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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Filhote de elefante apronta no caminho. Veja

Filhote de elefante apronta no caminho.
Filhote de elefante corre para não se perder da manada


Três espécies: Três espécies formam a família Elephantidea. Os elefantes africanos e asiáticos vagam em savanas e florestas iluminadas, enquanto o elefante da floresta Africano vive principalmente em florestas tropicais africanas. Os elefantes africanos são os maiores animais terrestres. Os elefantes da floresta da Ásia e Africano são ligeiramente menores. Os elefantes africanos também têm orelhas maiores, que são utilizados para refrigerar seus corpos maciços.

Presas versáteis: Todas as três espécies têm as presas, mas elas são mais proeminentes no elefante Africano. As presas são usadas para poupar entre machos e para soltar hard-embalados, a sujeira mineral rico para ser comido.

Arranjos domésticos: As três espécies possuem semelhantes arranjos domésticos. Rebanhos são maioritariamente compostas por fêmeas sendo uma velha fêmea dominante assumindo o comando. Os machos são expulsos do rebanho quando se tornam sexualmente maduros. Eles vagam por sozinhos ou por vezes se juntam a outros machos e voltam as fêmeas para o acasalamento. As fêmeas dentro desses rebanhos são um grupo muito unido e protegem umas às outras. A baixa resmungar um decibel não está disponível para os ouvidos humanos mantém os membros do rebanho em contato como eles vão sobre sua busca diária por comida e água.


Os elefantes emitem e percebem os infra-sons. Muitas histórias surgiram em torno da audição desse mamífero na ocasião do tsunami que devastou vários países do continente asiático.

Os elefantes perceberam os infra-sons emitidos durante o abalo sísmico que aconteceu no Oceano
Índico. Segundo narrativas de donos de elefantes daquela região, os animais emitiam sons parecidos
com choro, alertando e salvando muitas pessoas.

Abaixo seguem dois textos retirados da Internet. O primeiro a respeito da audição infra-sônica
dos elefantes, além de destacar a influência das condições do vento e da temperatura para a
propagação do som. O segundo texto é sobre a audição de elefantes e peixes.

Texto 1:
http://www.nationalgeographic.pt/revista/0304/resources/default.asp


Vozes na Savana
O sol do meio-dia escalda as planícies do Norte da Namíbia. Com um troar tão alto como o de um martelo pneumático, um elefante fêmea entusiasmado anuncia a sua disponibilidade para acasalar. Mas os ventos fortes e a turbulência criada pelo calor que cintila na atmosfera distorcem as ondas de som que produz e por isso o seu sinal é apenas ouvido a pouco mais de um quilometro de distância. A probabilidade de um macho maduro também em período reprodutivo se encontrar suficientemente perto para ouvir o seu chamamento é muito pequena. As horas passam. O pó assenta. Os ventos acalmam e o ar junto ao solo vai ficando mais fresco do que o ar quente mais acima, criando um canal para o som. Agora os sons mais profundos de baixa frequência dos bramidos da fêmea ansiosa ouvem-se num raio de 10 km, chegando aos ouvidos dos elefantes espalhados por um território de cerca de 290 km2. A probabilidade de um companheiro alto e forte se aproximar todo satisfeito é agora bastante certa. Para compreender como os elefantes passam do
chamamento local para o de longa distância é útil conhecer algumas noções de climatologia. O vento
e o calor – para além do terreno acidentado e da vegetação densa – limitam a extensão do chamamento do animal, pois perturbam as ondas de som. Para o receptor, o vento pode também ser um problema: as rajadas que rugem sobre as enormes cabeças e orelhas pendentes dos elefantes fazem com que seja mais difícil para estes animais manifestamente não-aerodinâmicos ouvir um sinal com clareza. Há muito que a ligação entre as condições climáticas e o som intriga Michael Garstang, meteorologista da Universidade da Virgínia. Embora Garstang tenha trabalhado durante décadas nos EUA, nasceu na África do Sul e manteve o fascínio pelas criaturas selvagens da sua juventude.

Começou por estudar os relatórios académicos sobre a comunicação dos elefantes baseados em investigações realizadas nos jardins zoológicos e na savana. Os documentos revelaram que o chamamento de longa distância dos elefantes baseia-se em sons ultrabaixos classificados como infra-sons – frequências abaixo do limiar grave da audição humana. Garstang teve curiosidade em saber se os elefantes despendem energia bramindo contra o vento ou se aproveitam as alterações climáticas diárias que podem realçar os sons baixos, como os amplificadores de uma aparelhagem. Para saber a resposta, reuniu uma equipa de investigadores e dirigiu-se para o Parque Nacional de Etosha, na Namíbia. Montes e florestas não fazem parte do habitat de Etosha. Por isso, Garstang sabia que o clima seria o factor ambiental mais influente nos sons mais graves das comunicações entre elefantes. Na estação seca, os elefantes reúnem-se em grande número para beber e tomar banho nos charcos da extremidade leste do parque de Etosha. Junto do charco Mushara, a equipe instalou microfones sensíveis aos infra-sons e um conjunto de instrumentos meteorológicos. Os aparelhos instalados no alto de uma torre de 7,5 m de altura registaram dados sobre o calor e o vento.

