível de desafio. A cobra, desafiada e derrotada, rasteja para longe”, diz.
Cenas como essa não são frequentes, mas acontecem quando uma cobra do Cabo passa perto de esquilos procurando por comida sob o sol forte. Em vez de fugir, o mamífero usa seus reflexos rápidos para frustrar o réptil até ele perder interesse e ir embora.



Do G1

domingo, 8 de maio de 2011

Pererecas venenosos

Pererecas são menores que os sapos e as rãs, tem pernas finas e longas podendo saltar ate 2m de distância.
As pontas de seus dedos tem um tipo de ventosa que permite que este animal possa escalar árvores e paredes.

Costumam viver em árvores e sua principal caracteristica são os olhos esbugalhados.
Hábtat: geralmente em árvores
Tamanho: menos de 10cm
família: Hylídeos

A maioria das pererecas venenosas vivem na america do sul e central.
As de cores fortes como amarelo com preto ou vermelho com preto são as mais venenosas.

Perereca ou rela é o nome comum que se dá aos anfíbios anúros da familia Hylidae.De pequeno porte, caracterizam-se pelos dedos caracterizados em ventosa, que lhes permitem prender-se a superfícies verticais.
As pererecas, assim como sapos e rãs, estão sendo banidos devido alterações e destruição de seu habitat e, apesar de causarem certo nojo e pavor, são indicadores de um meio ambiente saudável.
Alimenta-se principalmente de insetos e outros invertebrados, mas algumas espécies maiores podem alimentar-se de pequenos vertebrados.

São facilmente encontradas no verão, na estação chuvosa, época em que há um maior número de locais propícios à reprodução.Os Hylídeos depositam seus ovos em uma variedade de diferentes lugares, dependendo da espécie. Muitas usam lagoas, outros usam poças d'água que coletam os buracos de suas árvores, enquanto outros usam as bromélias ou outras plantas de retenção de água. Outras espécies colocam seus ovos sobre as folhas de vegetação emergente da água, permitindo aos girinos cair na lagoa quando eclodem.


Os anfíbios (gr. amphi = dupla + bios = vida) incluem três grandes ordens: anuros (sapos e rãs), urodelos (salamandras, tritões e afins) e ápodos (cecílias), além de várias formas fósseis do Devónico (considerado a idade dos anfíbios) e períodos seguintes. O nome da classe refere, adequadamente, que a maioria das espécies passa parte do seu ciclo de vida em terra e parte em água doce (nunca vivem no mar).

As salamandras apresentam cabeça e pescoço distintos, tronco longo (cilíndrico ou achatado) e uma longa cauda.

Sapos e rãs têm cabeça e tronco unidos num grande corpo achatado, sem pescoço e cauda, patas anteriores curtas e posteriores longas.

As cecílias são vermiformes, sem patas e com pequenas escamas internas na pele.

São comuns em regiões temperadas mas a grande maioria é tropical, embora alguns vivam em zonas frias (congelam no período frio) ou desérticas (escondem-se durante o período seco e são nocturnos).


Tanto na estrutura como na função, os anfíbios situam-se entre os peixes e os répteis, sendo o primeiro grupo de cordados a viver em meio terrestre. Os primeiros anfíbios apresentavam pulmões mas também tinham características típicas de peixe, como a pele coberta de escamas e uma cauda suportada por raios cartilagíneos.

A adaptação á vida em meio terrestre levou ao surgimento de características como patas, pele e pulmões (para facilitar a respiração), narinas em comunicação com a cavidade bucal, excreção de menor quantidade de produtos tóxicos e órgãos dos sentidos que funcionam tanto em terra como na água.

Apesar das suas muitas adaptações ao meio terrestre, os anfíbios como grupo estão limitados, na sua expansão para meios secos, pela sua dependência da respiração cutânea, incapacidade de produzir urina concentrada e falta de um ovo resistente á dessecação.

