Mostrando postagens com marcador inteligentes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inteligentes. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de outubro de 2013

Top 10 animais mais inteligentes do mundo

O homo sapiens (que somos nós) são os animais mais inteligentes do mundo. Temos sido capazes de explorar o espaço exterior e a profundidade do mar azul. Nós subimos as montanhas mais altas e observamos as menores partículas. Temos também construído algumas das armas mais mortais e destruímos o meio ambiente, o que torna uma maravilha sermos nós, de fato, os mais inteligentes do mundo. Mas isso é outra história.

Mas depois do homem, os animais vêm em como o mais inteligente. Muitos gostariam de pensar que é o cão por causa de sua extrema lealdade e companheirismo que fornece ao homem. Mas alguns animais realmente possuem inteligência que deixa o homem espantado. Aqui está uma lista dos 10 melhores animais mais inteligentes do mundo.

10. Guaxinim


No Brasil, ele também é conhecido como Mão-pelada. Ele se destaca dos outros carnívoros pelo tato e faro aguçados, excelente visão noturna, habilidade manual e inteligência. Graças à sua habilidade em reconhecer objetos, por sinal, alguns estudiosos colocam os guaxinins acima dos gatos e pouco abaixo dos primatas. Experimentos demonstraram que eles aprendem rapidamente e conseguem reter o conhecimento até por um ano.

Estes animais têm as suas próprias sociedades e comunidades. Assim como o homem, as relações dentro da comunidade de guaxinins são bastante complicados. Guaxinins possuem mãos hábeis e polegares que lhes permitem utilizar as ferramentas e resolver problemas. Eles são animais bravos e extremamente confiantes de que estão sempre no controle do que estão fazendo. Eles também são membros da família ferozmente leais.

9. Esquilo

Eles devem viver apenas nas florestas, mas a inteligência de um esquilo que lhes permite adaptar-se a qualquer novo circundante. Eles têm a capacidade de aprender com seus erros, o que é por isso que é quase impossível pegar todos eles, porque uma vez que eles aprendem pela localização e pelo cheiro de suas armadilhas, eles habilmente vão evitá-las. Podemos vê-los como criaturas pouco chatos, mas as linhas de fundo são de que os esquilos são espertos, determinados e simplesmente teimosos.

8. Rato

Michael Jackson cantou sobre um rato que ele pede para as pessoas entenderem. Eles são roedores pequenos repugnantes e chatos, mas são realmente muito semelhantes ao homem. Quero dizer, por mais que você ache que os cientistas usam para experimentos de laboratório. Eles possuem metacognição, uma habilidade que o homem e outros primatas têm. Eles usam seus sentidos intensamente para detectar bombas, minas terrestres e até mesmo as bactérias que podem causar a tuberculose. Eles também têm emoções, como o estresse e remorso.

7. Porco


O filme "Babe" nos fez apaixonar por porcos. Os porcos são realmente animais inteligentes. E apesar noção popular, os porcos são um dos animais mais limpos em torno se lhes for dada uma escolha. Se você fornecer-lhes espaço suficiente, eles vão ter certeza de defecar em uma área longe do seu jantar e espaços de convivência. Estudos também têm mostrado que eles podem realmente ser bons em jogos de vídeo. Além disso, os porcos têm vidas sociais complexas e surpreendentes. Você sabe que os suínos mães realmente cantar para a prole, enquanto o último está sugando e de enfermagem? Os porcos também podem ser bastardos pouco complicado e sorrateiros. Para conseguir comida, eles seguirão outros porcos e depois roubá-los bem debaixo de seus narizes. Os porcos vítimas, então, saem mais sábios e vão mudar o seu comportamento de modo que não serão seguidos de modo que eles estarão preparados próxima vez que algum outro porco tente roubá-los.

6. Papagaio cinza africano

Nós todos sabemos como os papagaios podem imitar e, bem, cada palavra. Mas nada é tão bom quanto o papagaio cinza Africano. Especialistas dizem que este animal sociável, carinhoso e inteligente, na verdade, tem a inteligência equivalente a uma criança de cinco anos de idade. Papagaios cinzentos africanos têm a capacidade de identificar até 150 objetos e reconhecer quantidades até seis. Eles também podem aprender conceitos de comparação, em que os objetos são maiores, menor, igual e diferente. Eles também podem reconhecer até cinco formas e sete cores. A coisa mais surpreendente não é apenas o fato de que eles têm um vocabulário de até 150 palavras, mas que eles realmente sabem como se comunicar e usar as palavras corretamente. Se eles sentem que você se sente decepcionado ou irritado, papagaios cinzentos africanos diriam: "Sinto muito."

5. Corvo


Eles são inteligentes e criativos, com o QI mais alto entre todos os pássaros. Eles podem ser ensinados a falar a língua humana, eles podem contar, eles podem distinguir diferentes formas complexas e eles também podem aprender pela observação. Corvos foram conhecidos por jogar nozes e conchas ao longo da estrada para que os carros passem sobre e abram as conchas, permitindo ao animal devorar o conteúdo. Eles também têm a capacidade de construir facas para cortar folhas e grama. Eles também foram vistos agarrando os fios para que possam usá-los como ganchos para obter presas de seus esconderijos. Também podem roubar comida, com alguma atuação como chamarizes e mirantes.

4. Elefante


Eles têm grandes cérebros, ainda maior que o do homem quando dimensionado ao tamanho. São capazes de altruísmo, sacrificando-se para a melhoria do resto do rebanho. Eles enterram seus mortos corretamente, o único outro animal para fazer além do homem. Eles também sabem que as folhas são medicinais e mastigam plantas específicas, dependendo da doença que estão sentindo. Também têm a capacidade de se reconhecer no espelho.

3. Chimpanzé

Os chimpanzés compartilham praticamente o mesmo DNA, como seres humanos, e isso não deve vir como uma surpresa. Eles também têm uma memória melhor do que qualquer outro animal no mundo. Sabem como utilizar ferramentas e podem se comunicar bem com os humanos por meio de linguagem de sinais. Sabem como atacar sua presa, utilizando movimentos de acompanhamento complexos. Eles podem até mesmo mentalmente manipular outros chimpanzés.

2. Golfinho nariz de garrafa

Eles realmente têm a possibilidade de assistir televisão por conta própria por causa de sua capacidade de processar informações acústicas e visuais ao mesmo tempo. Também podem se reconhecer no espelho, que usam para inspecionar seus próprios corpos. Suas habilidades de compreensão é a maneira avançada e esses animais entender conceitos numéricos também. Estudos têm mostrado que eles ainda têm a capacidade de escolher a opção "não sei" durante os testes difíceis.