O mesmo equipamento reuniu dados sobre a pressão atmosférica e humidade, mas esses fatores pouco efeito tiveram na transmissão por infra-sons. Um balão amarrado por uma corda (que na página 88 vemos Garstang a arrastar) colocou os sensores no ar. Outro receptor acústico mediu a temperatura e a velocidade do vento desde a superfície até uma altura de cerca de 200m. Ao longo de quase três semanas, a equipa registou mais de 1.300 chamamentos de baixa frequência e as condições atmosféricas nas quais eles foram emitidos. Os elefantes “falam” num largo espectro de frequências, sons tão agudos como a nota mais elevada de um clarinete e tão graves como a nota mais baixa de um piano de cauda. Na extremidade grave da escala, emitem uma das frequências mais baixas do reino animal. Os ouvidos humanos conseguem detectar frequências até 20 hertz (Hz), mas os elefantes emitem chamamentos mais baixos, até 15 Hz. A maior parte dos sons registados foram emitidos em tons tão baixos que os ouvidos humanos não os conseguem ouvir. No local, a temperatura atingiu 43°C e o vento soprou regularmente a mais de 30km/h. Ao fim da tarde, as temperaturas caíram abaixo dos 4ºC e, durante várias horas, quase não soprou uma brisa. Noventa e seis por cento dos sinais infra-sônicos registados pela equipa de Garstang verificaram-se entre o pôr do Sol e a alvorada. O maior número de chamamentos ocorreu entre uma hora antes do pôr do Sol até três horas depois. Outro período de “conversa” ocorreu nas duas primeiras horas após a alvorada.
Os dados apoiam a idéia de que os elefantes ajustaram o comportamento aos padrões de alteração
da atmosfera. Garstang conclui: “Os elefantes ‘falam’ mais quando as condições são melhores.” Esta
adaptação é crucial, uma vez que a amplitude do chamamento ajuda a determinar a dimensão da
área utilizada pelos elefantes. As vocalizações de longa distância mantêm os membros do grupo
ligados enquanto trocam informação e procuram parceiros para acasalar. O conhecimento da
comunicação dos elefantes, afirma Garstand, pode ajudar-nos a proteger o seu habitat e o seu futuro.


http://animalplanetbrasil.com/tsunamianimal/feature4.shtml

Instinto Animal
As pesquisas mostram que muitos peixes são sensíveis a vibrações de baixa freqüência e
podem detectar o menor tremor. Outros animais são igualmente sensíveis – os elefantes parecem ser
capazes de detectar vibrações infra-som na Terra com suas patas. Será que os elefantes que fugiram
para as Colinas de Khaolak sentiram os tremores causados pelo terremoto submarino perto de
Sumatra?

Um caso de sentido animal aconteceu no ano passado nas águas do litoral da Florida, nos
Estados Unidos. 14 tubarões galha-preta, eletronicamente marcados, foram observados saindo do seu território em Sarasota – fato inédito durante os quatro anos de monitoramento – aproximadamente 12 horas antes de o furacão Charley atacar a região. Eles se mantiveram afastados da área por mais duas semanas, antes de voltarem aos seus hábitats. Será que estes peixes sentiram a chegada do furacão? Os fatos apontam para uma resposta afirmativa.

Aplicação na Astrofísica
Pesquisas na astrofísica estão investigando a formação e composição do Sol através da
sonda SOHO. Como o som não se propaga pelo espaço sideral (vácuo), os cientistas convertem em
som audível as freqüências emitidas pelo Sol, através das mudanças sutis na luminosidade do astro.
Leia o artigo na íntegra no endereço da rede mundial de computadores:

http://www.innovationsreport.de/html/berichte/physik_astronomie/bericht-12084.html
E escute o som audível do Sol na página:
http://soi.stanford.edu/results/sounds.html

Os ultra-sons
Mas quando uma onda sonora possui freqüência muito alta (acima de 20 000 Hz), a energia que se propaga pela onda sonora através do ar e atinge os nossos tímpanos é muito grande. Com isso o sistema de segurança do nosso sistema auditivo entra em ação: dois conjuntos de músculos travam os ossículos do ouvido médio e não escutamos o som. Esse sistema de segurança existe justamente porque um som acima de 20 000 Hz traz danos irreversíveis ao nosso sistema auditivo.

Os sons com freqüência acima de 20 000 Hz são chamados de ultra-sons.

A utilização dos ultra-sons baseia-se no fenômeno de reflexão do som ao atingir um obstáculo. Eles são utilizados para diagnósticos e terapias na Medicina e também para fazer o mapeamento do fundo do oceano, sendo emitidos por navios.

Os ultra-sons também são utilizados na comunicação de diversas classes de animais. Os morcegos emitem sons ultra-sônicos que vão de 25 000 a 50 000 Hz. Esses sons refletem-se em qualquer obstáculo (até mesmo num fio) e, quando esse som refletido alcança novamente os ouvidos dos morcegos, eles sabem a localização do obstáculo e desviam-se. Os golfinhos vão além disso: eles reproduzem os sinais de som que lhes possibilitam formar uma imagem mental dos arredores. A audição é o sentido mais importante e desenvolvido dos golfinhos.

sábado, 24 de março de 2012

Elefantes de circo suíço passam por regime

Elefantes de circo suíço passam por regime para perder peso
Animais terão que perder entre 50 e 300 quilos.
Além de dieta especial, elefantes farão exercícios.

