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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Templo 'agradece' a macacos com 'buffet' com 4 mil quilos de frutas


Macacos de templo na Tailândia ganham buffet tipo “self-service” com 4 mil quilos de frutas

Macacos comem frutas durante o festival anual do macaco Buffet na frente do Prang Sam Pra Yot templo em Lopburi província, 150 km (94 milhas) ao norte de Banguecoque, 25 de novembro de 2012. Mais de 4.000 kg de frutos são usados ​​durante o festival anual para promover o turismo. REUTERS / Chaiwat Subprasom

Centenas de turistas visitaram o templo Prang Sam Pra Yot, localizado em Lopburi, na Tailândia, para assistir ao Monkey Buffet Festival de 2012.

O festival, que acontece anualmente, faz a alegria dos macacos que moram no local. A festa é uma forma de agradecer aos bichos por trazerem pessoas de diversas partes do mundo à região.

Para não faltar comida na festa dos animais, os organizadores do evento montaram um buffet, do tipo “self-service”, com cerca de quatro mil quilos de frutas.
A imagem foi publicada pelo jornal Telegraph desta terça-feira (27-11).

(Foto: Reprodução / Telegraph)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Estudo. Macacos aprendem leitura básica


Cientistas ensinam elemento básico da leitura a babuínos
Macacos conseguem diferenciar palavras de letras sem sentido.
Pesquisa indica que mecanismos do cérebro existiam antes da escrita.

Cientistas franceses conseguiram ensinar a babuínos elementos básicos da leitura em um estudo publicado nesta quinta-feira (12) pela revista “Science”. Os macacos aprenderam a diferenciar sequências de letras que representavam palavras da língua inglesa de outras que não fariam sentido.

Os pesquisadores cadastraram várias sequências de quatro letras – algumas eram palavras e outras não – em um programa de computador. Na tela, os babuínos deveriam indicar se o que estavam vendo correspondia ou não a uma palavra. Quando acertavam, eram recompensados com um alimento.
Babuíno é capaz de aprender elementos básicos da leitura (Foto: J. Fagot/Divulgação)

Depois de um mês e meio, os seis animais usados no experimento conseguiam identificar quais eram as palavras de verdade. Em média, eles tiveram cerca de 75% de acerto, e um deles conseguiu marcar 90%.


O autor Jonathan Grainger, da Universidade Aix-Marseille, na França, explicou que os macacos aprenderam “propriedades estatísticas que distinguem palavras de não palavras”. Essas propriedades são, por exemplo, encontros consonantais mais comuns, como “pr”, ou raros, como “dl”.

Até agora, os cientistas acreditavam que a capacidade de reconhecer palavras escritas com um alfabeto só seria possível com o domínio da linguagem. Com a descoberta, esta concepção pode ser alterada.

“Os resultados sugerem que os mecanismos biológicos básicos necessários para a leitura têm raízes evolucionárias mais profundas do que qualquer um poderia imaginar”, afirmou Michael Platt, da Universidade Duke, dos EUA, um dos autores de uma análise também publicada pela “Science”.

Em outras palavras, embora a escrita só tenha sido inventada com a civilização, o cérebro humano já tinha a capacidade necessária para ler desde muito antes.

Do G1, com informações da Reuters

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Se a evolução é real por que há ainda macacos?


Se a evolução é real porque há ainda macacos? Como podemos ser descendentes de macacos se eles estão por aí hoje?


"Esta é uma pergunta costuma ser feita a biólogos evolucionistas," diz o Dr. Paul Willis, paleontólogo e diretor do RIAus .

"Mas a pergunta em si revela um par de equívocos fundamentais sobre a evolução e como ela funciona", diz ele.

Em primeiro lugar, os humanos não evoluíram dos macacos. Em vez disso, os macacos e os seres humanos compartilham um ancestral comum do qual evoluiu cerca de 25 milhões de anos atrás.

Essa relação evolutiva é apoiado tanto pelo registro fóssil e análise de DNA. Um estudo de 2007 mostrou que os seres humanos e macacos rhesus compartilham cerca de 93% do seu DNA. Com base nas semelhanças e diferenças entre os dois tipos de DNA, os cientistas estimam que os seres humanos e macacos rhesus divergiram de seu ancestral comum  cerca de 25 milhões de anos atrás.

Da mesma forma, o registro fóssil identificou ancestrais comuns aos seres humanos e macacos, como um fóssil primata ainda sem nome em Mianmar, encontrado em 2009 e datado por viver cerca de 37 milhões de anos atrás.


