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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Elefante invade foto e vira o maior 'papagaio de pirata' de todos os tempos

Elefante invade foto de turistas e é classificado como "maior photobomb de todos os tempos"
Grupo de mulheres participava de safári no Zimbábue.

Não há nada mais irritante do que voltar para casa para encontrar um foto-bomber idiota arruinou suas fotografias de férias favoritos.

Mas para que estas cinco mulheres, foi uma intrusão das mais bem-vindas quando um elefante de sete toneladas sorrateiramente apareceu por trás para arrebatar a sua notoriedade no parque Imire: Rhino & Wildlife Conservation no Zimbabué.



Lisa Marie Winther, da Noruega, Deb Sulzberger, da Austrália, e as britânicas Sarah Daly, Jane Burnett e Nicky Walker voltaram para suas casas com uma foto bastante inusitada da viagem que fizeram ao Zimbábue.

O grupo de cinco mulheres participava de um safári quando teve uma foto invadida por um elefante.

Marcus Söderlund, de 24 anos, que também particpava da expedição, foi o responsável pelo flagra. Na imagem, enquanto as mulheres tiram fotos do parque no qual estavam, o Rhino and Wildlife, o animal gigante aparece atrás do grupo.

O sueco tratou de postar na web a foto que mostra a "invasão" do elefante. Além de divertir internautas, a imagem está sendo classificada como "o maior photobomb de todos os tempos".

Fonte: revistagloborural.globo.com

sábado, 19 de maio de 2012

Leão versus elefante: Quem leva vantagem nesta luta selvagem? (Veja o vídeo)


Vídeo: Lions vs Elephants



África: Elefante destrona leão em Damaraland

Damaraland, no centro-norte da Namíbia, é uma região de vastos espaços e enormes monolitos vulcânicos. O solo é coberto por uma camada vermelha de pedras quebradas nos mais diversos tamanhos. Sobre esse terreno irregular e inóspito, equilibram-se os grandes "elefantes do deserto".

O Damaraland Camp, um acampamento administrado por uma empresa sul-africana em parceria com as comunidades locais, fica num vale de onde se vê o maciço de Brandberg, a mais alta montanha da Namíbia.
O acampamento tem nove tendas de lona, simples por fora, mas confortáveis por dentro, com sistema de luz solar e água quente limitados.

No dia seguinte de manhã, é hora de ir atrás dos "elefantes do deserto", assim conhecidos por terem se adaptado a um clima seco, adverso a um animal com o tamanho desses imensos paquidermes. Por esse motivo, os elefantes de Damaraland, ao contrário de seus primos de outras regiões, demonstram todo o cuidado ao beber água, utilizando o indispensável recurso natural com comedimento e sem desperdício.

Num potente jipe semi-aberto, parte-se em direção ao leito do rio Huab, onde só corre água por algumas poucas semanas durante o verão. Mas, apesar da aparência de desolamento, há lençóis de água subterrâneos que possibilitam que árvores altas e verdes sobrevivam ali.

O veículo segue pelo largo leito do rio. A viagem prossegue por mais de 30 minutos sem sinal de elefantes quando, de repente, dois guepardos ("cheetahs"), dificilmente vistos nessa região, aparecem à distância e, tímidos, logo somem na vegetação.

Pouco depois, um elefante solitário arranca e deglute galhos inteiros de uma árvore, fazendo enorme barulho com os dentes. Mas a planta não serve só para isso. Também faz as vezes de lixa para o animal coçar a nuca, atrás das orelhas, e o traseiro.

Segue-se adiante à procura do resto da manada, que reúne cerca de 30 membros. Após mais de uma hora de busca infrutífera, o guia chega à conclusão de que os elefantes haviam deixado o leito do rio e subido um vasto complexo de montanhas logo à frente.

"Já volto, não saiam do carro", diz e dirige-se para as montanhas. Após cerca de 20 minutos, no alto da primeira elevação, vêem-se ao longe mais dois elefantes, pequenos em comparação com a montanha avermelhada. Ali, o Land Rover não pode subir.

Volta-se ao acampamento, onde, após um almoço, a opção é um relaxante passeio de mountain-bike, com direito a um gim tônica na hora do entardecer.

À noite, bastante fria, o jantar acontece numa grande mesa quadrada sob o céu muito escuro e estrelado. Os hóspedes, os gerentes e os guias comem juntos e, depois, jogam conversa fora em torno de uma fogueira, apelidada de "bush TV" ("TV do mato").

Além dos elefantes, Damaraland tem um número razoável de rinocerontes negros, uma das espécies mais raras da África. Dificilmente são vistos, porém, perto do Damaraland Camp. Também há impalas, órix e avestruzes.

Mas a beleza absurda e incomum de Damaraland está em suas características geológicas: na grandiosidade de suas montanhas de pedra, no tom avermelhado do tapete de rochas de todas as formas e tamanhos, no movimento lento das nuvens no incrível céu azul.


