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sábado, 17 de agosto de 2013

Cientistas flagram dois primatas nadando e mergulhando nos EUA

Dupla de pesquisadores flagrou dois primatas que vivem em cativeiros norte-americanos nadando com agilidade. Até então, os evolucionistas acreditavam que os animais tinham medo de água. O chimpanzé Cooper conseguiu até mergulhar em uma piscina no Missouri (acima) e o orangotango Suryia nadou em um zoológico privado da Carolina do Sul. O interessante da descoberta é que os dois primatas usaram um movimento de pernas mais elaborado, similar a do nado de peito, e não fizeram o "nado cachorrinho" como os outros mamíferos 


Cientistas se disseram surpresos nesta semana ao testemunhar um chimpanzé e um orangotango nadando e mergulhando, habilidades que, segundo se acreditava, os primatas teriam perdido muito tempo atrás.

Os cientistas evolutivos Renato e Nicole Bender fizeram esta assombrosa constatação ao filmar dois primatas criados em cativeiro nos Estados Unidos.

"Ficamos extremamente surpresos quando o chimpanzé, Cooper, mergulhou repetidas vezes em uma piscina no Missouri e parecia se sentir muito confortável", declarou em comunicado Renato Bender, da Escola de Ciências da Anatomia da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul. Bender nasceu no Paraná e vive na Suíça desde 1988.

"Foi um comportamento muito surpreendente para um animal que se acreditava ter muito medo da água", acrescentou.

Os dois cientistas também observaram um orangotango apelidado de Suryia nadar em um zoológico privado da Carolina do Sul.

Muitos zoos usam fossos com água para confinar chimpanzés, gorilas e orangotangos, e eles costumam se afogar ao se aventurar em águas profundas.

Humanos e símios não nadam naturalmente e precisam aprender a fazê-lo, ao contrário da maioria dos mamíferos, que instintivamente usam o chamado 'nado cachorrinho'.

Criados por seres humanos, Cooper e Suryia usaram um movimento de pernas similar à "pernada de sapo" que usamos no nado de peito, descreveu o comunicado.

"O comportamento dos grandes símios na água tem sido amplamente negligenciado pela antropologia", explicou Nicole Bender, da Universidade de Berna, na Suíça.

"Este é um dos motivos pelos quais a natação nunca foi descrita cientificamente, embora estes mamíferos tenham sido muito estudados", emendou.

Fonte: noticias.uol.com.br/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Vídeo: chimpanzé usa cobertor e toma chá quente para se proteger do frio

As raízes do chimpanzé estão nas florestas tropicais da África. Isso significa que o tempo de frio congelante do Reino Unido é um desafio para eles.
Até mesmo os animais estão sofrendo com as baixas temperaturas na Europa. Os macacos que vivem no Wales Ape and Monkey Sanctuary, no Reino Unido, passam muito tempo ao ar livre, sem proteção contra o frio. Para se aquecer, uma chimpanzé decidiu que não ia desgrudar de seu cobertor. Jan Garen, funcionária do zoológico, diz que a chimpanzé viveu durante muitos anos em uma casa, por isso não está acostumada com o frio. Além de sua mantinha azul, a chimpanzé também se mantém aquecida tomando chá quente.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Cadela cria chimpanzé abandonado pela mãe como se fosse seu filhote


Cadela na Rússia cria chimpanzé rejeitado pela mãe como se fosse um de seus filhotes

Tem feito sucesso na Rússia a história de uma cadela que, após dar à luz recentemente, decidiu “adotar” um chimpanzé.

Pouco tempo depois de seu nascimento, o macaquinho foi rejeitado por sua mãe. Com medo de que o pequeno pudesse ter algum problema em seu desenvolvimento por falta de contato materno, um dos funcionários do zoológico onde o bicho nasceu decidiu levá-lo para sua própria casa.

No lar, o chimpanzé foi recebido pela cadela, que já estava cuidando de seus filhos recém-nascidos. Hoje, o macaco possui a mesma rotina dos cachorrinhos. Eles brincam, dormem e até comem juntos.

De acordo com informações do jornal The Sun desta sexta-feira (30-11), cães e macacos não costumam manter uma relação muito próxima. “Mas parece que nesta família tudo está perfeitamente bem“, diz um especialista.

