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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Girafa corajosa parte para cima de leões para proteger filhote no Quênia; assista

Girafa parte para cima de leões e prova que nada é mais feroz do que uma mãe que protege seus filhotes.

Bill e Barbara Westbrook são freqüentes visitantes  do campo Kicheche Bush, dentro do centro de conservação de vida selvagem Olare Motorogi, no Quênia, mas podem dizer que a sua visita mais recente foi a melhor de todas.

O casal testemunhou um impasse entre uma girafa mãe e um grupo de leões com a intenção de comer seu filhote.

Mesmo estando em desvantagem numérica e sem garras afiadas, a girafa ficou forte para proteger sua cria.

"Isto foi notável, por por quase meia hora a mãe protegeu seu filhote ferozmente do grupo de leões", disse Barbara Westbrook, descrevendo a experiência. "O coração foi parar na boca."

Eventualmente, a girafa mãe avançava sobre o grupo de leões, chutando com suas longas pernas para assustá-los. Foi uma aposta, com certeza, mas que valeu a pena. Os leões foram impelidos a se retirar.


Assista a interação completa acima. Tudo serve para mostrar: não há nada mais feroz do que uma mãe protegendo seus filhotes.

Fonte: huffingtonpost.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

Briga selvagem. Leoas atacam leões para proteger filhote


Grupo de leoas investe contra macho solitário em reserva do QuêniaA aproximação do leão foi percebida como ameaçadora pelos animais, que o atacaram para proteger as crias e assim forçaram o intruso a fugir.



Um grupo de leões investiu contra um macho solitário para defender seus filhotes no parque Masai Mara, no Quênia, que recebe milhares de turistas todos os anos, em visitas programadas e protegidas.

   A aproximação do leão foi percebida como ameaçadora pelos animais, que o atacaram para proteger as crias e assim forçaram o intruso a fugir.

  Duas leoas começaram o ataque no Triângulo de Mara, no oeste da reserva queniana, perto da fronteira com a Tanzânia.

   A região é densamente povoada por leões, o que às vezes provoca tensão entre os animais, que lutam para manter seu território a salvo.

   Apesar de serem conhecidos por caçar outros animais, os leões também brigam entre si.


Grosby , Quênia
Duas leoas inicialmente atacam o leão solitário Foto: Sarah Skinner

A região é densamente povoada por leões, o que às vezes provoca tensão entre os animais, que lutam para manter seu território a salvo. Foto: The Grosby Group








domingo, 28 de outubro de 2012

Filhote de leão sobe em árvore e fica preso no Quênia

Filhote de leão sobe em árvore e fica preso no Quênia
Leão fica preso numa árvore no Quênia Foto: Reprodução / The Sun

Ele não é um gatinho, muito menos um macaco. Mas, pelo visto, acha que é. O filhote de leão foi encontrado preso numa árvore em Massai Mara, no Quênia.

O flagra é do fotógrafo Alexey Tishchenko, publicado no site The Sun. O fotógrafo ainda brincou com a situação: “parece que o animal se esqueceu de que era um leão, deve achar que é um macaco”. [extra.globo.com]

As leoas permanecem brincalhonas quando são adultos, os machos não. Os filhotes brincam com qualquer coisa que desperta seu interesse, incluindo ovos de avestruz, tartarugas e a cauda de suas mães. Eles às vezes tentam jogar com os adultos, mas principalmente brincam uns com os outros. A maioria de suas brincadeiras imitam comportamentos que usarão como adultos, incluindo perseguição e luta. O jogo é uma maneira importante para filhotes de aprenderem essas habilidades de adultos, bem como para formar fortes laços sociais com os seus companheiros.

O infanticídio pode ser um instrumento eficiente para a sobrevivência de determinadas espécies de animais, indicam um crescente número de estudos.

A ideia é chocante do ponto de vista humano, mas a realidade é que para muitos filhotes de animais, a maior ameaça à sua sobrevivência vem de sua própria espécie.

"Não é como um ato de predação, que é silencioso", disse o especialista em leões Craig Packer, da University of Minnesota, em Falcon Heights, Estados Unidos.

"Durante o infanticídio há rugidos, é violento e muito perturbador", ele diz, descrevendo como leões adultos matam filhotes.

