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domingo, 16 de março de 2014

Dingiso, um canguru diferente


O dingiso tem um padrão distinto de preto e branco de pele, tem uma barriga branca, e uma cabeça preta, costas e pernas. Ao contrário de outros cangurus de árvore, ele gasta pouco tempo nas árvores.

Imagine um pequeno canguru preto e branco que vive em árvores, e você terá a descrição básica dos dingiso ( Dendrolagus mbaiso ). O animal , que reside nas florestas montanhosas da Nova Guiné, cresce até 2,5 pés (76 centímetros) de comprimento, possui uma longa cauda, posteriores bem desenvolvidas e um hábito de se mover tanto nas suas patas traseiras, ao mesmo tempo em um andar de salto, assim como os grandes cangurus australianos que estamos todos familiarizados.

O dingiso ostenta unhas curvas e almofadas estofadas revestidas com pele áspera em seus pés grandes, que lhe permitem obter um controle sobre troncos de árvores e ramos, onde ele usa sua longa cauda para se equilibrar enquanto sobe. Tal como o canguru, o dingiso fêmea tem uma bolsa em seu abdômen, onde passeia armazena os filhotes e passeia com eles, além de amamentá-los com leite de um dos seus quatro seios. Infelizmente, seus números estão em declínio devido à perda de habitat , os caçadores e uma baixa taxa de natalidade [fonte: ARKive ] .


Descoberto recentemente, em 1994, o dingiso (Dendrolagus mbaiso) é um canguru de árvore, um grupo de animais que, assim como seus parentes conhecidos na Austrália, têm caudas longas, quartos traseiros bem desenvolvidos e movem tanto as patas traseiras, ao mesmo tempo em uma marcha distintiva .

O nome científico do dingiso é derivado de duas palavras gregas: dendron que significa árvore e lagos que significa lebre. A última palavra veio de cientistas europeus no século 19, que, enquanto navegavam pela região, provaram a carne de um canguru de árvore e acreditavam ser uma reminiscência da carne de lebres

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mamíferos
Infraclass: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Macropodidae
Gênero: Dendrolagus
Espécie: D. mbaiso

quinta-feira, 28 de março de 2013

Esses bichos! Enquanto isso na Austrália e no Canadá

Enquanto isso, na Austrália....

Enquanto isso, no Canadá ....


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Nimbadon. Austrália tinha marsupiais do tamanho de ovelhas

Austrália tinha marsupiais do tamanho de ovelhas

O esqueleto do marsupial denominado Nimbadon, descoberto pela doutora Karen Black, da Universidade de Nova Gales do Sul

Sydney, 3 Mai 2012 (AFP) -Parentes do tamanho de ovelhas dos atuais fascólomos viveram no topo das árvores australianas 15 milhões de anos atrás, informou uma paleontóloga nesta quinta-feira, ao ser premiada por sua descoberta.

Karen Black, da Universidade de Nova Gales do Sul, afirmou que sua equipe descobriu o maior marsupial escalador de árvores do mundo em meio a fósseis encontrados no sítio Riversleigh World Heritage, no estado de Queensland.

Os diprotodontes, pesando 70 quilos, eram similares aos atuais fascólomos, animais de pelo que vivem debaixo da terra e só são encontrados na Austrália, explicou Black, que se especializa na diversidade e na evolução dos marsupiais do país.

Sua pesquisa se concentrou em uma caverna de 15 milhões de anos, repleta de fósseis e ossos e que contém crânios e esqueletos bem preservados do marsupial dipotodonte denominado Nimbadon.


"O material fóssil do Nimbadon é um recurso incrivelmente raro e significativo, não só porque está excepcionalmente bem preservado, mas porque representa indivíduos de uma faixa etária que varia de minúsculos filhotes ainda em amamentação a adultos mais velhos", disse Black.

"O material do Nimbadon permitiu fazer o primeiro estudo detalhado do desenvolvimento do crânio de um fóssil de marsupial, asssim como do desenvolvimento cerebral e de comportamento", acrescentou.

A criatura teria sido o maior animal escalador de árvores da época, afirmou.

"Provavelmente se assemelhava um pouco a um fascólomo de patas longas", acrescentou a cientista.