(Foto: Reprodução / The Sun)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Chimpanzé dos filmes de Tarzan morre aos 80 anos


Morre aos 80 anos o chimpanzé Cheetah, dos filmes de Tarzan
Animal morreu de insuficiência renal, diz o Santuário de Primatas Suncoast.
Cheetah foi parceiro de Tarzan, interpretado por Johnny Weissmuller, em 1930.
Johnny Weissmuller, à direita, como Tarzan;
Maureen O'Sullivan, como Jane, e Cheetah, em
cena de 1932. (Foto: Arquivo / AP Photo)


O Santuário de Primatas Suncoast, de Palm Harbor, Flórida, nos Estados Unidos, informou nesta terça-feira (27) que morreu aos 80 anos o chimpanzé Cheetah, que participou dos filmes de Tarzan da década de 1930.

Cheetah morreu no último sábado, véspera do Natal (24), de insuficiência renal, informou o portal de internet do Suncoast.

De acordo com entrevista da diretora do santuário, Debbie Cobb, ao “Tampa Tribune”, “Cheetah era extrovertido, gostava pintura a dedo e de ver as pessoas sorrirem”. Ela disse que o animal “parecia estar em sintonia com os sentimentos humanos”.

Cheetah foi parceiro de Tarzan a partir de 1930. Na ocasião, Tarzan era interpretado pelo americano e nadador campeão olímpico Johnny Weissmuller.

Segundo Debbie Cobb, Cheetah foi parar no santuário por volta de 1960, e estava doente desde 19 de dezembro.

Cheetah morreu aos 80 anos, de insuficiência renal. (Foto: Reprodução / Santuário de Primatas Suncoast)

Leia o comunicado do Suncoast:
“É com grande tristeza que a comunidade perde um querido amigo e membro da família em 24 de dezembro de 2011. Cheetah, estrela dos filmes de Tarzan, faleceu após falência renal”.



Do G1, com agência internacionais*
(*) Com informações da agência de notícias Associated Press

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Chimpanzé é treinado para cuidar de tigres; veja

Chimpanzé cuida de tigres na Tailândia
Macaco foi treinado para alimentar filhote de felinos em zoológico.



Um jovem chimpanzé vem desempenhando o papel de mãe para filhotes de tigre em um zoológico na Tailândia.
O macaco foi treinado para a tarefa e a vem exercendo há um ano (veja reportagem em vídeo).
Mas os tratadores do zoológico perto de Bangcoc dizem que em breve os filhotes vão estar maiores do que o chimpanzé e, portanto, eles devem ser separados.
Chimpanzé alimenta filhote de trigre no zoo de Bancoc (Foto: Reprodução / BBC)


Da BBC

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Chimpanzé é flagrado fazendo 'alongamento'

Fotógrafo flagra chimpanzé fazendo 'alongamento' no Quênia
Animal se exercitou por cerca de cinco minutos sob o olhar curioso dos visitantes do Parque Nacional Sweetwaters.


Um fotógrafo amador conseguiu capturar imagens de uma chimpanzé fazendo movimentos que lembram uma sequência de alongamentos.

As fotos da chimpanzé Bahati  foram tiradas enquanto ela se exibia para visitantes do Parque Nacional Sweetwaters, no Quênia.

O fotógrafo russo Alexey Tischenko, de 40 anos, visitava o parque com a filha Elizaveta, de 12, quando viu o animal.

Segundo Tischenko, a chimpanzé havia recém acordado quando iniciou a sequência de movimentos, por cinco minutos.

Bahati faz alongamento no Quênia (Foto: Caters)


'Achei que ela voltaria a dormir e que não conseguiria nenhuma foto, mas então ela começou uma série de alongamentos hilários', disse.

'Ela não prestou muita atenção em nós, parecia apenas preocupada em fazer seus movimentos, que capturei com minha câmera', relatou.

A chimpanzé foi batizada Bahati, que significa 'sorte' na língua swahili, depois de ter sido encontrada em 1994 amarrada a um poste.

O dono da casa onde ela foi encontrada foi preso, e a chimpanzé acabou sendo levada ao parque dois anos depois.