"Eles mordem (os filhotes) atrás da cabeça e na nuca, esmagando seus abdomens."
O infanticídio tende a ser pouco estudado enquanto recurso para garantir a sobrevivência dos mais fortes em uma determinada espécie. Entretanto, há registros de que ele acontece entre roedores e primatas, peixes, insetos e anfíbios.

Vantagens múltiplas
Segundo estudos, o infanticídio pode trazer benefícios às espécies animais que o cometem, como maiores oportunidades para que o infanticida se reproduza e mesmo alimentação (quando o infanticida come o filhote morto). Matar um filhote é também uma maneira de evitar que seus pais tenham que investir energia para cuidar da cria.

O infanticídio é com frequência cometido por machos adultos.
Normalmente, a proteção que um filhote recebe do pai cumpre um papel importante em assegurar a sobrevivência do bebê. Mas quando novos machos entram em cena, tudo pode mudar.
Os machos recém-chegados tendem a derrubar os machos pais de suas posições no topo da hierarquia do grupo. Se eles conseguem ferir, expulsar ou até matar um macho que ocupava uma posição dominante no grupo, tomando o seu lugar, os filhotes do antigo líder passam a correr grande risco.
Isso acontece porque machos recém-chegados com frequência têm apenas um objetivo: ter seus próprios filhotes com a mãe.

Em sociedades de leões, por exemplo, matar filhotes faz com que suas mães voltem a ficar férteis mais rápido, aumentando a chance de que os novos machos se reproduzam.
E se não matam filhotes alheios, correm o risco de que os filhotes do antigo líder cresçam e deem o seu próprio golpe.

Estratégia feminina
Mas o infanticídio não é cometido apenas por animais machos. Fêmeas também o praticam, disse o zoólogo Tim Clutton-Brock, da University of Cambridge, na Inglaterra.

"Fêmeas matam os filhotes umas das outras com a mesma prontidão", ele disse.

Ratas matam as crias de outras fêmeas para se alimentar e se apoderam dos ninhos para criar seus próprios filhotes. Ratas também matam sua própria cria se os filhotes têm deformidades ou ferimentos. Isso permite que elas concentrem seus recursos em outros filhotes.

O infanticídio também pode aumentar o sucesso reprodutivo de um animal, reduzindo a competição para os filhotes do infanticida. Besouros fêmeas matam as larvas de suas rivais para assegurar que suas próprias larvas sobrevivam.

Esse comportamento foi observado também em mais de 40 espécies de primatas, mas em muitas dessas espécies as fêmeas usam estratégias para reduzir os riscos de que ele ocorra - segundo um estudo publicado na revista científica Journal of Theoretical Biology.

A saída utilizada por essas fêmeas é o acasalamento com parceiros múltiplos para gerar o que os especialistas chamaram de "confusão de paternidade". Ou seja, os machos não sabem quem é o o pai do filhote.

Isso dá aos filhotes maiores chances de sobreviver quando novos machos tentam se integrar no grupo.
"Em um grupo com múltiplos machos, em primatas como os babuínos, se dois machos se acasalam com a mesma fêmea e nenhum sabe quem é o pai do filhote, isso reduz o risco de infanticídio", disse Clutton-Brock.

Suricatos
Quando há mudanças na hierarquia de dominância, "o infanticídio ocorre apenas quando a chance de o assassino ser o pai do próximo filhote é alta", disse o estudo.

Os suricatos (mamíferos pequenos e altamente sociáveis que habitam regiões inóspitas) se reproduzem de forma cooperativa, ou seja, se um macho alfa e uma fêmea alfa se reproduzem, outros integrantes do grupo em posições de subordinação ajudam a criar os filhotes do casal alfa.

Fêmeas dominantes matam filhotes de subordinados e os próprios subordinados, se tiverem cria própria, podem também matar o filhote de uma fêmea dominante.

Suricatos machos, no entanto, não sujam suas patas com o sangue de filhotes.

Clutton-Brock explicou: "Suricatos machos não apresentam (comportamento) infanticida porque assim que (as fêmeas) têm filhotes, ficam prontas para se acasalar novamente. Então, matar crianças não interessa aos machos".

Uma situação que contrasta bastante com a dos leões, onde as fêmeas passam quase 18 meses amamentando após o nascimento dos filhotes.

Sabe-se que machos nômades, ou coalizões de machos competindo pelo controle de matilhas, matam filhotes com o objetivo de fazer com que a mãe volte a ficar fértil. Desta forma, podem se reproduzir com ela.