Três elefantes de um circo suíço que estão em excesso de peso passarão por um regime para poder peso. De acordo com o jornal suíço "Tages Anzeiger", os animais terão que perder entre 50 e 300 quilos. Além de uma alimentação especial, o circo Knie implantou um sistema que obriga o trio a fazer exercícios.
Elefantes do circo Knie passarão por regime para perder peso. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)


Para ajudá-los a perder peso, o Circo Knie não vai só colocá-los em uma dieta especial e com pouco açúcar, mas também fazê-los trabalhar para obter a sua alimentação.

Barris de feno vai agora ser suspensa acima da cabeça dos elefantes, forçando-os a fazer um esforço para alcançar seu alimentos.

Além de dieta especial, elefantes farão exercícios. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)


Vet Hanspeter Steinmetz do circo Knie disse que ele tem uma maneira infalível de detectar se um elefante está acima do peso, observando-se os quadris do animal.

Se os ossos do quadril estão escondidos ou pouco visíveis, o elefante está acima do peso. Se eles se destacam, o elefante está  magro.



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Berçário de elefantes vira atração turística na África

Orfanato cuida de elefantes que perderam pais em guerra por marfim
A Fundação é mantida por turistas que pagam cerca de R$ 15 para passar algumas horas com os elefantinhos. Eles chegam ao local, muitas vezes, quase mortos. Em pouco tempo, estão fortes e felizes.



O Fantástico foi ao coração do Quênia para fazer uma reportagem sobre crime, amor e esperança. A equipe mal foi posicionada e apareceu um elefante curioso para roubar a cena. Na verdade, se trata de um elefante bebê que não tem nem um ano de idade, embora já pese quase 300 kg. Ele é um dos elefantinhos abrigados no orfanato criado só para eles pela Fundação David Sheldrick. Eles chegam ao local, muitas vezes, quase mortos. Em pouco tempo, estão fortes, felizes e brincando uns com os outros. O banho de lama, além de divertido, serve de protetor solar e repelente de mosquitos.

Um elefante bebê recebe leite em um frasco de um tratador durante sua sessão de alimentação diária (Foto: Karel Prinsloo / AP Photo)

Com tanta energia para gastar, o alimento natural nem sempre é suficiente. Por isso, de três em três horas, os filhotinhos recebem um reforço especial.


Depois de quatro anos de muitas tentativas, os funcionários da Fundação David Sheldrick conseguiram desenvolver uma mistura muito parecida com o leite de uma elefanta. A fórmula e preparada com um carinho quase maternal: água quente, leite de soja em pó e, para completar, leite de coco.

A mistura faz o maior sucesso. Os mais velhos chegam a segurar a própria mamadeira. Aliás, a mamadeira tem tamanho ‘elefante’, com três litros. E eles chegam a tomar logo quatro ou cinco de uma vez. Bem alimentados, um dia eles serão gigantes africanos de seis toneladas. O peso que tinham os pais deles abatidos covardemente por traficantes de marfim.

Por isso, existe o orfanato. Os caçadores costumam matar os adultos para tirar as presas deles. O crime vem sendo combatido pela maioria dos países da África, mas que também por isso seduz ainda mais os mercadores.


O marfim que custava R$ 200 o quilo nos tempos dos safáris quase livres, agora chega a valer 10 vezes mais. Dependendo do tamanho, custa R$ 2 mil o quilo do chamado ouro branco.

Vão-se os marfins, e ficam para trás os órfãos. Para cada elefantinho salvo na África, outro morre por falta de alimento.

Em 1970, a população de elefantes no Quênia era de aproximadamente 170 mil animais. Já nos anos 90, caiu para 16 mil, menos de 10% do que havia antes. Atualmente, são 35 mil elefantes espelhados por todo o país, graças a trabalhos como o da fundação.

Quem banca o projeto são os turistas. Em média, são 200 visitantes por dia. Eles pagam R$ 15 para passar algumas horas com os elefantinhos, acompanham as principais atividades deles e se divertem junto com eles. “Não sei se minha filhinha vai se lembrar do que viu, pois ainda é muito pequena. Mas eu, sem dúvida, jamais vou esquecer”, afirma o turista americano.

Para as ’mamães' dos elefantinhos, como são chamados os funcionários do orfanato, a presença dos turistas é uma bênção para o projeto. “É o grande momento do dia. Sem esses visitantes, esse animais não teriam futuro”, diz Edwin Luciti, chefe da equipe.

Futuro: eis o que espera cada um desses elefantinhos. Quando completam quatro anos de vida, eles são levados de volta para as mesmas savanas em que foram encontrados. Em 30 anos de funcionamento do orfanato, cerca de 150 animais foram salvos. Na terra de seus ancestrais, os elefantes recebem uma nova chance de viver e de ter outra sorte.

Fonte: Site do Fantástico

sábado, 30 de julho de 2011

Elefantes asiáticos no Sri Lanka formam redes sociais leais

RIO - Elefantes asiáticos (Elephas maximus) geralmente vivem em pequenos e flexíveis grupos sociais em função das fêmeas, enquanto os machos adultos vagam independentemente. No entanto, uma nova pesquisa publicada na revista "BMC Ecology" mostra que, apesar de esses animais no Sri Lanka poderem mudar suas associações sociais de um dia para o outro, eles mantêm uma grande e estável rede de amigos a partir da qual escolhem seus companheiros.