Fonte: Folha Online

terça-feira, 26 de julho de 2011

Elefante foge em filmagem e cria pânico na Hungria

Elefante foge em filmagem de comercial e cria pânico na Hungria
Incidente ocorreu no centro de Budapeste.
Pessoas que estavam no local se assustaram.


Um elefante escapou durante as filmagens de um comercial nesta terça-feira (26) no centro de Budapeste, na Hungria, e assustou as pessoas que estavam no local.

Membros das filmagens perseguem o elefante. (Foto: Viktor Veres/Blikk/Reuters)

Elefante escapou durante filmagens de comercial. (Foto: Viktor Veres/Blikk/Reuters)

Incidente ocorreu no centro de Budapeste, na Hungria. (Foto: Viktor Veres/Blikk/Reuters)


Do G1, em São Paulo

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Elefante recém-nascido já faz a maior bagunça em um zoológico de Munique, na Alemanha.

Elefante recém-nascido é flagrado fazendo peraltice em zoo alemão

Mal nasceu, um elefantinho já faz a maior bagunça em um zoológico de Munique, na Alemanha. A cria de elefante, que veio ao mundo no dia seis de maio, foi flagrado nesta segunda-feira (30/05) derrubando um balde de água e se sujando na lama.

domingo, 24 de abril de 2011

Elefante usa tromba para pintar em zoo alemão

Elefante usa tromba para pintar em zoo alemão
Paquiderme é atração do zoo de Hanover.
Animal fez seus desenhos em uma camiseta.


Elefante usa a tromba para pintar desenho em camiseta no zoológico de Hanover, na Alemanha. (Foto: Julian Stratenschulte/AFP) G1

Os elefantes têm boa memória?

Se você lembra de datas de aniversários e números
de telefone sem anotar, alguém pode comparar sua
memória a de um elefante
Se você lembra as datas de aniversários de todos seus amigos, os números dos seus documentos, senhas de banco e nomes de rua em que você raramente passa, não estranhe se alguém comparar sua memória a de um elefante. Não se trata de uma referência ao tamanho do bicho, mas sim uma menção a um animal reconhecido pela sua grande capacidade de guardar informações.

A habilidade dos elefantes de memorizar foi forjada pelas exigências de seu modo de vida, segundo o professor de neurofisiologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) Gilberto Xavier. Acostumados a percorrer grandes áreas, os elefantes desenvolvem uma precisa memória espacial que permite recordar exatamente onde encontrar água e comida, mesmo depois de andar centenas de quilômetros.

Isso acontece em cada lugar onde esses animais cruzam, sendo que eles conseguem ainda lembrar onde há mais alimento disponível em cada época do ano. Uma manada pode, por exemplo, se dirigir a uma determinada região apenas quando há frutas maduras.

A memória prodigiosa dos elefantes reflete o processo que faz os animais terem melhor ou pior memória, conforme Xavier. Para ele, não é possível apontar se uma espécie tem capacidade melhor do que outra já que são as condições de vida que fazem um animal aprimorar essa habilidade. Por isso, dois gatos, por exemplo, podem ter uma diferença muito grande na capacidade de lembrar, dependendo do quanto a rotina deles exige uma boa memória para se alimentar, por exemplo.

"Os animais se adaptam, ampliando sua capacidade de memória em função do ambiente em que eles ocupam", afirma Xavier. [Terra]

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Elefante se diverte com neve em zoológico na Alemanha

Frio atingiu a cidade de Berlim nos últimos dias.
Previsão do tempo prevê mais precipitação para a capital do país.

Um elefante é flagrado comendo neve no zoológico de Berlim, capital alemã. (Foto: John MacDougall/AFP)

Frio que atingiu a Europa deve provocar mais nevascas nos próximos dias em Berlim, de acordo com previsão do tempo. (Foto: John MacDougall/AFP)

G1

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Elefantes, as criaturas inteligentes

Os elefantes são os maiores animais terrestres. O elefante tem um período de gestação de 22 meses, o maior entre qualquer animal terrestre. Ao nascer, é comum que um filhote de elefante pese 120 kg. Eles costumam viver de 50 a 70 anos, mas o mais antigos dos elefantes viveu por 82 anos. O maior elefante já registrado foi filmado em Angola , em 1956. Este macho pesava cerca de 12.000 kg (26.000 lb), com uma altura do ombro de 4,2 metros (14 pés), um metro (metro) mais alto que o elefante Africano masculino médio. O menor elefante, aproximadamente do tamanho de um bezerro ou um porco grande, era uma espécie pré-histórica que vivia na ilha de Creta durante a época do Pleistoceno.

O elefante tem aparecido em culturas de todo o mundo. Eles são um símbolo de sabedoria em culturas asiáticas e são famosos pela sua memória e inteligência, onde se pensa estar em pé de igualdade com os cetáceos e hominídeos . Aristóteles disse uma vez o elefante era "a besta que excede todas as outras em inteligência e mente" . A palavra "elefante" tem sua origem no grego ἐλέφας , que significa "de marfim" ou "elefante".