Da BBC

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Justiça do Rio nega habeas corpus a chimpanzé Jimmy, preso há 13 anos

Em julgamento que terminou na tarde desta terça-feira, a Justiça negou por unanimidade pedido de habeas corpus em favor do chimpanzé Jimmy, de 26 anos, que vive na Fundação Zoológico de Niterói (ZôoNit). Para o desembargador José Muiños Pineiro Filho, o direito do habeas corpus não é válido para animais, apenas para humanos. Por isso, de acordo com a decisão, o chimpanzé permanece no ZôoNit. Pineiros Filho disse ainda que vai encaminhar os autos do processo para a Prefeitura de Niterói, o Ibama e as comissões de Meio Ambiente da Senado e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), para que a discussão prossiga.

Jimmy se tornou alvo de uma disputa judicial depois que ambientalistas do Grupo de Apoio aos Primatas (GAP), de São Paulo, alegaram que o macaco sofria por viver isolado no zoológico. O grupo reinvindicava que ele deveria ser levado para um santuário em Sorocaba, no interior estado, para viver com outros animais da mesma espécie. Segundo o advogado do GAP, Daniel Braga Lourenço, a luta continua:

- Pretendemos recorrer às instâncias superiores.

Batalha nos tribunais

O pedido de habeas corpus feito pelo GAP já havia sido rejeitado. Em dezembro de 2010, o mesmo desembargador entendeu que o macaco não vivia em isolamento, sem namorada e em condições precárias, como o grupo alegava. O chimpanzé Jimmy atraiu atenção da mídia ano passado não só pela briga nos tribunais, mas também pelo quadros que aprendeu a pintar no ZôoNit. As obras foram parar em uma posição no final do ano em uma galeria de Niterói. [EXTRA]


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Chimpanzé ex-fumante embarca do Líbano para 'refúgio' no Brasil

Ômega’, 12 anos, foi atração de restaurantes da localidade de Ansar.
Quando ficou maior, ficou preso em uma jaula de 40 metros quadrados.


Jason Meier (à dir.) diretor-executivo da Animals Lebanon, um grupo de defesa dos direitos animais, e An Pas, veterinário belga, examinam Ômega antes da viagem para o Brasil (Foto: Hussein Malla / AP)Veterinários examinam Ômega, um chimpanzé de 12 anos, no zoológico da Ansar, no sul do Líbano, antes de transportá-lo nesta segunda-feira (8) para o aeroporto de Beirute rumo a um santuário de vida animal no Brasil. A agência de notícias Associated Press não informou que santuário é esse. Até dois anos de idade, Ômega era atração em restaurantes de Ansar porque fumava e servia água aos clientes. Quando ficou maior, foi transferido ao zoo, onde passou a viver em uma jaula de 40 metros quadrados.


Do G1, com informações da AP

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Inteligentes, chimpanzés superam até mesmo os seres humanos em algumas tarefas de memória.

CHICAGO - observado na natureza e testados em cativeiro, os chimpanzés convidam a comparação com os seres humanos, seus parentes próximos. Eles carregam uma semelhança de família que fascina as pessoas, e os cientistas vêem cada vez mais evidências de semelhanças no comportamento de chimpanzés e habilidades, fazendo alguns deles pensam sobre os caprichos da evolução.
foto por Lewis Haughton

Há algum tempo, paleontólogos e biólogos evolucionistas sabem que os ancestrais dos chimpanzés eram a última linha de macacos de hoje a divergir do ramo que levou aos seres humanos, provavelmente seis milhões, talvez quatro milhões de anos atrás. análise mais recentes mostram que apesar das diferenças profundas nas duas espécies, apenas uma diferença de 1,23 por cento em seus genes separa o Homo sapiens a partir de chimpanzés, Pan troglodytes.

E certas semelhanças entre as duas espécies, os cientistas dizem, vão além rostos expressivos e polegares opositores.

Chimpanzés exibem uma série notável de comportamento e de talento. Eles fazem e usam ferramentas simples, caçam em grupos e se envolver em agressões, atos violentos. Eles são criaturas sociais que parecem ser capazes de empatia, altruísmo, auto-conhecimento, a cooperação na resolução de problemas e aprendizado através do exemplo e da experiência. Chimpanzés superam até mesmo os seres humanos em algumas tarefas de memória.