Filhotes de leões são vulneráveis ​​a predadores como as hienas e leopardos, mas a ameaça mais significativa vem de outros leões. Quando um outro macho toma mais de um orgulho que muitas vezes são confrontados com os filhotes dos machos que eles derrotados. Desde que as fêmeas não vão acasalar novamente até os filhotes são 18 meses de idade, os machos novos matam todos os filhotes jovens em seu novo orgulho a fim de trazer de volta as fêmeas ao cio. Filhotes mais velhos e adultos  são capazes de escapar. Estes filhotes são despejados e tem que cuidar de si mesmos, embora ocasionalmente suas mães saem com eles e permanecem para além do orgulho até que seus filhotes alcancem a independência.


Fêmeas, muitas vezes, revidar quando novos machos tentam vir e matar seus filhotes. Defendendo filhotes contra atos infanticida por homens de fora é uma das principais razões pelas quais leões fêmeas vivem em grupos, como não há força nos números e grupos somente de fêmeas pode derrotar os machos infanticida e com êxito proteger seus filhotes. Embora, esta é apenas uma solução de curto prazo para o problema de machos estranhos.

A fim de proteger seus filhotes de vagar e invadindo leões e criar seus filhotes, as fêmeas confiar na proteção de seus homens residentes. Os machos invasores manter fora de seus territórios, patrulhando, marcação e rugindo, e que também irá lutar se eles encontram um homem estranho dentro de seu território.

Leões fêmeas também são infanticida e vai matar os filhotes jovens de orgulhos rivais. No entanto, eles nunca matar os filhotes de outras fêmeas dentro de seu próprio orgulho. Isso difere leões de predadores, como cães selvagens, onde as fêmeas dominantes impedir que seus companheiros de reprodução.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Crocodilo disputa com leões carne de antílope nas margens do rio Nilo. Veja


Você já teve um jantar adorável arruinada quando um indesejado, convidado para jantar sem ser convidado aparece? 

Bem, estes leões furiosos estavam desfrutando de uma deliciosa refeição de carne de antílope, nas margens do rio Nilo, quando, de repente, um crocodilo virou-se e tentou roubar um naco para comer.

Os leões são ficaram atordoados de surpresa quando notaram que uma presença inoportuna em sua festa: uma astuta boca adicional não convidada para o jantar

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Porco-Espinho põe bando de leões para correr. Veja


Filhotes de leões ávidos por uma refeição se encontram em uma situação espinhosa.



Porco-Espinho
Esse pequeno roedor, menor que um castor, leva consigo uma arma poderosa a ser usada contra seus predadores, os espinhos permitem sua total proteção contra qualquer forma de agressão.
O porco-espinho sempre ataca de marcha à ré, podendo inclusive matar uma onça, com medidas em geral de 75 cm de comprimento, pesando de 6 a 10,5 kg, porém seus espinhos estão frouxamente ligados à carne, bastando apenas um pequeno toque para soltá-los.

Alimentação
O porco-espinho consegue sua alimentação na parte noturna, também procurando fugir dos predadores, já que seu movimento é lento...
A esquisitice mais impressionante desse bicho é sua obsessão por sal e manteiga, por isso é comum sua observação perto de habitações humanas, sobretudo na América do Norte.

Acasalamento
Acontece no final do outono, e os filhotes nascem no meio da primavera de modo geral num ninho feito em uma tora ôca.

Os filhotes ao nascer medem cerca de 28 cm, o fato curioso é que proporcionalmente se comparados com a mãe são os maiores filhotes de mamíferos (já que a fêmea tem apenas 75 cm de comprimento).
Se compararmos o porco-espinho com o homem (recém nascido) a criança deveria pesar ao nascer cerca de 40 kg.

Reprodução
Existem várias explicações de como se da a reprodução a fêmea se pendura num galho e o macho se aproxima dela com cuidado, é uma delas. Há portanto várias teorias.
A verdade é que provavelmente, os porcos espinhos se acasalam da mesma maneira que a maioria dos quadrúpedes.

Obs:.um dos mistérios da vida desse curioso animal é que ao nascer eles já a presentam espinhos, na vida adulta pode chegar a 30.000.
Fonte: Animalnet

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Acasalamento de leões

Não é incomum frequentadores de safári obter uma imagem de acasalamento de leão. Sim, você não precisa de um golpe de sorte, pois o processo de acasalamento dos leões tem a duração de até quatro dias período no qual eles realmente não se deslocam geograficamente, as suas chances de registrar este episódio são ótimas


O ABC do acasalamento de leões.

