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domingo, 8 de maio de 2011

Chuva de pererecas e rãs assusta cidade na Hungria

Alguns moradores chegaram a pensar que era um sinal do Apocalipse. Outros se assustaram com as pererecas que caíam…



Parece até cena de filme, mas o fato realmente aconteceu. Uma chuva de rãs pegou de surpresa os moradores da cidade de Rákóczifalva, a 100 km a leste de Budapeste, informou a imprensa local.

“Quando vi que meu guarda-chuva estava cheio de rãs me assustei muito”, disse um morador da aldeia, citado pelo site index.hu, enquanto outros relataram que tinham visto “muitíssimos” destes animais.

“Não gosto destas criaturas e corri em busca de proteção em uma estação de ônibus. Nunca vi algo semelhante”, assegurou outra testemunha do fenômeno.

Antes que alguém pense que é uma refilmagem do filme Magnólia, existe uma explicação para o ocorrido. Segundo especialistas, quando são formadas nuvens cumulonimbus (que provocam tempestades) e o ar quente sobe, pequenas plantas ou animais, como rãs, aranhas ou peixes, podem ser levados para as nuvens. Posteriormente eles são “descarregados” em forma de chuva. Assim, como tudo que sobe tem de cair, os animais e objetos podem cair a quilômetros de distância do lugar de origem.



Pode realmente acontecer uma a chuva de rãs?
por Julia Layton

Quando as rãs cobriram o Egito, no livro de Êxodo, que era um sinal de profunda preocupação. E isso foi apenas a praga n º 2 de 10. Se você já acordou e viu a poucos centímetros da porta da sua casa um sapo, você sabe que não é uma imagem bonita.

Claro, você provavelmente não acordou para uma cena tão horrível. Você provavelmente não tenha tido uma experiência em torno de uma tempestade e teve seu carro atingido por aquilo que você pensou que era granizo, mas acabou por descobrir que eram  sapos congelados. Mas algumas pessoas tiveram essa experiência. Embora não seja o fenômeno climático mais comum no mundo, não é tão rara quanto se poderia pensar. Isso acontece em todo o mundo, pelo menos desde o século I dC - quando o naturalista romano conhecido como Plínio, o Velho, descreveu o evento - e tão recentemente quanto em 2005, na Sérvia .

Você pode ouvir um relato de chova de sapos - e outros objetos inesperados, alguns nem mesmo orgânicos - pelo menos uma vez por década ocorre. Anfíbios chuva parecem estar pegando na freqüência. Nos últimos 20 anos, os jornais têm encontrado mais oportunidades do que nunca para escrever sobre sapos caindo do céu. Por razões desconhecidas, a Grã-Bretanha parece ser especialmente sensíveis nos últimos anos. 

Apesar de ser um fenômeno muito raro a "chuva" de rãs, sapos e outros pequenos animais como peixes e lagartixas já foi registrada em vários lugares do mundo. Mas não comece a pensar em pragas bíblicas porque a queda do céu destes bichinhos desafortunados pode ser facilmente explicada cientificamente.A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade.Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.A esta altura as temperaturas são tão baixas que qualquer ser vivo morre congelado. Alguns pilotos chegaram mesmo a tentar desprender-se da asa-delta para lançar-se em queda livre, mas os ventos eram tão intensos que eles foram empurrados para cima da mesma forma.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Descoberto novo macaco na Birmânia que espirra quando chove

Macaco: imagem reconstruída foto do Dr. Thomas Geissmann
Conservacionistas encontraram uma nova espécie de macaco no norte da Birmânia, que tem um nariz com as narinas arrebitadas que enchem de água quando chove, fazendo-os espirrar. Em dias chuvosos, os macacos são observados por se sentar e colocar a cabeça presa entre os joelhos - logicamente para evitar que a água da chuva adentre em suas narinas.

Conhecido no dialeto local como nwoah Mey, ou "macaco com um rosto para cima," o macaco de nariz arrebitado é considerado criticamente ameaçado, com uma população estimada de 300 ou menos, de acordo com a Fauna and Flora International.