A existência da caverna veio à luz em 2010. Segundo Black, aparentemente os animais mergulharam para a morte ao cair em uma entrada vertical, que estaria escondida pela vegetação.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Tubarão híbrido é encontrado na Austrália, dizem cientistas

Tubarão híbrido é encontrado, dizem cientistas
Tubarão híbrido é descoberto pela 1ª vez em águas australianas
Dois tipos diferentes de tubarão-de-ponta-negra geraram nova espécie.
Cientistas afirmam que fenômeno nunca havia sido observado em tubarões.


Cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, afirmam ter descoberto os primeiros tubarões híbridos do mundo. Os animais foram encontrados na costa leste do país, durante uma pesquisa para catalogar tubarões na região.

Para os especialistas, a união do tubarão-de-ponta-negra australiano (Carcharhinus tilstoni) com o ponta-negra comum (Carcharhinus limbatus) ao redor do globo criou descendentes nunca observados no mundo dos tubarões em qualquer outra parte das águas terrestres.

Eles acreditam que a descoberta seja importante pois nunca antes tubarões híbridos haviam sido detectados. Para Colin Simpfendorfer, um dos integrantes do grupo de pesquisa responsável pelo achado, a nova espécie híbrida já possui 57 indivíduos e gerações diferentes.
Foto mostra um tubarão híbrido, resultado do encontro de tubarões-de-ponta-negra comuns com as versões australianas da espécie. (Foto: Pascal Geraghty / NSWDPI / AFP Photo)

O tubarão-de-ponta-negra australiano costuma ser um pouco menor que o ponta-negra comum e só sobrevive em águas tropicais. Já os exemplares da espécie híbrida foram achados em lugares mais gelados, a até 2.000 quilômetros de distância da costa leste do país.

Essa adaptação a águas mais frias pode ser uma resposta à mudança de temperatura nos oceanos por conta do aquecimento global. A pesca humana também é outro fator levado em consideração pelos especialistas australianos como uma dos motivos para o surgimento da espécie.

Segundo Simpfendorfer, os híbridos são ligeiramente mais resistentes que as espécies de onde foram originados. Uma análise detalha por mapeamento genético será conduzida para descobrir se a criação dos híbridos é parte de um processo antigo entre tubarões ou um fenômeno novo.


Do Globo Natureza, com informações da AFP

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Crocodilo morde cortador de grama e perde o dente na Austrália. Veja

Crocodilo perde dente ao morder cortador de grama na Austrália
Funcionário do zoológico de Gosford aparava grama quando o animal mordeu a roda do cortador.

Um crocodilo na Austrália aprendeu bem a lição de não se meter onde não é chamado. Um funcionário do zoológico de Gosford estava aparando a grama quando, de repente, o crocodilo Elvis, de 5 metros, mordeu a roda do cortador. Não adiantou pedir para o bicho soltar. O homem desistiu e resolveu deixar para lá. Mas o prejuízo maior foi do crocodilo: ele ficou banguela.


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Crocodilo devora rival na Austrália. Veja

Turistas ficam em choque ao ver crocodilo devorando rival na Austrália
Cena foi flagrada em um parque perto de Darwin.
‘Foi um choque ver esse tipo de coisa’, disse Michael Milatos.




Um grupo de turistas ficou em choque ao flagrar um crocodilo de mais de 5 metros de comprimento devorando um rival durante um passeio em um parque perto de Darwin, na Austrália, segundo reportagem do jornal "Northern Territory News".

"Foi um choque ver esse tipo de coisa. Eles eram animais muito grandes", disse Michael Milatos, de 54 anos, que era uma das seis pessoas que estavam no barco.



Turistas flagraram crocodilo devorando outro em parque na Austrália. (Foto: Reprodução/NT News)


Segundo Milatos, havia duas jovens de Sydney no grupo que entraram em pânico e queriam logo sair dali. "Nosso barco tinha cerca de cinco metros, mas o crocodilo parecia ter mais do que isso", afirmou ele.

G1

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Monstro. Crocodilo de 5,5 metros salta ao lado de barco de turistas na Austrália

Cena foi registrada em cruzeiro pelo rio Adelaide.
Réptil chamado 'Brutus' é atraído por um pedaço de carne.


