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sábado, 21 de março de 2015

Pika-de-lli: mamífero 'fofinho' é redescoberto em montanhas da China

Mamífero Inacreditavelmente Bonito com cara do Urso Teddy é Redescoberta


Mais de 20 anos depois de sua descoberta, o Pika-de-lli raro foi descoberto nas montanhas do noroeste da China.

Por mais de 20 anos, o Pika-de-lli (Ochotona iliensis) , um tipo de minúsculo, de mamífero mamífero morador das montanhas com uma cara de urso de pelúche, havia escapado cientistas nas montanhas Tianshan, noroeste da China .

As pessoas tinham visto o bicho peludo apenas poucas vezes desde que foi descoberto por acaso em 1983. Na verdade, as pessoas localizaram apenas 29 indivíduos vivos, e pouco se sabe sobre ecologia e comportamento do animal.

Então, no verão de 2014, pesquisadores redescobriram os Pika-de-lli.

Li Weidong, o descobridor da espécie, em 2014, organizou um grupo de voluntários para procurar o animal nas montanhas, onde ele havia sido visto tantos anos antes. A pesquisa valeu a pena, pois eles estavam montando as armadilhas fotográficas, de fato, a equipe viu o rosto inconfundível de um pika que espreitava atrás de rochas.

"Achamos que ele se escondia atrás de uma rocha, e então percebemos que tínhamos encontrado o pika. Todos ficaram muito eufóricos", disse Tatsuya Shin, um naturalista da China que trabalhou na descoberta dos pika.
Pika-de-Ili foi fotografado em 2014 no noroeste da China
(Foto: Li Weidong/Wikimedia Commons)

Alta Montanha
Em 1983, o governo chinês enviou Li à Província de Xinjiang montanhosa de estudar os recursos naturais e doenças infecciosas. Como Li explorou um vale por Jilimalale Mountain, ele viu uma cabeça pequena, cinza saindo de uma fenda na rocha. Quando ele se aproximou, Li tem um olhar para todo o seu corpo.

O animal tinha cerca de oito polegadas (20 centímetros) de comprimento, com orelhas grandes e várias pequenas manchas marrons em sua pele cinzenta. Li não estava familiarizado com a espécie, nem eram pastores nas proximidades. Li pegou uma amostra e enviou para um cientista da Academia Chinesa de Ciências, que disse acreditar que o pika era uma espécie nova.

Embora Li não tenha conseguido encontrar mais pikas em uma segunda viagem para a área em Dezembro de 1983, uma terceira viagem, em 1985, foi mais bem sucedido, e as amostras adicionais permitiram que os pesquisadores da academia confirmassem que o Pika-de-lli era novo para a ciência.
Desde sua descoberta, foram raras as vezes em que o mamífero foi visto. Em 2014, durante uma expedição à cordilheira Tian Shan, o mesmo cientista que descobriu a espécie conseguiu registrar em foto uma rara aparição de um exemplar. A história do raro bichinho das montanhas e seu descobridor foi publicada na edição de março da revista "National Geographic China".

Minúsculo e em dificuldade.


Como outras espécies de pikas encontrados na América do Norte, o Pika-de-lli vive em altas altitudes entre 2.800 a 4.100 metros e subsiste principalmente de gramíneas, ervas e outras plantas da montanha.

Como outras criaturas que vivem em altas altitudes, o pika é sensível a mudanças em seu ambiente. Uma estimativa de 1990 colocou a sua população em cerca de 2.000 indivíduos, e acredita-se estar diminuindo em número, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza.

Pressão de pastejo do gado e da poluição do ar têm provavelmente contribuído para o declínio do Pika-de-lli, que a União Internacional para a Conservação da Natureza lista como vulnerável à extinção. A China considera as espécies ameaçadas de extinção.

Mesmo assim, não há esforços concertados em curso para ajudar o Pika-de-lli. Li disse que espera mudar isso, e usar a redescoberta do animal para criar áreas de conservação para a espécie.

Como alguém poderia recusar um cara assim?
Estes animais, parentes de lebres e coelhos, vivem em grandes altitudes, entre 2.800 e 4.100 metros, e são particularmente sensíveis às mudanças no habitat , ameaçados pelo uso intensivo das pastagens ea poluição do ar.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

China: debandada de sapos antes de terremoto


China: milhares de sapos fugiram antes de terremoto

Eles foram vistos viajando sem medo do tráfego atravessaram ruas cheias de gente. O governo chinês disse que era apenas uma migração natural para efeitos de reprodução. Isso acalmou o povo e ninguém levou o presságio muito a sério.