A população local disse ao Programa de Conservação de Primatas que os macacos eram fáceis de encontrar nos dias de chuva, porque as pessoas podem ouvir o espirro.

As narinas do animal são voltadas para cima, portanto, quando chove, a água entra pelas cavidades, fazendo com que o macaco espirre. Há outras espécies com esse tipo de nariz, mas são bastante raras.

Os animais são pretos e têm tufos de pelo branco saindo das orelhas. Eles também têm barba no queixo, lábios carnudos e uma cauda longa, com comprimento de em torno de 140% o tamanho de seu corpo. Foi nomeado strykeri Rhinopithecus pelos conservacionistas, de acordo com a BBC .

Todos semnopitecos estão ameaçadas, e enquanto outras espécies são conhecidas na China e no Vietnã, é o primeiro a ser encontrado (por cientistas) na Birmânia. Uma vez que não estão ainda disponíveis as fotos do macaco vivo, a foto acima é uma reconstrução por Photoshop pelo Dr. Thomas Geissmann "baseado em um macaco de nariz arrebitado Yunnan e as carcaças das espécies recém-descobertas. "

A AFP relata que o macaco está geograficamente isolada de outras espécies, pois seu habitat, uma área no Estado de Kachin, é separada pelo rio Mekong e Salween. Como a maioria dos primatas e outras espécies ameaçadas, o seu habitat está ameaçado devido ao desmatamento, tanto locais quanto por empresas chinesas que operam ilegalmente. Local de caça também é um problema, e uma aplicação é necessária para combater o comércio internacional ilegal de animais silvestres.

'Mey nwoah'

Entrevistas com a população local revelaram que, embora cientistas desconhecessem a espécie, os moradores da área já sabiam da existência do animal, que é conhecido como mey nwoah, ou "macaco com o rosto virado para cima".

Segundo relatos de caçadores, é particularmente fácil identificar os macacos quando chove: eles espirram alto quando a água da chuva cai em suas narinas e tendem a ser vistos com a cabeça entre os joelhos.

Todas as espécies de macacos de nariz arrebitado são consideradas seriamente ameaçadas de extinção, incluindo o impressionante macaco de rosto azul R. roxellana.

A caça e a destruição do habitat desses animais são os fatores que mais ameaçam as populações de animais no mundo.

A ONG Fauna & Flora International já iniciou campanhas envolvendo a população da área e a indústria madeireira para que o habitat da nova espécie seja protegido.

"Se pudermos convencer a população da área a parar de caçar o macaco de nariz arrebitado, por meio da criação de um sentimento de orgulho local, desenvolvendo patrulhas comunitárias e monitoramento, e oferecendo fontes alternativas de sustento para comunidades que dependem da floresta, poderemos salvar (a nova espécie) da extinção", disse Momberg.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Cocô de chinchila revela se houve muita chuva

O cocô de chinchila está servindo a um propósito nunca antes imaginado. Como parte de um estudo sobre o Deserto do Atacama, no Chile, as fezes do pequeno animal estão sendo analisadas para revelarem a quantidade de chuva que houve no local.


O objetivo dos cientistas é reconstituir um “histórico” de chuvas no Atacama dos últimos 14mil anos. Esse histórico é importante para o estudo de fenômenos meteorológicos como o El Nino e El Nina, de acordo com o cientista Claudio Latorre, da Universidade Católica do Chile. Também irá ajudar os especialistas a preverem a reserva de água que o Chile terá no futuro.
Aproximadamente 98% dos chilenos recebem água vinda dos Andes, adjacentes ao Deserto do Atacama.
Mas onde o cocô de chinchila entra nessa história?

Os bichinhos, juntamente com outros roedores, depositam suas fezes em pilhas “pessoais”, que ficam grudadas por causa da urina. A urina também ajuda a cristalizar a “escultura” e ela fica selada.