Elefantes adultos saudáveis não têm predadores naturais , embora os leões possam devorar crias ou indivíduos fracos. São, no entanto, cada vez mais ameaçados pela intrusão humana e caça furtiva. Depois de numeração na casa dos milhões, a população do elefante Africano encolheu-se entre 470.000 e 690.000 indivíduos. O elefante é agora uma espécie protegida em todo o mundo, com restrições em vigor em matéria de captura, uso doméstico, e ao comércio de produtos como o marfim .


Biologia e comportamento
O comportamento social

Os elefantes vivem em uma ordem social estruturado. A vida social dos elefantes machos e fêmeas são muito diferentes. As fêmeas passam a vida inteira em grupos familiares muito fechadas formado por mães, filhas, irmãs e tias. Estes grupos são liderados pelo mais velho do sexo feminino, ou matriarca . Os machos adultos, por outro lado, viver uma vida mais solitária.

O círculo social do elefante fêmea não termina com a unidade familiar pequena. Além de encontrar os homens locais que vivem à margem de um ou mais grupos, a vida da mulher também envolve interação com outras famílias, clãs e sub-populações. A maioria dos grupos familiares mais próximos vão de cinco a quinze adultos, bem como um número de fêmeas e machos imaturos. Quando um grupo se tornam muito grandes, algumas das filhas mais velhas vão se romper e formar seu próprio grupo pequeno. Eles continuam a ser muito consciente de que os rebanhos locais são familiares e quais não são.

A vida do macho adulto é muito diferente. Como ele envelhece, ele começa a passar mais tempo na borda da manada, aos poucos a sair por conta própria durante horas ou dias em um momento. Eventualmente, os dias se tornam semanas, e algo em torno de quatorze anos de idade, o homem maduro, ou touro, define de seu grupo natal para o bem. Enquanto os machos vivem vidas essencialmente solitário, que, ocasionalmente, formar associações soltos com outros machos. Esses grupos são chamados rebanhos solteiros.Os machos passam muito mais tempo do que as fêmeas lutando pelo domínio uns com os outros. Somente os machos mais dominantes serão autorizados a cruzar com fêmeas no cio. Os menos dominante devem esperar sua vez. Costuma-se os machos mais velhos, de quarenta a cinqüenta anos, que tornam-se a maioria dos reprodutores.

As batalhas dominância entre machos pode ser muito acirrada, mas normalmente eles infligem poucos ferimentos. A maioria dos ataques são em forma de mostra de agressiva e blefes. Normalmente, o animal menor, mais jovem e menos confiante vai recuar diante de qualquer dano real possa ser feito. No entanto, durante a época de reprodução, as batalhas podem ficar extremamente agressivas, e o elefante ocasionalmente fica lesionado. Durante esta época, conhecido como cio , um macho vai lutar com quase qualquer outro macho que encontrar, e vai passar a maior parte de seu tempo em torno dos efetivos do sexo feminino, tentando encontrar um parceiro receptivo.

elefante-africano


Elefantes as criaturas inteligentes
Os elefantes são extraordinariamente complexos e auto-consciente como indivíduos. Eles possuem sofisticados cérebros e são muito inteligentes. Eles têm importantes habilidades cognitivas e constroem um entendimento inteligente possível em seu mundo através de uma interação complexa de experiências, a aprendizagem e a memória social. Elefantes têm um interesse em suas próprias vidas e nas vidas de seus seus próprios parentes, bem como tratadores humanos. Eles experimentam emoções intensas e intensa angústia,  sofrem quando testemunham os membros da família serem mortos por pessoas e quando são separados do entorno familiar.

Elefantes se comunicam através de seus troncos, orelhas, rabos e voz. Elefantes cumprimentam uns aos outros por entrelaçamento de seus troncos, como um aperto de mão. Eles também vão utilizá-los enquanto jogam luta, acariciando-se. Durante o namoro e interações criança-mãe, e para mostrar dominância , a tromba levantada pode ser um aviso ou uma ameaça, enquanto um tronco abaixado pode ser um sinal de submissão. Elefantes podem se defender muito bem agitando os troncos aos intrusos indesejados ou agarrando e arremessando-os.

A tromba de um elefante desenvolveu um elevado sentido do olfato. Ao elevar o tronco para cima no ar e balançando-o de um lado para outro, ele pode localizar amigos, inimigos e fontes de alimento.

Elefantes fazem sua saudação aos amigos  ronronando estrondoso. Quando perdido, o elefante jovem trompetea em voz alta para as mães e quando em perigo.

Elefantes comuniquem a distâncias curtas utilizando freqüências que são inaudíveis aos seres humanos. O chamadas de baixa frequência também geram poderosas vibrações no solo - é possível sentir os sinais do elefantes, e até mesmo interpretar, através dos seus pés sensíveis e troncos a sísmica.  Isto vem a calhar para localizar membros efetivos perdidos ou  o local de nascimento ou alertar a chamada de emergência sobre a disponibilidade de machos para cruzar com fêmea. Há também pistas químicas, essa comunicação ajuda. Feromônios secretado pela glândula temporal e urina podem viajar distâncias curtas, um ótimo passe de mensagem, como a saúde e o estado reprodutivo.