Quando uma leoa entra no cio, o macho enfrenta até 4 dias de relações sexuais constantes: até 50 vezes por dia. Calcula-se que para cada filhote que sobrevive ao ano de vida, seus pais terão tido 3.000 encontros íntimos.


Um macho pode acasalar com todas as fêmeas de seu grupo. Se houver mais de um macho maduro no grupo, todos eles podem acasalar com qualquer fêmea e são geralmente respeitosos uns dos outros com sua escolha.

A cópula acontece a cada 10 a 25 minutos e dura cerca de 20 segundos de cada vez. É iniciada por ambos os sexos, mas aparentemente com mais freqüência pela fêmea que é muito energético durante o seu estro.

O acasalamento de leões é ruidoso com rosnar e miados. Depois a fêmea geralmente rola de costas e dorme por pelo menos um minuto.

Entre eles praticamente ignoram-se mutuamente, mas, ao mesmo tempo, o macho fica muito perto da fêmea. Ele quer ter certeza de que ela não vai "fugir" e que seus genes serão passados ​​com êxito.

Eventualmente, a freqüência vai reduzir e finalmente termina quando o o macho e a fêmea, respectivamente, saem para se juntar ao grupo.

Se o acasalamento não fecunda, a leoa vai entrar em cio novamente em 16 dias. Se bem sucedido, haverá uma gestação de 3,5 meses.


domingo, 31 de julho de 2011

País tem cerca de 100 leões e 20 ursos à espera de um lar

País tem cerca de 100 leões e 20 ursos à espera de um lar

As irmãs Biná e Hera, 15, têm um lar. Em 2003, as leoas foram deixadas em uma jaula em praça de Sumaré (118 km de São Paulo). Tinham queimaduras e lesões. Após negociações com órgãos ambientais, foram para um santuário ecológico em Cotia (Grande São Paulo).

Outros animais não tiveram a mesma sorte. Entidades que defendem os bichos estimam haver cerca de cem leões e 20 ursos no país à espera de abrigo definitivo -a maioria originária de circos.

Muitos ficam provisoriamente nesses locais ou em espaços adaptados. O problema também afeta animais exóticos e silvestres abandonados ou apreendidos após denúncias de maus-tratos.

Em 2008, havia 150 leões abandonados no país, segundo o Ibama. Dois anos antes, eram apenas 68. O órgão não tem números atuais.

Achados em jaulas deixadas em estradas ou apreendidos por ordem judicial, os animais vão para centros de triagem ou zoológicos, em espaços isolados do público.


"Eles chegam sem garras, queimados, com feridas abertas e infecções", conta Silvia Pompeu, do santuário Rancho dos Gnomos.

O presidente da Arca Brasil, Marco Ciampi, diz que a população está mais atenta e tende a denunciar os casos.

Segundo ele, a proibição de animais nos circos influencia esse processo -por um lado, força os circos a deixarem de usá-los; por outro, cria a necessidade de remanejá-los para outros locais.

O microbiologista Pedro Ynterian, 71, presidente do Great Ape Project, ONG que cuida de 300 animais, diz que o poder público não tem onde colocá-los. "Há pelo menos 20 ursos em circos, que têm vontade de entregá-los, já que não podem mais exibi-los. Mas o Ibama não tem para onde levá-los."

Para Ynterian, os zoológicos não são adequados. "Os animais desenvolvem problemas psicológicos por causa do assédio do público ou ficam em aposentos separados, ainda menores que os espaços de exposição."

Hoje, dos 111 zoos no país, 77 estão em situação irregular, segundo o Ibama. Entre os problemas encontrados estão más condições de infraestrutura, pendências documentais e falta de identificação dos bichos. Há também registros de falta de segurança e crimes ambientais, como tráfico de animais.

Segundo o presidente da Sociedade de Zoológicos Brasileiros, Luiz Pires, a maioria enfrenta dificuldades financeiras e não tem condições de receber mais animais.

O Ibama afirma que a falta de vagas para bichos abandonados é sazonal e ocorre quando há grandes apreensões. Enquanto não se tem um destino certo, eles ficam em centros de triagem.

Os últimos dados de entrada de animais nesses centros são de 2009 -18.676 casos.