Como evoluíram os anfibios

Entre as muitas espécies de peixes que habitavam o globo no Devoniano, um grupo desempenhou um grande papel na evolução: foram os Crossopterígeos, ancestrais imediatos dos primeiros vertebrados terrestres.
A passagem da água para a terra foi uma passo muito significativo para a evolução. Iniciou-se no final do Devoniano com os primeiros anfíbios e mais tarde foi completada pelo desenvolvimento dos répteis no Paleozóico Superior.

A chamada saída das águas ocorreu há mais ou menos 350 milhões de anos, quando alguns Crossopterígeos subiram à terra, provavelmente a procura de áreas úmidas e assim devem ter originado os anfíbios. Essa transmigração exigiu múltiplas transformações anatômicas e fisiológicas, cujo resumo se pode observar seguindo a transformação de um girino em rã.

Os primeiros anfíbios eram providos de ossificações numerosas e maciças, dentes complexos e escamas ossificadas na pele. O primeiro tetrápode conhecido foi o Ichthyostega, que possuia uma anatomia comparada aos Crossopterígeos, mas um teto craniano diferente e a presença de membros locomotores.

Entre as inúmeras modificações do esqueleto que os anfíbios passaram, muitas parecem ligadas à necessidade de uma vida terrestre (ou pelo menos parcialamente terrestre). A coluna vertebral é reforçada por costelas fortes; a cintura escapular é libertada, adquirindo mobilidade e reforçando-se ventralmente; a cintura pélvica fixa-se a coluna vertebral. O conjunto de ossos que cobrem as brânquias dos peixes reduz-se e um dos seus elementos, transformado em membrana, vai permitir a audição no meio aéreo: trata-se do tímpano; o osso que liga, a partir de então, o tímpano ao ouvido interno e transmite as vibrações, a columela, não é mais que a parte dorsal do arco hióideo que servia para sustentar a mandíbula dos peixes (Ricqlès, 1989).

Ichthyostega

Este é considerado o tetrápode mais primitivo do mundo a andar sobre a Terra viveu no Devoniano da Groenlândia

Paleoecologia

A grande questão que envolve o aparecimento dos anfíbios é explicada pela Paleoecologia. A seca temporária dos lagos onde viviam numerosos Sarcopterígios no Devoniano, talvez tivesse favorecido os indivíduos capazes de respirar o ar atmosférico, de resistir a dessecação e até de se deslocar do solo em busca de água. O meio terrestre, já invadido por vegetais e artrópodes, consistia em um novo reservatório de recursos alimentares, potencialmente exploráveis. Uma vez diferenciados, os anfíbios primitivos vão diferenciar-se muito, isto é, dar origem a um número elevado de espécies desde o Carbonífero Inferior até o Triássico Superior.

Mal conhecidos no Carbonífero Inferior, abundam os pântanos hulhíferos do Carbonífero Superior.

Particularmente variados e numerosos nos ecossistemas do Permiano Inferior, os anfíbios chegam mesmo a adaptar-se a meios francamente terrestres. Todavia a maioria readapta-se ao meio aquático no Permiano Superior e no Triássico.

As principais características dos anfíbios são:

A pele é úmida e glandular, formando um revestimento corporal fino e sem escamas, o que tornaria estes animais pequenos demasiado expostos a predadores. Por esse motivo surgem numerosas glândulas secretoras (A) de substâncias tóxicas ou alucinogénias.

O esqueleto é, em sua grande maioria, ossificado, o crânio apresenta dois côndilos occipitais, e as costelas (quando presentes) não estão ligadas ao esterno.

De modo geral têm dois pares de patas. As extremidades (com 4 ou 5 dedos) servem para andar, saltar (este modo de locomoção parece ter evoluído como uma forma rápida de escapar a predadores para a água) ou nadar, nunca existindo barbatanas pares e nas impares não existem raios de sustentação. Alguns não apresentam patas.