1. Orangotango


Quando os orangotangos foram ensinados a usar ferramentas, os especialistas inicialmente definiram o treinamento como de rotina que os outros animais também podiam fazer. Mas quando eles foram liberados na natureza, os orangotangos utilizaram esse conhecimento e iniciaram a construção de uma estrutura semelhante para se proteger durante a chuva. A capacidade de compreender o porquê, e não apenas o como e o quê, faz o orangotango o animal mais inteligente do mundo.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Border collie, a raça dos cachorros mais inteligentes

A raça border collie, usada em pastoreio e trabalho criada na Inglaterra há mais de cem anos é a mais inteligente. Pelo menos é o que garante o psicólogo especializado em cães Stanley Coren, autor do livro A Inteligência dos Cães. Esse professor de psicologia da Universidade de British Columbia, em Vancouver, Canadá, coordenou uma pesquisa com mais de 200 juízes americanos e canadenses especializados em provas de obediência. Entre as 133 raças analisadas, a border collie ficou em primeiro. "Trata-se de um animal superativo, que precisa de espaço para realizar atividades físicas. Se ficar confinado em um espaço pequeno, vira um capeta", diz a médica veterinária paulista Cristina Moreira, que concorda com o resultado da pesquisa de Coren. Ao lado a gente mostra o top 5 desse ranking polêmico pra cachorro.


Os amigos mais espertos do homem
Border Collie
1. Border Collie
Esse simpático cãozinho é considerado um verdadeiro workaholic. Adora pastorear rebanhos e, na falta de um, cuida também de patos, crianças e tudo o que se mova na sua frente. É um cão de extrema vitalidade e muito atlético. Ele dá show em competições do tipo agility, em que o animal tem que superar vários obstáculos
2. Pastor Alemão
Sua inteligência e versatilidade fazem com que o pastor alemão seja uma das raças mais populares do mundo. Como ele é forte, obediente a comandos e aprende muito rápido, tem sido usado como cão de polícia, de resgate, de guarda e guia de cegos. Também tem forte vocação para o trabalho
3. Poodle
A adaptabilidade é a principal característica da raça. No passado, o poodle era usado para a caça aquática: cabia a ele buscar as aves abatidas que caíam em lagos e riachos. O tempo passou e ele virou cão de companhia. Graças à sua facilidade de aprendizado, é muito utilizado em espetáculos de circo
4. Golden Retriever
Está sempre tentando agradar seu dono. Por ser muito observador e atento, é um dos cães preferidos para trabalhar como guia de cegos e na recuperação de pessoas com problemas físicos e mentais. É manso, de boa índole e adora realizar atividades físicas
5. Dobermann Pinscher
É um cão fiel, ativo, enérgico e de grande vigor. Muito apegado à família, é empregado como cão de defesa ou guarda. Sua aguçada inteligência facilita a tarefa de adestrá-lo. O porte esguio, a "cara de mal" e a poderosa mordida fazem com que seja um dos cachorros mais temidos do mundo
Qual é a raça de cachorro mais "burra"? 

 É a afghan hound, uma raça exótica originária do Afeganistão e considerada uma das mais antigas do mundo. Isso é o que aponta um ranking elaborado pelo psicólogo especializado em cachorros Stanley Coren, autor do livro A Inteligência dos Cães. Quem leu a ME de dezembro sabe que, para chegar a essa conclusão, o canadense Coren fez um amplo estudo com 133 raças. Ele avaliou as que tinham o maior e o menor grau de inteligência voltada à obediência de novos comandos e ao aprendizado de tarefas relacionadas a trabalho. O estudo concluiu que, durante os treinamentos, cães como o afghan hound e o buldogue pareciam não dar muita bola para o adestrador, apresentando dificuldade para compreender ordens pouco complexas. Mas vale um alerta: nem todos os criadores concordam com os resultados dessa pesquisa - afinal, não dá para dizer que a pouca disposição para cumprir ordens é sinônimo de "burrice". Além disso, o estudo de Coren não levou em conta a inteligência instintiva de cada animal.


A matilha reprovada
Galgo Afegão
Confira o top 5 dos Totós mais limitados
1. Afghan hound (Galgo Afegão)
Dono de uma pelagem comprida e um focinho pra lá de afilado, o afghan hound tem espírito independente. Ele não é dado a atitudes submissas ou devotadas. Por isso, é um cão trabalhoso para ser adestrado, motivo que o faz aparecer na lanterna da lista dos mais inteligentes
2. Basenji
Esse cãozinho de caça, originário do leste da África, é um animal travesso, teimoso e com uma grande dificuldade de aceitar ordens, principalmente de estranhos. Considerado por muitos um cachorro de personalidade "felina", ele raramente late e é muito trabalhoso para ser domesticado
3. Buldogue
Conhecido por seu apego às crianças, o buldogue é apontado como um dos cachorros menos inteligentes por causa de sua enorme preguiça e amor ao ócio. Como ele não é nem um pouco submisso, é páreo duro para os adestradores, que conseguem pouco sucesso nos treinamentos
4. Chow chow
A farta pelagem e a língua azulada são as marcas registradas do chow chow, que, em alguns países asiáticos, é considerado uma fina iguaria... Não são animais necessariamente "burros", mas reservados, independentes e pouco ativos. Ou seja: só fazem o que querem
5. Borzoi
De aparência aristocrática, o borzoi era muito apreciado durante a Idade Média pelos nobres russos por causa de suas qualidades como cão de corrida e nas caçadas a lobos. Trata-se de um cão de índole reservada e pouco afeito a receber ordens, o que dificulta a tarefa de domesticá-lo
A ciência talvez nunca compreenda a extensão completa do que os cães sabem sobre linguagem, resolução de problemas, passado, futuro, Deus, tempo ou filosofia. No fim das contas, devemos nos contentar com o fato deles saberem o suficiente para serem cães, o que é tudo o que precisamos deles — Stanley Coren, em seu site oficial



CLASSIFICAÇÃO DOS CÃES SEGUNDO SUA INTELIGÊNCIA


         O critério de avaliação da inteligência canina é baseado na facilidade que o cão tem em aprender e atender prontamente a comandos dados pelo dono ou pelo adestrador. A classificação abaixo foi montada pelo psicólogo Stanley Coren (professor de psicologia da Universidade de British Columbia, treinador e especialista em comportamento canino) depois de analisar as respostas de mais de 200 juízes de provas de trabalho da AKC (American Kennel Club) a um questionário sobre a inteligência das raças de cães. Para ele os cães demonstram instintivamente múltiplas inteligências em diversas situações como:

Inteligência espacial: o cão compreende a organização do mundo que o cerca. Saber onde fica a sua guia, o pote de biscoitos e sua cama são demosntrações típicas da inteligência espacial.

Inteligência de coordenação motora: o cão é capaz de se mover e coordenar seus movimentos com destreza, como nos esportes onde o animal precisa saltar em altura e largura, equilibrar-se sobre uma gangorra ou uma corda, executar um slalom ou participar de competições que exijam agilidade (agility).

Inteligência intrapessoal: o cão conhece a si mesmo, suas capacidade e limitações. Um cão que se recusa a pular uma cerca que seja muito alta demonstra conhecimento sobre suas capacidades.

Inteligência interpessoal: o cão se reconhece como criatura social. É evidenciada em cães que interagem com outros e assumem função de líder ou outras dentro da matilha, bem como cães que tentam se comunicar com seus donos.

Inteligência musical: o cão é capaz de reconhecer fatores musicais, como harmonia e tom. A vocalização de sensações, como uivados, seria uma forma de manisfestação desse tipo de inteligência.

Inteligência lógica: cães são capazes de resolver problemas e aplicar estratégias racionais quando se deparam com novas situações. Quando se colocam dois pedaços de carne no chão, independente do tamanho delas, o cão pegará primeiro a que estiver mais perto - ele corre menos risco de perdê-la. Se ambas estiverem à mesma distância, ele pegará a maior.