Folhapress
Alex, leão que, por ser castrado, não tem juba, descansa no Rancho dos Gnomos, santuário de Cotia

SANTUÁRIO


Cinco quilos de carne por dia. Uma área de 1.400 m2 de vegetação. E até um deque de madeira construído em cima de pedras. Esse é o cenário de um santuário ecológico de Cotia, onde vivem 11 leões que foram abandonados.

O local, chamado de Rancho dos Gnomos, é administrado por uma entidade sem fins lucrativos e abriga cerca de 300 animais, principalmente exóticos e silvestres.

A maioria desses bichos foi acolhida pelo santuário depois de ter sido resgatada de situações de risco.

É o caso de Darshã, um leão de 16 anos de idade que viveu 13 destes anos em uma câmara desativada de um frigorífico em Cariacica (ES).

Darshã chegou ao santuário de Cotia com problemas nas patas e magro após ter sido encontrado em decorrência de uma denúncia encaminhada a órgãos ambientais.

De acordo com Marcos Pompeu, que fundou o santuário com a mulher, Silvia, o animal foi abandonado no frigorífico por um circo. O fim da exploração dos bichos pelos circos, em decorrência de mudanças na legislação, é uma das principais causas de abandono de animais.

O leão se recuperou. Pesa agora cerca de 300 kg e divide seu habitat com duas leoas. Perto dele ficam Baru e Vanbana, encontradas dentro de uma carreta em estrada perto de Ribeirão Preto.

Pompeu afirma que o tempo de recuperação de cada leão encontrado em situação de abandono chega a até oito meses. Em "quarentena", os animais passam por exames, têm uma alimentação controlada e são castrados.

Muitos têm sequelas que levarão ao longo da vida -que dura perto de 23 anos. "[Quando morrem], na necropsia, descobrem-se tumores no corpo todo, baço arrebentado. Eles aguentam até ultrapassar o limite do suportável", conta Silvia.

Neste ano, o santuário também deve receber Simba, que vive sozinho no que restou de um zoológico desativado em Ivinhema (MS).

O leão ficou famoso na internet depois que internautas criaram uma comunidade no Facebook para ajudá-lo.

O objetivo é buscar recursos para custear o transporte e a manutenção do animal -cada um custa em torno de R$ 1.000 por mês. O valor é pago por meio de parcerias com pessoas e empresas.

Editoria de Arte/Folhapress

NATÁLIA CANCIAN
RAPHAEL VELEDA
DE SÃO PAULO
Colaborou FELIPE LUCHETE, de Belém

quarta-feira, 9 de março de 2011

Leões: como eles criam seus filhotes. Território Selvagem (Discovery Channel)

Leão, O Rei da Selva
Leão Espécies

Os leões são mamíferos carnívoros que vêm da família Felidae. Eles estão distribuídos geograficamente em sua maioria na África sub-Sahariana oriental e austral, mas também podem ser encontradas em jardins zoológicos internacionais, Índia e algumas partes da Ásia. A população destes animais vulneráveis diminuiu drasticamente nas últimas décadas, sem razão sólida sobre o porquê. Acredita-se que os confrontos com os seres humanos e a perda do habitat pode ser uma possibilidade, mas para ajudar a promover e preservar a monitorar essas criaturas, eles geralmente são mantidos dentro das reservas e parques. Apenas oito sub espécies são reconhecidos hoje e há uma pequena gama de híbridos com leões resultados de acasalamento com tigres, onças e leopardos para criar criaturas únicas. Esta prática é desencorajada e só iniciou em zoológicos.

Leão Manes

Estes reis da selva podem pesar entre 110 e 250 quilogramas, dependendo do sexo e idade e pode crescer até chegar a 14 anos no estado selvagem e à idade de 20 anos em cativeiro. Tornam-se capazes de caça aos dois anos de idade e são plenamente desenvolvidos depois de 5 ou 6 anos. Os leões machos são distinguíveis por suas crinas impressionante, o que significa a sua masculinidade e reflete sua saúde. Quanto mais escura e espessa a juba, mais saudável o leão. Ele permite que os leões parecem mais fortes e assustadoras para espantar os inimigos, especialmente os humanos, e apela a leoas que são cientificamente comprovados para acasalar com leões com crinas grossas e escuras.


Leão Branco
O lendário leão branco que se pensava ser fruto da imaginação há menos de cinqüenta anos atrás, quando os filhotes de leão branco foram descobertos. Isto é devido a um gene recessivo e eles não são albinos, como eles têm pigmentação nas partes vitais, tais como olho e pata, e lábio. Sua condição é chamada de leucismo que significa que eles só têm perda de pigmentação na pele e pêlo. Há menos de cinqüenta leões brancos no mundo.