A pele dos anfíbios atuais é rica em glândulas mucosas e venenosas. O muco umedece a pele, protegendo-a da dessecação e auxilia na respiração cutânea. As glândulas venenosas produzem alcalóides de elevada toxicidade que atuam sobre o coração, reduzem a respiração, ou atacam o sistema nervoso. O veneno de certas rãs é usado por índios sul-americanos para envenenar suas flechas. Os anfíbios atuais não possuem escamas verdadeiras, sua pele pode possuir as mais variadas colorações, podendo alguns inclusive mudar de cor.

Sistema digestivo dos Anfíbios

Sistema digestivo associado a um par de orifícios (narinas) em comunicação com a cavidade bucal, fechadas por válvulas que impedem a entrada de água e onde se realiza a percepção química. A boca geralmente apresenta dentes finos e língua protrátil cuja base frontal é fixa.

Girinos se alimentam de algas e restos de animais e vegetais mortos. A alimentaçao dos adultos é quase exclusivamente carnívora e inclui desde pequenos moluscos, artrópodes e pequenos vertebrados até mamíferos.

Órgãos dos sentidos dos Anfíbios

Órgãos dos sentidos incluem olhos protegidos por pálpebras móveis e glândulas lacrimais (protegendo o olho num meio seco e cheio de partículas estranhas como é o terrestre), ouvidos com columela (desenvolvida a partir de ossos mandibulares dos peixes) e tímpano externo (sapos e rãs), permitindo uma ampliação dos fracos sons transmitidos pelo ar.

Com excepção das cecílias, cujo modo de vida obriga a utilizar o olfato, a maioria dos anfíbios utiliza a visão para detectar as presas, mesmo de noite.

Sistema circulatório dos Anfíbios

Sistema circulatório tem um coração com três câmaras (duas aurículas e um ventrículo), glóbulos vermelhos ovais e nucleados.

Sistema respiratório dos Anfíbios

Sistema respiratório apresenta brânquias (pelo menos em algum estádio da vida) e/ou pulmões, embora a pele e a mucosa bucal, separadamente ou em combinação, também sejam utilizadas, dependendo da etapa da vida do animal.

Entre os anfíbios podem ocorrer respiração branquial, cutânea, bucofaringeana e pulmonar, podendo atuar conjuntamente dois ou três mecanismos. Os girinos (formas jovens) respiram através de brânquias, que podem ser internas ou externas. Geralmente após a metamorfose as brânquias atrofiam e há um maior desenvolvimento dos pulmoes. A respiraçao cutânea ocorre nas formas adultas e jovens. No entanto, existem adultos sem pulmoes, onde predomina a respiraçao cutânea.

Algumas espécies de salamandras não apresentam pulmões, dependendo totalmente da pele e da cavidade bucal para a absorção de oxigénio. Na laringe de sapos e rãs existem cordas vocais, com as quais os machos emitem os chamamentos de acasalamento.

Sistema excretor dos Anfíbios

Sistema excretor composto por rins mesonéfricos.

A reprodução apresenta geralmente três fases: ovo, larva e adulto, ocorrendo uma metamorfose radical na passagem de larva aquática a adulto.

A fecundação é interna (geralmente urodelos e ápodos) ou externa (anuros), sendo as espécies geralmente ovíparas. A maioria deposita os seus ovos na água mas algumas espécies vão a terra para o fazer e outras ainda retêm os ovos no interior do corpo de formas diversas.

Quando a fecundação é interna, o esperma é transferido para o corpo da fêmea envolto numa cápsula gelatinosa - espermatóforo - como no caso dos urodelos ou através de um órgão semelhante a um pénis, como no caso dos ápodos. Para que tal aconteça com eficácia deve existir muita coordenação de movimentos, obtida por complicados rituais de acasalamento.