Inteligência línguística: cães são capazes de se comunicar, uma vez que são animais sociais. Na natureza, é possível observar cães selvagens e lobos se organizarem para caçar, administrar posições sociais e divisão de tarefas, o que sugere um sistema de comunicação complexo. Além disso, cães são capazes de entender comandos.
         Se você tiver curiosidade em conhecer o quanto o seu cão é inteligente, você poderá aplicar esse teste que foi desenvolvido por Claudia Pizzolatto da Lord Cão Treinamento de Cães Ltda. Esse teste é aplicado em cães entre 6 semanas e 6 meses de idade. Clique aqui para ver o teste.

     

sábado, 2 de junho de 2012

Bichos superinteligentes. Lista animais pra lá de inteligentes

Veja lista com animais 'superinteligentes'
Na Índia, leopardo usou escada para sair de tanque de água.
Na Espanha, ave usou pedra para quebrar a casca de um ovo.

Na última segunda-feira (28), um leopardo que caiu em um reservatório de água em Sangatram, na Índia, escapou do tanque após subir por uma escada colocada pela equipe de resgate. Abaixo, o G1 lista esse e outros animais 'superinteligentes'.
Leopardo usou escada para sair de reservatório de água em Sangatram. (Foto: Diptendu Dutta/AFP)

Em agosto de 2009, um urso que caiu em uma pista usada por praticantes de skate vertical, em Snowmass, no estado do Colorado (EUA), usou uma escada para deixar o local. A escada foi colocada pelas autoridades após o animal ter sido encontrado preso. (Foto: AP)

A cadela chamada ‘Kalula’ aprendeu a abrir a geladeira e a pegar cerveja gelada para sua dona, a sul-africana Nicole Jennings. (Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)

'Kalula' entrega a cerveja para sua dona, Nicole Jennings, em foto de 2011. (Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)
Em 2010, uma ave de rapina foi flagrada usando uma pedra para quebrar a casca de um ovo em um zoológico em Madri, na Espanha. (Foto: Dominique Faget/AFP)
Elefante faz cesta após aprender a jogar basquete com seus treinadores em Koh Samui, na Tailândia. (Foto: Bronek Kaminiski/Barcroft India/Getty Images)

Do G1

sábado, 11 de dezembro de 2010

Os 10 animais mais inteligentes

Nós seres humanos temos a capacidade de aprender, raciocinar e resolver problemas. Nós somos auto-conhecimento, e também estamos conscientes da presença, pensamentos e sentimentos dos outros. Tornamos ferramentas e praticar a arte do engano. Nós somos criativos. Nós pensamos em abstracto. Temos linguagem e usá-lo para expressar idéias complexas. Todos estes são, indiscutivelmente, sinais de inteligência. Os cientistas não podem concordar com a definição melhor e mais completo de inteligência - mas eles geralmente concordam que os seres humanos são muito inteligentes.

Outros membros do reino animal apresentar sinais de inteligência, bem como, e alguns cientistas podem dizer que a definição de animais contra a inteligência humana é apenas uma questão de grau - um ponto que foi levada para casa em 2005, quando o jardim zoológico de Londres colocar "Homo sapiens" em exibição na exposição retratado aqui. Clique em frente para aprender sobre nove outras espécies que se destacam por sua inteligência.

Se os seres humanos possuem a inteligência, os chimpanzés devem ter algum bem: nossos genomas são pelo menos 98 por cento idêntico. Chimpanzés fazer e utilizar ferramentas, caçar em grupos organizados e se envolvem em atos de violência. tropas selvagens têm comportamentos distintos e costumes. As observações de campo e experimentos de laboratório mostram os chimpanzés são capazes de empatia, altruísmo e auto-consciência. No experimento mostrado aqui, os chimpanzés tiveram melhor desempenho que os seres humanos em testes de memória de número.


Golfinhos criativo


Este golfinho na Austrália usa uma esponja para proteger o focinho quando for procurar no fundo do mar, um comportamento de usar a ferramenta que é passado de mãe para filha. Os cientistas dizem que é apenas um sinal de inteligência dos golfinhos. Outros sinais incluem assobios e cliques distintas que podem servir como nomes de golfinho, possivelmente usado em um tipo de linguagem. Um experimento famoso 1960 descobriu que um par de golfinhos entrou em uma agitação de criatividade, uma vez que descobriu seus novos comportamentos foram recompensados com peixes. Frustrado cobaias humanas apenas soltou um suspiro de alívio quando pegou a idéia.



Os elefantes exibem auto-conhecimento

O tamanho dos seus cérebros sugere que os elefantes devem saber uma coisa ou duas sobre os caminhos do mundo. Eles têm sido vistos consolando membros da família, ajudando outras espécies em épocas de necessidade, jogar na água e se comunicar um com o outro através de vibrações sentiu em seus pés. A coroação, dizem alguns pesquisadores, foi quando este elefante fêmea asiática chamada Happy reconheceu no espelho. O comportamento complexo é partilhado apenas com os seres humanos, os grandes macacos e golfinhos.

Os cefalópodes têm cérebros grandes


São polvos, lulas e chocos inteligente? Isso é uma questão de intrigas científica, mas como os cefalópodes estão certamente entre os invertebrados mais inteligentes no mar. Os cefalópodes envolve o cérebro do esôfago, mas compartilha com as características do cérebro humano de tal complexidade como lobos dobrado e regiões distintas para o processamento de informações visuais e tácteis. A forma inteligente redemoinhos debate em torno de decifrar as observações que as criaturas têm uma curiosidade aparentemente irrepreensível, um desdém para o tédio, a capacidade de aprender ea capacidade de usar ferramentas. O polvo retratado aqui exerce o controle muscular precisa de comer.

Corvos começa ardiloso


Os corvos são criaturas astuto: ferramentas de moda de galhos, penas e outros pedaços de detritos para alimentação de armadilha difícil de alcançar lugares. Um corvo chamado Betty, retratado aqui, usa um fio que ela se inclinou em um gancho para obter alimentos de um tubo. As aves nascem com uma ferramenta de decisão ética, mas aprimorar suas habilidades, observando os mais velhos, um sinal de inteligência superior. Ravens, uma espécie de corvo, sequer foram mostrados para manipular os resultados de suas interações sociais para uma maior proteção e mais comida.

Os esquilos podem ser enganosos

É o esquilo que aparece na foto plotagem decepção? Talvez. Os investigadores relataram recentemente que os roedores colocada na mostra elaborada de cache enganosa para impedir que ladrões. O comportamento de aumento em um experimento de laboratório, após observar esquilos homem roubando seus amendoins. Os investigadores chamaram a descoberta um sinal de que os esquilos podem interpretar as intenções dos outros, apesar de que poderia ser apenas um caso de comportamento aprendido. Outros estudos têm mostrado os bichos fazem mapas tridimensionais para recordar onde cache as porcas. E os esquilos na Califórnia irá cobrir sua pele o cheiro de cascavéis para mascarar o seu próprio cheiro de predadores.

melhor amigo do homem

São cães inteligentes ou apenas muito bom em obediência básica? Eles podem aprender a sentar, deitar e buscar, por exemplo, mas podem ler as intenções de seu dono? Pesquisas sugerem que eles podem pelo menos encontrar o alimento, em resposta a sinais não-verbais, um tipo de compreensão que os cientistas pensam que poderá ser semelhante à capacidade humana para compreender a outra pessoa do ponto de vista. O cão no experimento aqui retratado com precisão discriminação entre as fotos dos cães e fotos de paisagens -. "Cão" uma indicação que o cão era capaz de formar o conceito de


Como os donos de cães, alguns donos de gatos têm treinado seus animais de estimação para se sentar, rolar e saltar através de aros. Gatos aprender os truques por observação e imitação, instigados com reforço positivo. Mas os gatos de formação é mais difícil do que cães. Isso significa que eles são menos inteligentes? Não necessariamente. Cat especialistas dizem que os felinos são apenas diferentes. Eles são animais solitários, motivados pela necessidade de sobreviver. Isso lhes permitiu adaptar-se a uma variedade de ambientes domésticos por pelo menos 9.500 anos - mesmo as capas dos carros.