Um grupo de turistas que passeava na semana passada pelo rio Adelaide, pouco mais de 100 quilômetros ao sul de Darwin, na Austrália, ficou espantado quando um crocodilo de 5,5 metros de altura saltou para fora d'água e ficou ao lado do barco, segundo o jornal "Northern Territory News".

Crocodilo ficou quase da altura do barco. (Foto: Reprodução/NT News)

Crocodilo ficou quase da altura do barco. (Foto: Reprodução/NT News)

O réptil conhecido como "Brutus" é atraído por um pedaço de carne de búfalo que o guia oferece ao animal. O flagra foi feito pela fotógrafa Katrina Bridgeford, do "NT News". É possível observar na imagem que "Brutus" não tem uma pata. Segundo o jornal, o réptil perdeu o membro em um ataque de tubarão.

Saltos de crocodilos são a principal atração turística dos cruzeiros pelo rio Adelaide. Vários operadores prestam serviços ao longo do rio que é infestado de crocodilos.

Especialista diz que crocodilo 'monstro' de 5,5 m é real
'Esse crocodilo é 100% real', diz Maxine Bowman.
Imagem lançou dúvida sobre a existência do crocodilo.



No ermo Território do Norte da Austrália, os turistas são advertidos a manterem distância dos perigosos crocodilos - mas esqueceram de avisar Brutus, um crocodilo 'monstro', de ficar longe dos turistas.

O crocodilo de 5,5 metros de comprimento frequentemente salta da água ao lado do barquinho dos turistas, em busca de um pedaço de carne de búfalo pendurado em um graveto.
Quando as fotos de Brutus apareceram nos jornais australianos recentemente, porém, elas imediatamente lançaram dúvida sobre a existência do crocodilo.

'Esse crocodilo é 100% real. Fizemos a polícia forense analisar a imagem', disse Maxine Bowman, membro da equipe do Adelaide River Cruises, que diariamente leva turistas para alimentar Brutus e outros crocodilos da região.

Sem uma pata dianteira, supostamente perdida num ataque de tubarão, Brutus salta no ar em busca de comida.

G1 / Da Reuters

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Genética pode salvar Diabo da Tasmânia da extinção

Conservação. Genética pode salvar Diabo da Tasmânia da extinção

Estudo sugere selecionar os animais mais resistentes a epidemia
O diabo-da-tasmânia (Sarcophilus harrisii) vem sendo atacado por um câncer altamente contagioso que tem encurralado a espécie, levando-a cada vez mais perto da extinção. Nos últimos 15 anos, o tumor facial do diabo-da-tasmânia se espalhou por toda a ilha da Tasmânia, na Austrália, matando a maioria dos animais contagiados.
Doença do diabo: em algumas regiões da Austrália, um tipo de câncer facial matou até 90% dos diabos da Tasmânia (Thinkstock)

O animal tem sido vitimado por um tipo de câncer altamente contagioso, que causa tumores faciais e que, desde sua descoberta há quinze anos, eliminou entre 70% e 90% de sua população em algumas áreas da Austrália

Os demônios da Tasmânia, popularizados na década de 90 pelo personagem TAZ, da série animada Looney Tunes, estão enfrentando um tipo de câncer que pode, em pouco tempo, exterminar toda a espécie. Um estudo publicado na edição desta segunda-feira do periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) sugere usar a informação derivada do sequenciamento genético da espécie - obtida pela primeira vez por cientistas australianos no ano passado - para selecionar geneticamente animais resistentes à doença.

O tratador e criador Tim Faulkner com um diabo-da-tasmânia
O marsupial tem sido vítima de um tipo de câncer altamente contagioso que causa tumores faciais (conhecido pela sigla DFTD) e que, desde sua descoberta há quinze anos, eliminou entre 70% e 90% de sua população em algumas regiões da Austrália - onda fica a ilha da Tasmânia.

"Imaginem só um câncer humano que fosse contagioso através do aperto de mão. Erradicaria nossa espécie muito rapidamente", diz Stephan Schuster, professor de bioquímica e biologia molecular da Penn State University e principal autor do estudo. Os especialistas preveem que a epidemia poderia aniquilar toda a espécie até 2016, se alcançasse a totalidade do território onde vive a espécie. Nos últimos anos, especialistas em conservação capturaram exemplares saudáveis da espécie para criação em zoológico. Planejam soltá-los novamente só depois que a doença for erradicada.