Nossos primos mais próximos
Os seres humanos são realmente mais estreitamente relacionados com os chimpanzés e outros macacos, mas a evidência de DNA mostra novamente que não evoluíram a partir deles. Os chimpanzés e os seres humanos compartilham entre 98 a 99% de DNA sugerindo que nós compartilhamos um ancestral comum  cerca de 6 milhões de anos atrás.

A evolução não é linear
"A idéia de dividirem um ancestral comum leva ao segundo grande equívoco inerente à questão," diz o Dr. Willis, "que a evolução é um processo linear, onde uma espécie se transforma em outra."

A evolução é realmente um processo de ramificação onde uma espécie pode dar origem a duas ou mais espécies.

"A falácia da evolução linear é mais claramente ilustrada pela analogia de pedir; como posso compartilhar avós comuns com os meus primos se meus primos e meus avós ainda estão vivos", diz o Dr. Willis.

"A resposta é claro que seus avós tinham mais de um filho e que cada um saiu e começou suas próprias famílias, criando novos ramos de sua árvore de família."

A mesma coisa acontece nas famílias evolutivas. Uma espécie pode se dividir em duas ou mais espécies descendentes e eles podem dividir novamente e novamente através das gerações.

Dr. Paul Willis é o diretor de RiAus e ex-apresentador de programa de TV ABC do Catalyst.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Gibões ameaçados de extinção são encontrados por entidade no Vietnã

Entidade encontra no Vietnã grupo de gibões ameaçados de extinção

A organização ambiental Conservation International descobriu, em um parque nacional do Vietnã, a maior população conhecida de uma espécie de gibão ameaçada de extinção.

Usando uma técnica que consiste em usar o som produzido pela espécie, a entidade confirmou a existência de 455 animais no Parque Nacional de Pu Mat.

Esse grupo de espécimes do Nomascus leucogenys representa mais de dois terços da quantidade total de gibões no Vietnã, e é a única população viável desta espécie que ainda resta no mundo, segundo a Conservation International.

BBC
Organização ambiental descobriu população de gibão ameaçado no Vietnã

"Historicamente, esta espécie de gibão era distribuída pela China, Vietnã e Laos. Acreditava-se que este primata muito ameaçado estava funcionalmente extinto na China, e a situação da espécie é desconhecida no Laos devido à falta de pesquisa, apesar de números significativos ainda persistirem", informou a organização em um comunicado.

"Esta é uma descoberta extraordinariamente significativa e destaca a imensa importância das áreas protegidas para fornecer os últimos refúgios para a vida selvagem da região", afirmou Russell Mittermeier, presidente da Conservation International, lembrando que esta espécie de gibão está muito próxima da extinção.

POPULAÇÕES MENORES

Os trabalhos realizados pela entidade nos últimos três anos pesquisando a espécie no norte e no centro do Vietnã não tinham apresentado grandes resultados, descobrindo apenas populações menores.

Em 2010, a área da pesquisa foi mudada para o Parque Nacional de Pu Mat, onde a organização e os funcionários do parque, com o apoio de outras entidades de defesa ambiental, usaram a técnica de amostras auditivas para pesquisar a área.

Os gibões encontrados são primatas territoriais e comunicam a outros os limites das fronteiras de seus territórios por meio de vocalizações altas, prolongadas e elaboradas.

Ao gravar estes sons, os cientistas reuniram dados sobre os grupos de gibões na área pesquisada e usaram estes dados para determinar os números dos grupos em todo o parque.

A população em questão foi descoberta em uma floresta densa e remota, em altitudes maiores na fronteira entre o Vietnã e o Laos, onde ela viveu isolada das populações humanas.

RISCO

A Conservation International afirma que a população de gibões encontrada agora pode estar em risco devido aos projetos de desenvolvimento e de construção de rodovias na região.

"Estas estradas, que visam aumentar as patrulhas na fronteira entre o Vietnã e Laos, vão passar diretamente pelo habitat do gibão", informou a entidade.

"Isto pode levar a efeitos catastróficos nesta população, pois as estradas vão fragmentar o habitat e dar acesso para atividades prejudiciais e ilegais como caça e desmatamento", diz o comunicado da organização.

"Não acreditamos que podemos parar as estradas, então a melhor solução é uma proteção de áreas importantes para esta população de gibões", disse o consultor da Conservation International Luu Tuong Bach, que liderou as pesquisas de campo.

"A grande questão será a caça destes gibões, que antes eram protegidos pelo terreno remoto (onde vivem), então o controle de armas será vital. Sem proteção direta no Parque Nacional de Pu Mat, é provável que o Vietnã perca esta espécie em um futuro próximo", afirma o cientista.