"Cinqüenta anos atrás, não sabíamos quase nada sobre os chimpanzés", disse Andrew Whiten, um psicólogo evolucionista da Universidade de St. Andrews, na Escócia. "Você não poderia ter previsto a riqueza e a complexidade da cultura do chimpanzé que sabemos agora."

Jane Goodall, uma jovem Inglês que trabalhou na África em 1960, começou a mudar percepções. No início, os peritos contestaram os seus relatórios de uso de  ferramentas por chimpanzés. "Uso e comportamento social". Os peritos especialmente se opuseram a ela em referências à cultura chimpanzé. Apenas os seres humanos, eles insistiram, tinham "cultura".

"Jane sofreu rejeição antecipada pelo estabelecimento", disse Richard Wrangham, um antropólogo de Harvard. " As pessoas que dizem que os chimpanzés não têm emoções  e cultura agora são os únicos rejeitados."
O novo consenso enquadrado discussões março em um simpósio, "a mente do chimpanzé", no Lincoln Park Zoo. Mais de 300 primatólogos e outros cientistas  acumularam conhecimento de habilidades cognitivas dos chimpanzés .

Depois de uma sessão, Frans de Waal, da Universidade Emory , disse que tão recentemente como há uma década atrás ainda não havia consenso firme sobre muitas das relações sociais de chimpanzés. "Você não ouve qualquer debate agora", disse ele.

Em seus estudos nos Primatas Yerkes Research Center da Emory, de Waal constatou que os chimpanzés como animais sociais tiveram que restringir e alterar o seu comportamento de várias formas, assim como os seres humanos. É uma parte da herança do macaco, ele disse, e, no caso dos humanos, a base para a moralidade. A interpretação provocante foi avançada em seu livro recente, "Primates and Philosophers".

Outros relatos, pouco antes do simpósio tinha elaborado sobre as habilidades dos chimpanzés como os ferramenteiros. Jill Pruetz, primatologista da Iowa State University, descreveu 22 exemplos de chimpanzés no Senegal que fazem lanças pau para caçar pequenos primatas por carne. Dr. Goodall foi o primeira a chamar a atenção para os chimpanzés como carnívoros que caçam, não estritamente vegetarianos.

Dr. Pruetz observou chimpanzés várias espetando as lanças em ocos de árvores onde os bebês arbusto geralmente habitam. Apenas uma tentativa foi bem sucedida. Anteriormente, os chimpanzés tinham sido vistos usando varas, principalmente para extrair cupins de seus ninhos.

Uma equipe de arqueólogos liderada por Julio Mercader, da Universidade de Calgary relataram a descoberta de pedras na Costa do Marfim que os chimpanzés utilizaram há 4.300 anos para quebrar nozes. Os chimpanzés de hoje têm sido muitas vezes filmadas usando pedras como martelos para abrir nozes. As velhas pedras com os resíduos de amido de nozes, os investigadores disseram, foram os primeiros indícios fortes de uso de ferramentas por chimpanzés, e o achado sugere que os chimpanzés haviam aprendido a habilidade por conta própria, ao invés de copiar os seres humanos.

Outros pesquisadores combinam o trabalho de campo mostrando o comportamento dos chimpanzés em habitat natural, com experimentos de laboratório que são criadas para divulgar a sua inteligência subjacente - que os cientistas chamam a sua "reserva cognitiva"

Por exemplo, os chimpanzés por conta própria não iriam se sentar em um computador responder com toques rápidos na tela como um teste à sua memória imediata. Vídeos deles fazendo exatamente isso na Universidade de Kyoto, no Japão especialmente impressionou os cientistas simpósio.
Tetsuro Matsuzawa, um primatologista Kyoto, descreveram um jovem chimpanzé olhando os números de 1 a 9 brilhando na tela do computador em posições aleatórias. Em seguida, os números desapareciam em não mais de um segundo. Quadrados brancos, onde os números permaneceu  . O chimpanzé casualmente, mas rapidamente pressionou as praças, chamando de volta os números em ordem crescente - 1, 2, 3, etc


O teste foi repetido várias vezes, com os números e em lugares diferentes. O chimpanzé, que tinha meses de treinamento acompanhado por recompensas do alimento prometido, quase nunca deixou de lembrar de onde os números estavam. O vídeo inclui cenas de um ser humano falhando no teste, raramente lembrando mais de um ou dois números.