Mas na segunda-feira 12 de Maio, por volta de 02:45, na região central da China foi registrado um terremoto de magnitude 7,8 que ocorreu perto Wenchuan County, província de Sichuan  que matou cerca de 10.000 pessoas.

Muitas casas de civis e estradas desabaram e ficaram destruídas.Na cidade de Dujiangyan  uma escola de ensino médio, 900 alunos e professores foram enterrados no prédio que desabou, pelo menos 50 foram mortos.

Milhares de sapos fugiram de uma cidade próxima do epicentro do terremoto na China alguns dias antes do tremor. A migração anormal dos animais, que de modo repentino invadiram as ruas de Mianyang no fim de semana passado, provocou comentários convencidos de que se tratava de um sinal que anunciava o tremor.

Zhang Guomin, analista do Instituto de Pesquisas Sismológicas da estatal Xinhua, foi mais cauteloso, mas não abriu mão da hipótese. "Existem muitas razões para explicar uma anomalia em animais. Um sismo é uma das possibilidades", declarou.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Mastim tibetano. Raça de cão de R$ 1,5 milhão é símbolo de status social na China

Raça de cão de R$ 1,5 milhão é símbolo de status social na China
Mastim tibetano é leal e protetor, vive até 14 anos e chega a pesar 130 kg.
Espécie é descendente de caninos caçadores de tribos nômades da Ásia.

Cão mastim tibetano é posto à venda em Baoding, ao sul de Pequim, neste sábado (9) (Foto: Ed Jones/AFP)

Os cães da raça mastim tibetano, considerada a mais cara do mundo, têm sido vendidos na China por até R$ 1,5 milhão (indivíduos adultos) e se tornaram símbolo de status social para seus donos. As informações são do site do jornal britânico "Daily Mail".

Segundo os proprietários, esses animais de estimação de grande porte são extremamente leais e protetores. Eles descendem de cachorros caçadores de tribos nômades da Ásia Central e do Tibete, e acredita-se que a espécie começou a divergir geneticamente do lobo há 58 mil anos.

Na cidade de Baoding, na província de Hebei, ao sul de Pequim, vários filhotes são vendidos ao ar livre e acompanhados por ricos compradores de todo o país, inclusive da região do Himalaia. Muitos cães, porém, não conseguem sobreviver à viagem.

Os mastins tibetanos vivem por até 14 anos, podem chegar a pesar 130 kg e, em geral, têm menos problemas genéticos de saúde que outras raças. Atualmente, restam poucos espécimes puros, razão principal para a alta nos preços desse cão. No Reino Unido, há apenas cerca de 300 exemplares da raça, que tem somente uma ninhada por ano.

Eles se alimentam normalmente de alimentos orgânicos como cabeças de peixe cozidas, cascas de ovo em pó, óleo de fígado e ossos crus que ajudam a limpar os dentes.

Lendas dizem que o navegador italiano Marco Polo, um dos primeiros ocidentais a percorrer a Rota da Seda entre a Europa e o Oriente, teria encontrado no século 13 um mastim tibetano, descrito por ele como "alto como um burro e com uma voz poderosa como um leão".
Mastim é visto normalmente com a língua para fora; ao lado, filhotes são postos à venda (Foto: Ed Jones/AFP)

Mais filhotes à venda na China; compradores ricos vêm de todas as regiões do país (Foto: Ed Jones/AFP)

Na vida adulta, mastim tibetano é achado em 2 versões: nas cores preta e 'vermelha' (Foto: Ed Jones/AFP)

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Passeio de chinês com píton como pet revolta ambientalistas

You Wang, de 31 anos, deixa bem sem graça quem sai para dar uma volta com bichinhos de estimação tão comuns como cães. Todas as manhãs, o chinês passeia pela cidade de Changzhou com sua píton, deixando moradores e turistas em choque.