BBC
Entidade confirmou a existência de 455 animais no Parque Nacional de Pu Mat

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Drama e emoção em casamento de macacos na Índia

Ambientada nas florestas do noroeste da Índia, a história tinha todos os ingredientes de uma perfeita história de amor ao estilo de Bollywood: emoção, comemoração, amantes desventurados e um clímax cheio de suspense.

A única diferença foi que os amantes eram macacos e estavam participando do primeiro casamento de macacos na Índia - com todo o desenrolar do drama sobre um choque clássico entre a crença de um povo antigo e as exigências da vida moderna.

A crença hindu inclui a adoração dos animais, vistos como avatares dos deuses. Os macacos exercem papel especialmente importante na mitologia hindu, na qual são venerados como a encarnação de Hanuman, o macaco poderoso que ajudou Rama (avatar do deus Vishnu) na luta deste contra o mal.

Assim, quando foram divulgados os planos para o casamento de "Raju" e "Chinki" no vilarejo de Talwas, nas profundezas das florestas do Rajastão, os vizinhos reagiram com entusiasmo.


Raju, o "noivo", ficou famoso no povoado de Banetha, a 55 quilômetros de Talwas, atraindo multidões cada vez que saía de casa. Era conhecido por comer, dormir e fumar cigarros com seu dono, Ramesh Saini, que o tratava como filho.

"Quero desfrutar as sensações do casamento de um filho, através do casamento de Raju", disse Rajesh, condutor de riquixá de 38 anos, casado mas sem filhos, que curou Raju depois de encontrá-lo inconsciente três anos atrás.

Assim, Rajesh ficou feliz quando, dois meses atrás, conheceu o cuidador de Chinki, sacerdote de um vilarejo vizinho, que lhe propôs o casamento dos dois macacos.

"Receberemos a noiva em nossa casa em Banetha depois do casamento, com todos os rituais devidos", disse Ramesh, emocionado, enquanto oferecia chá a Raju em uma barraca de chá na estrada.

Centenas de convites ao casamento foram enviados para os povoados vizinhos. A cerimônia foi planejada de acordo com os costumes tradicionais hindus, que incluem voltas em torno da fogueira sagrada, enquanto um sacerdote recita os votos nupciais. Está prevista uma grande festa antes do casamento, incluindo uma procissão com o macaco Raju sobre um cavalo.

"O convite é aberto a todos os vizinhos. Prevejo mais de 2.000 pessoas na festa", disse Ramesh, em pé ao lado de Raju.

Terra


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Invasão de território. Mico-leão-de-cara-dourada ameaça mico-leão-dourado no Estado do Rio

Grupo formado por mico-leão-de-cara-dourada ameaça mico-leão-dourado no Estado do Rio

RIO - Ironia das ironias, a tirar o sono de biólogos e especialistas em conservação. Atualmente, uma grande ameaça à sobrevivência do mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) é o mico-leão-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas). Enquanto a área de ocorrência do primeiro é o Norte Fluminense, o segundo vive no Sul da Bahia e, em escala bem menor, no Nordeste de Minas. Ou seja, eles nunca deveriam se encontrar. Mas não se sabe bem como nem quando um grupo de micos-leões-de-cara-dourada chegou a Niterói e, por lá, se multiplicou. Já são 107 indivíduos, segundo a última contagem oficial, e eles estão a menos de 100 km da área do mico-leão-dourado, o mais ameaçado dos micos.

- É uma história muito estranha, que não poderia nunca estar acontecendo - afirma o diretor do Programa Mata Atlântica da ONG Conservação Internacional, Luiz Paulo Pinto. - Mas se trata de um grupo grande. Ele preocupa tanto o Instituto Chico Mendes quanto várias organizações porque está muito próximo da área do mico-leão-dourado, que é uma outra espécie.

Os dois micos são catalogados oficialmente como ameaçados de extinção. Mas enquanto existem pelo menos 6 mil indivíduos do mico-leão-de-cara-dourada na natureza, o número de micos-leões-dourados não passa de 1,2 mil. Especialistas em conservação dizem que o mínimo ideal seria de 2 mil.

- A situação do mico-leão-dou$é muito crítica - afirma Pinto. - Com esse número restrito de indivíduos, se acontecer uma doença, por exemplo, boa parte da população seria dizimada. A única coisa que ameniza um pouco a sua situação é que grande parte deles está em área de conservação, o que garante maior proteção. Mas, mesmo assim, é muito preocupante.