Quando o terrível tsunami que atingiu as regiões costeiras da Ásia em 2004, foi noticiado elefantes treinados na Tailândia se agitaram e fugiram para terrenos mais altos antes da onda devastadora atingir a costa. Eles estavam respondendo a boa frequência de ondas baixas geradas pelo tsunami.

Estrutura Social dos Elefantes
A seqüência do vídeo mostra um coração maravilhoso. Um exemplo de comportamento cognitivo dos elefantes. Ele mostra como o bebê elefante desliza na corrente barrenta da água e é puxada para fora e com os esforços conjuntos de vários elefantes. Aviso de alarme trombeteado por elefantes  e de como suas caudas ficam elevadas, indicando que suas mentes estão agitadas.(scienceray.com e ourtros)



Hector H. Munro Saki, em seu livro "Reginald on Besetting Sins", afirma que as mulheres e os elefantes nunca esquecem uma ofensa. Em relação aos elefantes, o autor britânico sabia o que estava falando. Quase um século depois da publicação do livro, observações minuciosas confirmaram que os elefantes, de fato, lembram-se de ofensas e guardam rancor de quem os ofendeu. Um estudo feito nos elefantes africanos descobriu que os animais reagem negativamente quando vêem e sentem o cheiro da roupa usada pelos membros de uma tribo Maasai próxima. Por que esse ressentimento? Os homens Maasai atacam os elefantes com lança como uma forma de mostrar sua masculinidade.
As manadas de elefantes são grupos solidários com interações complexas

Há outras evidências que sugerem que os elefantes também se lembram dos treinadores que os maltrataram mesmo após anos de separação. De forma semelhante, os cientistas associaram os ataques de elefantes a aldeias na Uganda a uma forma de distúrbio de estresse pós-traumático. Os especialistas acreditam que os elefantes atacaram porque a população humana crescente estava dominando seu território, forçando a separação de alguns elefantes de suas famílias.

Os elefantes são mamíferos muito mais atentos do que suas populares personagens de circo mostram. Na selva, seguem estruturas familiares formalizadas com fêmeas mais velhas, ou matriarcas, no topo. As filhas sempre ficam em contato direto com suas mães, formando famílias. Os filhos deixam a família por volta dos 14 anos, ou quando atingem a maturidade sexual, quando ficam bastante agressivos e excitados, devido aos altos índices de hormônios masculinos. A partir daí, os machos se juntam a outros grupos de elefantes machos, que partem em busca de se acasalar. Durante as secas, várias famílias de elefantes, compostas pelas fêmeas e os filhotes, podem se reunir para formar grupos de união e compartilhar recursos.

Os elefantes também possuem muitas formas de comunicação. Um método para localizar outros elefantes é por meio dos conjuntos de sensores nervosos em suas patas chamados de corpúsculos de Pacini. Os corpúsculos convertem as vibrações sísmicas do chão em um impulso nervoso, que envia uma mensagem ao cérebro sobre a origem e a direção das vibrações. Até as unhas possuem nervos que distinguem a origem dos sons.

Memória de elefante

Os cientistas não conseguiram medir com exatidão a inteligência dos elefantes. No entanto, durante décadas, especialistas observaram o comportamento dos paquidermes e concluíram que eles estão entre os mais inteligentes do reino animal. Por isso, a teoria de que os elefantes nunca esquecem as coisas é exagerada, mas não está totalmente longe da verdade.


O elefante possui o cérebro com maior massa entre os mamíferos, pesando 4,7 kg em um adulto. Embora não possamos julgar com eficiência o funcionamento de um cérebro com base apenas no seu tamanho, ele pode dar uma boa idéia do poder da memória do elefante. Uma forma convencional de medir a inteligência de um animal é o chamado QE (quociente de encefalização), que compara o tamanho real do cérebro de um animal com o tamanho que os cientistas projetariam para se basear no peso do corpo. Para entender melhor essa medida, pense em uma maçã e em um abacate. As duas frutas têm relativamente o mesmo tamanho; porém, uma maçã possui sementes minúsculas, enquanto o caroço de um abacate parece uma bola de golfe.

A lógica é que quanto menor a relação entre o cérebro e a massa corporal (lembre-se do exemplo da maçã), mais irracional será o animal e vice-versa. Por exemplo, as pessoas têm um QE médio acima de 7, enquanto os porcos apresentam um QE de aproximadamente 0,27.

Nessa escala, a medida dos elefantes é relativamente alta, chegando a uma média de de 1,88 nas espécies cruzadas. Fazendo uma comparação, os chimpanzés apresentam um QE de 2,5. Os elefantes fêmeas, líderes das manadas, geralmente têm QEs superiores aos dos machos. Isso provavelmente está associado à estrutura social matriarcal das manadas de elefantes. Estudos também descobriram que as fêmeas mais velhas apresentam sinais de superioridade da memória, alertando o grupo quando surge algum perigo ou quando reconhecem um local antigo de pastagem.