Pesquisadores revelam dinâmica social de elefantes asiáticos/ Reuters
Os pesquisadores mapearam as relações entre mais de cem fêmeas adultas de elefantes asiáticos no Parque Nacional Uda Walawe, no Sri Lanka, por cinco estações e analisaram como esses relacionamento mudaram com o tempo. Enquanto os elefantes tendiam a se reunir em grupos contendo três fêmeas adultas, era possível que houvesse até 17 num único grupo. Estratégias sociais também variavam, com alguns elefantes sempre sendo vistos juntos, enquanto outros frequentemente mudavam os companheiros.

Surpreendentemente, 16% variaram suas cinco companhias mais próxima ao longo do estudo. Elefantes que tinham poucos amigos eram muito fieis, enquanto aqueles que tinham muitos tendiam a ser menos leais.

Uma análise das redes de amigos dos elefantes mostrou que os asiáticos tendiam a também se associarem com conjuntos maiores de companheiros, especialmente nas estações secas. Os laços sociais eram especialmente fortes quando os recursos eram escassos, chegando ao ponto de expulsarem elefantes desconhecido das fontes de água.

Isso pode acontecer, em parte, em função da ecologia de seu ambiente, porque outros elefantes, que vivem em áreas mais secas, congregam em maior número nas estações úmidas. Anteriormente, foi pensado que, ao contrário do elefante africano de savana, elefantes asiáticos não tinham extensas afiliações sociais, mas, a nível populacional, extensos aglomerados de grupos interligados foram descobertos.

Shermin de Silva, da Universidade da Pensilvânia, destacou que os elefantes são capazes de fazer companhia ao longo de grandes distâncias chamando uns aos outros e usando o olfato.

- Assim, o grupo de elefantes que se vê em um determinado momento é muitas vezes apenas um fragmento de um grupo social muito maior. Nosso trabalho mostra que eles são capazes de reconhecer os seus amigos e renovar esses laços, mesmo depois de ficarem separados por um longo tempo - explicou.



oglobo.globo.com

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Elefantes selvagens invadem cidade na Índia, espalham pânico e deixam um morto

NOVA DÉLHI - Pelo menos dois elefantes selvagens desencadearam uma caçada ao circularem pela cidade de Mysore, no sul da Índia, provocando tumulto e deixando um morto. Imagens de uma TV local mostraram o corpo da vítima sob a pata de um dos animais. A emissora afirma ainda que os animais atacaram uma vaca.

Autoridades do governo pediram que os moradores permanecessem em suas casas e não atacassem os animais enquanto funcionários tentavam capturar os elefantes usando dardos com tranquilizantes. Há informações de que outros dois animais estavam circulando pela cidade. Eles foram capturados depois de passarem três horas espalhando pânico em Mysore.

Segundo o departamento estatal de florestas, os elefantes saíram de uma floresta localizada a cerca de 35 quilômetros da cidade, que fica a 140 quilômetros de Bangalore, importante centro tecnológico indiano.


Todos os anos, centenas de pessoas são mortas por animais selvagens na Índia que, em geral, invadem cidades no país em busca de alimentos devido a desequilíbrios em seu habitat natural. Parques nacionais indianos sofrem invasões de pessoas que buscam comida nas florestas ou pasto para criar gado.

Veja o vídeo:
O Globo

sábado, 21 de maio de 2011

Elefantes têm mesmo medo de ratos?

Apesar da insistência do boato, dizer que elefantes têm medo de ratos não faz sentido. Elefantes adultos simplesmente não têm predadores na natureza e, por isso, não são de se assustar por pouca coisa. "O elefante pode até se perturbar com algo diferente e reagir atacando o animal ou tentando pisar nele. Mas aí poderia ser qualquer bicho", diz Kátia Cassaro, do Zoológico de São Paulo.

A lenda parece ter nascido da idéia de que ratos seriam capazes de entrar na tromba do elefante. Acontece que a tromba é quase tão ágil quanto a mão humana, o que permite ao elefante impedir o ataque, e ratos não são de se meter a bestas com um animal tão grande.

Seja qual for o motivo, a lenda envolvendo os dois bichos é bem antiga. O historiador romano Plínio, o Velho, relatou, em sua enciclopédia História Natural, que os elefantes têm tanto "ódio" dos ratos que recusam o feno em que um roedor tenha passado. Para quem bota fé em Plínio, é bom lembrar que ele também diz que elefantes respeitam a religião e "têm consciência de que seus dentes têm valor econômico".


Ao assistir desenhos animados, filmes para crianças ou lendo histórias infantis, você já deve ter se deparado com a imagem de um elefante que tem medo de um rato. Provavelmente você já se perguntou se existe realidade nessa história ou se não passa de um mito. Pois bem, a resposta é: mais ou menos. Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de serem ratos ou de algum mal que só eles possam fazer aos elefantes.


Um mito zoológico, muito difundido, é que os elefantes temem que o rato possa subir pela tromba do animal. Segundo o especialista em elefantes Richard Lair, isso não tem fundamento: se um rato tentasse escalar a tromba do elefante, seria facilmente expelido com qualquer movimento.