Variedade genética — Embora pareça lógico selecionar apenas animais com maior resistência inata ao DFTD, Schuster explicou que é importante manter certa diversidade genética para evitar futuras epidemias. É preciso "desenvolver um conjunto de exemplares saudáveis variados, que podem lutar contra futuras doenças", diz.

Para decidir quais indivíduos escolher em função do seu perfil genético, os cientistas sequenciaram o genoma de um demônio chamado Cedric, que nasceu em cativeiro e demonstrou certa resistência ao câncer antes de, eventualmente, sucumbir a uma nova cepa. Também foram analisados os dados genéticos de uma fêmea, Spirit, nascida em liberdade e que morreu em decorrência da doença. Também foram analisados os dados de seus tumores.

Em seguida, os pesquisadores compararam a informação genética recente com a encontrada em 175 exemplares de demônios em museus. As informações foram combinadas para criar um modelo que determine quais animais capturar para desenvolver um programa de criação em cativeiro similar aos já existentes, destacou o estudo.

Para o diabo-da-tasmânia, a ajuda ainda pode demorar. Pesquisadores estimam que o câncer se espalhará a todas as populações selvagens do animal até 2016, “tornando a extinção iminente uma possibilidade real”.

(Com Agência France Presse)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Clima. Ornitorrincos estão ameaçados na Austrália

Mudança do clima ameaça habitat de ornitorrinco na Austrália, diz estudo

Por ter uma pelagem espessa, o aquecimento global pode matar o mamífero.
Zonas habitadas pelo ornitorrinco podem ser reduzidas em um terço.

As mudanças climáticas poderão diminuir em um terço as zonas habitadas pelo ornitorrinco na Austrália, alertaram pesquisadores da Universidade de Monash.

Graças a sua espessa pele, o animal consegue viver nas frias profundezas dos rios, mas sua pelagem pode acabar sendo fatal para ele devido ao aquecimento global, adverte um estudo. Esse mamífero semiaquático tem hábitos noturnos, rabo de castor, focinho em forma de bico de pato, coloca ovos e é originário da Oceania.

Filhotes de ornitorrinco em zoológico australiano. (Foto: AFP)


Os pesquisadores utilizaram dados sobre o clima e o habitat do ornitorrinco durante cem anos para estabelecer a diminuição do número desses animais, relacionada com as secas ou as ondas de calor. A equipe de pesquisadores extrapolou estes resultados segundo várias alternativas climáticas para determinar o impacto das mudanças climáticas sobre a população de ornitorrincos.

"Nosso resultado mais pessimista assinala a redução de um terço dos habitats deste animal", diz a pesquisadora Jenny Davis, cujos trabalhos foram publicados na revista "Global Change Biology".

A pior hipótese dos cientistas assinala um desaparecimento do ornitorrinco na grande ilha da Austrália. Neste caso, essa espécie só continuará vivendo nas ilhas da Tasmânia, Kangaroo e King.

Da AFP

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Crocodilo de 4,5 m 'comedor de homens' é capturado em parque na Austrália

Guardas florestais do fotografam crocodilo de 4,5 m de comprimento, capturado em parque florestal perto de Darwin, na Austrália
Guardas florestais capturaram nesta sexta-feira um crocodilo em Corroboree Billabong no Parque Nacional Mary River, perto de Darwin, na Austrália. As informações são da agência AFP.

O crocodilo-de-água-salgada (Crocodylus porosus), como é conhecido, possui 4,5 m de comprimento e é um dos maiores já capturados no território neste ano. Desde janeiro, cerca de 200 crocodilos foram apreendidos na região. O Parque Nacional Mary River protege parte da bacia do rio que dá nome ao parque.

Terra

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O rato-marsupial-australiano é o bicho: morre de tanto transar



O rato-marsupial-australiano (anticarnius), um pequeno roedor com cerca de 10 centímetros de comprimento. Sua vida muda radicalmente quando ele atinge a "adolescência": os testículos aumentam e chegam a quase um quarto do seu peso total! A produção de espermatozoides e de testosterona, o hormônio sexual masculino, vai às alturas. Louco para acasalar, ele sai em busca de uma (ou várias) parceira(s) e é capaz de transar por 12 horas seguidas! Mas o excesso de testosterona na corrente sanguínea afeta seu sistema imunológico, deixando-o sujeito a infecções. Estudos revelam que a maioria morre cerca de dez dias após o acasalamento, que ocorre em julho ou agosto. Mas, como o danado transou até não poder mais e fecundou várias fêmeas antes de bater as botas, garantiu a sobrevivência da espécie.