A região olfativa do cérebro de um elefante é extremamente desenvolvida em relação a seus outros sentidos. Os elefantes conseguem distinguir o odor da urina de até 30 parentes fêmeas, mesmo que tenham ficado separados durante anos. Essa característica ajuda os elefantes a permanecerem juntos ao viajarem em grandes bandos, sendo a urina um guia para o olfato. 

Embora as memórias utilitárias dos elefantes os ajudem a guardar informações essenciais de sobrevivência, elas também permitem que esses animais reconheçam o passado. Os elefantes apresentam sinais de sofrimento em relação à morte de parentes, como tocar suavemente os cadáveres com a pata e acariciar os corpos com a tromba. Em um experimento em que foram mostrados diferentes conjuntos de objetos a uma família de elefantes, a reação do grupo foi evidente em relação aos ossos e às presas pertencentes a um parente.

A memória de um elefante não armazena todos os detalhes de cada estímulo já encontrado. O cérebro codifica o que é necessário para a sobrevivência, como o local do alimento e a identificação familiar, da mesma forma que nossos sistemas de memória de curto prazo descartam seletivamente dados ou os transferem para nosso armazenamento de longo prazo. E assim como aqueles momentos que têm um forte impacto em nossas vidas, o conteúdo das memórias funcionais dos elefantes é preservado para recuperação futura.

Curiosidades sobre os elefantes

Os elefantes comem de 72 a 158 kg de comida por dia.

Os bebês elefantes pesam cerca de 90 kg quando nascem.

As presas dos elefantes são feitas de dentina, cálcio e sal.

A expectativa de vida de um elefante é de 80 anos.

Os elefantes usam mais de 70 vocalizações e 160 sinais visuais e táteis para se comunicar diariamente.

Quando um elefante morre, todos os membros de sua manada param junto do defunto e parecem inspecioná-lo com a tromba, como se prestassem uma última homenagem. Além disso, o parente mais próximo do falecido segue o grupo de longe por alguns dias, numa espécie de manifestação pública de luto.

Os elefantes têm, sim, uma excelente memória. Mas não é pelo fato de ele ter a cabeça grande (seu cérebro pesa 5,4 quilos). Acredita-se que isso se deva, em parte, à sua longevidade, de até 80 anos! Vivendo tanto assim, ele acaba memorizando mais.

As orelhas dos elefantes são sua “impressão digital”. As abas enormes têm não apenas formas únicas mas cavidades e riscas inconfundíveis.

A comprida tromba (que corresponde ao nariz e lábio superior) pesa cerca de 140 quilos. Entre outras coisas, este “narigão” permite que ele fareje água a uma distância de quase 20 quilômetros!

Nenhum animal terrestre é mais bem-dotado do que o elefante. Isso mesmo! Seu pênis pode atingir 1,5 metro de comprimento e pesar 2 quilos. E.. salve-se quem puder! Cada ejaculação do bicho é suficiente para encher uma bola de futebol de sêmen… Hehe!

Fonte: Livre Pensar

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Flagra. Crocodilo 'abocanha' tromba de elefanta. Imagens da África selvagem

Cena foi registrada em um parque em Zâmbia.
Elefanta estava com seu filhote quando sofreu o ataque.


O fotógrafo Martin Nyfeler capturou o exato momento em que um crocodilo mordeu a tromba de uma elefanta quando ela tomava água em um rio no Parque Nacional de South Luangwa, em Zâmbia. Após lutar, a elefanta, que estava com seu filhote, conseguiu se soltar do ataque do réptil, que fica a espreita de presas que vão até o rio beber água.

Crocodilo mordeu tromba de elefanta. (Foto: Martin Nyfeler/Barcroft Media/Getty Images)



Após lutar, elefanta conseguiu se soltar do ataque do réptil. (Foto: Martin Nyfeler/Barcroft Media/Getty Images)

Do G1

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fotógrafo flagra elefanta brincando com lagarto

Elefanta é conhecida por capturar lagartos.

Um lagarto-monitor virou o brinquedo de uma elefanta indiana no parque nacional Corbett, na Índia.

Madhuri, a elefanta, suspendeu o lagarto do chão com sua tromba e passou alguns dias circulando com o bichinho pendurado. Às vezes balançando o réptil no ar, às vezes deixando que ele descansasse um pouquinho no chão.

As imagens foram registradas pelo fotógrafo Jagdeep Rajput que, apesar dos 20 anos de experiência, afirmou nunca ter visto nada tão bizarro.

“Já havia ouvido falar desta elefanta e procurei-a no parque”, disse ele.

“Ela é conhecida por ser bastante agressiva, então, quando finalmente a encontrei, me aproximei cautelosamente.”