Seria correto dizer, como explica Lair, que eles se assustam com o movimento brusco de animais pequenos. Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles. Não precisam ser necessariamente ratos. Em uma reserva natural que abriga elefantes, na Tailândia, foi observado que um cachorro passou correndo e latindo em volta de um elefante e o bicho entrou em pânico devido aos movimentos rápidos e barulhentos aos seus pés.

Integrantes de um circo resolveram colocar à prova, em 2006, se os ratos por si próprios exerciam alguma mudança nos elefantes. Colocaram o pequeno animal, parado, às vistas do elefante, que não demonstrou nenhuma reação. Um observador dessa cena notou que os elefantes “pareciam apenas entediados” ao ver o rato, ou seja; a história do medo é mesmo só uma lenda. [Life's Little Mysteries]

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Elefantes, as criaturas inteligentes

Os elefantes são os maiores animais terrestres. O elefante tem um período de gestação de 22 meses, o maior entre qualquer animal terrestre. Ao nascer, é comum que um filhote de elefante pese 120 kg. Eles costumam viver de 50 a 70 anos, mas o mais antigos dos elefantes viveu por 82 anos. O maior elefante já registrado foi filmado em Angola , em 1956. Este macho pesava cerca de 12.000 kg (26.000 lb), com uma altura do ombro de 4,2 metros (14 pés), um metro (metro) mais alto que o elefante Africano masculino médio. O menor elefante, aproximadamente do tamanho de um bezerro ou um porco grande, era uma espécie pré-histórica que vivia na ilha de Creta durante a época do Pleistoceno.

O elefante tem aparecido em culturas de todo o mundo. Eles são um símbolo de sabedoria em culturas asiáticas e são famosos pela sua memória e inteligência, onde se pensa estar em pé de igualdade com os cetáceos e hominídeos . Aristóteles disse uma vez o elefante era "a besta que excede todas as outras em inteligência e mente" . A palavra "elefante" tem sua origem no grego ἐλέφας , que significa "de marfim" ou "elefante".

Elefantes adultos saudáveis não têm predadores naturais , embora os leões possam devorar crias ou indivíduos fracos. São, no entanto, cada vez mais ameaçados pela intrusão humana e caça furtiva. Depois de numeração na casa dos milhões, a população do elefante Africano encolheu-se entre 470.000 e 690.000 indivíduos. O elefante é agora uma espécie protegida em todo o mundo, com restrições em vigor em matéria de captura, uso doméstico, e ao comércio de produtos como o marfim .


Biologia e comportamento
O comportamento social

Os elefantes vivem em uma ordem social estruturado. A vida social dos elefantes machos e fêmeas são muito diferentes. As fêmeas passam a vida inteira em grupos familiares muito fechadas formado por mães, filhas, irmãs e tias. Estes grupos são liderados pelo mais velho do sexo feminino, ou matriarca . Os machos adultos, por outro lado, viver uma vida mais solitária.

O círculo social do elefante fêmea não termina com a unidade familiar pequena. Além de encontrar os homens locais que vivem à margem de um ou mais grupos, a vida da mulher também envolve interação com outras famílias, clãs e sub-populações. A maioria dos grupos familiares mais próximos vão de cinco a quinze adultos, bem como um número de fêmeas e machos imaturos. Quando um grupo se tornam muito grandes, algumas das filhas mais velhas vão se romper e formar seu próprio grupo pequeno. Eles continuam a ser muito consciente de que os rebanhos locais são familiares e quais não são.

A vida do macho adulto é muito diferente. Como ele envelhece, ele começa a passar mais tempo na borda da manada, aos poucos a sair por conta própria durante horas ou dias em um momento. Eventualmente, os dias se tornam semanas, e algo em torno de quatorze anos de idade, o homem maduro, ou touro, define de seu grupo natal para o bem. Enquanto os machos vivem vidas essencialmente solitário, que, ocasionalmente, formar associações soltos com outros machos. Esses grupos são chamados rebanhos solteiros.Os machos passam muito mais tempo do que as fêmeas lutando pelo domínio uns com os outros. Somente os machos mais dominantes serão autorizados a cruzar com fêmeas no cio. Os menos dominante devem esperar sua vez. Costuma-se os machos mais velhos, de quarenta a cinqüenta anos, que tornam-se a maioria dos reprodutores.

As batalhas dominância entre machos pode ser muito acirrada, mas normalmente eles infligem poucos ferimentos. A maioria dos ataques são em forma de mostra de agressiva e blefes. Normalmente, o animal menor, mais jovem e menos confiante vai recuar diante de qualquer dano real possa ser feito. No entanto, durante a época de reprodução, as batalhas podem ficar extremamente agressivas, e o elefante ocasionalmente fica lesionado. Durante esta época, conhecido como cio , um macho vai lutar com quase qualquer outro macho que encontrar, e vai passar a maior parte de seu tempo em torno dos efetivos do sexo feminino, tentando encontrar um parceiro receptivo.

elefante-africano


Elefantes as criaturas inteligentes
Os elefantes são extraordinariamente complexos e auto-consciente como indivíduos. Eles possuem sofisticados cérebros e são muito inteligentes. Eles têm importantes habilidades cognitivas e constroem um entendimento inteligente possível em seu mundo através de uma interação complexa de experiências, a aprendizagem e a memória social. Elefantes têm um interesse em suas próprias vidas e nas vidas de seus seus próprios parentes, bem como tratadores humanos. Eles experimentam emoções intensas e intensa angústia,  sofrem quando testemunham os membros da família serem mortos por pessoas e quando são separados do entorno familiar.