Mundo Estranho

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Tubarões são daltônicos, diz pesquisa australiana

A retina dos animais é formada apenas para identificar um padrão claro ou escuro


Um grupo australiano formado por membros das universidades de Queensland e de Western Australia examinou os olhos de 17 espécies de tubarões e descobriu que eles são daltônicos. Os estudiosos analisaram a retina dos animais e ela é anatomicamente formada para identificar apenas um padrão claro ou escuro. Ou seja, a cor vermelha seria vista como uma cor escura. Segundo o professor Nathan Hart, autor do estudo, a visão dos tubarões pode ser comparada a uma TV em preto e branco. O estudo pode ajudar no desenvolvimento de roupas de banho que sejam menos atraentes ou mais repulsivas para os tubarões, o que poderia reduzir o número de ataques.


A Gazeta
tubarão-

domingo, 16 de janeiro de 2011

Tubarões levados pelas chuvas nas ruas de Brisbane na Austrália

Animais foram encontrados no estado de Queensland.
Na quinta-feira, um tubarão apareceu em Brisbane.

Um homem diz que viu um tubarão-touro em uma
rua submersa de Goodna, Ipswich.
Além dos crocodilos, a população afetada pelas inundações no leste da Austrália agora teme também os tubarões, avistados a 30 quilômetros dentro de terra firme no estado de Queensland.

A rádio ABC informou que vários habitantes do povoado de Goodna viram no sábado (15) dois tubarões touro, e outro apareceu na quinta-feira (13) pelas ruas submergidas de Brisbane, a terceira maior cidade do país.

O tubarão touro não frequenta as profundezas e tolera a água doce, é um grande tubarão conhecido por sua capacidade de sobreviver em água salobra e representa um perigo para os seres humanos e que ocasionalmente visita alguns rios.

As autoridades de Queensland confirmam que já há 17 mortos e continuam procurando 12 desaparecidas, após as piores enchentes em meio século.

O desastre natural afetou até 30.000 residentes na área de Brisbane sozinho.

EFE

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Animal estranho achado em praia intriga moradores na Austrália

Algumas pessoas chegaram a cogitar que a criatura fosse um tipo de macaco ou mesmo um bicho-preguiça da América do Sul. No entanto, a partir das fotos, o especialista Lawrence Orel disse acreditar que a criatura seria uma espécie de gambá local.


A descoberta reavivou as memórias da infame "monstro de Montauk" que foi descoberto em 2008.

Um dos homens locais que se deparou com o animal, Peter Atkinson, disse ao jornal: "Foi encontrado na maré alta e entramos em contato com os Parques Nacionais, mas parece que o animal foi lavada volta para o mar na maré seguinte.

Ele confirmou que as fotos foram tiradas em um celular.
Muitos afirmam que é um tipo de macaco, outros dizendo que ela poderia ser um bicho-preguiça sul-americanos.

Especialistas no Taronga Zoo trouxe sobre o caso, disse hoje que a criatura parecia ser um gambá Cauda de escova.

Um porta-voz da equipe do zoológico, disse que o veterinário sênior e curadores concordaram que era um gambá em decomposição.

O porta-voz informou ainda que a identificação do animal ficou difícil porque o gambá parecia ser de uma variedade de pêlo preto", que ocorre em algumas áreas limitadas Norte Leste NSW, bem como Wilsons Promontory em Victoria.''

"A falta de pêlo ao redor da face e das patas é possivelmente devido a uma dermatite ou pode ter ocorrido por queimaduras, cdoncluiu oo porta-voz.

Fonte: dailytelegraph.com.au

sábado, 30 de outubro de 2010

Tubarão ataca mulher na Austrália

SYDNEY - Um tubarão atacou uma mulher australiana nas águas perto de uma base naval na Austrália Ocidental no sábado, a mordida deixou-a com uma pequena ferida no quadril, disseram autoridades.