O clima seco do Atacama preserva as “pilhas” de chinchilas por milhares de anos (assim como corpos de pessoas sem sorte que são encontrados de vez em quando por lá).Elas são analisadas para saber que tipo de alimentos (insetos e plantas) estavam disponíveis na época em que foram feitas. Latorre chama as fezes de “janelas para o ecossistema”.

Agora o tamanho das fezes é analisado. Quando chove mais, há mais alimento disponível, o animal pode crescer mais e, por conseqüência, seu cocô também é maior. Então quanto maior o tamanho da escultura da chinchila, maior foi a quantidade de chuva na época.  [msnbc]

São conhecidos quatro espécies de chinchilas no mundo:
Chinchila Real: Esta foi a maior chinchila entre as espécies, chegava a medir 38 cm. Vivia nos mais altos cumes da Cordilheira dos Andes, acima de 3.000m de altura. Possuía pêlos muito compridos e bastante densos (aproximadamente 3,5 á 4cm). Suas orelhas eram grandes e redondas, medindo 4cm. Sua cauda media 7cm, mas parecia mais longa devido ao comprimento dos pêlos. Possuía 5 dedos nas patas dianteiras e 4 nas traseiras, assim como as demais espécies. As fêmeas possuíam 6 bicos de mamas. O último animal desta espécie foi encontrado na Cordilheira Real; foi empalhado e exposto no museu de Frankfurt, Alemanha. Portanto, esta espécie esta extinta no mundo.

Chinchila Brevicaudata: Esta espécie viveu na Argentina em lugares montanhosos e bem altos, sendo também encontrada na Bolívia e no Peru. Sua pelagem, adequada á seu habitat, era bem clara e bastante alta (2,5 a 3 cm). Para protege-la do frio intenso. Possuía um aspecto lanoso, fazendo redemoinhos. Era um animal grande, pesando cerca de 800grs e medindo aproximadamente 32 cm. A cauda media 2 cm. Suas orelhas eram pequenas e arredondadas para que não congelassem. A sua gestação era a mais longa que a Chinchila Lanígera, 128 dias e nascia apenas 1 filhote por gestação, pois o frio muito intenso não permitia que o animal pudesse criar mais de 1 filhote. A Chinchila Brevicaudata também está em extinção, porém, existem rumores de sua existência selvagem nas montanhas de Jujuy e Salta.

Chinchila Costina: Como o próprio nome já indica, esta chinchila habitou a cordilheira da costa chilena. Seu habitat natural é bastante quente e por este motivo, todo seu organismo foi adaptado á isso. É um animal de corpo relativamente pequeno e alongado, sua cabeça é angular e suas orelhas largas, a chamada “conformação arratonada”. O seu pêlo é bem curto sedoso e mais escuro. Os conhecedores dizem que é um animal bastante nervoso, bravo. Sua gestação é igual a espécie Lanígera, 111 dias. Porém, é uma chinchila bastante prolífera, podendo ter 4 filhos por parto, com possibilidades de cruzamentos após o parto. Esta espécie é considerada a mais numerosa, existente na natureza. Algumas entidades Chilenas, comprovam a existência destes animais no Chile. Existe uma Reserva Nacional das Chinchilas (Chile), que foi criada em 1997, com o intuito de preservar esta espécie.

Chinchila Lanígera: Esta é a única espécie existente no mundo hoje, criada em cativeiro. Para a comercialização de peles e também como animal de estimação. Enfim esta que mais conhecemos, vemos e falamos aqui neste site. Sua cor original (natural, selvagem) é a cor cinzenta, ou standard. Á partir desta cor surgiram inúmeras cores diferentes de animais, que são chamadas de Mutações Naturais. Sabe-se atualmente que existem mais de 64 cores diferentes de chinchilas, cada uma com uma beleza indescritível. Mas muitas delas ainda não existem no Brasil.

A seguir, mostraremos algumas das cores dessas chinchilas. (Maiores explicações sobre os cruzamentos e mutações serão abordados futuramente em artigos específicos.)