Elefantes se comunicam através de seus troncos, orelhas, rabos e voz. Elefantes cumprimentam uns aos outros por entrelaçamento de seus troncos, como um aperto de mão. Eles também vão utilizá-los enquanto jogam luta, acariciando-se. Durante o namoro e interações criança-mãe, e para mostrar dominância , a tromba levantada pode ser um aviso ou uma ameaça, enquanto um tronco abaixado pode ser um sinal de submissão. Elefantes podem se defender muito bem agitando os troncos aos intrusos indesejados ou agarrando e arremessando-os.

A tromba de um elefante desenvolveu um elevado sentido do olfato. Ao elevar o tronco para cima no ar e balançando-o de um lado para outro, ele pode localizar amigos, inimigos e fontes de alimento.

Elefantes fazem sua saudação aos amigos  ronronando estrondoso. Quando perdido, o elefante jovem trompetea em voz alta para as mães e quando em perigo.

Elefantes comuniquem a distâncias curtas utilizando freqüências que são inaudíveis aos seres humanos. O chamadas de baixa frequência também geram poderosas vibrações no solo - é possível sentir os sinais do elefantes, e até mesmo interpretar, através dos seus pés sensíveis e troncos a sísmica.  Isto vem a calhar para localizar membros efetivos perdidos ou  o local de nascimento ou alertar a chamada de emergência sobre a disponibilidade de machos para cruzar com fêmea. Há também pistas químicas, essa comunicação ajuda. Feromônios secretado pela glândula temporal e urina podem viajar distâncias curtas, um ótimo passe de mensagem, como a saúde e o estado reprodutivo.

Quando o terrível tsunami que atingiu as regiões costeiras da Ásia em 2004, foi noticiado elefantes treinados na Tailândia se agitaram e fugiram para terrenos mais altos antes da onda devastadora atingir a costa. Eles estavam respondendo a boa frequência de ondas baixas geradas pelo tsunami.

Estrutura Social dos Elefantes
A seqüência do vídeo mostra um coração maravilhoso. Um exemplo de comportamento cognitivo dos elefantes. Ele mostra como o bebê elefante desliza na corrente barrenta da água e é puxada para fora e com os esforços conjuntos de vários elefantes. Aviso de alarme trombeteado por elefantes  e de como suas caudas ficam elevadas, indicando que suas mentes estão agitadas.(scienceray.com e ourtros)



Hector H. Munro Saki, em seu livro "Reginald on Besetting Sins", afirma que as mulheres e os elefantes nunca esquecem uma ofensa. Em relação aos elefantes, o autor britânico sabia o que estava falando. Quase um século depois da publicação do livro, observações minuciosas confirmaram que os elefantes, de fato, lembram-se de ofensas e guardam rancor de quem os ofendeu. Um estudo feito nos elefantes africanos descobriu que os animais reagem negativamente quando vêem e sentem o cheiro da roupa usada pelos membros de uma tribo Maasai próxima. Por que esse ressentimento? Os homens Maasai atacam os elefantes com lança como uma forma de mostrar sua masculinidade.
As manadas de elefantes são grupos solidários com interações complexas

Há outras evidências que sugerem que os elefantes também se lembram dos treinadores que os maltrataram mesmo após anos de separação. De forma semelhante, os cientistas associaram os ataques de elefantes a aldeias na Uganda a uma forma de distúrbio de estresse pós-traumático. Os especialistas acreditam que os elefantes atacaram porque a população humana crescente estava dominando seu território, forçando a separação de alguns elefantes de suas famílias.

Os elefantes são mamíferos muito mais atentos do que suas populares personagens de circo mostram. Na selva, seguem estruturas familiares formalizadas com fêmeas mais velhas, ou matriarcas, no topo. As filhas sempre ficam em contato direto com suas mães, formando famílias. Os filhos deixam a família por volta dos 14 anos, ou quando atingem a maturidade sexual, quando ficam bastante agressivos e excitados, devido aos altos índices de hormônios masculinos. A partir daí, os machos se juntam a outros grupos de elefantes machos, que partem em busca de se acasalar. Durante as secas, várias famílias de elefantes, compostas pelas fêmeas e os filhotes, podem se reunir para formar grupos de união e compartilhar recursos.

Os elefantes também possuem muitas formas de comunicação. Um método para localizar outros elefantes é por meio dos conjuntos de sensores nervosos em suas patas chamados de corpúsculos de Pacini. Os corpúsculos convertem as vibrações sísmicas do chão em um impulso nervoso, que envia uma mensagem ao cérebro sobre a origem e a direção das vibrações. Até as unhas possuem nervos que distinguem a origem dos sons.

Memória de elefante

Os cientistas não conseguiram medir com exatidão a inteligência dos elefantes. No entanto, durante décadas, especialistas observaram o comportamento dos paquidermes e concluíram que eles estão entre os mais inteligentes do reino animal. Por isso, a teoria de que os elefantes nunca esquecem as coisas é exagerada, mas não está totalmente longe da verdade.