Caso os micos-leões-de-cara-dourada atravessem os cerca de 100km que os separam dos parentes, localizados basicamente em Silva Jardim e Casemiro de Abreu, o número pode cair ainda mais. É que os animais estariam competindo pelo mesmo tipo de alimento. [Roberta Jansen - O Globo]


Mico Leão de Cara Dourada

Nome científico: Leontopithecus chrysomelas
Nome em inglês: Golden Faced lion tamarin
Ordem: Primata.
Família: Callithricidae.
Habitat: Sul da Bahia e Norte do Espírito Santo
Distribuição geográfica: Brasil. Vivem em estado selvagem apenas nos restos de mata que sobraram no sul da Bahia.
Tamanho: cerca de 17 a 50 cm e a cauda, de 23 a 39 centímetro.
Peso: O peso varia de 210 a 590 gramas.
Pelagem: A pelagem é longa e macia. É significativamente preto com a cabeça, nádegas, superfície mais alta da cauda, antebraço, mãos e pés dourados.
Longevidade: 15 anos
Maturidade: Fêmea- 18 meses, Macho- 24 meses
Época reprodutiva: Setembro a março
Gestação: 125 a 132 dias
Nº de filhotes: 1 a 3. O filhote quando nasce é assistido tanto pela mãe quanto pelo pai.
Peso filhote: 60 g
Alimentação: Pequenos animais, insetos, frutas e ovos de pássaros.
Curiosidades: Geralmente viaja em pequenos grupos.
Hábitos: Pula de árvore em árvore com muita agilidade. Se abriga em ocos de árvores e em rochas.
Ameaça de Extinção: Devido às capturas ilegais para a venda a comerciantes inescrupulosos e, ao intenso desmatamento no seu habitat, este pequeno macaco está gravemente ameaçado de completa extinção.

Fonte: www.saudeanimal.com.br

domingo, 8 de maio de 2011

Macacos nascem com gene que os protegem de vírus parecido ao HIV

Algumas espécies de macacos têm um gene que pode ajudar a ciência a criar uma vacina contra o VIS (vírus da imunodeficiência símia) e, por sua vez, contribuiria para o desenvolvimento de imunizantes contra a aids em humanos, sugere um estudo.

Cientistas vacinaram um grande grupo de macacos-resos e, depois, os expuseram ao VIS durante duas semanas. A metade foi infectada, mas a outra metade, não.

Os que resistiram à infecção tinham mais probabilidade de ter o gene identificado como TRIM5.

"Isto nos diz (...) que provavelmente haja, entre os humanos, genes a serem encontrados em algumas pessoas, mas não em outras, que podem ajudar na proteção do organismo", diz Norman Letvin, professor da Escola de Medicina de Harvard e coordenador do estudo, publicado na revista "Science Translational Medicine" na última quinta-feira (5).

Folha

domingo, 10 de abril de 2011

Macacos são ‘treinados’ para não furtar óculos de sol em zoológico

Macacos-de-cheiro do zoológico de Londres estão sendo “treinados” para não furtarem mais os óculos de sol dos visitantes. Como os primatas não gostam de coisas amargas, a equipe de funcionários do zoo começou a colocar maçãs amargas em alguns pares de óculos, a fim de que os animais começassem a evitar esses objetos.
Macaco-de-cheiro olha para óculos besuntado com maçã amarga
Foto: AP

O zoo acredita que esta medida possa dar segurança aos itens dos visitantes neste verão em Londres.

O problema começou na semana passada, quando os primeiros raios de sol da primavera foram avistados na Europa.

“Já encontramos Ray-Bans e óculos de aviador. Com o tempo bom se aproximando, pensamos que seria bom treinar os macacos para não furtarem os óculos dos visitantes”, disse Tracey Lee, líder da equipe de mamíferos do sul.

Não é o primeiro registro de objetos furtados pelos macacos-de-cheiro no zoo de Londres. Quatro anos atrás, os primatas foram treinados também para pararem de furtar os celulares dos visitantes. (Fonte: Portal Terra)

sábado, 19 de março de 2011

Macacos depredam Mercedes em teste para reabertura de parque

Macacos depredaram o veículo em teste antes da reabertura do local após dois anos de reforma

Foto: BBC Brasil

O parque Longleat Safari, em Wiltshire, no sudoeste da Inglaterra, presenteou os seus macacos rhesus com um carro. Em vez de uma refeição especial, os tratadores deixaram um Mercedes com malas cheias de presentes.

A ideia é ajudar os animais a voltarem a se acostumar com carros, nos preparativos para a reabertura do parque, após dois anos de reformas. Durante todo esse tempo, os animais ficaram praticamente sem ver visitantes

Os cerca de 100 macacos investigaram longamente o conteúdo das malas. Entre os presentes estavam roupas, bichos de pelúcia, bolas e petiscos. Mas os curiosos macacos não se deram por satisfeitos e atacaram o carro também. Espelho retrovisor, placa e até as calotas viraram brinquedos dos animais.

