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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Rato gigante da Gâmbia assusta população nos Estados Unidos


Uma espécie de rato africano que há dez anos tem sido combatido no sul da Flórida, nos Estados Unidos, voltou a incomodar a população depois de ter sido dado como erradicada.

Pesando em média 4 kg e com comprimento de até 90 cm da cabeça a ponta do rabo, os ratos têm o tamanho de gatos domésticos.

Os roedores teriam chegado ao país trazidos por um colecionador de animais exóticos e se alastrado pela região depois da fuga de oito deles.

A região foi considerada livre dos animais em 2009 pela Comissão de Conservação da Vida Selvagem da Flórida, mas foram encontrados sinais do retorno dos ratos vindos da Gâmbia dois anos depois.

O rato gigante é considerado um problema pelo desequilíbrio ambiental que eles podem causar e pelas doenças transmitidas pelo animal, como a "varíola dos macacos", que atingiu alguns lugares dos EUA em 2003.

Douglas C. Pìzac/Associated Press
Um exemplar do rato gigante da Gâmbia

 
Folha

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Maior que gato, rato monstro de 10 kg assusta moradores no Zimbábue


Maior que gato, rato monstro de 10 kg assusta moradores no Zimbábue

'Rato monstro' deixa moradores apavorados no Zimbábue
Roedor pesaria cerca de dez quilos, sendo maior do que um gato.
'Na minha vida nunca vi um rato tão enorme', disse Augustine Ugalo.

Um rato capturado no ano passado em uma casa em Harare, no Zimbábue, deixou os moradores apavorados com seu tamanho. O roedor pesaria cerca de dez quilos, sendo maior do que um gato, segundo o site de notícias local "Bulawayo 24".

Rato pesaria cerca de 10 quilos. (Foto: Reprodução)

Augustine Ugalo contou que o rato foi flagrado correndo dentro da casa e chegou a atacar uma das pessoas que tentavam capturá-lo. "Na minha vida nunca vi um rato tão enorme. Ele não tinha medo de seres humanos", destacou Ugalo.

Segundo ele, a caçada para tentar matar o "rato monstro" demorou mais 30 minutos.

Do G1

sábado, 7 de janeiro de 2012

Rato de quase 1m de comprimento é encontrado em loja de Nova York


Rato de quase um metro aparece em loja de Nova York

O rato tinha quase um metro de comprimento Foto: Reprodução / Mail Online

Funcionários de uma loja de sapatos em Nova York encontraram um rato de quase um metro. O bicho estava morto e foi capturado com uma pá. Especialistas acreditam que pode se tratar de um “Rato Gigante da Gâmbia”, muitas vezes adotado como animal de estimação e que pode crescer até mais de um metro.


Extra Online

domingo, 12 de junho de 2011

Cobaia da ciência, roedor da pradaria vira símbolo de fidelidade nos EUA

Cobaia da ciência, roedor da pradaria vira símbolo de fidelidade nos EUA
Ratazana é uma das poucas espécies com relacionamento monogâmico.
No Valentine's Day, casais dão de presente animal de pelúcia ou porcelana.

Um roedor pouco conhecido no Brasil está virando símbolo de amor e fidelidade nos Estados Unidos. Casais apaixonados aproveitam o Dia dos Namorados, celebrado no restante do mundo em 14 de fevereiro, para presentear seus companheiros com uma ratazana da pradaria (prairie vole, em inglês) de pelúcia ou porcelana.

Isso porque o animal é uma das poucas espécies de ratos que vivem relacionamentos monogâmicos até que a morte os separe – e além dela. Quando o parceiro morre, o “viúvo” não procura acasalar novamente. Pelo contrário: se algum indivíduo se aproxima da ratazana macho ou fêmea com finalidades sexuais, ela o repele.
Ratazanas da pradaria são fiéis aos parceiros até depois da morte (Foto: Kyle Gobrogge/Zuoxin Wang Lab)

Os responsáveis por essa postura são dois neurotransmissores, chamados vasopressina e ocitocina. O primeiro age mais nos machos e o segundo, nas fêmeas. Entre outras funções, eles regulam a preferência por um determinado companheiro, em detrimento dos demais, e a amizade com outros indivíduos sem fins eróticos.

Esses roedores intrigam os cientistas desde a década de 1990, e o fascínio por eles é ainda maior porque seus primos – a ratazana da montanha (montane vole) e a ratazana do riacho (meadow vole) – são extremamente promíscuos, independentemente do sexo. No entanto, modificações genéticas nessas espécies, com um aumento das doses dos “neurotransmissores do amor”, tornaram-nas fiéis.

Ainda não se sabe exatamente como essas substâncias atuam, mas acredita-se que a sucessão de encontros prazerosos com o amado fixe na memória características dele, como cheiro, textura, aparência e sinais particulares. A partir de certo ponto, esses sinais se tornam tão complexos e particulares que somente aquele ser é capaz de mobilizar o afeto e o desejo do outro.

Apesar do avanço nos estudos, as bases neuroquímicas da fidelidade ainda intrigam os pesquisadores. Segundo o psiquiatra Hermano Tavares, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), esse é um comportamento minoritário na natureza, presente apenas em alguns roedores, pássaros e primatas.