Alguns leões foram conhecidos por comer os seres humanos no entanto, isto é devido apenas por aqueles leões que sofrem lesões e deficiências o que torna difícil para eles caçarem presas naturais, perseguindo assim os seres humanos. Como eles são mais fracos, também são mais fáceis de serem capturados. Várias outras teorias incluem que eles apenas agem querendo se defender. Outra é que o seu habitat natural não estando disponível e não querendo morrer de fome, eles atacam os seres humanos. O pensamento de que os leões são predadores dos seres humanos criou ignorância e aumentou a quantidade de caça, incentivando o extermínio dessas criaturas. Os seres humanos têm avançado sobre os territórios que pertenceram aos leões e, forçando-os a deixar sua casa natural, demolindo ainda mais seu habitat e estilo de vida, deixando-os a sofrer e destruir. Leões são listados como sendo uma espécie vulnerável e sua população já está irreversivelmente diminuída.




Os leões têm um elaborado sistema de vida em grupos. Leões são os únicos felinos verdadeiramente sociais, e geralmente vivem em grupos, chamados alcatéias, compostos por até 30 indivíduos. Uma alcatéia típica têm 2 ou 3 machos adultos, e de 5 a 10 fêmeas adultas, além de alguns filhotes.

A maioria dos felinos selvagens vive vidas solitárias, mas não os leões. Eles passam a maior parte de suas vidas como membros de alcatéias.

As leoas de uma alcatéia geralmente são parentes e costumam permanecer na mesma alcatéia por toda a vida. O mesmo não acontece com os machos, apesar de eles permanecerem ali por vários anos. Com o tempo, eles partem e se unem a novas alcatéias ou são escorraçados por outros machos. Os machos jovens que deixam uma alcatéia passam alguns anos circulando juntos até que ganham força suficiente para comandar uma alcatéia própria.

Durante o dia, os leões costumam descansar na floresta, em meio à grama alta ou em planície aberta. Alguns preferem se acomodar em árvores. Os leões costumam ser muito ativos à noite e conduzem a maior parte da sua caça nesse horário. Eles têm excelente visão noturna e ótimos olfato e audição.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Botsuana. Turista registra ataque de leoas a crocodilo

Turista registra momento em que leoas matam crocodilo
Réptil tentava atacar filhotes; fotos foram capturadas durante safári na África.
Um crocodilo atacou um filhote de leão, mas três leoas vieram em defesa do filhote. O crocodilo não teve chance de escapar.


BBC

A impressionante luta de um crocodilo com três leoas na savana africana foi capturada por um turista durante um safári.

O episódio começou depois que o réptil tentou atacar os filhotes de leão, mas não conseguiu.

O crocodilo ainda resiste e chega a morder o focinho de um leão.


Após um momento de tensão, leoas atacam crocodilo de forma coordenada (Foto: Solent News )Três leoas cercaram o crocodilo. Depois de um momento de tensão, os felinos atacam o inimigo.

As imagens foram capturadas pelo médico Tony Goldman, 58, durante um safári nas planícies de Duba, em Botsuana.

As fotos mostram o momento em que as leoas desferem sucessivos ataques simultâneos contra o crocodilo.

Mas o crocodilo não é páreo para os leões, e vira almoço da alcateia.

O réptil ainda chega a reagir, desferindo uma mordida em um dos felinos.

Ao final, o crocodilo não é páreo para as leoas, e acaba virando prato para o resto da alcateia.


O leão (Panthera leo) é um dos quatro grandes felinos no gênero Panthera, e um membro da família Felidae. Com alguns machos superior a 250 kg (550 lb) de peso, é o segundo maior gato após o tigre. Leões selvagens existem atualmente na África Subsaariana e na Ásia, com uma população remanescente criticamente ameaçada no Parque Nacional da Floresta de Gir, na Índia, tendo desaparecido do Norte da África e Sudoeste da Ásia em tempos históricos. Até o final do Pleistoceno, a cerca de 10 mil anos atrás, o leão era o mais difundido grande mamífero terrestre depois dos humanos. Eles eram encontrados na maior parte da África, muito da Eurásia, da Europa Ocidental à índia, e na América do Yukon ao Peru.


Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduzem sua longevidade. Originalmente era encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros (que encobrem um esporão córneo, para espantar moscas) e machos com uma longa juba. Há ainda uma raridade genética de leões brancos, que apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati, localizada no Parque Nacional Kruger, na África do Sul.


Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras, javalis; um grupo abate um búfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, na maioria das vezes, e que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.


O leão é apelidado de o "rei dos animais" por se encontrar - em condições naturais e normais - no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. Apesar disso, são os felinos mais sociáveis do mundo: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.

http://www.toprq.com/displayimage.php?album=11&pid=351706#im=0

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fuga das garras da morte: Leões de circo atacam o seu domador a poucos metros de crianças

Foi um momento terrível. Dois leões atacaram o seu domador em um circo repleto de crianças e famílias.

Por nenhuma razão aparente um dos animais começou a rugir antes de saltar em cima do Oleksie Pinko.
Outro leão juntou-se então ao ataque e faturou o braço esquerdo do Senhor Pinko com sua garra, fazendo com que o sangue derramasse..

Ambos foram afastados, mas um deles voltou para um segundo ataque derrubando o domador no chão e rasgando suas  as suas roupas, deixando-o em farrapos.

Pais e filhos sentados tão perto quanto 10 pés de distância fugiram da arena gritando: "Oh não!" . Uma rede era a única coisa que separava os animais ferozes da platéia.

Os leões acabaram por ser colocadas sob controle quando os membros do circo usaram uma mangueira de água e uma barra de aço para movê-los para longe.


O incidente chocante que aconteceu na cidade ucraniana de Lviv, que é conhecida como a cidade dos leões e tem uma história de circo que remonta a mais de um século.

Uma família americana que estavam de férias no país capturou o episódio inteiro numa câmera.
Doug pastor, que estava lá com suas duas filhas, afirmou que "as crianças estavam gritando", e alguns na fila da frente estavam apenas 10 pés de distância do leão quando ele ficou furioso.

"Meu filho disse,' Eu não quero ir para o circo nunca mais, contou Pastor.

Sua esposa Marsha acrescentou: "Eu só estava agarrando minha filha e tentando escapar, porque eu pensei que eles iam escapar."

No vídeo (abaixo) pode ser visto o Sr. Pinko  realizando sua rotina habitual de domar o leão, com um animal sentado em um banquinho, enquanto outra se move ao redor da arena.

De repente, o leão que circula reage mal quando o Sr. Pinko coloca um pedaço de pau perto de seu rosto.

A fera salta em seu lado direito, enquanto outro leão vai e começa a agarrar seu braço esquerdo.

A ele é dada uma pausa de 10 segundos antes que eles pulam em cima dele novamente, fazendo com que a multidão gritasse.

Sr. Pinko foi levado de ambulância a um hospital local para cirurgia de emergência, onde sua condição é descrita como estável.

No mês passado, outro leão atacou o seu treinador em uma gaiola de vidro no hotel MGM, em Las Vegas.
Ele foi atacado, mas escapou com cortes e contusões Em fevereiro, uma orca de 6 tonelada do Sea World, na Flórida pulou e agarrou  sua treinadora Dawn Brancheau, 40, sacudindo-a com tanta violência que a levou a morte.

Fonte: dailymail.co.uk

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Flagra de batalha entre búfalos e leões por filhote na África do Sul


Búfalos se aproximam quando percebem que filhote foi capturado por leões (Foto: Caters)

Um turista americano conseguiu flagrar com sua câmera cenas de uma "batalha" entre búfalos e leões em uma reserva da África do Sul.

Kent Lawson, de 65 anos, fazia um safári junto com sua mulher na reserva particular de Timbavati, perto do famoso Parque Nacional Kruger, quando presenciou o incidente.

O combate começou quando um grupo de três leões capturou um filhote de búfalo.


Imediatamente, centenas de búfalos investiram em massa contra os felinos, que fugiram mas depois voltaram rugindo.

Leões fogem após chegada dos
búfalos (Foto: Caters)
'Demonstração de força'

Segundo Lawson, o entrave durou cerca de 35 minutos, nos quais ambos os lados conseguiam se aproximar do filhote afugentando o rival, para depois recuarem.


Depois de 35 minutos, búfalos percebem que filhote está morto e o abandonam para os leões (Foto: Caters)

Por fim, quando constataram que a presa já estava morta, os búfalos abandonaram o local e os leões puderam, então, devorá-la.