“O parque tem uma grande população de lagartos, e Madhuri é conhecida por ser especialista em capturá-los – ela gosta, principalmente, dos lagartos-monitores.”

Madhuri passou vários dias carregando o lagarto (Foto: Solent News and Photo Agency)

“Seu comportamento foi extraordinário, e eu nunca tinha visto ou ouvido falar de algo tão bizarro.”

O elefante indiano é uma subespécie do elefante asiático.

Esta espécie em particular pode pesar até cinco toneladas e pode chegar a 3,35 metros de altura dos pés até o ombro.

Sua tromba não tem ossos ou cartilagem, mas conta com 100 mil unidades musculares que dão extrema destreza ao elefante e permitem que ele pegue pequenos objetos.

A espécie também conta com um grande cérebro que o permite registrar memórias e experiências.
(Foto: Solent News and Photo Agency)
Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Imagem de domador e elefante ganha prêmio de publicação

Foto de domador nadando com elefante de 4 toneladas ganha prêmio
Nasru, de 58 anos, equilibra-se nas presas de Rajan, de 60 anos.
Imagem venceu concurso internacional da National Geographic.

Famosos por sua habilidade no “nado sincronizado”, Nasru, um domador de elefantes de 58 anos, equilibra-se sobre as presas de Rajan, um elefante de 60 anos, na costa da Ilha Havelock, no Oceano Índico.Famosos por sua habilidade no “nado sincronizado”, Nasru, um domador de elefantes de 58 anos, equilibra-se sobre as presas de Rajan, um elefante de 60 anos, na costa da Ilha Havelock, no Oceano Índico. (Foto: Barcroft USA / Getty Images)

A façanha, realizada em 10 de dezembro de 2008, foi documentada pelo fotógrafo Cesare Naldi, que levou o primeiro prêmio de um concurso internacional de fotografia da National Geographic.A façanha, realizada em 10 de dezembro de 2008, foi documentada pelo fotógrafo Cesare Naldi, que levou o primeiro prêmio de um concurso internacional de fotografia da National Geographic. (Foto: Barcroft USA / Getty Images)
Do G1, em São Paulo

quinta-feira, 25 de março de 2010

Elefante bebê na Austrália

(Foto: AFP)

Em Sydney, na Austrália, o elefante recém nascido Mr.Shuffles brinca após seu nascimento milagroso: durante o parto foi considerado morto e causou comoção nacional.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Camponeses cuidam de elefanta atropelada por trem na Índia

Uma fêmea de elefante está sendo cuidada por moradores do vilarejo de Shattergaon, no nordeste do país, depois de ter sido atropelada por um trem de carga, em 28 de fevereiro.
Ela estava grávida e deu à luz pouco depois do acidente, mesmo estando ferida.
O filhote foi encontrado por guardas florestais e levado a um zoológico, enquanto a mãe foi parar no vilarejo.
Os moradores estão levando água e alimentos para o animal, que não pode se levantar. Mas reclamam que as autoridades florestais não estão fazendo o suficiente para ajudar a elefanta.



Fonte: BBC Brasil

domingo, 3 de janeiro de 2010

Elefante descontrolado avança contra pessoas na Índia. Veja

Incidente ocorreu antes de procissão em Tirumala, no sul do país.
Duas pessoas tiveram ferimentos leves, e o animal foi contido.

Acidente aconteceu antes de evento religiosa.


Um elefante descontrolado entrou correndo em um templo hinduísta na cidade indiana de Tirumala, no estado de Andhra Pradesh, sul do país, criando pânico entre os devotos.

Avanija, um elefante de 6 anos, iria participar de uma procissão religiosa no templo de Lord Venkareshwara quando ocorreu o incidente. Ele teria se assustado com o barulho.

Por sorte, os tratadores conseguiram controlar o animal antes que ele causasse mais danos. Duas pessoas tiveram ferimentos leves.

Fonte: G1

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Elefante avança contra multidão na Índia

Um elefante avançou contra uma multidão que participava de um festival religioso na Índia. Foi um pânico danado. Teve gritaria e gente correndo para todo o lado.

O bicho parecia assustado. Ele pode ter ficado confuso e descontrolado com tanta gente. Se passaram longos minutos até que a polícia e o tratador conseguissem conter o elefante.

No final, seis pessoas ficaram feridas. Segundo o tratador, o animal de apenas três anos se assustou com o toque dos sinos que anunciavam o início da procissão.

domingo, 16 de agosto de 2009

Elefante anda com prótese na Tailândia

O animal perdeu uma perna há dez anos na explosão de uma mina terrestre. Ele deu os primeiros passos sozinho neste domingo (16). Uma campanha arrecadou doações para desenvolver a prótese.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Peso pesado:Elefante de quatro toneladas é encontrado em sítio no interior de SP

Fêmea era mantida com uma das patas presa e rodeada por cerca elétrica.
Animal foi removido de Limeira para zoológico em Leme.