A dupla, que já virou atração local, não dispensa um mergulho no lago do parque da região nos dias de maior calor. Ao jornal Daily Mail desta quarta-feira (25/07), Wang disse que, no começo, os passeios da píton eram realizados no chão. Mas, como a locomoção do animal é muito lenta, o chinês propôs outra solução: “agora, levo a cobra no ombro”.

Procurada para falar sobre o assunto, a polícia de Changzhou declarou que não pode impedir o chinês de passear com seu pet, pois não se trata de um animal venenoso. Apesar disso, a píton está entre as serpentes mais mortais no mundo, conhecidas por asfixiar suas vítimas, para depois devorá-las inteiras.

O passeio matinal também causou alarde entre ambientalistas, que criticam a atitude do homem, alegando que, além de colocar em risco a vida de pessoas, ele prejudica a saúde do animal, que não possui sistema imunológico preparado para viver nas cidades e suportar determinadas temperaturas.

Foto: (Reprodução/Daily Mail)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

5 mil patos invadem rua em cidade da China; veja fotos

Um fazendeiro chinês provocou o caos nas estradas, quando ele se guiou seu rebanho para se alimentar a cerca de 500 metros. Hong trouxe para as ruas na cidade oriental de Taizhou um impasse quando, acompanhado por um colega, ele levou seus animais para uma lagoa. Armado com nada mais que uma bengala, ele orientou seus amigos emplumados três quartos de uma milha, como parte de uma tradição anual na província de Zhejiang. dailymail.co.uk

Cerca de 5 mil patos são conduzidos em uma rua em direção a um lago em Taizhou, província de Zhejiang, na China.




Reuters

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Porco que anda com duas patas faz sucesso na China

Porco que anda com duas patas faz sucesso na China
Suíno nasceu em fazenda em Mengcheng.
Porco consegue equilibrar seus 30 quilos no ar.

Após fazer sucesso em uma fazenda em Mengcheng, na província de Anhui, na China, um porco que aprendeu andar apenas com duas patas virou sensação na internet no país asiático. Chamado de "Porco Forte", o suíno nasceu sem as patas traseiras, mas, mesmo assim, consegue equilibrar seus 30 quilos no ar e andar com as patas dianteiras.
Porco consegue equilibrar seus 30 quilos no ar e andar com as patas dianteiras. (Foto: AFP)

Porco nasceu em fazenda em Mengcheng, na província de Anhui. (Foto: AFP)


Do G1, em São Paulo

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cão comove moradores ao fazer vigília no túmulo do antigo dono

Cachorro faz vigília no túmulo do antigo dono na China
Sem aceitar a ideia da morte de seu criador, pet está no cemitério desde novembro

Um cachorro causou comoção na China ao permanecer, por vários dias, ao lado do túmulo de seu antigo dono. Desde o início de novembro, o cão faz vigilia no cemitério do vilarejo de Panjiatun.

Os vizinhos sentiram falta do animal após seu dono, Lao Pan, de 68 anos, morrer no início do mês. Foram sete dias até os moradores localizarem o cachorro, que ficou sem comida no período.

O animal permanece no cemitério, onde agora é alimentado pelos moradores do vilarejo.

FONTE: BBC

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Chinês é flagrado arremessando cachorrinho a mais de 20 m no mar

Chinês é flagrado arremessando cachorrinho a mais de 20 m no mar
Jovem repetiu crueldade e foi embora quando o cão nadou até uma rocha.
Filhote foi resgatado por nadador e ganhou uma nova dona.

Filhote é visto no ar durante um arremesso (Foto:
Reprodução/Daily Mail - marcação feita pelo G1)
Um homem que passava por uma praia em Xiamen, na província chinesa de Fujian, capturou um ato de crueldade de um jovem contra um filhote de cachorro. As fotos mostram o rapaz arremessando o animal para o mar, o que teria ocorrido mais de uma vez após o filhote nadar de volta à areia.

As imagens foram publicadas no site do tabloide inglês "Daily Mail". Segundo relatos, outras pessoas que viram o que estava acontecendo gritaram para que o homem parasse com a crueldade, mas ele não dava ouvidos. O cachorrinho aterrissava na água a mais de 20 metros de distância e voltava à areia, quando era então jogado novamente.

Outra pessoa que parece acompanhar o jovem é vista na imagem registrando com uma câmera o ato desumano.

