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domingo, 10 de março de 2013

Estudo mostra que macacos preferem manter distância de gente egoísta

Macacos ignoram gente egoísta

Pois é, até eles sabem diferenciar gente ruim e gente boa. E melhor: não dão a menor bola para as pessoas egoístas.

Entre os macacos-prego é assim que funciona (eles foram escolhidos para o estudo justamente porque têm instintos altamente sociais e cooperativos). Numa situação simulada, sete macacos observaram uma cena entre duas pessoas. A situação era essa: um dos homens tentava abrir um pote de vidro, sem sucesso, e pedia ajuda ao colega do lado. Alguns se recusavam a ajudar, enquanto outros davam uma mãozinha. Em seguida, todos os voluntários ofereceram comida aos macacos. E eles preferiam aceitar o agrado de quem ajudou ou pediu ajuda – pegar comida dos egoístas só em último caso, quando não havia outra opção.

Os pesquisadores não sabem ao certo como os macacos veem e analisam o comportamento humano. Mas especulam que, quando alguém se recusa a ajudar, os bichos veem a negação como um sinal de um comportamento perigoso e negativo. Aí preferem manter distância.

Não é legal? E você achou que era o único animal capaz de julgar o comportamento dos outros, hein.

Fonte: Super Abril

domingo, 30 de maio de 2010

Tubarões atacam mais aos domingos e em lua nova, diz estudo americano

Surfistas que usam trajes de banho de cor preta e branca são principais alvos do predador

MIAMI - Os ataques de tubarões ocorrem com mais frequência aos domingos, em lua nova e a surfistas que usam trajes de banho de cor preta e branca, constata um estudo divulgado pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos.
Arquivo/AE
Movimento das mãos e dos pés na água provoca os tubarões e eles mordem as pessoas por engano
A pesquisa analisou as estatísticas dos ataques de tubarões ocorridas entre 1956 e 2008, no condado americano de Volusia, no centro-leste da Flórida. O objeto de estudo são 220 dos 231 casos registrados nesse período por existir informações detalhadas, mas também os cientistas observaram durante um ano as pessoas nas praias de Daytona Beach e New Smyrna Beach, na Flórida.
Nessa região há mais interação entre seres humanos e tubarões que em qualquer outra zona litorânea do mundo, destaca George Burgess, diretor do Registro Internacional de Ataques de Tubarões da Universidade, no estudo.
Com mais pessoas na água, há mais chances de haver um encontro com um tubarão. Como geralmente há mais pessoas no mar aos domingos, estes são os dias em que mais ataques ocorrem. O movimento das mãos e dos pés na água provoca os tubarões e eles mordem as pessoas por engano, confundindo-as com presas.
"Considerá-los ataques é pouco apropriado porque as consequências em geral não são mais graves que uma mordida de cachorro. Não são da classe de mordidas dos tubarões brancos, de três a seis metros de comprimento, que há no litoral da Califórnia", comentou Burgess.
Os tubarões de Volusia medem entre um e dois metros de comprimento e devido a seu tamanho com frequência buscam presas pequenas. Mais de metade das 220 vítimas foram mordidas nas pernas, e 34 nos braços.
Segundo o estudo, 90% das vítimas dos ataques estudados eram homens, 77% tinha entre 11 e 30 anos de idade e 61% eram surfistas. Outra das conclusões do estudo é que o maior número de ataques sucede durante a lua nova, seguido pela lua cheia, os extremos das fases lunares que influem na maré.
Burgess opina que provavelmente essas fases têm influência sobre os padrões de movimentos e reprodução dos peixes, a principal fonte de alimentos dos tubarões.
O estudo revela também uma preferência dos tubarões pela combinação das cores preto e branco, e em menor medida pela combinação negro-amarelo, de acordo com a roupa de banho que usavam as vítimas.
Entre 1999 e 2008, 21% de todos os ataques de tubarões a humanos registrados no mundo ocorreram na faixa litorânea da Flórida entre Daytona Beach e New Smyrna Beach, de 75 quilômetros de comprimento, e em sua maioria não foram fatais.


Efe 
estadao.com.br

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