"Os seres humanos não podem fazer isso", disse Dr. Matsuzawa. "Os chimpanzés são superiores aos seres humanos nessa tarefa."

Dr. Matsuzawa sugeriu que o da espécie humana "perdeu a memória imediata e, em troca, aprendi simbolização, as competências linguísticas."

"Eu chamo isso de teoria trade-off", continuou ele. "Se você quer uma capacidade de memória imediata melhor, você tem que perder alguma outras capacidade."

Outras experiências no centro do primata de Quioto demonstraram a capacidade dos chimpanzés de reconhecer-se e concentrar a atenção sobre os outros. Masaki Tomonaga, que conduziu os testes, disse que um  filhote fez contato visual com a mãe, a cerca de 2 meses e que em algum momento após o primeiro ano foi capaz de manter um olhar para a mãe que havia se separado dele.

Dr. Tomonaga disse que tal "olhar a seguiu", desenvolvido em humanos da mesma idade ", embora os seres humanos infantis geralmente têm interações mais complexas."

Misato Hayashi, também de Kyoto, descreveu experimentos com chimpanzés manipulação infantil 'copos de nidificação e blocos quadrados e cilíndricos. Eles eram mais lentos para aprender que os seres humanos, mas a destreza manual estava lá. Um ser humano começa a empilhar blocos

logo após a idade de 1, ele disse, os chimpanzés são quase 3 antes de começar o cair dele.

Em experimentos com espelhos, os pesquisadores mostraram que os chimpanzés tinham uma consciência de si que está ausente em macacos, mas presente em todos os golfinhos e os grandes símios. Testes semelhantes por cientistas de Emory mostrou algumas auto-reconhecimento entre os elefantes.

Esses comportamentos foram relatados por Waal e seus associados JM Plotnik, que disse que "pode sugerir evolução cognitiva convergente, provavelmente relacionada à sociabilidade complexa e de cooperação bem documentado em ambos os chimpanzés e elefantes".

Outros pesquisadores disseram que, quando confrontados com problemas para obter alimentos do outro lado de uma cerca, os chimpanzés não eram apenas inteligente por conta própria e muitas vezes competitiva com um chimpanzé companheiros, mas também mostrou a vontade de cooperar uns com os outros a fazer o trabalho .

Brian Hare da Duke University e no Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária em Leipzig, na Alemanha, disse que os bonobos chimpanzé superou seus parentes em tarefas cooperativas e compartilhadas alimentos mais facilmente.

As emoções de carinho e de luto têm sido observadas, como no caso da mãe chimpanzé que carregava nas costas do cadáver de sua filha de 2 anos para os dias depois que ela havia morrido. Depois de brigas entre dois chimpanzés, disseram os cientistas, outros membros do grupo foram vistos consolar o perdedor e atuando como mediadores para restaurar a paz.

Devyn Carter, da Emory descreveu a resposta simpática a um chimpanzé chamado Knuckles, que sofria de paralisia cerebral. Nenhum chimpanzé companheiro foi visto a tirar proveito de sua deficiência. Mesmo macho alfa delicadamente preparado Knuckles.

Dr. Wrangham, de Harvard, disse que o desafio de trabalhar primatólogos em campo foi para aprender muito do comportamento e "excesso de capacidade cognitiva", observou em cativeiro aplicado em estado selvagem.

A resposta parece variar de uma comunidade de chimpanzés isolada para o outro. Os cientistas disseram que indicaram o papel da aprendizagem social - pegando habilidades de emulação - e as respostas às oportunidades diferentes em culturas diferentes.

Em Gombe, na Tanzânia, o local onde o Dr. Goodall fez um nome para si mesma, os chimpanzés com ferramentas de pau são realizadas extratores de cupins de seus ninhos. Mas a pesca de cupins é rara em Bossou, na Guiné. Em Bossou, e não Gombe, os chimpanzés aprenderam a fazer uso de muitas outras ferramentas, incluindo pedras para quebrar nozes.

Dora Biro, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, estudou o uso de ferramentas por chimpanzés no site Bossou. Eles dobram as folhas em um tapete de esponja de água de ocos de árvores e algas colher de superfícies de fluxo. Eles recolhem as formigas comestíveis com varas. Eles levam ramos de árvore mais robusta e libra de fibra de palmeira para uma suculenta polpa, a preparar outra comida favorita.