O elefante possui o cérebro com maior massa entre os mamíferos, pesando 4,7 kg em um adulto. Embora não possamos julgar com eficiência o funcionamento de um cérebro com base apenas no seu tamanho, ele pode dar uma boa idéia do poder da memória do elefante. Uma forma convencional de medir a inteligência de um animal é o chamado QE (quociente de encefalização), que compara o tamanho real do cérebro de um animal com o tamanho que os cientistas projetariam para se basear no peso do corpo. Para entender melhor essa medida, pense em uma maçã e em um abacate. As duas frutas têm relativamente o mesmo tamanho; porém, uma maçã possui sementes minúsculas, enquanto o caroço de um abacate parece uma bola de golfe.

A lógica é que quanto menor a relação entre o cérebro e a massa corporal (lembre-se do exemplo da maçã), mais irracional será o animal e vice-versa. Por exemplo, as pessoas têm um QE médio acima de 7, enquanto os porcos apresentam um QE de aproximadamente 0,27.

Nessa escala, a medida dos elefantes é relativamente alta, chegando a uma média de de 1,88 nas espécies cruzadas. Fazendo uma comparação, os chimpanzés apresentam um QE de 2,5. Os elefantes fêmeas, líderes das manadas, geralmente têm QEs superiores aos dos machos. Isso provavelmente está associado à estrutura social matriarcal das manadas de elefantes. Estudos também descobriram que as fêmeas mais velhas apresentam sinais de superioridade da memória, alertando o grupo quando surge algum perigo ou quando reconhecem um local antigo de pastagem.

A região olfativa do cérebro de um elefante é extremamente desenvolvida em relação a seus outros sentidos. Os elefantes conseguem distinguir o odor da urina de até 30 parentes fêmeas, mesmo que tenham ficado separados durante anos. Essa característica ajuda os elefantes a permanecerem juntos ao viajarem em grandes bandos, sendo a urina um guia para o olfato. 

Embora as memórias utilitárias dos elefantes os ajudem a guardar informações essenciais de sobrevivência, elas também permitem que esses animais reconheçam o passado. Os elefantes apresentam sinais de sofrimento em relação à morte de parentes, como tocar suavemente os cadáveres com a pata e acariciar os corpos com a tromba. Em um experimento em que foram mostrados diferentes conjuntos de objetos a uma família de elefantes, a reação do grupo foi evidente em relação aos ossos e às presas pertencentes a um parente.

A memória de um elefante não armazena todos os detalhes de cada estímulo já encontrado. O cérebro codifica o que é necessário para a sobrevivência, como o local do alimento e a identificação familiar, da mesma forma que nossos sistemas de memória de curto prazo descartam seletivamente dados ou os transferem para nosso armazenamento de longo prazo. E assim como aqueles momentos que têm um forte impacto em nossas vidas, o conteúdo das memórias funcionais dos elefantes é preservado para recuperação futura.

Curiosidades sobre os elefantes

Os elefantes comem de 72 a 158 kg de comida por dia.

Os bebês elefantes pesam cerca de 90 kg quando nascem.

As presas dos elefantes são feitas de dentina, cálcio e sal.

A expectativa de vida de um elefante é de 80 anos.

Os elefantes usam mais de 70 vocalizações e 160 sinais visuais e táteis para se comunicar diariamente.

Quando um elefante morre, todos os membros de sua manada param junto do defunto e parecem inspecioná-lo com a tromba, como se prestassem uma última homenagem. Além disso, o parente mais próximo do falecido segue o grupo de longe por alguns dias, numa espécie de manifestação pública de luto.

Os elefantes têm, sim, uma excelente memória. Mas não é pelo fato de ele ter a cabeça grande (seu cérebro pesa 5,4 quilos). Acredita-se que isso se deva, em parte, à sua longevidade, de até 80 anos! Vivendo tanto assim, ele acaba memorizando mais.

As orelhas dos elefantes são sua “impressão digital”. As abas enormes têm não apenas formas únicas mas cavidades e riscas inconfundíveis.

A comprida tromba (que corresponde ao nariz e lábio superior) pesa cerca de 140 quilos. Entre outras coisas, este “narigão” permite que ele fareje água a uma distância de quase 20 quilômetros!

Nenhum animal terrestre é mais bem-dotado do que o elefante. Isso mesmo! Seu pênis pode atingir 1,5 metro de comprimento e pesar 2 quilos. E.. salve-se quem puder! Cada ejaculação do bicho é suficiente para encher uma bola de futebol de sêmen… Hehe!

Fonte: Livre Pensar

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Veja. Crocodilo abocanha tromba de elefante. Incrível cabo de guerra

Parece que a ilustração perfeita para o conto de como o elefante tem o seu tronco.
Infelizmente para este jovem, no entanto, esta não foi cena de Kipling's Just So Stories, mas a mais dolorosa realidade.

Sob o olhar atento de sua família, o bebê elefante tinha ido para a beira de um charco Africano para tomar uma água fresca.


Cabo de guerra: O elefante bebê finca seus pés na lama quando tenta puxar a tromba das mandíbulas do crocodilo.


Infelizmente, a vegetação da lagoa é a camuflagem perfeita para um crocodilo faminto, que aperta seus dentes  até o fim para superar a vítima em sua  trombao e começa um cabo-de-guerra.