Um elefante foi encontrado em um sítio em Limeira, a 151 km de São Paulo. O dono não tinha autorização do Ibama para criar o animal e, ainda por cima, foi denunciado por maus-tratos. Uma operação especial foi montada para transferir a fêmea para o zoológico de Leme, a 188 km da capital paulista, enquanto a Justiça decide o caso.

A guarda ambiental de Limeira encontrou Bambi, a elefanta asiática de quatro toneladas, com uma das patas presa e rodeada por uma cerca elétrica em um sítio. Ela foi examinada por biólogos. “O animal está em grande estresse porque ele tem movimentos repetitivos e movimentos que não beneficiam em nada”, disse a bióloga Ana Maria Lucato Vasques.
Bambi pertence a um circo e estava no sítio há quatro meses. “Eles estão alegando maus-tratos. Não tem marcas de crueldade no elefante. O elefante está gordo, tem água, tem alimentação”, disse Marcio Stankowisck, dono do circo.

Para criar um elefante é necessária autorização do Ibama. Mas o documento não foi apresentado pelos responsáveis. Com a confirmação dos maus-tratos, a polícia determinou que o animal fosse levado para o zoológico de Leme.

Foram 50 quilômetros de viagem. Na estrada, o passageiro chamou atenção por onde passava. Colunas de concreto foram derrubadas para a chegada do elefante.

Fonte: G1

sábado, 21 de março de 2009

Cinegrafista descobre raro elefante rosa na África

Cinegrafista descobre raro elefante rosa na África

Um cinegrafista especializado em vida selvagem capturou imagens de um filhote cor-de-rosa de elefante em Botsuana, um país no sul na África.

Mike Holding fez fotos do filhote rosa em meio a uma manada de cerca de 80 elefantes no delta do rio Okavango, enquanto filmava para um programa da BBC.

"Nós vimos (o elefante rosa) por apenas alguns minutos, enquanto o rebanho cruzava o rio", disse.

"Foi um momento muito empolgante para todos no acampamento. Sabíamos que era algo raro, ninguém conseguia acreditar", acrescentou.

Especialistas acreditam que o filhote provavelmente é albino, o que é um fenômeno extremamente raro entre elefantes africanos.

Elefantes albinos geralmente não são brancos, mas apresentam uma coloração entre marrom avermelhado e tons de rosa. O albinismo é comum em elefantes asiáticos, mas muito raro em espécies da África.

"Encontrei apenas três referências a filhotes albinos, que ocorreram no Parque Nacional Kruger, na África do Sul", disse Mike Chase, ecologista que lidera a organização de caridade Elefantes Sem Fronteiras.

"Provavelmente esta é a primeira vez que um elefante albino é registrado no norte de Botsuana."

"Estudamos os elefantes da região há cerca de dez anos e esta é a primeira prova documentada de um filhote albino", acrescentou.

Chase afirmou que o problema poderá dificultar a sobrevivência do filhote.

"O que vai acontecer com este filhote albino ainda é um mistério. A sobrevivência a este raro fenômeno é muito difícil nas condições duras da África. O sol forte pode causar cegueira e problemas de pele", afirmou.

De acordo com o ecologista, pode haver esperança para o filhote, pois parece que ele já está aprendendo a se adaptar à sua condição.

"Pelo fato de este filhote de elefante ter sido visto no delta do rio Okavango, ele poderá ter uma chance maior de sobrevivência. Ele pode buscar abrigo debaixo de grandes árvores e se cobrir de lama, o que o protegeria do sol", afirmou.

"E o filhote, que tem entre dois e três meses de idade, parece já caminhar na sombra de sua mãe."

"Este comportamento sugere que ele sabe de sua fragilidade frente ao forte sol africano e adaptou um comportamento único para melhorar suas chances de sobrevivência."

"Aprendi que os elefantes se adaptam muito facilmente, são inteligentes e mestres na sobrevivência", acrescentou.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Curiosidades: papagaio, elefante, avestruz

É tudo lenda 


papagaio-peito-roxo

Papagaios não falam. Claro, que não! Eles apenas imitam os sons que ouvem. Os formatos recurvados do bico, do palato (céu da boca) e da língua, associados à parte respiratória, facilitam a reprodução de sons mais graves, parecidos com a voz do homem. 

Elefantes não têm medo de ratos. Que nada! Um rato, para os elefantes, é como uma formiga para nós. 

Os avestruzes não enfiam a cabeça na terra. Claro que não! Se fizessem isso, morreriam sufocados. Elas, na verdade, encostam o ouvido no chão para perceber a vibração do solo e a aproximação de eventuais predadores. Nessa posição, o animal também consegue se misturar com a vegetação e afastar qualquer perigo de ataque. 