Os ovos contêm uma quantidade de vitelo apreciável e são envolvidos por uma capa gelatinosa que seca rapidamente em contacto com o ar, mas não têm anexos embrionários. Podem ser postos apenas 2 ou 3 ovos, soltos ou em cordões, mas algumas espécies atingem os 50000 ovos por postura.

Nas espécies que colocam os ovos em terra ou os retêm, o desenvolvimento é directo, pois a larva permanece no ovo até emergir como uma miniatura do adulto. Estas espécies têm a vantagem de se libertarem da dependência da água para a reprodução pois não existe fase larval aquática.

Os anfíbios não parecem organismos particularmente atraentes ou importantes mas são importantes controladores das populações de insetos e outros que rapidamente se podem tornar uma praga para o ser humano.

No entanto, não damos o devido valor a estes animais, cortando-lhes o acesso aos locais de reprodução com estradas e caminhos de ferro, drenando áreas úmidas e matando-os como animais "peçonhentos".

Atualmente uma nova e insidiosa ameaça surge contra esta classe, o desaparecimento da camada de ozônio e o uso intensivo de pesticidas na agricultura. Estes problemas não afetam apenas os seres humanos mas igualmente os anfíbios de pele nua, cujas populações estão em declínio acentuado devido ao aumento das radiações U.V. e cujos sistemas imunitários são permanentemente afetados pelos venenos transportados pelo vento.

Indicadores ambientais

Os anfíbios são verdadeiros sensores ambientais, denunciam a degradação de uma área antes de qualquer outra espécie e, se estudados, global e sincronicamente, eles têm a capacidade de comunicar o que está acontecendo com nosso planeta. São como um alerta vermelho (Conservation International - CI).

A Amazônia (não só a brasileira) e a Mata Atlântica, são os biomas mais importantes para a conservação dos anfíbios, por conta da grande diversidade de espécies e alto grau de endemismo (espécies que só ocorrem em um determinado local). Das 600 espécies de anfíbios registradas no Brasil, 455 (76%) existem apenas aqui. Somente na Mata Atlântica, foram catalogadas 372 espécies, sendo 260 (70%) endêmicas (Conservation International - CI).

Um dos motivos da sensibilidade dos anfíbios à saúde do meio ambiente está relacionado a seus diversos modos reprodutivos. Há espécies que depositam seus ovos em meio aquático (água corrente ou parada); em meio semi-aquático (em ninhos de espumas flutuantes ou na vegetação acima d’água); e ainda em ambiente terrestre, no solo da mata. Outros fatores que afetam a atividade reprodutiva dos anuros (sapos, rãs e pererecas) são a temperatura do ar, a quantidade de chuvas, a luminosidade, além da ação humana. Ao menor desequilíbrio em seus habitats naturais, o anfíbios - sobretudo os anuros - reduzem sua capacidade reprodutiva, podendo-se observar o rápido desaparecimento de populações (Conservation International - CI).

Observações sobre os representantes da Ordem Apoda (Gimnophiona)

Em diversos livros a cobra-cega é mostrada como sendo um anfíbio apoda (Ordem Gymnophiona) e o réptil anfisbenídeo como cobra-de-duas-cabeças.

O que acontece é que o nome popular "cobra-cega" é dado tanto para este anfíbio apoda como para o anfisbenídeo. Além disso, o anfisbenídeo é mais facilmente encontrado do que o anfíbio apoda. Uma espécie (Amphisbaena mertensii) é encontrada na Mata dos Godoy, ela apresenta hábitos subterrâneos e alimenta-se de pequenos invertebrados. Sua pele é dividida em anéis transversais.

Apresenta os olhos vestigiais, recobertos pela pele, daí vem o nome cobra-cega. Sua cauda é curta e grossa parecendo uma cabeça, de onde vem o nome cobra-de-duas-cabeças.