Os gatos são adaptáveis
Como os donos de cães, alguns donos de gatos têm treinado seus animais de estimação para se sentar, rolar e saltar através de aros. Gatos aprender os truques por observação e imitação, instigados com reforço positivo. Mas os gatos de formação é mais difícil do que cães. Isso significa que eles são menos inteligentes? Não necessariamente. Cat especialistas dizem que os felinos são apenas diferentes. Eles são animais solitários, motivados pela necessidade de sobreviver. Isso lhes permitiu adaptar-se a uma variedade de ambientes domésticos por pelo menos 9.500 anos - mesmo as capas dos carros.

Porcos são sábios ... e limpos

Aqui está a sujeira em suínos: Eles são talvez o mais inteligente, limpo animais domésticos conhecidos - mais do que gatos e cães, de acordo com alguns especialistas. Mas os porcos não têm glândulas sudoríparas, assim que rolar na lama para ficar legal. Um sinal de sua esperteza veio de experimentos na década de 1990. Os suínos foram treinados para mover um cursor em uma tela de vídeo com seus focinhos e usou o cursor para distinguir entre rabiscos e aqueles que sabiam que estavam vendo pela primeira vez. Eles aprenderam a tarefa mais rapidamente chimpanzés.(msnbc.msn.com)



Inteligência animal
Pesquisadores vêm se dedicando a encontrar respostas científicas para decifrar a inteligência animal.

Na floresta Kibale, em Uganda, uma família de chimpanzés se alimenta no alto de uma figueira. Ao terminar a refeição, mãe e dois filhos pulam para outra árvore. Mas falta coragem à filhote caçula, que fica onde está. Paralisada, ela começa a gritar. Para ajudá-la, a mãe se aproxima da cria e balança a figueira para os lados, até aproximá-la da árvore vizinha. Ela então agarra um ramo e com o corpo forma uma ponte natural por onde a macaquinha atravessa sã e salva.


A cena foi presenciada em 1987 pelo psicólogo Marc Hauser, da Universidade Harvard, que ficou maravilhado. Teria sido intencional? Será que a mãe visualizou a imagem de seu corpo formando a ponte? Ou será que só estava tentando ensinar a filhote a saltar, e ela espertamente aproveitou a chance?

Para quase todos nós, o encantamento com bichinhos fofos que parecem agir de caso pensado torna fácil trocar as interrogações acima por pontos finais. Pesquisadores como Hauser, no entanto, têm se dedicado a encontrar respostas científicas para decifrar a inteligência animal. Eles querem entender o que realmente se passa na mente dos bichos. E como esses processos acontecem. Uma baleia pode ter cultura? Macacos são capazes de traçar estratégias de caça ou construir ferramentas? Insetos têm memória?

Consenso existe apenas para o ponto de partida. De acordo com César Ades, um dos maiores especialistas em comportamento animal do Brasil, cientistas acreditam que a capacidade de pensar pode ter surgido independentemente em vários animais, e não somente nos mais próximos dos humanos na cadeia evolutiva. Até aí, tudo bem. Mas quais tipos de comportamentos podem ser apontados como frutos dessa habilidade? "A melhor definição para inteligência é a habilidade de resolver problemas", afirma o pesquisador Culum Brown, da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Em seu livro Wild Minds ("Mentes Selvagens", sem tradução para o português), Marc Hauser propõe que vários aspectos da nossa cognição são encontrados nos outros animais. É o que ele chama de "kit de ferramentas", um conjunto de habilidades como reconhecer a função de um objeto, ter noção de quantidade e de direção. A partir daí, os animais evoluíram de acordo com suas necessidades. "Cada espécie é 'esperta' à sua maneira, porque evoluiu respondendo a pressões diferentes. Não podemos compará-las", diz o pesquisador Eduardo Ottoni, da USP. A maioria é, de modo geral, equipada com mecanismos de aprendizado que podem ocorrer por dedução ou tentativa e erro e se espalhar por imitação ou pelo ensinamento entre indivíduos. Mas para alguns animais foi mais vantajoso manter-se baseado apenas no instinto. Outros tiveram de aprimorar o kit diante de dificuldades, modificar seu comportamento e transmiti-lo para as próximas gerações. Foi o que aconteceu com os humanos. Mas, se olharmos de perto, macacos, cachorros e corvos têm em seus kits ferramentas muito parecidas com as dos humanos. As nossas até podem ser mais sofisticadas, mais complexas. Mas as deles funcionam perfeitamente para o que eles precisam. É o que você verá abaixo.


Memória
Quando o estúdio Pixar colocou no filme Procurando Nemo uma peixinha que esquecia tudo em poucos segundos, estava brincando com uma idéia que por muito tempo existiu na comunidade científica: peixes teriam memória de apenas três segundos. Estudos recentes mostram que isso é balela. Esses animais são capazes de lembrar e ainda guardam as informações a longo prazo. Foi o que comprovou o pesquisador Culum Brown. Ele prendeu um grupo de peixes arco-íris australianos num tanque e os treinou para encontrar uma saída. Após cinco tentativas, todos conseguiam achá-la. Onze meses depois, o pesquisador refez o teste. Dessa vez, os peixes localizaram a saída na primeira tentativa.

Graças à memória, peixes também reconhecem outros indivíduos. Ao presenciar uma luta, o animal não apenas retém informações, como cria um ranking de lutadores. No futuro, ele evitará brigas com os fortões. Cardumes também são capazes de aprender e memorizar a se desvencilhar de redes ou então viajar em formações que os protegem de predadores.

Traços de memória também foram detectados numa das últimas espécies em que se esperaria encontrar essas características: as aranhas. Antes vistas como um daqueles animais para quem manter-se atrelado ao instinto teria sido mais útil, elas têm surpreendido os cientistas. Um estudo a apontar nesse sentido foi feito por César Ades, que analisou a reação da aranha-dos-jardins (Argiope argentata). De um modo geral, quando um inseto cai na teia, a aranha libera um veneno paralisante e envolve a presa com fios de seda para levá-la ao centro da teia, onde vai devorá-lo. Se nesse tempo outro animal for capturado, a aranha deixa a primeira presa amarrada e corre até a nova para repetir o procedimento. César descobriu que, para reencontrar a primeira presa, a aranha depende da memória. Para chegar a essa conclusão, ele retirou uma mosca amarrada na periferia. E percebeu que a aranha, sem contar com a ajuda de um marcador, como o feromônio utilizado pelas formigas, retornava exatamente ao local onde a presa estava originalmente.