Os camelos não armazenam água em suas corcovas. Não mesmo. Na verdade, a corcova é um grande depósito de gordura, que o animal vai usando aos poucos como alimento. Por isso eles podem viajar longos períodos pelo deserto sem comer.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Elefantes nunca se esquecem - Verdadeiro


Com os maiores cérebros dentre todos os animais terrestres, os elefantes são capazes de guardar na memória (a famosa “memória de elefante”) um mapa da região que habitam e nunca se esquecem de onde vieram, mesmo que fiquem afastados por muito tempo. Já se testemunhou mãe e filha reconhecerem uma à outra após uma separação de 23 anos.



Elephantidae é uma família de mamíferos proboscídeos elefantídeos, de grande porte, do qual há três espécies no mundo atual, duas africanas (Loxodonta sp.) e uma asiática (Elephas sp.). Há ainda os mamutes (Mammuthus sp.), hoje extintos.

Até recentemente, acreditava-se que havia apenas duas espécies vivas de elefantes, o elefante africano e o elefante asiático, uma espécie menor. Entretanto, estudos recentes de DNA sugerem que havia, na verdade, duas espécies de elefante africano: Loxodonta africana, da savana, e Loxodonta cyclotis, que vive nas florestas. Os elefantes são os maiores animais terrestres da actualidade pesando até 12 toneladas e medindo em média quatro metros de altura. As suas características mais distintivas são as presas de marfim.

Espécies

FAMÍLIA ELEPHANTIDAE 
Gênero Elephas 
Elefante asiático Elephas maximus 
Gênero Loxodonta (Elefante africano) 
Elefante africano da savana Loxodonta africana 
Elefante africano da floresta Loxodonta cyclotis 
Gênero Mammuthus (extinto) 
Mamute Mammuthus trogontherii 
Gênero Mammut (extinto) 
Mastodonte 
Gênero Stegodon (extinto) 
Gênero Deinotherium (extinto)

Características gerais

Os elefantes são animais herbívoros, alimentando-se de ervas, gramíneas, frutas e folhas de árvores. Dado o seu tamanho, um elefante adulto pode ingerir entre 140 a 270 kg de alimentos por dia. As fémeas vivem em manadas de 10 a 15 animais, lideradas por uma matriarca, compostas por várias reprodutoras e crias de variadas idades.

O período de gestação é longo (20 a 22 meses), assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta. Os filhotes podem nascer com 90 kg.

Os machos adolescentes tendem a viver em pequenos bandos e os machos adultos isolados, encontrando-se com as fémeas apenas no período reprodutivo.

Devido ao seu porte, os elefantes têm poucos predadores. Os elefantes exercem uma forte influência sobre as savanas, pois mantêm árvores e arbustos sob controle, permitindo que pastagens dominem o ambiente. Eles vivem cerca de 60 anos e morrem quando seus molares caem, impedindo que se alimentem de plantas.

Os elefantes africanos são maiores que as variedades asiáticas e têm orelhas mais desenvolvidas, uma adaptação que permite libertar calor em condições de altas temperaturas. Outra diferença importante é a ausência de presas de marfim nos elefantes asiáticos.

A caça de elefantes, causada principalmente pelo seu marfim, é geralmente ilegal em todos os países africanos. No entanto, dadas as enormes quantidades de comida que estes animais requerem, alguns parques naturais africanos recorrem à emissão de licenças de caça em número reduzido para controlar as populações e angariar fundos.

A caça dos elefantes teve também consequências a nível evolutivo. Visto que o objectivo primordial dos caçadores eram as presas, os animais que não as tinham graças a uma mutação genética, foram favorecidos.

O processo involuntário resultou numa selecção artificial das populações de elefantes (análogo ao que resultou nas raças de cães), onde os animais sem presas passaram de 1% do total a representar, em certos locais, cerca de 30% dos indivíduos.

Ao longo da história, os elefantes foram utilizados pelo Homem para várias funções, como transporte, entretenimento e guerra. Os elefantes de guerra foram uma peça táctica importante antes da generalização da artilharia, principalmente nos exércitos de Cartago e do Império Persa. Apesar destes usos, o elefante não é um animal doméstico, na medida em que não é criado em cativeiro. Quase todos os elefantes ao serviço do Homem foram ou são animais domados, isto é, nascidos em liberdade e adaptados às várias funções. Os motivos da falta de sucesso da domesticação dos elefantes incluem as despesas elevadas de manutenção, o longo período de gestação e crescimento e o temperamento por vezes violento destes animais. É por causa da sua personalidade que a grande maioria dos animais domados são fémeas; pelo contrário os elefantes de guerra eram exclusivamente machos.

Elefantes na história e na cultura

O elefante é o símbolo do Partido Republicano dos Estados Unidos

Os elefantes brancos são considerados sagrados na Tailândia e Myanmar; no Mundo Ocidental são um símbolo de algo com um custo bastante superior à sua utilidade

Ganesh, o Deus hindu da sabedoria, tem uma cabeça de elefante

Dumbo, um personagem da Disney, é um elefante voador

Jotalhão, um personagem da Turma da Mônica, é um elefante verde alvo do amor de uma formiga.

O olifante é um animal do universo de J.R.R. Tolkien

Fonte: pt.wikipedia.org

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