Vídeos de nutcrackers Bossou show chimpanzés adultos, geralmente do sexo feminino, colocando uma porca em uma bigorna de pedra lisa e bater para baixo sobre ele com uma pequena pedra. Dois ou três jovens sentados assistindo. Os adultos não parecem estar dando as instruções, exceto por exemplo.

"O que aprendemos é que a manipulação de objetos começa por volta de 1 ano de idade", disse Dr. Biro. "Se se tratar de dois ou três objetos, como quebrar nozes, que acontece em 3 ½ a 5 anos. Se isso não é aprendido por 6 ou 7 anos, ela nunca vai ser adquirido. "

Em uma floresta densa na República do Congo, M. Crickette Sanz, do Instituto Max Planck disse que parecia que os chimpanzés curiosos sobre ela enquanto ela estava sobre eles. Grupos veio para a frente, chamando os outros para se juntarem a eles. Às vezes, eles se sentaram com ela por horas, comer frutas, higiene e até mesmo o acasalamento.

Para um estudo mais individual, Sanz implantadas 18 câmeras de vídeo em locais remotos e gravou 84 horas de uso de ferramentas chimpanzé. esponja da folha foi a mais simples, ela concluiu, e coletando o mel com uma longa vara exigiu o maior esforço e risco, com a pesca de cupins ter "o maior elemento do sucesso."

Sanz, que já trabalhou com o marido, David B. Morgan, em algumas pesquisas, descreveu chimpanzés mãe cuidadosamente retirada de um buraco cheio de cupins paus negros, enquanto os seus filhos assistiam. Essas interações sociais, ela disse, passou em técnicas e comportamentos essenciais para a próxima geração.

"Socialmente transmitida comportamento ajustável," de Waal disse, é um marco da cultura.

comportamento do chimpanzé, por vezes, se torna violenta, especialmente em confrontos territoriais. Em Uganda, John Mitani da Universidade de Michigan observou chimpanzé regularmente patrulhas de policiamento dos limites da floresta de suas comunidades. Uma patrulha foi visto agredindo um homem adulto, matar e castrar ele.

Kristin Bonnie, outro primatologista da Emory, disse que a transmissão de comportamento pode ser benigna e espontânea, com a perspectiva da recompensa a ser secundário. "É o desejo de agir como os outros, uma identificação com alguns outros", explicou, citando como exemplo a forma como os chimpanzés geralmente dar as mãos ao mesmo tempo cuidando um do outro.

No simpósio, pesquisadores disseram que o interesse em aprender mais sobre os chimpanzés não foi apenas um caso de conhecimento em prol do conhecimento. Seu comportamento e inteligência, dizem os cientistas, pode oferecer insights sobre as habilidades dos primeiros antepassados humanos, como o Australopithecus afarensis, o macaco "Lucy" espécie que prosperou mais de três milhões de anos atrás. Uma motivação mais urgente para a pesquisa, primatólogos dizer, é que estes são seres sencientes e parentes vivos mais próximos dos humanos, e sua sobrevivência está ameaçada.

Elizabeth V. Lonsdorf, primatologista do Lincoln Park Zoo e organizador do simpósio, disse que os investigadores necessário "para manter os seus olhos para fora maneiras de melhorar o atendimento dos chimpanzés."

Doenças como ebola e antraz estão tomando seu pedágio. Caça chimpanzés para "carne de caça" está a aumentar. Muitos dos habitats florestais de chimpanzés na África Central estão sendo cortadas por madeireiros e criadores de terra. Como resultado, o Dr. Lonsdorf disse, "grupos de animais estão ficando mais próximas, o que aumentou a ameaça de violência chimpanzé e disputas territoriais."

Dr. Goodall lembrou que, quando ela foi para a África cerca de meio século atrás, pelo menos, um milhão de chimpanzés viviam no continente, e "agora existem, talvez, apenas 150.000." Cientistas Nesse tempo, eles têm impressionado com lembretes físicos e emocionais seu parentesco com os humanos e os seus triunfos ocasionais sobre elas em uma tela de computador.

Almost Human, and Sometimes Smarter
nytimes.com

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Chimpanzé vira alcoólatra e fumante após contato com gente

Santuário na África do Sul tem macacao alcóolatra e fumante
Em Nelspruit, há o único santuário para macacos na África do Sul. Entre os chipanzés, está Zhora, que chegou lá viciado em bebida e cigarros, mas conseguiu se recuperar.