Cansado de nadar de volta até a praia, o filhote finalmente buscou refúgio em uma rocha da encosta. Um nadador conseguiu resgatá-lo, mas, enquanto isso, o jovem que maltratou o animal deixou a praia sem sofrer qualquer punição.

O cão foi dado a uma jovem que havia visto tudo da praia e se ofereceu para cuidar do filhote.

Filhote acabou ganhando uma nova dona após o 'pesadelo' (Foto: Reprodução/Daily Mail)


Do G1

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Galinha sem penas vira atração turística na China

A Senhora Sem Penas é a principal atração em um fazenda no norte da China.



Uma galinha de cinco meses de idade transformou-se na principal atração turística do vilarejo de Laoshan, no norte da China. Tudo porque ela é completamente sem penas, peladinha da silva!


O fazendeiro Lao Yin, dono da galinha, disse que percebeu cedo o problema do animalzinho.

“Logo com dez dias de vida vi que ela era especial. Enquanto os outros eram fofinhos, cheios de pena, ela era pelada”, disse Lao, que chama a galinha de Senhora Sem Penas.

Além de não ter penas, a Senhora Sem Penas tem problemas de peso. Enquanto as outras chegam aos 5, 6 quilos, ela mal alcança 2 quilos.

“Muita gente vem aqui na minha fazenda só para tirar fotos ao lado da minha galinha. Eu acho muito divertido”, diz o fazendeiro, que nem pensa em vender sua galinha-celebridade.

Flávio Almeida - Expresso

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Na China, coelho é 'estímulo' para que filhotes de tigre virem caçadores

Funcionários de zoológico colocaram animal no cercado dos felinos.
Objetivo era 'estimular' os instintos caçadores dos tigres, segundo eles.


Um filhote de tigre encara um coelho no zoológico da floresta Jiufeng, em Wuhan, na província chinesa de Hubei. (Foto: Reuters)

O coelho foi colocado na jaula como um 'treinamento' para estimular os instintos caçadores de dois pequenos felinos, segundo a mídia local. Mais ágil, ele sobreviveu aos 'ataques' dos filhotes. (Foto: Reuters)

Fonte: G1

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Grilos ajudam a compor o som ambiente da China

Os animais fazem parte da milenar história chinesa


Na cultura chinesa, os grilos fazem parte de uma paixão que remonta à antiguidade e que até os dias atuais ainda se mantém, e por isso é comum encontrar comerciantes vendendo os insetos, presos delicadamente em jaulas e cujo canto faz parte dos sons tradicionais da cidade.
Grilos dão o tom do clima chinês há milênios

Em Pequim, principalmente na primavera e verão, em certas ruas e parques é possível ouvir o canto dos insetos que procuram fêmeas para acasalamento.

Os grilos estão tão presentes na cultura popular chinesa que inclusive em táxis pode ser escutado seu som, que vem de uma caixa talhada em marfim onde o inseto fica preso.

Nos becos tradicionais que rodeiam a Cidade Proibida, os vendedores oferecem os mais variados tipos de brinquedos, entre os quais destaque para uma semente de plástico, que ao, ao ser aberta, deixa livres dois grilos de dourados, um de frente para o outro. Apenas um canta: o macho. A fêmea observa.

Já durante a dinastia Tang (618-907) as concubinas imperiais prendiam seus grilos em pequenas jaulas de ouro para poder colocá-los ao lado da cama e escutar seu canto durante toda a noite. Um costume que seguiu vivo durante a dinastia Qing (1644-1911).

As brigas de grilos também foram muito populares na China na época do Império, sendo o principal produto comercial de povos inteiros que se dedicavam à criação do inseto.

Atualmente, sua criação e venda continua sendo um negócio no gigante asiático, onde se calcula que cerca de dez milhões de pessoas criam e cultivam os animais de julho a novembro. Há uma década, Tu Huajing, de 46 anos, possui junto a seu marido uma loja especializada em grilos, no mercado de Xin Guan Yuan, onde a maioria dos comerciantes se dedica ao negócio dos grilos.

Huajing disse à agência Efe que, só no último fim de semana, vendeu mais de 100, cujos preços variam entre 100 iuanes (US$ 14) e os 3.000 iuanes (US$ 441, embora possa chegar a até 8.000 iuanes (US$ 1.178) no caso de um bom grilo de luta.