Família Ceciliidae - Siphonops annulata (cobra-cega)

Obs – É muito comum as pessoas confundirem a cobra de duas cabeça com a cobra cega. No entanto, a primeira é um réptil, apresentando a pele sulcada tanto no sentido transversal como longitudinal, formando uma série de reticulações, ao passo que a cobra-cega (anfíbio) tem um certo número de anéis e os segmentos são lisos, reluzentes.

Não apresentam apêndices locomotores. Seu corpo é recoberto por uma pele disposta em anéis. Elas vivem na terra como as minhocas e alimentam-se de larvas e outros pequenos animais.

Possuem hábitos fossoriais, isto é, vivem enterradas. Por isso possuem olhos pequenos e dependem de receptores químicos para detectar suas presas.

Podem ser aquáticas ou terrestres, mas todas respiram por pulmões. Alimentam-se de larvas de insetos, minhocas, vermes e insetos. São encontradas em hábitats tropicais.

Fonte: www.fag.edu.br

domingo, 29 de agosto de 2010

Os 10 animais mais perigosos e violentes do mundo

Os dez mais perigosos e os animais mais violentos do mundo. Com imagens de alta qualidade e ranqueado segundo a quantidade de mortes por ano que causam aos humanos. É lógico que esta lista não é definitiva e sempre comporta análises mais elaboradas o que poderia incluir outras espécies, mas é uma relação bem elaborada. Ah, sim, os seres humanos estariam na lista, mas resolvemos não incluí-lo, só consideramos os animais ditos 'irracionais'.

10. O Urso
Como seres humanos, partilhamos o nosso mundo, com muitas espécies diferentes e os animais. Vou levá-lo na aventura mostrando os 10 animais mais perigosos do mundo! 10. O urso  pode ser seu melhor amigo e fazer com que você só quiser abraçá-los. Mas na natureza, eles são da mesma forma? Ursos são extremamente perigosas encontrados na natureza. Nem imagine ir ao encontro de um urso no seu habitat selvagem.
Image via Wikipedia
Fatalidades por ano: 5 a 10


9.O Tubarão
Como crianças, todos nós fomos criados para ter medo de tubarões. Do sangue e dentes nos filmes, nós os odiamos. Bem, os tubarões não são tão maus como eles estão nos filmes, mas eles com certeza são costumam trazer mortes a humanos e acabam levando a fama de assassinos desagradávis.
Fatalidades por ano: cerca de 100

8. As Medusas
As medusas são criaturas extremamente interessante, mas assustadoras. De água-viva grande e chatas, extremamente pequenas.  Ao fazer o contato, os tentáculos da água-viva pode paralisar um ser humano e se manifesta como a parada cardíaca.

Imagem via Wikipedia


7. O Hipopótamo
Encontrados principalmente na África, o hipopótamo é um animal grande impiedoso que vive na água e na terra. Sua boca pode abrir até 4 pés e podem esmagar como uma marreta. Com estas características, ele está na 7º na posição.
Fatalidades por ano :100-150

6. O Elefante
Apesar de sua aparência amigável e inteligência, os elefantes são conhecidos por atacar sem aviso, por vezes, matando tratadores a quem conhecem há 15 anos. Com o seu enorme tamanho e presas, é fácil imaginar por que o elefante chegou à posição 6º posição.
Fatalidades por ano :300-500






5. O Crocodilo
Encontrados principalmente na África e na Austrália, o crocodilo é um dos animais mais mortais do mundo. O crocodilo tem uma incrível velocidade e força de esmagamento de ossos com a mandíbula. Uma refeição que vai durar um tempo para que ele possa aguardar na água feito uma planta até o próximo ataque.
Fatalidades por ano: 600-800


4. Grandes Felinos (leões, tigres e jaguares)
Animais como leões, tigres e jaguares todos caem em 4º lugar. Com velocidades de escandaloso, é certo que vai ser capturado, se você tirar a chance de risco e executar (se você já caiu para essa situação, não se virar e correr um pouco e olhar nos olhos e abra o seu casaco para fazê-lo parecer maior ).
Fatalidades por ano: cerca de 800