Comunicação
Quem tem cachorro costuma ter uma frase na ponta da língua para se gabar da destreza do seu animal: "É tão inteligente que só falta falar". É verdade que os cães continuam nos devendo um bate-papo, mas comunicar o que querem e entender o que as pessoas estão lhes dizendo já parecem fazer parte de suas habilidades.
Recentemente dois animais ficaram famosos: o border collie alemão Rico, de 10 anos, que consegue entender cerca de 200 palavras, e Sofia, uma legítima vira-lata "puro-sangue" brasileira de 3 anos, que demonstra o que deseja por meio de um painel com diversos símbolos.

Pesquisadores descobriram que Rico não só decorou os nomes de seus brinquedos como também é capaz de pegar, em meio a objetos familiares, um outro que não conhecia, após ouvir seu nome. A conclusão é que ele conseguiu associar a palavra nova ao objeto diferente. Os cientistas agora querem desenvolver uma mini-sintaxe com o cachorro e testar se ele entende frases mais complexas, como "pegue a bola e coloque na casinha".

Essa também é a meta do grupo de pesquisadores brasileiros que está trabalhando com Sofia. A cadelinha manuseia um painel de símbolos. Para receber carinho, comer, passear, brincar, beber água, fazer xixi ou ir para a casinha ela aperta a tecla correspondente, que emite um som com a ação. É uma capacidade que seres humanos geralmente adquirem por volta dos 3 anos de idade.

Em outras ocasiões, Sofia foi capaz de combinar símbolos para se comunicar, como quando o zootecnista Alexandre Rossi, seu dono e treinador, escondeu um osso dentro da casinha. Inicialmente, a cadela apertou a tecla brinquedo. Ao perceber que o osso havia sido escondido, Sofia apertou a tecla da casinha e logo em seguida a de brinquedo.

Sofia domina um vocabulário razoavelmente menor que o de Rico. Mas seus treinadores acreditam que ela esteja um passo à frente. Os pesquisadores conseguiram juntar um verbo e um objeto em suas ações. Ela entende, por exemplo, as diferenças entre "apontar casa" e "buscar a bola". Agora eles testam se ela sabe distinguir marcações de espaço nessas ações, como "em cima", "embaixo", "direita" e "esquerda".


Cultura
Imo é uma macaquinha especial. Sozinha, ela criou comportamentos que mudaram o estilo de vida de uma espécie japonesa (Macaca fuscata) da ilha de Koshima. No começo da década de 50, pesquisadores perceberam que ela, por alguma razão, passou a lavar a batata-doce antes de levá-la à boca. Até então, os animais simplesmente enfiavam o alimento na boca com terra e tudo. Gradualmente o comportamento se espalhou na comunidade. Após algum tempo, vários dos filhotes já repetiam a técnica, visível hoje entre quase toda a população da ilha de Koshima.

Imo, que em japonês quer dizer batata-doce, não parou por aí. Alguns anos depois ela arrumou um jeito de peneirar o trigo que era espalhado na areia pelos pesquisadores que observavam o grupo. Inicialmente os macacos pegavam os grãos um a um, e demoravam um tempão. Mas um dia Imo teve a brilhante idéia de pegar um punhado de trigo e areia e levar até a água. A vantagem da técnica foi clara: a água facilmente separava os grãos da areia, e ela pôde comer tranqüilamente. Assim como as batatas, a lavagem do trigo não demorou para se espalhar pelo grupo.

Lavar batatas não é como escrever livros ou cantar ópera. Mas o que Imo fez - desenvolver um novo comportamento e depois repassá-lo aos seus semelhantes - é algo que pesquisadores nem cogitavam ser possível duas décadas atrás. Ela transmitiu cultura.

Outro exemplo bacana é um caso curioso observado entre baleias-jubartes da costa australiana, espécie em que os machos emitem um som musical provavelmente para atrair as fêmeas. Uma verdadeira revolução cultural teve lugar por lá quando, em 1987, um grupo de cantores do Pacífico Sul abandonou totalmente sua melodia para adotar a de colegas do oceano Índico. A mudança ocorreu após um perído de convivência entre os dois bandos. Aparentemente, alguns "menestréis" que viviam na região do Pacífico se deram conta de que os colegas do Índico faziam mais sucesso com as meninas. E tudo isso graças ao canto deles. A solução foi mudar a música para não ficar no atraso com a baleiada.


Planejar estratégias
Chimpanzés que habitam a floresta Taï, na Costa do Marfim, usam um sistema de caça que se assemelha à tática de um time de futebol quando querem capturar sua refeição favorita, o macaco-colobo-vermelho. Como a presa é menor, mais rápida e pode se refugiar em locais inacessíveis aos chimpanzés, os primatas desenvolveram um modo de agir em equipe para conseguir encurralá-lo.

Para isso, dividem-se em pelo menos quatro funções: o condutor, que persegue a vítima, direcionando seu caminho; o bloqueador, que sobe nas árvores para fechar as opções de fuga; o perseguidor, que seleciona o alvo e tenta a captura em movimentos rápidos; e o responsável pela emboscada, cuja missão é prever o trajeto do colobo e bloquear suas rotas. Esse último é uma espécie de centroavante do time, que se antecipa ao adversário para finalizar a jogada.

O "centroavante" é sempre um animal com mais experiência - o domínio da arte da caça leva cerca de 20 anos. Quanto mais velho, mais o chimpanzé é capaz de fazer antecipações e de menos movimentos ele precisa para atingir seu objetivo. Futebolisticamente falando, ele é uma espécie de Romário. Toca pouco na bola, mas quando o faz, quase sempre está bem colocado e marca o gol.

Também as guerras entre esses animais possuem táticas avançadas. Chimpanzés são capazes de variar estratégias de acordo com o adversário e o time à disposição para a partida. Quanto menor o exército, mais defensiva será a tática. Mas, se o bando for numeroso, a opção é fazer um ataque frontal e impactante. Também há operações em que fêmeas, jovens e idosos ficam na retaguarda, batucando e gritando, para criar a impressão de que a tropa de machos é mais numerosa. E, se as forças são iguais, geralmente um lado faz o movimento e aguarda a resposta do rival. Nesse caso, grupos de chimpanzés invadem o território inimigo para espalhar o terror e assustar rivais que perambulam desacompanhados. Em algumas ocasiões esse tipo de comando foi visto aprisionando e torturando fêmeas isoladas.


Uso de ferramentas
Pesquisadores que observam grandes primatas em florestas da África já flagraram esses animais usando todo tipo de ferramenta. Para coletar frutos em árvores espinhosas, calçam ramos lisos sob os pés, como se fossem sandálias. Outros aproveitam folhas largas como almofadas para sentar no chão úmido sem molhar o traseiro. Enfiar galhos em cupinzeiros para pegar os insetos também é freqüente. Em um nível mais avançado, alguns animais usam pedras como bigorna e martelo para abrir nozes ou coquinhos - uma pedra maior relativamente plana serve de base, onde é posicionado o fruto, que é golpeado com uma pedra menor.

