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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Filipinas. Foto de menina montada em tubarão-baleia provoca indignação


Foto de menina montada em tubarão-baleia causa indignação nas Filipinas

Uma foto recém-divulgada que mostra uma menina montada em um tubarão-baleia vem causando indignação nas Filipinas e já fez com que o governo do país prometa que irá adotar medidas adicionais para proteger a espécie.

Os tubarões-baleia são uma espécie protegida e as autoridades locais costumam pedir que se mantenha uma distância de ao menos três metros dos animais.

Inúmeros internautas indignados utilizaram as redes sociais para protestar após ter sido publicada a foto da menina montada em um tubarão-baleia.

A despeito de seu grande tamanho, os tubarões-baleia só comem pequenas plantas e animais.

Por muitos anos, permitiu-se que turistas nadassem próximos dos tubarões-baleia, mas agora muitos nas Filipinas estão exigindo que sejam adotados controles mais rígidos.

BBC
Foto recém-divulgada mostra uma menina montada em um tubarão-baleia e vem causando indignação nas Filipinas

DA BBC BRASIL

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Tubarão-baleia, o maior dos tubarões, aparece perto da Praia de Boa Viagem

Esta foi a primeira vez que um animal da espécie foi visto na região, tão perto da praia de Boa Viagem e a pouco mais de 20 metros de profundidade.


Um mergulho na costa brasileira terminou com uma grande surpresa. A partida foi do Porto do Recife em direção ao alto-mar. Dia de sol, ideal para uma visita aos refúgios submarinos do litoral de Pernambuco. O casal Rodrigo Secato e Paula Bitencourt foi fazer o batismo: mergulhar pela primeira vez com equipamento autônomo. O instrutor Gabriel Gaba passou as últimas orientações para os estreantes. O barco avançou 12 quilômetros até encontrar a água azul.

São mais de 30 navios naufragados na costa de Pernambuco. Alguns são naufrágios históricos, do tempo da Segunda Guerra Mundial. Outros foram provocados por mergulhadores e pesquisadores, para se tornarem recifes artificiais. O grupo desceu no rebocador Taurus, que está a 24 metros de profundidade. Todos estavam prontos para cair na água.
Foi um dia especial. Uma grande surpresa deixou os mergulhadores sem ação. Primeiro, surgiu a sombra de um peixe gigante se movendo no fundo do mar. A pele malhada não deixou dúvidas: era um tubarão-baleia, o maior de todos os tubarões. O animal tinha uns oito metros. Mas há registro de tubarões-baleia que chegam a 20 metros de comprimento e pesam mais de 30 toneladas.

Raro é esse bicho aparecer na área dos naufrágios. Não é a rota natural dele. Foi o primeiro a ser visto na região, tão perto da praia de Boa Viagem e a pouco mais de 20 metros de profundidade.

Ele passou lentamente pela câmera, como se estivesse indo embora. Mas fez a volta e foi de frente para o cinegrafista. Imaginem a emoção de ver um bicho tão grande vindo assim em sua direção.

Mas o tubarão-baleia é inofensivo. Apesar do tamanho, ele se alimenta basicamente de plânctons – microorganismos que vivem na superfície dos oceanos – e às vezes também de lulas e pequenos peixes.

Em seguida, ele desceu em direção ao naufrágio. O Taurus foi afundado há cinco anos, para se integrar à vida marinha. Certamente, os autores do naufrágio não esperavam que em tão pouco tempo de afundamento o velho rebocador pudesse receber uma visita tão marcante.

Mais uma vez, ele ameaçou ir embora, para desespero do fotógrafo, que partiu atrás, na esperança de uma última foto. Naquele ritmo ele nunca alcançaria o tubarão. Mas o bicho parecia querer recompensar tanto esforço e voltou. Desfilou lentamente. O tempo todo ele teve ao lado um bejupirá de mais de um metro. Mas, perto do gigante, ele desapareceu.

E para alegria de quem ficou no barco sem saber o que estava acontecendo embaixo d’água, o tubarão-baleia subiu até a superfície e passou ao lado do catamarã. Todos pularam na água, mesmo sem equipamento de mergulho, para vê-lo de perto. O tubarão-baleia ficou mais de meia hora na companhia dos mergulhadores.

