Mostrando postagens com marcador memória. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador memória. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de abril de 2011

Elefante usa tromba para pintar em zoo alemão

Elefante usa tromba para pintar em zoo alemão
Paquiderme é atração do zoo de Hanover.
Animal fez seus desenhos em uma camiseta.


Elefante usa a tromba para pintar desenho em camiseta no zoológico de Hanover, na Alemanha. (Foto: Julian Stratenschulte/AFP) G1

Os elefantes têm boa memória?

Se você lembra de datas de aniversários e números
de telefone sem anotar, alguém pode comparar sua
memória a de um elefante
Se você lembra as datas de aniversários de todos seus amigos, os números dos seus documentos, senhas de banco e nomes de rua em que você raramente passa, não estranhe se alguém comparar sua memória a de um elefante. Não se trata de uma referência ao tamanho do bicho, mas sim uma menção a um animal reconhecido pela sua grande capacidade de guardar informações.

A habilidade dos elefantes de memorizar foi forjada pelas exigências de seu modo de vida, segundo o professor de neurofisiologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) Gilberto Xavier. Acostumados a percorrer grandes áreas, os elefantes desenvolvem uma precisa memória espacial que permite recordar exatamente onde encontrar água e comida, mesmo depois de andar centenas de quilômetros.

Isso acontece em cada lugar onde esses animais cruzam, sendo que eles conseguem ainda lembrar onde há mais alimento disponível em cada época do ano. Uma manada pode, por exemplo, se dirigir a uma determinada região apenas quando há frutas maduras.

A memória prodigiosa dos elefantes reflete o processo que faz os animais terem melhor ou pior memória, conforme Xavier. Para ele, não é possível apontar se uma espécie tem capacidade melhor do que outra já que são as condições de vida que fazem um animal aprimorar essa habilidade. Por isso, dois gatos, por exemplo, podem ter uma diferença muito grande na capacidade de lembrar, dependendo do quanto a rotina deles exige uma boa memória para se alimentar, por exemplo.

"Os animais se adaptam, ampliando sua capacidade de memória em função do ambiente em que eles ocupam", afirma Xavier. [Terra]

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

"Cemitérios de elefantes". Verdade ou lenda sobre esses animais?

Essa história de que os elefantes teriam uma espécie de santuário, um local sossegado para o qual se dirigiriam antes de morrer, não passa de lenda. Há várias teorias para a origem do mito. A mais aceita foi elaborada por especialistas do zoológico de San Diego (EUA). De acordo com esses estudiosos, quando os trombudos envelhecem, seus dentes ficam muito sensíveis e, assim, eles têm dificuldade de comer sua alimentação habitual, formada por arbustos, folhas e cascas de árvores. Por isso, é comum os animais mais velhos se deslocarem para regiões pantanosas, onde há abundância de água e as folhagens são mais macias. Invariavelmente, eles acabam ficando por lá até a morte. A concentração de ossadas nesses locais é que teria originado o mito. “Os animais idosos também se desgarram do grupo porque se tornam mais lentos e vão ficando para trás”, completa a bióloga Mara Marques, chefe do setor de mamíferos da Fundação Zoológico de São Paulo. A lenda do santuário de trombudos acabou ganhando peso em razão da atitude reverente desses animais frente a um colega morto. Diante de um paquiderme sem vida, todos os membros de uma manada param junto do defunto e parecem inspecioná-lo com a tromba, como se prestassem uma última homenagem. Além disso, o parente do falecido segue o grupo de longe por alguns dias, numa espécie de manifestação pública de luto. Veja abaixo outras curiosidades sobre os grandalhões.

PÊNIS GIGANTE, IMPRESSÃO “ORELHAL”
Características do maior animal terrestre do mundo que até parecem mentira

CABEÇÃO
O paquiderme tem, sim, uma excelente memória. Mas não é pelo fato de ele ser “cabeção” (seu cérebro pesa 5,4 quilos). Acredita-se que isso se deva, em parte, à sua longevidade, de até 70 anos – vivendo tanto, ele acaba memorizando mais

RG DE DUMBO
As orelhas dos elefantes são sua “impressão digital”. As abas enormes têm não apenas formas únicas mas cavidades e riscas inconfundíveis

RADAR NASAL
A comprida tromba – que corresponde ao nariz e lábio superior – pesa cerca de 140 quilos. Entre outras coisas, o narigão permite que ele fareje água a uma distância de quase 20 quilômetros!

TROMBUDO
Nenhum animal terrestre é mais bem-dotado do que o elefante. Seu pênis pode atingir 1,5 metro de comprimento e pesar 2 quilos. E – sai de perto! – cada ejaculação do bicho é suficiente para encher uma bola de futebol de sêmen!