A surpresa veio quando cientistas observaram que não eram apenas os grandes primatas que dominavam esse tipo de técnica. Pequenos macacos-pregos também eram capazes de usar rochas para quebrar cascas e transmitir esse conhecimento para o grupo. A descoberta gerou uma dúvida. Ao observar a habilidade em chimpanzés, imagina que ela tenha surgido em algum momento da evolução dos macacos que deram origem aos hominídeos. Mas o macaco-prego subverte essa idéia. Como poderia um animalzinho separado da nossa linhagem na evolução há mais de 40 milhões de anos aprender a usar ferramentas? Para o pesquisador da USP Eduardo Ottoni, que descobriu a proeza dos macacos-pregos no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, não deveríamos considerar o fato com estranheza, mas sim pensar em quais pressões no processo seletivo promoveram tal desempenho. Mais uma vez, é a espécie se adequando às necessidades que o meio impõe.

Se os pregos surpreenderam os cientistas, que dizer então de corvos da Nova Caledônia, na Oceania, que se mostraram capazes de manipular pequenos ramos para pegar insetos em buracos estreitos? O desempenho desses animais na natureza já era considerado incrível por conta da utilização de ferramentas naturais para se alimentar. Mas o que fez a fama deles foi um teste de laboratório na Universidade de Oxford em 2002. Enquanto estudava alguns corvos, o pesquisador Alex Kacelnik flagrou a fêmea Betty criando uma ferramenta. Com o intuito de comer um pedaço de alimento colocado no fundo de um tubo de ensaio, ela transformou em gancho um arame que estava por perto. O feito ganhou destaque porque levantou a suspeita de que talvez Betty compreendesse a conseqüência do ato. "Convivemos nesse planeta com animais pensantes", diz Marc Hauser. "Cada espécie, com sua mente única, favorecida pela natureza e moldada pela evolução, é capaz de enfrentar os mais fundamentais desafios que o mundo apresenta. Apesar de a mente humana deixar uma marca característica no planeta, nós certamente não estamos sozinhos nesse processo", afirma ele. A natureza pode ser mais sábia do que parece.(Superinteressante)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Elefantes, as criaturas inteligentes

Os elefantes são os maiores animais terrestres. O elefante tem um período de gestação de 22 meses, o maior entre qualquer animal terrestre. Ao nascer, é comum que um filhote de elefante pese 120 kg. Eles costumam viver de 50 a 70 anos, mas o mais antigos dos elefantes viveu por 82 anos. O maior elefante já registrado foi filmado em Angola , em 1956. Este macho pesava cerca de 12.000 kg (26.000 lb), com uma altura do ombro de 4,2 metros (14 pés), um metro (metro) mais alto que o elefante Africano masculino médio. O menor elefante, aproximadamente do tamanho de um bezerro ou um porco grande, era uma espécie pré-histórica que vivia na ilha de Creta durante a época do Pleistoceno.

O elefante tem aparecido em culturas de todo o mundo. Eles são um símbolo de sabedoria em culturas asiáticas e são famosos pela sua memória e inteligência, onde se pensa estar em pé de igualdade com os cetáceos e hominídeos . Aristóteles disse uma vez o elefante era "a besta que excede todas as outras em inteligência e mente" . A palavra "elefante" tem sua origem no grego ἐλέφας , que significa "de marfim" ou "elefante".

Elefantes adultos saudáveis não têm predadores naturais , embora os leões possam devorar crias ou indivíduos fracos. São, no entanto, cada vez mais ameaçados pela intrusão humana e caça furtiva. Depois de numeração na casa dos milhões, a população do elefante Africano encolheu-se entre 470.000 e 690.000 indivíduos. O elefante é agora uma espécie protegida em todo o mundo, com restrições em vigor em matéria de captura, uso doméstico, e ao comércio de produtos como o marfim .


Biologia e comportamento
O comportamento social

Os elefantes vivem em uma ordem social estruturado. A vida social dos elefantes machos e fêmeas são muito diferentes. As fêmeas passam a vida inteira em grupos familiares muito fechadas formado por mães, filhas, irmãs e tias. Estes grupos são liderados pelo mais velho do sexo feminino, ou matriarca . Os machos adultos, por outro lado, viver uma vida mais solitária.

O círculo social do elefante fêmea não termina com a unidade familiar pequena. Além de encontrar os homens locais que vivem à margem de um ou mais grupos, a vida da mulher também envolve interação com outras famílias, clãs e sub-populações. A maioria dos grupos familiares mais próximos vão de cinco a quinze adultos, bem como um número de fêmeas e machos imaturos. Quando um grupo se tornam muito grandes, algumas das filhas mais velhas vão se romper e formar seu próprio grupo pequeno. Eles continuam a ser muito consciente de que os rebanhos locais são familiares e quais não são.

A vida do macho adulto é muito diferente. Como ele envelhece, ele começa a passar mais tempo na borda da manada, aos poucos a sair por conta própria durante horas ou dias em um momento. Eventualmente, os dias se tornam semanas, e algo em torno de quatorze anos de idade, o homem maduro, ou touro, define de seu grupo natal para o bem. Enquanto os machos vivem vidas essencialmente solitário, que, ocasionalmente, formar associações soltos com outros machos. Esses grupos são chamados rebanhos solteiros.Os machos passam muito mais tempo do que as fêmeas lutando pelo domínio uns com os outros. Somente os machos mais dominantes serão autorizados a cruzar com fêmeas no cio. Os menos dominante devem esperar sua vez. Costuma-se os machos mais velhos, de quarenta a cinqüenta anos, que tornam-se a maioria dos reprodutores.

As batalhas dominância entre machos pode ser muito acirrada, mas normalmente eles infligem poucos ferimentos. A maioria dos ataques são em forma de mostra de agressiva e blefes. Normalmente, o animal menor, mais jovem e menos confiante vai recuar diante de qualquer dano real possa ser feito. No entanto, durante a época de reprodução, as batalhas podem ficar extremamente agressivas, e o elefante ocasionalmente fica lesionado. Durante esta época, conhecido como cio , um macho vai lutar com quase qualquer outro macho que encontrar, e vai passar a maior parte de seu tempo em torno dos efetivos do sexo feminino, tentando encontrar um parceiro receptivo.

elefante-africano


Elefantes as criaturas inteligentes
Os elefantes são extraordinariamente complexos e auto-consciente como indivíduos. Eles possuem sofisticados cérebros e são muito inteligentes. Eles têm importantes habilidades cognitivas e constroem um entendimento inteligente possível em seu mundo através de uma interação complexa de experiências, a aprendizagem e a memória social. Elefantes têm um interesse em suas próprias vidas e nas vidas de seus seus próprios parentes, bem como tratadores humanos. Eles experimentam emoções intensas e intensa angústia,  sofrem quando testemunham os membros da família serem mortos por pessoas e quando são separados do entorno familiar.

Elefantes se comunicam através de seus troncos, orelhas, rabos e voz. Elefantes cumprimentam uns aos outros por entrelaçamento de seus troncos, como um aperto de mão. Eles também vão utilizá-los enquanto jogam luta, acariciando-se. Durante o namoro e interações criança-mãe, e para mostrar dominância , a tromba levantada pode ser um aviso ou uma ameaça, enquanto um tronco abaixado pode ser um sinal de submissão. Elefantes podem se defender muito bem agitando os troncos aos intrusos indesejados ou agarrando e arremessando-os.