O marido de Huajing está em Ningyang, na província de Shandong, para onde a cada ano viaja na busca dos grilos desta região que, desde os tempos da dinastia Song (960-1279), são considerados "insetos de primeira classe do norte do Yang Tsé". A loja do casal está repleta de utensílios criados única e exclusivamente para o inseto.

Comedouros, bebedouros e até dormitórios dentro de vasilhas especiais para grilos, feitos de pedra, madeira ou vidro. A mais barata custa 100 iuanes e a mais cara, de marfim, 50 mil iuanes (US$ 7.360). Fora do estabelecimento, os clientes sentados em pequenos tamboretes testam a ferocidade dos grilos. Com finos pedaços de madeira, dão pequenos golpes para comprovar se são fortes, rápidos e espertos.

Zang, um homem de 48 anos, casado e com um filho, afirmou à Efe que há três décadas compra grilos, e atualmente tem uns 300 em casa. E garante: o barulho não atrapalha. Com cada grilo, Zang gasta uma média de 200 iuanes (US$ 29).

- Vou os alimentando por um mês, quando começo fazê-los lutar no parque ou em casa.

As brigas de grilos foram uma das primeiras práticas feudais que os comunistas proibiram com o advento da República Popular da China em 1949, por sua relação com o mundo das apostas ilegais. Apesar de as apostas de grilos, e de qualquer outro tipo, serem proibidas na China, seguem sendo praticadas em pontos escondidos das cidades. Regularmente, a imprensa as destaca, e narra a história de algum viciado.(Marta Miera, da EFE)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

'Vaca unicórnio' vira atração em fazenda na China

Fazendeiro Jia Kebing notou uma pequena protuberância na testa dessa vaca quando ela nasceu, há dois anos, mas não esperava que terceiro chifre chegasse a 20 centímetros..
'Minha fazenda é famosa na região', disse Jia Kebing.
Terceiro chifre mede cerca de 20 centímetros. (Foto: Reprodução/Metro)

Uma vaca virou atração em uma fazenda em Baoding, na província chinesa de Hebei, por apresentar um terceiro chifre. Dono do animal apelidado de "vaca unicórnio", o fazendeiro Jia Kebing disse que notou uma pequena protuberância na cabeça da vaca quando ela nasceu há dois anos. Mas o chifre cresceu e hoje mede cerca de 20 centímetros, segundo o jornal inglês "Metro".
"Minha fazenda é famosa na região por causa dessa vaca. As pessoas vêm aqui só para vê-la", afirmou o fazendeiro.

G1 e MEtro

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Preso em rede, tubarão-baleia de seis metros morre na China


Um tubarão-baleia de seis metros de comprimento e três toneladas morreu nesta quinta (26) após ficar preso em uma rede de pesca em Taizhou, na China. Segundo informações da agência de notícias Reuters, o animal não conseguiu sobreviver depois de ser ser capturado 'acidentalmente' por pescadores da região. O tubarão-baleia é considerado inofensivo e pode ser extinto devido à pesca comercial, segundo especialistas. (estadao.com.br)

Tubarão-baleia - Rhincodon typus

Ordem: Orectolobiformes

O maior de todos os tubarões e o maior peixe vivo conhecido, o tubarão-baleia constitui um dos mais comoventes espetáculos do oceano. O seu tamanho colossal e a grande boca o tornam facilmente reconhecível, podendo ser visto perto da superfície em muitas águas tropicais ou subtropicais do mundo inteiro.

Os tubarões-baleia alimentam-se principalmente de plâncton, embora também comam regularmente cardumes de pequenos peixes e lulas. Ao contrário dos tubarões-frade, que simplesmente filtram enormes quantidades de água enquanto nadam, os tubarões-baleia sugam ativamente as suas presas antes de filtrá-las com eficácia. Já foram observados alimentando-se em grupos em lugares com grande concentração de determinados tipos de alimento.

Aparecem regularmente nos mesmos locais e em determinadas épocas do ano, provavelmente para aproveitar certos acontecimentos, como a desova dos corais e o florescimento regular de plâncton. Por esta razão, tornaram-se o centro de uma grande indústria de ecoturismo em algumas partes do mundo, principalmente na costa ocidental da Austrália, onde os mergulhadores fazem fila para ter a oportunidade de nadar junto com estas dóceis criaturas.