Na volta para o barco, todos relataram o encontro.

“Foi muita emoção. Algo inesquecível – tanto para mim, que já mergulho há muito tempo, como para as pessoas que mergulharam pela primeira vez e tiveram a sorte de encontrá-lo”, disse o cinegrafista submarino George Moura, que tem 20 anos de mergulho.

“Há uma quantidade de plâncton na água muito maior do que o normal. Talvez por isso ele tenha seguido alguma corrente e chegado perto da costa”, comentou o mergulhador Gabriel Gaba.

“O naufrágio já foi surpreendente. Na hora que vimos o tubarão-baleia, então, foi de alucinar”, descreve o engenheiro Rodrigo Secato.

“Eu não esperava. Na verdade, eu tinha até medo de encontrá-lo. Mas quando vi todos pulando dentro d’água, eu fui junto”, contou a professora de educação física Paula Bitencourt.

Pesquisadores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) estudam o tubarão-baleia nos penedos de São Pedro e São Paulo, um arquipélago a 900 quilômetros da costa do Rio Grande do Norte.

“É uma surpresa a ocorrência de tubarão-baleia aqui na costa. Atualmente, ele se encontra na lista de espécies ameaçadas da União Internacional de Conservação e também na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção, como vulnerável. A captura e comercialização desse animal no Brasil são proibidas”, diz o biólogo Bruno Macena, da UFRPE.

Fonte: Site do Fantástico

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Tubarão-baleia. Cientistas acreditam que fêmea pode “estocar” esperma após o acasalamento.

O tubarão-baleia gigante é uma espécie difícil de estudar, especialmente quando se trata de acasalamento e reprodução. Mas uma nova análise de raros embriões de tubarão-baleia sugere que as fêmeas podem estocar espermatozóides após o acasalamento.

O estudo, uma análise genética de 29 embriões que foram retirados de um tubarão-baleia fêmea capturado perto de Taiwan, em 1995, constatou que apesar de estarem em diferentes estágios de desenvolvimento, todos os embriões tinham o mesmo pai.

Os dados sugerem que os tubarões-baleia fêmea acasalam apenas uma vez, armazenam o esperma e fertilizam seus próprios ovos (que se desenvolvem em embriões) no futuro, conforme eles são produzidos.
Se o acasalamento ocorre aleatoriamente, isso dá a fêmea uma espécie de reprodução “segura”. Assim, ela tem esperma disponível para continuar a fertilizar seus próprios ovos, mesmo se não encontrar outro macho adulto.

Com cerca de 5 a 12 metros de comprimento, os tubarões-baleia são as maiores espécies de peixe. Eles vivem em águas quentes do mundo todo, mas os pesquisadores geralmente começam a estudá-los apenas em águas costeiras, onde jovens do sexo masculino se alimentam. Grande parte da vida dos tubarões parece ocorrer em mar aberto, onde eles são difíceis de observar. Ninguém jamais viu tubarões-baleia se acasalarem.

Tampouco fêmeas grávidas são uma visão comum. A primeira (de apenas três já relatadas) foi essa capturada em Taiwan. Ela tinha 304 embriões em seu útero, desde embriões desenvolvidos de 42 centímetros até ovos de 64 centímetros de comprimento, quase livres do útero.

Usando análises genéticas – essencialmente, um teste de paternidade para tubarões – os pesquisadores foram capazes de determinar que todos os embriões, muito provavelmente, eram do mesmo pai.

Os resultados surpreenderam os pesquisadores, porque a maioria dos tubarões estudados dá à luz a ninhadas de meio-irmãos após as fêmeas acasalarem com vários tubarões machos de uma vez. Embora seja possível que o tubarão-baleia fêmea acasale sempre com o mesmo macho ao longo do tempo, esse tipo de monogamia é inédita em tubarões. O mais provável é que a fêmea armazene o esperma.

Os pesquisadores não têm certeza quanto tempo os tubarões-baleia podem armazenar esperma, ou quantas vezes eles acasalam. Conclusões firmes sobre toda uma espécie não podem ser tiradas a partir de um único tubarão.