O elefantinho puxou, e puxou, e puxou, e seu nariz ficou mantido em alongamento, e o crocodilo debulhando sua cauda como um remo, e ele puxou , e puxou, e puxou, e em cada um puxada o Elefante filhote crescia o nariz, ou melhor, a tromba crescia mais e mais - e feria-o ... "
Assustados: algo estava errado Sensoriamento os elefantes espalhados em todas as direções, porém o bebê foi deixado para trás.


Um final feliz: recuperado, o bebê toma um passeio do outro lado do charco comoutros membros da manada

Os elefantes retiram o bebê da angústia, a manada foi imediatamente para o seu resgate, assustando o crocodilo tocando a trombeta e carimbando o chão. Após o ataque o rebanho permaneceu com o jovem.

Quando o bebê estava recuperado o rebanho atravessou o charco juntos em segurança, a poucos metros de onde o crocodilo tinha se escondido.
Como o elefante tem a tromba: ,BR.O conto de Rudyard
Kipling foi trazido à vida no charco Africano.

Estas fotos foram tiradas pelo fotógrafo amador Johan Opperman no Parque Nacional Kruger na África do Sul.

Ele disse: "O crocodilo estava esperando por um bom almoço com elefante no menu.
"Especialistas dizem que isso é muito raro, e que os crocodilos não costumam tentar capturar os elefantes.

dailymail.co.uk

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

"Cemitérios de elefantes". Verdade ou lenda sobre esses animais?

Essa história de que os elefantes teriam uma espécie de santuário, um local sossegado para o qual se dirigiriam antes de morrer, não passa de lenda. Há várias teorias para a origem do mito. A mais aceita foi elaborada por especialistas do zoológico de San Diego (EUA). De acordo com esses estudiosos, quando os trombudos envelhecem, seus dentes ficam muito sensíveis e, assim, eles têm dificuldade de comer sua alimentação habitual, formada por arbustos, folhas e cascas de árvores. Por isso, é comum os animais mais velhos se deslocarem para regiões pantanosas, onde há abundância de água e as folhagens são mais macias. Invariavelmente, eles acabam ficando por lá até a morte. A concentração de ossadas nesses locais é que teria originado o mito. “Os animais idosos também se desgarram do grupo porque se tornam mais lentos e vão ficando para trás”, completa a bióloga Mara Marques, chefe do setor de mamíferos da Fundação Zoológico de São Paulo. A lenda do santuário de trombudos acabou ganhando peso em razão da atitude reverente desses animais frente a um colega morto. Diante de um paquiderme sem vida, todos os membros de uma manada param junto do defunto e parecem inspecioná-lo com a tromba, como se prestassem uma última homenagem. Além disso, o parente do falecido segue o grupo de longe por alguns dias, numa espécie de manifestação pública de luto. Veja abaixo outras curiosidades sobre os grandalhões.

PÊNIS GIGANTE, IMPRESSÃO “ORELHAL”
Características do maior animal terrestre do mundo que até parecem mentira

CABEÇÃO
O paquiderme tem, sim, uma excelente memória. Mas não é pelo fato de ele ser “cabeção” (seu cérebro pesa 5,4 quilos). Acredita-se que isso se deva, em parte, à sua longevidade, de até 70 anos – vivendo tanto, ele acaba memorizando mais

RG DE DUMBO
As orelhas dos elefantes são sua “impressão digital”. As abas enormes têm não apenas formas únicas mas cavidades e riscas inconfundíveis

RADAR NASAL
A comprida tromba – que corresponde ao nariz e lábio superior – pesa cerca de 140 quilos. Entre outras coisas, o narigão permite que ele fareje água a uma distância de quase 20 quilômetros!

TROMBUDO
Nenhum animal terrestre é mais bem-dotado do que o elefante. Seu pênis pode atingir 1,5 metro de comprimento e pesar 2 quilos. E – sai de perto! – cada ejaculação do bicho é suficiente para encher uma bola de futebol de sêmen!

(Fonte: Mundo Estranho - por Yuri Vasconcelos )

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Tailândia. Zoológico 'ensina' elefantes a jogar futebol

Novidade é atração do Maesa Elephant Camp, em Chiang Mai.
No duelo entre Brasil e Inglaterra, 'europeus' venceram por 3 a 2.



Em ano de Copa do Mundo, o futebol virou diversão em um zoológico de elefantes na Tailândia. Os animais com até três toneladas do Maesa Elephant Camp, em Chiang Mai, a 700 quilômetros da capital Bancoc, foram treinados para entreter os turistas.
O elefante chamado ‘Duanpen’ teve pintado em seu corpo a bandeira da Inglaterra, enquanto a fêmea ‘Thongsri’ foi escolhida para defender as cores do Brasil. O elefante chamado ‘Duanpen’ teve pintado em seu corpo a bandeira da Inglaterra, enquanto a fêmea ‘Thongsri’ foi escolhida para defender as cores do Brasil. (Foto: Bronek Kaminski/Barcroft Índia/Getty Images)
A partida, segundo a agência ‘Barcroft Media’, terminou com vitória da Inglaterra por 3 a 2.A partida, segundo a agência ‘Barcroft Media’, terminou com vitória da Inglaterra por 3 a 2. (Foto: Bronek Kaminski/Barcroft Índia/Getty Images)Do G1, em São Paulo

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...