"Foi uma demonstração de força e poder impressionante dos dois grupos", disse Lawson, que passou todo o tempo dentro de um jipe conversível.
Depois de 35 minutos, búfalos percebem que
filhote está morto e o abandonam para os leões
 (Foto: Caters)

O embate entre leões e outros grandes mamíferos por causa da caça é comum na natureza.



Fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Leões são os mais sociáveis dos felinos. Você sabia?

Os leões são os mais sociáveis dos felinos e usam muitas expressões corporais e sons para comunicar entre si. O fato de serem tão sociáveis está muito relacionado com o seu habitat preferencial, a savana. Em campo aberto a cooperação na caça e nos cuidados dispensados às crias é uma vantagem inegável. Vivem em grupos familiares territoriais, constituídos na base por leoas com parentesco direto e as respectivas crias, nos quais a presença de um ou mais machos adultos é temporária e periodicamente substituída (geralmente de três em três anos). Apesar disso, o macho vigente é sempre o animal dominante do grupo (por vezes, o grupo é liderado por mais de um macho, geralmente dois, que nesse caso são, normalmente, irmãos!).

O leão consome tanta energia a patrulhar o território e a defender as fêmeas das investidas de outros machos que raramente caça. Assim, são as leoas que organizam e realizam as caçadas, com o fim de obter alimento para o grupo. No entanto, quando se dá a partilha da presa, o leão é o primeiro a comer e pode até ingeri-la completamente. Se não tiver muita fome poderá permitir que outros leões se alimentem da mesma presa. As crias são geralmente as últimas a comer e mesmo a própria mãe poderá não partilhar a refeição com elas se estiver com muita fome. São, por norma, mais activos durante a noite.

Durante a estação seca, são normalmente vistos ao princípio da manhã e ao entardecer, pois passam os períodos mais quentes do dia a descansar à sombra da vegetação. Não têm um período específico para o acasalamento. A sua gestação pode durar 105 - 108 dias, após os quais nascem uma a seis crias, que são amamentadas até aos seis a sete meses de idade. As fêmeas atingem a maturidade sexual aos três anos de idade e os machos aos cinco ou seis anos. Têm preferência por presas maiores, apesar de serem mais difíceis de matar proporcionam mais alimento ao grupo. Podem também roubar presas de leopardos, chitas, cães-caçadores e hienas. Alimentam-se em cada três ou quatro dias mas podem passar uma semana sem comer.




Características

É um animal grande e corpulento. A sua pelagem tem cor amarelo-ocre. É bastante visível a diferença entre sexos: os leões são maiores e mais pesados do que as leoas e apresentam uma extensa juba em torno da cabeça e das espáduas. Os juvenis exibem manchas negras na pelagem, que desaparecem com a idade. Os leões exibem um tufo de pêlos negros na extremidade da cauda.



Nome em Latim: Panthera Leo

Nome em Inglês: Lion

Altura: 100-120 cm

Peso: 150-220 Kg

Familia: Felidae

Ordem: Carnivora



Distribuição

África, India


Habitat

É um animal muito tolerante que pode viver em zonas desertas ou em bosques. Não está presente em selvas.

Portal Curiosidades

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Leões que viviam em circo são encaminhados para santuário


foto: Divulgação
Leão que vivia enjaulado em circo será doado a santuário de animais em Sorocaba
Leão que vivia enjaulado em circo será doado a santuário de animais em Sorocaba


Três leões que viviam enjaulados em circos desde o nascimento no Espírito Santo devem chegar nesta terça-feira (1º) ao Grupo de Apoio aos Grandes Primatas (GAP), santuário ecológico em Sorocaba, a 99 km de São Paulo, que recebe animais vítimas de maus tratos.

Sarita, de 9 anos, sua filha Carol, de 4 anos, e o macho Chimarrão, de 9 anos, pertenciam a um circo da cidade de Alfredo Chaves, no Espírito Santo. O local não tinha estrutura nem recursos para manter os animais - que eram abrigados em jaulas em condições ruins e tinham alimentação inadequada.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no estado sugeriu que o circo doasse os animais, o que foi feito. Os novos habitantes do santuário terão como companhia outros seis leões que vieram de circos.

Originalmente um santuário criado para abrigar chimpanzés, o GAP também acolhe outros animais de circo, geralmente doentes devido aos maus tratos.

( - G1)

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