BBC Brasil

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Macaco se lava com urina para atrair fêmea, diz pesquisa

Um estudo recém-divulgado afirma que o hábito de macacos macacos-prego de esfregar urina na pele é uma tática para atrair a fêmea da espécie.

A pequisa divulgada na publicação especializada American Journal of Primatology mostrou que os cérebros de fêmeas dos macacos-prego ficam mais ativos quando elas sentem o cheiro de urina de machos maduros sexualmente.

A conclusão dos autores do estudo é que os macacos passam a urina para atrair as fêmeas e mostrar que estão disponíveis.

''Como as fêmeas do macaco-prego  quando estão férteis solicitam mais ativamente os machos, concluímos que o banho de urina por parte dos machos fornece a informação química que as fêmeas precisam a respeito de seu status sexual ou social'', disse à BBC a primatologista Kimberley Philips, da Trinity University, na cidade de San Antonio, nos Estados Unidos.

Vários símios, entre eles o bugios, macacos-esquilo e algumas espécies de macacos-prego, utilizam a prática de urinar na palma da mão e em seguida esfregam a urina nos pés e no traseiro.

Até então, cientistas especulavam sobre os possíveis motivos do ''banho de urina'' a que os macacos se submetiam. Entre as hipóteses levantadas estava a de manter a temperatura do corpo ou permitir que cada um se identificasse a partir do cheiro.

Cérebro

A pesquisa, afirma a primatologista, mostrou que ''quando solicitados pela fêmea, os adultos do sexo masculino aumentam o uso de 'banhos de urina'''.

A pesquisa realizada por Kimberley Philips e outros pesquisadores se valeu de scanners de ressonância magnética que acompanhavam a reação do cérebro das fêmeas e as modificações que eles sofriam após elas farejarem a urnina dos machos adultos e mais jovens.

Como os machos adultos são sexualmente maduros, eles expelem uma maior concentração de hormônio masculino testosterona em sua urina.

A concentração de testosterona também está ligada ao status social do animal. Machos com status mais elevado em comparação com os demais tendem a produzir mais testosterona.

''O cérebro da fêmea do macaco-prego  tende a reagir de maneira diferente em relação à urina dos adultos machos e à dos machos mais novos'', afirmou Kimberley Philips.

''Nós acreditamos que isso é usado como uma forma de comunicação para passar status social ou sexual.''

A pesquisadora disse ser surpreendente que os macacos-prego utilizam tais procedimentos, uma vez que a espécie não é conhecida por se comunicar através do olfato.


BBC Brasil

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Amigo de fé. Macacos fazem amizades como os humanos

A tendência humana de formar laços próximos com pessoas de fora do círculo familiar pode ter origens primitivas. Pesquisadores da Alemanha relatam no jornal "Current Biology" que macacos do sexo masculino exibem um comportamento de ligação social similar à amizade humana. Primatas do gênero macaca vivem em grupos de 50 a 60 indivíduos, mas há uma particularidade, como explica o principal autor do estudo e biólogo evolucionário da Universidade de Gottingen, Oliver Schuelke. "Todos os machos do grupo possuem alguns poucos macacos com quem eles interagem mais que os outros."

Macaco macacos japoneses relaxam na primavera quente no Jigokudani (Vale do Inferno) Monkey Park.Esse grupo de Macacos visita regularmente o Jigokudani para escapar do frio. (Foto b)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Macacos Colobos, os símios sem polegares

MACACO COLOBOS

Características Físicas
O nome "colobos" é derivado da palavra grega para "mutilado", porque ao contrário de outros macacos, macacos colobos não têm polegares. Sua pele bonita preta contrasta fortemente com o manto branco e comprido, bigode e barba em torno do rosto e da cauda espessa branca. Os orientais em preto-e-branco são distinguíveis por uma capa em forma de U de cabelos brancos execução dos ombros para parte inferior das costas, enquanto o angolano preto-e-branco tem cabelos brancos e espraiando-se apenas nos ombros.


Habitat
Dois tipos de preto e branco macacos colobos são encontrados no Quênia aqueles que habitam as florestas costeiras e nas zonas interiores país de alta. Macacos Colobus Vermelhos também são encontrados no leste da África, mas são bastante raros. Dois outros tipos de macacos colubos na África são o preto e o verde-oliva.

A vida colobos em todos os tipos de florestas fechadas, incluindo as florestas de montanha e galeria. O bambu representa também o lugares de habitação popular para o colobo.