A tromba de um elefante desenvolveu um elevado sentido do olfato. Ao elevar o tronco para cima no ar e balançando-o de um lado para outro, ele pode localizar amigos, inimigos e fontes de alimento.

Elefantes fazem sua saudação aos amigos  ronronando estrondoso. Quando perdido, o elefante jovem trompetea em voz alta para as mães e quando em perigo.

Elefantes comuniquem a distâncias curtas utilizando freqüências que são inaudíveis aos seres humanos. O chamadas de baixa frequência também geram poderosas vibrações no solo - é possível sentir os sinais do elefantes, e até mesmo interpretar, através dos seus pés sensíveis e troncos a sísmica.  Isto vem a calhar para localizar membros efetivos perdidos ou  o local de nascimento ou alertar a chamada de emergência sobre a disponibilidade de machos para cruzar com fêmea. Há também pistas químicas, essa comunicação ajuda. Feromônios secretado pela glândula temporal e urina podem viajar distâncias curtas, um ótimo passe de mensagem, como a saúde e o estado reprodutivo.

Quando o terrível tsunami que atingiu as regiões costeiras da Ásia em 2004, foi noticiado elefantes treinados na Tailândia se agitaram e fugiram para terrenos mais altos antes da onda devastadora atingir a costa. Eles estavam respondendo a boa frequência de ondas baixas geradas pelo tsunami.

Estrutura Social dos Elefantes
A seqüência do vídeo mostra um coração maravilhoso. Um exemplo de comportamento cognitivo dos elefantes. Ele mostra como o bebê elefante desliza na corrente barrenta da água e é puxada para fora e com os esforços conjuntos de vários elefantes. Aviso de alarme trombeteado por elefantes  e de como suas caudas ficam elevadas, indicando que suas mentes estão agitadas.(scienceray.com e ourtros)



Hector H. Munro Saki, em seu livro "Reginald on Besetting Sins", afirma que as mulheres e os elefantes nunca esquecem uma ofensa. Em relação aos elefantes, o autor britânico sabia o que estava falando. Quase um século depois da publicação do livro, observações minuciosas confirmaram que os elefantes, de fato, lembram-se de ofensas e guardam rancor de quem os ofendeu. Um estudo feito nos elefantes africanos descobriu que os animais reagem negativamente quando vêem e sentem o cheiro da roupa usada pelos membros de uma tribo Maasai próxima. Por que esse ressentimento? Os homens Maasai atacam os elefantes com lança como uma forma de mostrar sua masculinidade.
As manadas de elefantes são grupos solidários com interações complexas

Há outras evidências que sugerem que os elefantes também se lembram dos treinadores que os maltrataram mesmo após anos de separação. De forma semelhante, os cientistas associaram os ataques de elefantes a aldeias na Uganda a uma forma de distúrbio de estresse pós-traumático. Os especialistas acreditam que os elefantes atacaram porque a população humana crescente estava dominando seu território, forçando a separação de alguns elefantes de suas famílias.

Os elefantes são mamíferos muito mais atentos do que suas populares personagens de circo mostram. Na selva, seguem estruturas familiares formalizadas com fêmeas mais velhas, ou matriarcas, no topo. As filhas sempre ficam em contato direto com suas mães, formando famílias. Os filhos deixam a família por volta dos 14 anos, ou quando atingem a maturidade sexual, quando ficam bastante agressivos e excitados, devido aos altos índices de hormônios masculinos. A partir daí, os machos se juntam a outros grupos de elefantes machos, que partem em busca de se acasalar. Durante as secas, várias famílias de elefantes, compostas pelas fêmeas e os filhotes, podem se reunir para formar grupos de união e compartilhar recursos.

Os elefantes também possuem muitas formas de comunicação. Um método para localizar outros elefantes é por meio dos conjuntos de sensores nervosos em suas patas chamados de corpúsculos de Pacini. Os corpúsculos convertem as vibrações sísmicas do chão em um impulso nervoso, que envia uma mensagem ao cérebro sobre a origem e a direção das vibrações. Até as unhas possuem nervos que distinguem a origem dos sons.

Memória de elefante

Os cientistas não conseguiram medir com exatidão a inteligência dos elefantes. No entanto, durante décadas, especialistas observaram o comportamento dos paquidermes e concluíram que eles estão entre os mais inteligentes do reino animal. Por isso, a teoria de que os elefantes nunca esquecem as coisas é exagerada, mas não está totalmente longe da verdade.


O elefante possui o cérebro com maior massa entre os mamíferos, pesando 4,7 kg em um adulto. Embora não possamos julgar com eficiência o funcionamento de um cérebro com base apenas no seu tamanho, ele pode dar uma boa idéia do poder da memória do elefante. Uma forma convencional de medir a inteligência de um animal é o chamado QE (quociente de encefalização), que compara o tamanho real do cérebro de um animal com o tamanho que os cientistas projetariam para se basear no peso do corpo. Para entender melhor essa medida, pense em uma maçã e em um abacate. As duas frutas têm relativamente o mesmo tamanho; porém, uma maçã possui sementes minúsculas, enquanto o caroço de um abacate parece uma bola de golfe.

A lógica é que quanto menor a relação entre o cérebro e a massa corporal (lembre-se do exemplo da maçã), mais irracional será o animal e vice-versa. Por exemplo, as pessoas têm um QE médio acima de 7, enquanto os porcos apresentam um QE de aproximadamente 0,27.

Nessa escala, a medida dos elefantes é relativamente alta, chegando a uma média de de 1,88 nas espécies cruzadas. Fazendo uma comparação, os chimpanzés apresentam um QE de 2,5. Os elefantes fêmeas, líderes das manadas, geralmente têm QEs superiores aos dos machos. Isso provavelmente está associado à estrutura social matriarcal das manadas de elefantes. Estudos também descobriram que as fêmeas mais velhas apresentam sinais de superioridade da memória, alertando o grupo quando surge algum perigo ou quando reconhecem um local antigo de pastagem.

A região olfativa do cérebro de um elefante é extremamente desenvolvida em relação a seus outros sentidos. Os elefantes conseguem distinguir o odor da urina de até 30 parentes fêmeas, mesmo que tenham ficado separados durante anos. Essa característica ajuda os elefantes a permanecerem juntos ao viajarem em grandes bandos, sendo a urina um guia para o olfato. 

Embora as memórias utilitárias dos elefantes os ajudem a guardar informações essenciais de sobrevivência, elas também permitem que esses animais reconheçam o passado. Os elefantes apresentam sinais de sofrimento em relação à morte de parentes, como tocar suavemente os cadáveres com a pata e acariciar os corpos com a tromba. Em um experimento em que foram mostrados diferentes conjuntos de objetos a uma família de elefantes, a reação do grupo foi evidente em relação aos ossos e às presas pertencentes a um parente.

A memória de um elefante não armazena todos os detalhes de cada estímulo já encontrado. O cérebro codifica o que é necessário para a sobrevivência, como o local do alimento e a identificação familiar, da mesma forma que nossos sistemas de memória de curto prazo descartam seletivamente dados ou os transferem para nosso armazenamento de longo prazo. E assim como aqueles momentos que têm um forte impacto em nossas vidas, o conteúdo das memórias funcionais dos elefantes é preservado para recuperação futura.