É possível, mas estatisticamente improvável, de que havia um outro pai, cujos embriões resultantes não foram guardados para o teste. É também possível que os tubarões-baleia se acasalem com vários machos, mas não esta exemplar em particular. Outra possibilidade é que dois tubarões com DNA quase idêntico acasalaram com esta fêmea, mas esta última possibilidade é também muito improvável.

Replicar o estudo vai ser difícil. O tubarão-baleia é listado como “vulnerável” pela União Internacional para a Conservação da Natureza, e é protegido por causa de sua captura em todo o mundo. Os poucos que são encontrados em aquários geralmente tem menos de 25 anos e não estão sexualmente maduros. Adultos do sexo feminino somente reúnem-se em alguns pontos do mundo, sobretudo no Mar de Cortez e perto das Ilhas Galápagos. Os pesquisadores estão agora tentando entender o que há de especial nesses pontos e se as fêmeas grávidas de lá podem ser estudadas. [ LiveScience]

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Preso em rede, tubarão-baleia de seis metros morre na China


Um tubarão-baleia de seis metros de comprimento e três toneladas morreu nesta quinta (26) após ficar preso em uma rede de pesca em Taizhou, na China. Segundo informações da agência de notícias Reuters, o animal não conseguiu sobreviver depois de ser ser capturado 'acidentalmente' por pescadores da região. O tubarão-baleia é considerado inofensivo e pode ser extinto devido à pesca comercial, segundo especialistas. (estadao.com.br)

Tubarão-baleia - Rhincodon typus

Ordem: Orectolobiformes

O maior de todos os tubarões e o maior peixe vivo conhecido, o tubarão-baleia constitui um dos mais comoventes espetáculos do oceano. O seu tamanho colossal e a grande boca o tornam facilmente reconhecível, podendo ser visto perto da superfície em muitas águas tropicais ou subtropicais do mundo inteiro.

Os tubarões-baleia alimentam-se principalmente de plâncton, embora também comam regularmente cardumes de pequenos peixes e lulas. Ao contrário dos tubarões-frade, que simplesmente filtram enormes quantidades de água enquanto nadam, os tubarões-baleia sugam ativamente as suas presas antes de filtrá-las com eficácia. Já foram observados alimentando-se em grupos em lugares com grande concentração de determinados tipos de alimento.

Aparecem regularmente nos mesmos locais e em determinadas épocas do ano, provavelmente para aproveitar certos acontecimentos, como a desova dos corais e o florescimento regular de plâncton. Por esta razão, tornaram-se o centro de uma grande indústria de ecoturismo em algumas partes do mundo, principalmente na costa ocidental da Austrália, onde os mergulhadores fazem fila para ter a oportunidade de nadar junto com estas dóceis criaturas.

Os tubarões-baleia estão protegidos por lei em alguns países, mas são caçados em outros, principalmente em Taiwan e Filipinas. Mais de 100 tubarões são mortos anualmente somente em Taiwan, o que causa sérias preocupações quanto ao futuro de um peixe que cresce lentamente e que demora para atingir a maturidade.
Tamanho máximo: Incerto, mas provavelmente até os 20 m / mais de 12.000 kg.

Distribuição: Todos os mares temperados quentes e tropicais, exceto o Mediterrâneo. É possível que seja um animal altamente migratório.

Dieta: Zooplâncton, pequenos peixes, lulas.
Reprodução: Vivíparo. Número de crias variado; um exemplar em Taiwan continha mais de 300 fetos, o maior número encontrado em um tubarão.


Fotos: NHPA

sábado, 3 de janeiro de 2009

Tubarão-baleia de quase 7 metros morre em praia na Malásia

Animal ficou preso em rede de pesca e não pôde ser resgatado.
Ele foi fotografado nesta sexta(2) em vila a 400 km de Kuala Lumpur.
Da Reuters

Moradores da vila de pescadores Teluk Bahang, a 400 km de Kuala Lumpur, na Malásia, observam o tubarão-baleia morto na praia. O animal, com 6,8 m de comprimento, ficou preso em uma rede de pesca e, segundo agências locais, era muito pesado para ser resgatado pelos pescadores (Foto: Bernama / Reuters)

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...