Comportamento
O colobo é arbóreo, acima de tudo os macacos africanos e raramente descem ao chão. Ele usa galhos como trampolins, pulando para cima e para baixo para começar a decolagem para saltos de até 50 pés. Eles saltam para cima e para baixo em seguida, caem com os braços estendidos e os pés para agarrar o ramo que vem. Seus cabelos e manto de coroa são acreditados para atuar como um pára-quedas durante esses saltos longos.


Esses vivem em bandos de 5 a 10 animais do sexo masculino-dominante, várias fêmeas e jovens. Cada tropa tem o seu próprio território, que é bem definido e defendido das outras tropas. Membros da tropa de adultos, especialmente os machos, fazem rugem e podem ser ouvidos ressoando por toda a floresta.

Luta com companheiros raramente ocorre. Não há estação de monta distintos, embora entre a maioria o acasalamento provavelmente ocorre durante a estação chuvosa. Uma fêmea amamenta seu filhote por mais de um ano, uma média de 20 meses se passa antes que ela dê à luz novamente. Outros membros da tropa, muitas vezes lidam com filhotes muito jovens. No primeiro mês, quando o filhote ainda tem uma cara-de-rosa, pode ser manuseado 3-5 vezes por hora em repousono grupos. A mortalidade infantil é elevada, embora os jovens sejam bem cuidadas.

O macaco recém-nascido colobos é coberto com pele branca, e em cerca de um mês começa gradualmente a mudar de cor, enfim ganhar a coloração adulta em preto e branco em cerca de 3 meses. O macaco infantil é agarrado ao abdômen da mãe, onde ela se apega à sua pele. À medida que amadurece, passa muito tempo jogando com sua mãe e alguns outros adultos e em cerca de 7 meses começa a tocar outros jovens. Os jogos que exercer os seus corpos.


Dieta
Macacos Colobos são estritamente comedores de folhas e passam a maior parte de seu tempo na copa das árvores, preferindo comer as folhas jovens encontrados lá. Os estômagos desse primata é complexos, eles podem digerir folhas maduras ou tóxicos que outros macacos não podem.

Fonte: AWF - Vida Selvagem

Macacos Colobos são usados para espantar outros macacos na Índia

Macacos vão ajudar na segurança de atletas em competição esportiva
Uma nova polêmica nos jogos da comunidade britânica, em Nova Déli na Índia. Um grupo de macacos vai ajudar na segurança.


Uma nova polêmica nos jogos da comunidade britânica, em Nova Déli na Índia. Um grupo de macacos vai ajudar na segurança. O trabalho deles vai ser espantar outros bichos dos estádios. Uma cobra foi encontrada no alojamento dos atletas. O problema é que esses macacos são de uma espécie agressiva que em 2007 atacaram um político.

Um esquadrão de macacos langures treinados para frustrar macacos comuns que possam perturbar o evento internacional, correndo soltos através de praças públicas.

Reuters relata que o Conselho Municipal de Nova Délhi enviou 38 langures treinados para espantar os primatas inferiores.

Os macacos menores de rua, que são considerados por alguns índianos sagrados e não podem ser mortos, vagueiam livremente através dos edifícios, criando uma perturbação da ordem pública.

Em 2007, o vice-prefeito de Nova Deli foi morto quando caiu de sua sacada, durante um ataque de macacos selvagens, enquanto 25 outras pessoas ficaram feridas quando um macaco  criou um tumulto na cidade.

O maior langur, o cara-preta, com pêlo cinzento é controlados por formadores que mantê-los em uma trela longa.

Um langur guarda da sede do Comitê Organizador dos Jogos, enquanto outros mantêm um olho na principais estádios durante os eventos.



Notícia de 22 de outubro de 2007: Vice-prefeito de Nova Délhi morre após ataque de macacos;


O vice-prefeito da capital indiana, Nova Délhi, morreu neste domingo, um dia depois de ser atacado por macacos dentro de sua casa. SS Bajwa estava lendo jornais na sacada na manhã de sábado, quando os animais invadiram o local. Ao tentar espantá-los, o vice-prefeito perdeu o equilíbrio e caiu do primeiro andar, sofrendo graves ferimentos na cabeça.

Bajwa ainda foi levado para o hospital com vida, mas não resistiu, informou a agência de notícias Press Trust of India. A cidade vem lutando contra a população cada vez maior de macacos, que ficam à solta pelas ruas, invadindo prédios e amedrontando as pessoas.

Os animais, vistos como a manifestação do Hanuman, o deus hindu dos macacos, são reverenciados pelos fiéis, que os alimentam com bananas e amendoins. A casa do vice-prefeito fica perto de um templo dedicado ao Hanuman, onde centenas de macacos se concentram todos os dias à espera de comida.