Os tubarões-baleia estão protegidos por lei em alguns países, mas são caçados em outros, principalmente em Taiwan e Filipinas. Mais de 100 tubarões são mortos anualmente somente em Taiwan, o que causa sérias preocupações quanto ao futuro de um peixe que cresce lentamente e que demora para atingir a maturidade.
Tamanho máximo: Incerto, mas provavelmente até os 20 m / mais de 12.000 kg.

Distribuição: Todos os mares temperados quentes e tropicais, exceto o Mediterrâneo. É possível que seja um animal altamente migratório.

Dieta: Zooplâncton, pequenos peixes, lulas.
Reprodução: Vivíparo. Número de crias variado; um exemplar em Taiwan continha mais de 300 fetos, o maior número encontrado em um tubarão.


Fotos: NHPA

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Urso equilibrista vira atração em zoológico chinês

Animal consegue ficar em pé em cima de uma bola.
Urso é uma das principais atrações de um zoológico em Fuzhou.

Um urso que consegue ficar em pé em cima de uma bola é uma das principais atrações de um zoológico em Fuzhou, na província de Fujian (China.). Os turistas ficam maravilhados com o equilíbrio demonstrado pelo animal.Um urso que consegue ficar em pé em cima de uma bola é uma das principais atrações de um zoológico em Fuzhou, na província de Fujian (China). Os turistas ficam maravilhados com o equilíbrio demonstrado pelo animal durante a apresentação. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Macacos fogem de jaula e barbarizam em zoo chinês


Eles arrancaram penas de pavões e urinaram no tanque de peixes.
Zoo foi fechado enquanto os funcionários recapturavam os macacos.
Foto: Barcroft Media/Getty Images

Após fugirem de sua jaula no zoológico Sha Ping em Chongqing, na China, macacos roubaram comida de turistas. (Foto: Barcroft Media/Getty Images )


Foto: Barcroft Media/Getty Images

Macaco segura pedaço de pau em cima de seu recinto no zoológico Sha Ping em Chongqing, na China. Após fugirem de sua jaula, os macacos arrancaram penas da cauda dos pavões e urinaram no tanque de peixes. O zoológico precisou ser fechado temporariamente enquanto os funcionários tentavam colocar os macacos na gaiola.  (Foto: Barcroft Media/Getty Images )

 Do G1

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cobra com perna é achada dentro do quarto na china

Bicho estranho foi levado para cientistas em universidade chinesa.
Animal tem 'braço' completo, com quatro dedos.



Mulher diz ter encontrado cobra com uma perna na China. (Foto: Reprodução/SCOL.cn)

Duan Qiongxiu, 66 anos, entregou o animal para cientistas, que se surpreenderam com o fato do animal ter aparentemente desenvolvido uma pata completa, com quatro dedos.

"Eu acordei e ouvi um barulho estranho. Quando acendi a luz, vi o bicho rastejando na parede", conta Duan. Ela pegou um sapato e matou o animal, mas guardou o corpo em um pote com álcool.

A cobra bizarra será estudada pelo departamento de ciências biológicas da Universidade de Nanchong.


Do G1, em São Paulo

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

No ano do Rato, hamsters viraram o novo animal de estimação da moda na China

Vídeo: hamster piano and pop corn


Os hamsters viraram o novo animal de estimação da moda na China, com a chegada do Ano do Rato no último dia 7 de fevereiro.

Segundo proprietários de lojas de animais, os estoques estão diminuindo - e os preços aumentando - com a procura das crianças pelo pequeno roedor.

De acordo com a imprensa chinesa, os preços dos roedores triplicaram chegando a 30 yuan (cerca de R$ 7) por hamster, em todo o país.

No Ano do Rato, o animal se tornou o roedor de perfil mais "aceitável". "Ratos e camundongos têm uma imagem ruim, mas os hamsters são gentis. Você pode segurá-los em sua mão e brincar com eles", segundo a agência de notícias chinesa Xinhua.

As lojas de animais também estão registrando aumento de interesse em outros animais parecidos, como chinchilas e esquilos, mas o hamster ainda é a primeira opção.

Mas especialistas alertam que os roedores têm dentes afiados e podem morder. Alguns hamsters poderiam, inclusive, estar carregando o vírus da raiva.

Fonte: site da BBC Brasil

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