Ex-performer em um circo, Zhora se tornou agressivo depois de se render à bebida e ao fumo. Ele foi deixado no zoológico da cidade de Rostov.

"A cerveja e o cigarro estavam acabando com ele. Zhora estava importunando os visitantes do zoológico ao pedir suas bebidas", constatou o jornal russo "Komsomolskaya Pravda".

O chimpanzé foi internado na cidade de Kazan, a 800 km de Moscou, para tratamento de reabilitação.

Zhora se tornou agressivo depois de se render à bebida e ao fumo. (Foto: Reprodução)

G1

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Chimpanzés se parecem mais com humanos do que se achava


Comportamentos similares vão muito além de copiar trejeitos e usar roupa.
Animais aprendem um com o outro e são capazes de trabalhar em equipe.

Para a primatologista Sue Savage-Rumbaugh, não há dúvida: chimpanzés e bonobos podem ficar ainda mais humanosPara a primatologista Sue Savage-Rumbaugh, não há dúvida: chimpanzés e bonobos podem ficar ainda mais humanos (crédito: fotógrafo Jarod Carruthers / Flickr - creative commons, a-nc-nd, 2.0)
Pesquisas recentes reforçam cada vez mais o que os cientistas têm descoberto nos últimos anos: que os chimpanzés são muito mais parecidos com os humanos do que se imaginava. Já se sabia que os chimpanzés dividiam mais de 99% dos genes com os humanos. Mas seriam eles tão próximos a ponto de ter algo que sempre pensamos ser uma exclusividade nossa – a capacidade de transmitir conhecimento e até de conversar?
Para responder a essa pergunta o repórter da BBC Danny Wallace foi investigar casos de chimpanzés que têm comportamentos bastante humanos, que vão muito além de copiar trejeitos e usar roupa.
Em um experimento, há duas formas de os macacos conseguirem tirar o doce de dentro da caixa. Eles podem empurrar a abertura usando uma vara ou levantar a alavanca. O que os primatologistas fizeram foi ensinar um chimpanzé a empurrar e outro a levantar a alavanca.
O passo seguinte foi colocar cada macaco com um grupo diferente de chimpanzés e ver o que acontecia. O resultado intrigou os cientistas. Os chimpanzés ensinaram os outros a alcançar o doce. Mas cada grupo aprendeu apenas um jeito de fazer isso. Assim, surgiram duas culturas separadas. A daqueles que empurravam e dos que levantavam a alavanca.
“Você pode empurrar ou levantar e as duas coisas vão funcionar”, explica a cientista Victoria Horner. “Mas como cada grupo usa apenas o método que aprendeu, essa é a primeira evidência realmente forte de que os chimpanzés passam conhecimento adiante.”
Além de aprender um com o outro, os chimpanzés são capazes de trabalhar em equipe? Os humanos fazem isso o tempo todo, mas será que nossos parentes conseguem?
Em outro experimento, os cientistas colocaram cordas para que os chimpanzés puxassem as bananas. Mas elas estão afastadas demais para serem puxadas pelo mesmo macaco. E, se ele puxar apenas uma das pontas, não vai conseguir as bananas.
Sozinho, nosso amigo vai ficar com fome, a não ser que peça ajuda. O uso da lógica nesse caso é perfeito. Ele olha o companheiro preso, avalia o problema e resolve soltar o outro chimpanzé para ajudá-lo. O trabalho em equipe é um sucesso e tem banana para todo mundo.
Inteligência bonobo
Mas os resultados mais impressionantes são os obtidos pelos bonobos. Esses primatas são considerados por alguns cientistas os animais mais inteligentes depois do homem. Para espanto de Danny, eles são famosos por um outro comportamento bem humano. Os bonobos acreditam que o sexo casual fortalece os laços dentro do bando. Vivem como nos anos 60, na era do amor livre.
A primatologista Sue Savage-Rumbaugh trabalha com os bonobos há 25 anos e conseguiu algo fantástico: conversar com os bonobos com frases simples e cartelas com desenhos.
Sue pergunta se Panbanisha quer cenouras ou quer brincar de massinha. Panbanisha aponta as cenouras. Quando está com fome, Panbanisha até cozinha. Só precisa de ajuda. Ela coloca a panela no fogão e acende o fogo enquanto a Sue conversa com ela. “Você tem de tirar a embalagem de dentro da panela. Puxe bem rápido para não se queimar”, diz a cientista. “Talvez você possa usar uma faca. Você está vendo uma faca? Pegue a faca”, sugere Sue. Panbanisha usa a faca para tirar a embalagem da panela e depois evita que ela pegue fogo.
Mas não para por aí. Danny encontrou uma prova única da inteligência desses animais. Usando um computador, essa bonobo, chamada Konzy, une símbolos para formar frases e conversar com os humanos.
A questão que a ciência procura responder agora é: será que chimpanzés e bonobos podem aprender ainda mais? Nossos primos mais próximos na natureza poderiam ficar mais humanos? Para a doutora Sue não há dúvidas disso. O que se espera é que fiquem parecidos apenas nas coisas boas.
Fonte: Globo.com