No mês passado, um macaco quase causou um caos num aeroporto de Nova Délhi ao conseguir entrar na área de segurança por meio de um buraco no teto. Em 2004, um grupo de macacos invadiu o ministério da Defesa e rasgou documentos secretos.

A Suprema Corte da Índia cobrou uma atitude das autoridades municipais, que empregaram caçadores de macacos para capturar os animais e soltá-los nas florestas. Mas o problema ainda persiste. Ativistas culpam o desenvolvimento urbano descontrolado pela destruição do habitat natural dos animais. (terra)




terça-feira, 24 de agosto de 2010

Macacos rhesus também adotam a fala de bebê para chamar a atenção de seus filhotes

Comunicar-se como uma criança diante de um bebê é um comportamento mais universal do que se pensa. Além de ser identificada em diversas partes do mundo entre humanos com os mais diferentes idiomas e dialetos, indícios dessa prática foram notados entre macacos.

Macacos rhesus também adotam a fala de bebê para chamar a atenção de seus filhotes
Um estudo da edição de setembro do jornal "Ethology" sugere que os macacos rhesus adultos também alteram seu modo de se comunicar quando se dirigem aos filhotes.


A pesquisa mostra que as fêmeas adotam o "baby talk" (fala de bebê), como o comportamento é conhecido internacionalmente, quando querem chamar a atenção de seus filhos.

"Esse tipo de fala é mais alto e cantado", diz Dario Maestripieri, autor do estudo, da Universidade de Chicago. "Isso pode ter origens biológicas", completa ele, citado pelo site da LiveScience.

A "fala de bebê" é mais do que apenas fazer barulhinhos para um rostinho lindo e gorducho. As mães usam diferentes tons de voz, volume e cadência. Assim, uma palavra pode ter vários significados para a criança, de acordo com a forma como é dita.

da Folha Online

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Banho quente de macacos da neve é atração no Japão

A pequena cidade de Yamanouchi, na província de Nagano, no Japão, virou atração turística por abrigar águas termais que atraem os chamados "macacos da neve".

Da BBC Brasil
Os macacos se banham nas águas quentes do parque Jigokudani

A temperatura próxima de zero grau Celsius na região faz com que os animais tomem banho em bandos nas águas quentes do parque Jigokudani.

Para chegar até o local, os turistas precisam de um carro equipado, próprio para a neve.

O que mais atrai os turistas que visitam a região é a quantidade de macacos – cerca de 200 – e também a expressão de relaxamento destes quando se banham na água quente.

O "spa" em Jogokudani é exclusivo destes "macacos da neve", como são chamados pelos japoneses.

Os "macacos da neve", da espécie Macaca fuscata, ou macaco-japonês, são nativos do Japão. Eles geralmente habitam florestas úmidas ou as localizadas a uma altitude superior a 1.500 metros em relação ao mar. São conhecidos também pela facilidade com que se adaptam a lugares com condições severas, como é o caso das gélidas montanhas de Nagano.

No inverno, além de passarem horas imersos nas águas termais, eles reduzem a atividade corporal e dormem, durante horas, aninhados. Não é difícil encontrar grupos de até 20 macacos amontoados.


A cidade de Yamanouchi, na região central do país, sempre foi conhecida pelas águas termais e estações de esqui. No entanto, desde as Olimpíadas de Inverno de Nagano, em 1998, os macacos também viraram atração turística de inverno obrigatória na região.

A temporada para ver de perto estes mamíferos nas águas termais começa no próximo dia 23 de dezembro e vai até 22 de março. Cada viagem comporta apenas nove turistas e a fila de espera é grande.

terça-feira, 13 de abril de 2010

CLEO’ E ‘LACEY’ Macacas são tratadas como bebês nos EUA


Cleo’, de três anos, e ‘Lacey’, de quatro, têm tudo o que desejam.
Elas vivem com Audrey Ricci em Winter Park, no estado da Flórida.
Foto: Barry Bland/Barcroft Media/Getty Images

A norte-americana Audrey Ricci, de 66 anos, trata suas duas macaquinhas de estimação como se fossem dois bebês. ‘Cleo’, de três anos, e ‘Lacey’, de quatro, têm tudo o que desejam, incluindo fraldas, brinquedos e até mesmo sua própria TV, na qual podem assistir desenhos animados. Na foto da esquerda, Audrey Ricci, que mora em Winter Park, no estado da Flórida (EUA), aparece dando banho em ‘Lacey’. À direita, 'Lacey' assiste a um programa de TV. (Foto: Barry Bland/Barcroft Media/Getty Images)