(Fonte: Mundo Estranho - por Yuri Vasconcelos )

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Elefantes nunca se esquecem - Verdadeiro


Com os maiores cérebros dentre todos os animais terrestres, os elefantes são capazes de guardar na memória (a famosa “memória de elefante”) um mapa da região que habitam e nunca se esquecem de onde vieram, mesmo que fiquem afastados por muito tempo. Já se testemunhou mãe e filha reconhecerem uma à outra após uma separação de 23 anos.



Elephantidae é uma família de mamíferos proboscídeos elefantídeos, de grande porte, do qual há três espécies no mundo atual, duas africanas (Loxodonta sp.) e uma asiática (Elephas sp.). Há ainda os mamutes (Mammuthus sp.), hoje extintos.

Até recentemente, acreditava-se que havia apenas duas espécies vivas de elefantes, o elefante africano e o elefante asiático, uma espécie menor. Entretanto, estudos recentes de DNA sugerem que havia, na verdade, duas espécies de elefante africano: Loxodonta africana, da savana, e Loxodonta cyclotis, que vive nas florestas. Os elefantes são os maiores animais terrestres da actualidade pesando até 12 toneladas e medindo em média quatro metros de altura. As suas características mais distintivas são as presas de marfim.

Espécies

FAMÍLIA ELEPHANTIDAE 
Gênero Elephas 
Elefante asiático Elephas maximus 
Gênero Loxodonta (Elefante africano) 
Elefante africano da savana Loxodonta africana 
Elefante africano da floresta Loxodonta cyclotis 
Gênero Mammuthus (extinto) 
Mamute Mammuthus trogontherii 
Gênero Mammut (extinto) 
Mastodonte 
Gênero Stegodon (extinto) 
Gênero Deinotherium (extinto)

Características gerais

Os elefantes são animais herbívoros, alimentando-se de ervas, gramíneas, frutas e folhas de árvores. Dado o seu tamanho, um elefante adulto pode ingerir entre 140 a 270 kg de alimentos por dia. As fémeas vivem em manadas de 10 a 15 animais, lideradas por uma matriarca, compostas por várias reprodutoras e crias de variadas idades.

O período de gestação é longo (20 a 22 meses), assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta. Os filhotes podem nascer com 90 kg.

Os machos adolescentes tendem a viver em pequenos bandos e os machos adultos isolados, encontrando-se com as fémeas apenas no período reprodutivo.

Devido ao seu porte, os elefantes têm poucos predadores. Os elefantes exercem uma forte influência sobre as savanas, pois mantêm árvores e arbustos sob controle, permitindo que pastagens dominem o ambiente. Eles vivem cerca de 60 anos e morrem quando seus molares caem, impedindo que se alimentem de plantas.

Os elefantes africanos são maiores que as variedades asiáticas e têm orelhas mais desenvolvidas, uma adaptação que permite libertar calor em condições de altas temperaturas. Outra diferença importante é a ausência de presas de marfim nos elefantes asiáticos.

A caça de elefantes, causada principalmente pelo seu marfim, é geralmente ilegal em todos os países africanos. No entanto, dadas as enormes quantidades de comida que estes animais requerem, alguns parques naturais africanos recorrem à emissão de licenças de caça em número reduzido para controlar as populações e angariar fundos.

A caça dos elefantes teve também consequências a nível evolutivo. Visto que o objectivo primordial dos caçadores eram as presas, os animais que não as tinham graças a uma mutação genética, foram favorecidos.

O processo involuntário resultou numa selecção artificial das populações de elefantes (análogo ao que resultou nas raças de cães), onde os animais sem presas passaram de 1% do total a representar, em certos locais, cerca de 30% dos indivíduos.

Ao longo da história, os elefantes foram utilizados pelo Homem para várias funções, como transporte, entretenimento e guerra. Os elefantes de guerra foram uma peça táctica importante antes da generalização da artilharia, principalmente nos exércitos de Cartago e do Império Persa. Apesar destes usos, o elefante não é um animal doméstico, na medida em que não é criado em cativeiro. Quase todos os elefantes ao serviço do Homem foram ou são animais domados, isto é, nascidos em liberdade e adaptados às várias funções. Os motivos da falta de sucesso da domesticação dos elefantes incluem as despesas elevadas de manutenção, o longo período de gestação e crescimento e o temperamento por vezes violento destes animais. É por causa da sua personalidade que a grande maioria dos animais domados são fémeas; pelo contrário os elefantes de guerra eram exclusivamente machos.

Elefantes na história e na cultura

O elefante é o símbolo do Partido Republicano dos Estados Unidos

Os elefantes brancos são considerados sagrados na Tailândia e Myanmar; no Mundo Ocidental são um símbolo de algo com um custo bastante superior à sua utilidade

Ganesh, o Deus hindu da sabedoria, tem uma cabeça de elefante

Dumbo, um personagem da Disney, é um elefante voador

Jotalhão, um personagem da Turma da Mônica, é um elefante verde alvo do amor de uma formiga.

O olifante é um animal do universo de J.R.R. Tolkien

Fonte: pt.wikipedia.org

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...