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Fumante e alcoólatra, chimpanzé é enviado para reabilitação


Zhora adquiriu vício em circo.
Animal estava importunando visitantes de zoológico.
Um chimpanzé russo foi mandado para a reabilitação para curar o vício em cigarros e cerveja. 

Foto: Reprodução

Zhora se tornou agressivo depois de se render à bebida e ao fumo. (Foto: Reprodução)

Ex-performer em um circo, Zhora se tornou agressivo depois de se render à bebida e ao fumo. Ele foi deixado no zoológico da cidade de Rostov.

"A cerveja e o cigarro estavam acabando com ele. Zhora estava importunando os visitantes do zoológico ao pedir suas bebidas", constatou o jornal russo "Komsomolskaya Pravda".

O chimpanzé foi internado na cidade de Kazan, a 800 km de Moscou, para tratamento de reabilitação.

Fonte: G1

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Polícia mata chimpanzé após animal atacar mulher nos EUA

Vítima foi ferida ao visitar a dona do animal, considerado de estimação.
Ela ficou muito machucada no rosto, segundo a polícia.

                 Chimpanzé Travis, em foto de 2003 (Foto: AP Photo/The                     Stamford Advocate)
Chimpanzé Travis, em foto de 2003 (Foto: AP Photo/The Stamford Advocate)


Um chimpanzé de estimação foi morto a tiros pela polícia de Stamford, no estado de Connecticut (EUA), depois de atacar uma amiga da dona, na última segunda-feira (16). Segundo autoridades locais, a vítima ficou seriamente ferida no rosto.

 

A polícia informou ainda que, a vítima, com cerca de 50 anos, foi levada ao hospital. Sua identidade e estado de saúde ainda não foram divulgados. O chimpanzé, chamado Travis, também teria atacado a dona e dois policiais.

 

O jornal local "The Advocate of Stamford" informou que a dona do animal ligou para a polícia e disse ter usado uma faca contra o chimpanzé para tentar contê-lo.

 

Quando as equipes de emergência chegaram para socorrer a vítima, o animal tentou invadir uma viatura e foi abatido a tiros, diz a reportagem.

 

Em 2003, o chimpanzé já havia fugido dos donos. Durante horas, a polícia usou biscoitos e sorvete para atraí-lo de volta. Na época, os proprietários disseram que o animal era treinado para usar o vaso sanitário, vestir-se e tomar banho sozinho, além de estar acostumado a comer à mesa e beber vinho.

 

* Com informações da AP


Fonte: G1

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Chimpanzé tira onda na Praia da Costa, em Vila Velha

Chimpanzé tira onda na Praia da Costa, em Vila Velha

17/11/2008 - 16h06 (enviado por Célio Junior - As informações desta página foram enviadas por um internauta do gazeta online - )


foto: enviado por Célio Junior - eu aqui
Na manhã desta segunda-feira (17), um chimpanzé, provavelmente de algum circo que está na Grande Vitória, foi flagrado de carona em uma caminhonete, com seus "cabelos" ao vento, tirando uma onda na Praia da Costa, em Vila Velha, só curtindo a paisagem. Muito surreal! Não acreditei no que estava vendo: um macaco ao meu lado no trânsito! Ri muito da situação, era só o que me faltava...

30 Curiosidades sobre Cobras

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