3. O escorpião
Embora muito menor do que a maioria das criaturas atrás dela, o escorpião tem uma picada venenosa. O escorpião provavelmente provoca mais mortes do que o registrado devido ao fato de que os ataques ocorrem em locais isolados como é o seu habitat.
Fatalidades por ano: 800-2000



2. Cobras Venenosas
Mais de 450 espécies de serpentes peçonhentas e 250 são capazes de matar um homem ampliando as chances de você encontrar uma cobra para ser extremamente perigoso. Os ataques ocorrem principalmente na África, Ásia e América do Norte. Os seres humanos são uma presa ideal para cobras venenosas, devido à circulação sanguínea. Uma vez injetado com o veneno, ele atravessa todo o corpo.
Fatalidades por ano :50.000 a 125.000
FOTO: Cobra rei. Fonte da imagem: mundo rastejante


E o momento que vocês todos estão esperando ... ....

1. O Mosquito


Aposto que você estava esperando o animal mais cruel mais assustador, mas a maior causa de morte em todo o mundo ... é o mosquito. Graças à sua capacidade de propagação de doenças, com uma eficiência assustadora, o mosquito ocupa sobejamente a posição número1. Mais conhecida pela disseminação da malária, os mosquitos também propagar elefantíase, a febre amarela e vírus do Nilo Ocidental e nós brasileiros podemos atestar muito bem, quem não soube de um caso de morte no seu bairro, sua cidade ou mesmo entre amigos e parentes que não tenha sido vítima fatal da famigerada dengue? Pois então, foi uma picada do mosquito Aedes Aegypti.
Fatalidades por ano: 2 a 3 milhões

Fonte: scienceray.com (com redação do Jornal dos Bichos)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Perigo: Peixe-leão causa maior 'infestação marinha da história' no Caribe

Vídeo: Lion Fish Hunting at Night




Peixe-leão causa maior 'invasão marinha da história' no Caribe, dizem cientistas
Espécie escapou de um aquário nos Estados Unidos e está infestando a América Central.
Animal de cara feia e espinhos venenosos engole peixes e crustáceos inteiros de uma vez.

Uma espécie de peixe venenosa está causando uma devastação entre a fauna nativa do Caribe depois de ter escapado de um tanque nos Estados Unidos, alertam cientistas que trabalham na área. O peixe-leão vermelho está aparecendo por toda a região, até mesmo nas áreas mais intocadas, engolindo exemplares de animais locais e atacando mergulhadores

O animal é nativo dos oceanos Pacífico e Índico e não tem predadores no Caribe. É capaz de cercar peixes e crustáceos de até metade do seu tamanho e engolir de uma vez só. Os pesquisadores observaram apenas um peixe-leão comendo até 20 outros peixes em menos de 30 minutos.

"Essa pode muito bem se tornar a mais devastadora invasão marinha da história", afirmou Mark Hixon, da Universidade Estadual do Oregon. Para ele, o que o peixe-leão está fazendo nos mares caribenhos é comparável ao estrago de uma praga de gafanhotos.

Embora seja chamado de "vermelho", a cor predominante da espécie é o branco, com listras vermelhas e marrons. Seus espinhos venenosos dão uma cara meio alienígena ao bicho. O veneno não é fatal para humanos, embora seja muito dolororido.

Para a União Mundial de Conservação, o peixe-leão vermelho é uma das piores espécies invasoras do mundo. E como ele nada muito fundo para ser pego por redes -- a forma mais comum de lidar com espécies invasoras animais na água --, os cientistas estão procurando descobrir o que pode servir como seu predador: tubarões, enguias e até humanos. Embora algumas pessoas garantam que o gosto do peixe não é ruim, os tubarões, em geral, se recusam a comer a espécie.

Peixe-leão


Fonte: G1, com informações da AP

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...