CINZA – STANDART
Como já foi mencionado é a chinchila em seu estado natural. Cinza (podendo ser claro, ou escuro quase chegando ao preto) com a barriga branca ou amarelada (creme). Orelhas, patas, fucinho e olhos escuros.

BEGE
Heterozigótico – Possui a barriga clara, um branco puxado para o bege ou creme, e o dorso varia de um Bege mais escuro (como se estivesse coberto por uma capa dourada, loira), ou um tom de Bege levemente mais escuro que a barriga. Suas patas, fucinho e orelhas são rosadas e os olhos normalmente vermelhos.

Homozigótico – Este animal possui uma cor homogênea, Bege ou creme bem clarinhos, tanto na barriga como no dorso. Patas, fucinho e orelhas também rosadas e os olhos vermelho mais claros.

VELVET, TOV OU TOUCH OF VELVET (TOQUE DE VELUDO)
Essa na verdade é uma característica que pode ser combinada com várias cores, ela tem como marca mais forte o escurecimento da cabeça mais forte se dissolvendo como uma capa para o resto do corpo. Mas existe duas destas que merecem destaque por serem mais comum e procuradas. Os VELVETs carregam o gene letal e não podem cruzar entre si para não correr-se o risco de sair uma cria morta.

Black Velvet – Foi a primeira a ter as características VELVET, foi a geradora desta caracteristica. Animal possui a cabeça bem escura (negra), e este tom de negro desce por seu dorso como uma capa preta, caindo por seu corpo como um degradê de negro, passando pelo cinza, chegando ao branco em sua barriga. As orelhas são claras e os olhos escuros.

Brown Velvet ou Toque de Veludo – Foi obitido pela mistura do Black Velvet com Bege. O Toque de Veludo, possui a cabeça marrom clara chegando até a um tom caramelado e as demais partes do corpos mais clarinhas. (tom de creme ou bege). Suas orelhas e patas são claras e seus olhos vermelhos.

ÉBANO – EBONY
Ébano já é uma palavra que significa tudo o que esta chinchila representa, ela é muito escura, indo de um preto mais claro até um preto total. Os níveis são medidos em Light Ebony, Medium Ebony, Dark Ebony e Homo Ebony. Os 3 primeiros são heterozigótico ou seja o pelo não é totalmente igual na distribuição do seu corpo, já o último é homozigótico e é o mais escuro além de todo de uma mesma cor dominante. Nesta cor a barriga também é escura e não branca como no Black Velvet.

BRANCO – WHITE WILSON
O Branco, não precisa de muitas explicações, esta foi a primeira mutação a aparecer de uma chinchila cinzenta. Ela é totalmente branca com excessão dos olhos que são pretos e as orelhas que são cinzentas. Assim como os velvets o branco também possui o gene letal e não deve-se cruzar entre si ou entre as mutações que ele gera como a Mosaico, Prateada ou Branco Rosa.

MOSAICO – WHITE MOSAIC
A Mosaico vem de um cruzamento de uma chinchila que possua o gen White Wilson com uma Black Velvet ou Standart. Ela é chamada assim por ter várias formas e mistura de cores em seu pelo, misturando o Branco com o Preto (no caso da Black Velvet) ou Cinza (no caso da Standart).

PRATEADA – SILVER
A Prateada normalmente vem de um cruzamento de um Branco com uma Cinza e por isso mistura-se os pelos brancos com os cinzas dando a aparencia de prateado.

BRANCO ROSA – PINK WHITE
A Branco Rosa é igual ao Branco mas suas orelhas Rosas e olhos vermelhos

Fonte: .meison.com.br/

domingo, 30 de novembro de 2008

Vida de cão nas ruas alagadas em Vila Velha, no ES

28/11/2008  (enviado por Melina Viana )

As informações desta página foram enviadas por um internauta do gazeta online. 

foto: enviado por Melina Viana - eu aqui
Cachorro na avenida Sérgio Cardoso - totalmente alagada -, em Guaranhuns, Vila Velha. As imagens foram registradas nesta terça-feira (25)
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