Curiosidades sobre os elefantes

Os elefantes comem de 72 a 158 kg de comida por dia.

Os bebês elefantes pesam cerca de 90 kg quando nascem.

As presas dos elefantes são feitas de dentina, cálcio e sal.

A expectativa de vida de um elefante é de 80 anos.

Os elefantes usam mais de 70 vocalizações e 160 sinais visuais e táteis para se comunicar diariamente.

Quando um elefante morre, todos os membros de sua manada param junto do defunto e parecem inspecioná-lo com a tromba, como se prestassem uma última homenagem. Além disso, o parente mais próximo do falecido segue o grupo de longe por alguns dias, numa espécie de manifestação pública de luto.

Os elefantes têm, sim, uma excelente memória. Mas não é pelo fato de ele ter a cabeça grande (seu cérebro pesa 5,4 quilos). Acredita-se que isso se deva, em parte, à sua longevidade, de até 80 anos! Vivendo tanto assim, ele acaba memorizando mais.

As orelhas dos elefantes são sua “impressão digital”. As abas enormes têm não apenas formas únicas mas cavidades e riscas inconfundíveis.

A comprida tromba (que corresponde ao nariz e lábio superior) pesa cerca de 140 quilos. Entre outras coisas, este “narigão” permite que ele fareje água a uma distância de quase 20 quilômetros!

Nenhum animal terrestre é mais bem-dotado do que o elefante. Isso mesmo! Seu pênis pode atingir 1,5 metro de comprimento e pesar 2 quilos. E.. salve-se quem puder! Cada ejaculação do bicho é suficiente para encher uma bola de futebol de sêmen… Hehe!

Fonte: Livre Pensar

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cães são mais inteligentes que gatos

É uma questão que donos de animais têm perguntado desde que se começou a domesticar os nossos amigos peludos: Qual animal é mais inteligente, o cão ou o gato? Um estudo realizado no ano passado concluiu que os cães foram claramente vencedores , devido à sua capacidade de resolução de problemas - cães descobrem como puxar uma corda para ter uma recompensa, mesmo quando confrontados com duas cordas, enquanto que os gatos não entendem muito bem o conceito, de acordo com a Ciência Viva. E agora, um novo estudo sobre o tamanho do cérebro e do comportamento social parece confirmar os resultados, informa o jornal inglês Telegraph.


RIO - Uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford acaba de comprovar o que todos os donos de cães já suspeitavam. O melhor amigo do homem é, de fato, bem mais inteligente que os gatos. O estudo, publicado na revista especializada 'Proceedings of the National Academy of Sciences' desta semana, avaliou a evolução cerebral de diversos mamíferos ao longo de 60 milhões de anos.

Os pesquisadores descobriram que a inteligência animal está diretamente relacionada a dois fatores. O primeiro é o grau de sociabilidade dos animais. Bichos que preferem viver em bando são mais espertos que os mamíferos solitários. O outro é o tamanho do cérebro em relação ao corpo.
"Os cães sempre foram considerados os animais mais sociais, enquanto os gatos gostam de seguir com suas próprias coisas sozinhos. Mas parece que a interação é boa para o cérebro e se estende a outras espécies, como nós.. "
- Os cachorros sempre foram considerados mais sociáveis que os gatos. Descobrimos que esta interação maior entre alguns animais, como os cães, estimula o desenvolvimento cerebral - explica a pesquisadora Susanne Shultz, coordenadora do estudo.

Segundo ela, a pesquisa comprova que a sociabilidade ajudou a aumentar as conexões cerebrais dos cães ao longo dos anos.

- Espécies com um maior grau de sociabilidade evoluíram muito mais rápido que as solitárias.

De acordo com Susanne, o estudo comprovou também que os cães, ao contrário dos gatos, tem uma boa capacidade de resolver problemas.

O Globo e outros

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Top 10 Cães mais inteligentes

Vamos ter um olhar para os 10 cães mais inteligentes tornando-o o melhor amigo do homem de todos os tempos.

1. Border Collie

O Border Collie é o mais inteligente de todas as raças de cães. É literalmente um burro de carga, pois este tipo de cão precisa trabalhar para se tornar feliz. É o melhor entre todas as raças quando se trata de agilidade, obediência e velocidade.

O Border Collie é um cão raça desenvolvida na fronteira anglo-escocês região para uso em fazendas para ajudar com o pastoreio de gado. Sua inteligência tem sido observado como sendo uma qualidade intuitiva que vai muito além do instinto básico. Tal sensibilidade deve ser chamada para um ambiente que respeite as suas faculdades superiores, caso contrário, podem tornar-se angustiados. Com esse entendimento, eles são animais de companhia excelente.

Normalmente extremamente enérgico, acrobático e atlético, e freqüentemente competem com grande sucesso em esportes caninos, além de seu sucesso em ensaios sheepdog , e são freqüentemente citados como os mais inteligentes de todos os cães.


2 -. Poodle.

Muitos de nós pode se surpreender com a inclusão do poodle  no topo. Sua mente está pregando peças em você. O Poodle tem que ser a sua melhor escolha de raça do cão inteligente ao lado de Border Collie. É usado como emergência e cão de caça.

3 -. Pastor Alemão


Como imortalizado por Rin Tin Tin, o Pastor Alemão é amplamente reconhecida como uma das raças de cachorro mais inteligente. Ela pode vir transversalmente como feroz e médio. No entanto, esta raça do cão é um dos tipos mais amáveis. Eles normalmente são utilizados como cães policiais e cães de resgate.

4 -. Golden Retriever

Não confundir esta raça de cão com Labrador. Os Golden Retrievers são muito populares como cães companheiros. É perfeito como cães de caça, embora esta raça de cães seja também amplamente utilizado como cães farejadores, cães-guia e mesmo como cães de resgate.

5 - Pinscher
Esta raça do cão assume o quinto lugar. É uma outra raça alemã que fez para o top 10. É a raça perfeita de um cão que é  brava e leal. O moderno Dobermann Pinscher é uma raça enérgica e animada adequado para o companheirismo e a vida familiar.

6 - Pastor de Shetland. Outros nomes: Shetland Sheepdog, Sheltie (apelido carinhoso).


Esta raça de cão é considerado às vezes com um nível de inteligência como a dos humanos, pena que não é uma raça popular de cão como os outros cães desta lista.

7. Labrador Retriever


 Esta é a raça de cão é supostamente mais acentuada entre todas as raças e os mais populares de todas as raças na lista. Um Labrador Retriever pode ser usada para farejar bombas, salvamento e como guia.

8 -. Papillon

Esta raça de cão é considerado a mais inteligente e  mais bonita entre todos os tipos de raças de cães. Estas raças de cães tem sido usada como símbolo de elegância e é a raça de cão preferido da realeza ou nobreza..

9 -. Rottweiler

Estas são raças que são considerados como antigos e ferozes animais. Este tipo de cão é popularmente utilizados como cães policiais e cães de resgate. Eles também podem transportar grandes objetos pesados e pode ser invocado como protetor das propriedades preciosas.

10 -. Australian Cattle Dog


Esta raça de cães é muito popular por serem uma das raças de cachorro mais inteligente. Estes cães têm sido amplamente utilizados na Austrália, para guardar o gado, que é a prova concreta do seu nível de inteligência.


Fonte: top-10-list.org

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...