“Nós, humanos, temos tendência à fidelidade, mas ainda não está definido do ponto de vista evolutivo o que é melhor: ter um só parceiro e garantir a segurança e estabilidade da cria ou ser poligâmico e aumentar a variabilidade genética da espécie”, explicou.

Contra as drogas
Outra pesquisa recente feita com ratazanas da pradaria, e publicada na edição de 1º de junho da revista "The Journal of Neuroscience", mostra que animais que tinham um companheiro apresentavam maior resistência para usar anfetaminas.

Machos em relações estabelecidas exibiram menor interesse por drogas se comparados a indivíduos sozinhos. Por outro lado, a exposição repetida à substância desfez o empenho dos animais em formar parcerias ao longo da vida.

Isso indica que ser um casal pode alterar a resposta neurobiológica ao abuso de drogas e diminuir os efeitos de recompensa que elas proporcionam. “As drogas são um mecanismo artificial de gratificação. Quem convive com alguém e é feliz já tem um nível de gratificação satisfatório”, destacou Tavares. Além disso, em humanos, o casamento geralmente reduz comportamentos ilegais e agressivos, além de melhorar a saúde e a expectativa de vida.


Luna D'Alama
Do G1, em São Paulo

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O rato-marsupial-australiano é o bicho: morre de tanto transar



O rato-marsupial-australiano (anticarnius), um pequeno roedor com cerca de 10 centímetros de comprimento. Sua vida muda radicalmente quando ele atinge a "adolescência": os testículos aumentam e chegam a quase um quarto do seu peso total! A produção de espermatozoides e de testosterona, o hormônio sexual masculino, vai às alturas. Louco para acasalar, ele sai em busca de uma (ou várias) parceira(s) e é capaz de transar por 12 horas seguidas! Mas o excesso de testosterona na corrente sanguínea afeta seu sistema imunológico, deixando-o sujeito a infecções. Estudos revelam que a maioria morre cerca de dez dias após o acasalamento, que ocorre em julho ou agosto. Mas, como o danado transou até não poder mais e fecundou várias fêmeas antes de bater as botas, garantiu a sobrevivência da espécie.

Mundo Estranho

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cobra versus rato. Advinha quem morreu nesta batalha?

Um pequeno rato levou uma uma víbora venenosa à morte depois de ter sido atirado para a serpente em uma gaiola para se prestar como um lanche.

O pequeno roedor matou a cobra depois de uma feroz batalha de 30 minutos, surgindo com "apenas um arranhão nele", de acordo com a pessoa que viu a luta.

Um bombeiro em Taiwan que estava cuidando da cobra - que haviam sido encontrados na casa de um morador local pensou que o rato vivo seria um almoço perfeito.

Mas a criatura peluda tinha outras idéias. Em vez de encolher a partir das assustadoras mandíbulas da cobra escancaradas , partiu para a ofensiva. "Ele atacou a cobra continuamente, mordendo e arranhando-a", disse um bombeiro.

O veneno de víbora é venenoso para os ratos, mas a cobra se mostrou incapaz de de uma mordida assassina.

"Talvez teria esgotado todos o seus veneno quando pegasse o rato, mas o pequeno roedor mal teve um arranhão nele", disse Lan Sengqiu, o líder da equipe dos bombeiros em Nantoun.

Víboras que têm garras que podem abrir em um ângulo de 180 graus, normalmente utilizam seu veneno para imobilizar ou matar suas presas. O veneno, que é injetado através de seus dentes ocos paralisa o sistema nervoso e provoca sangramento interno.

Víboras são uma das espécies mais difundidas de serpente do mundo, e seu componente sub-espécies é o único réptil venenoso encontrado no Reino Unido.


Fonte:telegraph.co.uk

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Cão carrega gata nas costas e felino leva rato

Trio foi atração na abertura de um rali.
Competição ocorreu no estado da Dakota do Sul.


O americano Greg Pike, de 50 anos, posa na sexta-feira ao lado do cão Booger, da gata Kitty e do rato Mousey, que foram atrações na abertura de um rali em Sturgis, no estado da Dakota do Sul (EUA). Enquanto o cachorro carrega o felino, a gata leva o rato em suas costas. (Foto: Steve McEnroe/AP)

G1

sábado, 22 de maio de 2010

Na Casa Branca - Rato rouba a cena durante pronunciamento de Obama

Repórteres que esperavam para ouvir declarações do presidente americano, Barack Obama, sobre a reforma financeira acabaram vendo um outro morador da Casa Branca. Um rato correu em frente ao pódio do presidente minutos antes de Obama chegar para falar. O rato voltou durante o pronunciamento do presidente, que não pareceu reparar que dividia as atenções.


A Gazeta

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Cena inusitada: Cão carrega gato que leva rato nas costas no Texas


Cena inusitada foi filmada no estado do Texas (EUA).
Vídeo foi divulgado pela emissora americana ‘ABC News’.
Foto: Reprodução/ABC News

Uma cena inusitada foi filmada no estado do Texas (EUA). A emissora norte-americana ‘ABC News’ divulgou um vídeo que mostra um cachorro carregando um gato, que, por sua vez, leva um rato em suas costas. (Foto: Reprodução/ABC News)


Do G1, em São Paulo

30 Curiosidades sobre Cobras

30 Perguntas e Respostas sobre Cobras  Fontes: ypedia.com.br, rotasdeviagem.com.br, bombeiros.ce.gov.br, ufsm.br, cobasi.com.br, peritoanima...