Do G1, em São Paulo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Macacos fogem de jaula e barbarizam em zoo chinês


Eles arrancaram penas de pavões e urinaram no tanque de peixes.
Zoo foi fechado enquanto os funcionários recapturavam os macacos.
Foto: Barcroft Media/Getty Images

Após fugirem de sua jaula no zoológico Sha Ping em Chongqing, na China, macacos roubaram comida de turistas. (Foto: Barcroft Media/Getty Images )


Foto: Barcroft Media/Getty Images

Macaco segura pedaço de pau em cima de seu recinto no zoológico Sha Ping em Chongqing, na China. Após fugirem de sua jaula, os macacos arrancaram penas da cauda dos pavões e urinaram no tanque de peixes. O zoológico precisou ser fechado temporariamente enquanto os funcionários tentavam colocar os macacos na gaiola.  (Foto: Barcroft Media/Getty Images )

 Do G1

domingo, 29 de novembro de 2009

Tailândia: Macacos ganham banquete em domingo de comemoração


Frutas, sucos e até refrigerantes.
Os macacos tailandeses estão fazendo a festa neste domingo, quando se comemora o Festival dos Macacos. Esta é a 21ª edição do evento, que mostra o apreço dos tailandeses pelos animais e costuma atrair muitos turistas.



David Longstreath/AP

Macaco toma refrigerante em frente ao templo Pra Prang Sam Yot, em Lopburi, ao norte de Bancoc


da Folha Online


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Técnica cria macacos sem doenças da mãe

Procedimento gera filhotes com DNA de duas fêmeas distintas.
Testes em humanos podem ser viabilizados em dois anos, diz cientista.

Do G1, em São Paulo


Foto: Oregon National Primate Research Center at OHSU/AP

Mito e Tracker (Foto: Oregon National Primate Research Center at OHSU/AP)

Cientistas anunciaram nesta quarta-feira (26) um procedimento experimental que previne que o feto herde de sua mãe enfermidades originadas em falhas no DNA das mitocôndrias, as “baterias” das células. A prova do sucesso foi o nascimento de quatro macacos-resos (Macaca mulatta), saudáveis. Dois deles, batizados Mito e Tracker, aparecem na foto acima.

A tecnologia consiste em transferir material genético do núcleo de um óvulo para outro (cujo núcleo foi previamente removido) deixando para trás o DNA mitocondrial da célula de origem – e com ele todas as mutações que desembocam em doenças como diabetes tipo 2. O “óvulo oco”, evidentemente, tem mitocôndrias saudáveis.

(Ao menos 1 em cada 200 nascimentos apresentam uma mutação mitocondrial potencialmente patogênica.)

Os óvulos foram então fertilizados com esperma (pais não passam mitocôndrias adiante) e implantados em macacas que produziram 4 crias. Detalhe: as crias ficaram com DNA distintos, o do núcleo e o da mitocôndria, um de cada mamãe.

Por isso mesmo, e como não poderia deixar de ser, o procedimento suscita debates éticos. Além de importantes pendências de segurança que precisa superar (os DNA’s do núcleo e o mitocondrial, sendo de origens distintas, podem não ser compatíveis), a técnica altera o DNA herdado pelas futuras gerações, o que certamente dá pano para manga de infindáveis polêmicas.

O autor do estudo, Shoukhrat Mitalipov, do Oregon National Primate Research Center, nos EUA, avalia que o procedimento poderá ser testado em humanos, se tudo correr bem, em dois anos. No anúncio do experimento, o site da revista especializada “Nature” qualifica o feito como “um aprimoramento crucial das técnicas de transferência de DNA existentes”.


Fonte: G1

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Macacos atacam quarto de hotel de ex-BBB Jaqueline Khury


A ex-BBB Jaqueline Khury está de férias na África do Sul. Hospedada no luxuoso hotel The Palace - que fica numa área florestal -, a modelo não seguiu a recomendação dos recepcionistas e esqueceu a janela aberta. Não deu outra: macacos-babuínos invadiram o quarto, comemoram alimentos do frigobar e tiraram todas as coisas do lugar.

A ex-BBB Jaqueline Khury em ensaio na Acadêmicos do Tatuapé
A ex-BBB Jaqueline Khury em ensaio na Acadêmicos do Tatuapé

Jaqueline relatou a experiência em seu blog. Segundo ela, os macacos comeram chocolates, tomaram refrigerante e brincaram com seu estojo de maquiagem. Antes de sair, eles deixaram uma marquinha de "sujeira" na mala de seu namorado, o empresário Abdul Fares.

"Acho que foi de raiva porque a mala estava trancada", contou ela.

Fonte: Terra

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