A jovem de 20 anos sofreu a mordida de tubarão enquanto nadava ao largo da extremidade norte do Jardim da base naval Island, ao sul de Perth, disseram autoridades  do Serviço de Emergência e Fogo.

"O helicóptero de resgate RAC foi enviado ao local onde uma mulher foi atacada pelo tubarão", disse uma porta-voz da FESA. "A mulher foi transportada para hospital Royal Perth. A mulher disse-lhe que os socorristas que o animal tinha uns três metros de comprimento e era um grande tubarão branco, segundo relatos da mídia. Ela foi tratado inicialmente na base da marinha antes de ser levado de helicóptero para o hospital.

É o primeiro ataque de tubarão significativo desde agosto, quando um surfista de 31 anos de idade foi espancado até a morte perto Gracetown, também ao sul de Perth.

O Garden Island está perto de uma colônia de focas, e os ataques de tubarão têm matado um número de banhistas e surfistas os últimos anos.

Tubarões são comuns em águas australianas, mas ataques fatais são raros, com apenas 53 mortes no último meio século, de acordo com o australiano Shark Attack File. - AFP

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Casuar. A ave mais perigosa do mundo é como ninja: ataca dando chutes, bicadas e tem garra fatal

É o casuar, uma ave da Oceania que pode passar de 1,5 metro de altura e pesar cerca de 60 quilos. Ele tem um gênio terrível e, quando fica zangado, parte com tudo para cima do seu oponente. Suas principais armas são o bico afiado e as garras pontiagudas. Existem vários relatos de pessoas atacadas pelo animal em estado de fúria, que também investe contra cachorros, cavalos e vacas. Essa ave é tão estressada que parte pra cima até de portas e janelas de vidro, pois ao ver seu reflexo acha que um outro casuar a está encarando. "A maioria dos ataques costuma estar associada à busca de comida ou a uma reação à presença do homem no território do animal", afirma o paleontólogo Darren Naish, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. No final da década de 1990, um levantamento feito na Austrália mostrou que, num período de dez anos, essas aves partiram pra cima de pelo menos 150 pessoas. O último ataque fatal comprovado, no entanto, ocorreu em 1926. Ótimo nadador e exímio saltador, o casuar (Casuarius casuarius) tem uma aparência bem esquisitona: seu corpo é recoberto de penas pretas, mas sua cabeça é azulada, exibindo ainda uma protuberante crista óssea.


Ave, Maria!


No ataque estilo ninja, o casuar usa chutes, bicadas e garra fatal


1. O casuar é muito irritadiço. Na maioria das vezes as vítimas de seus ataques são pessoas desavisadas que se aproximam da ave para tentar alimentá-la. Mal-agradecida, ela parte pra cima da pessoa dando bicadas e chutes

2. Para atingir sua vítima, o casuar ainda dá pulos de até um metro de altura para usar suas afiadas unhas, localizadas nos três dedos dos pés. Essas garras podem passar de 12 centímetros de comprimento e são capazes de rasgar o pescoço ou a barriga de uma pessoa

3. Além dos humanos, cães também costumam ser atacados pela ave. O casuar odeia cachorros porque é muito caçado por dingos, uma espécie de cão selvagem australiano. O ataque pode ser feito com chutes da ave para frente e para trás

por Yuri Vasconcelos
Fonte: mundoestranho.abril.com.br


O Casuar (Casuarius spp.)  é uma ave do grupo de aves ratitas de grande porte, nativas do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas circundantes. É o primo bonito (e mais raivoso) das emas e dos avestruzes. Apesar de ser uma bela ave vegetariana, o casual costuma ser bastante agressivo com qualquer animal (inclusive o homem) que tenha a brilhante ideia de invadir o seu território.

As três espécies de casuar pertencem à família Casuariidae e são, com o avestruz e a Ema, as maiores aves existentes na atualidade. O habitat preferencial do casuar são zonas de floresta tropical, onde haja um grande número de árvores disponíveis para produzir os frutos de que se alimentam. Neste ambiente o casuar desempenha a importante função ecológica de dispersar as sementes das árvores. O casuar é uma figura importante na mitologia das populações nativas da Oceania e representa geralmente uma figura maternal, por proteger com unhas e dentes a sua cria, um dos principais motivos de sua agressividade.

A plumagem do casuar é abundante e de cor acinzentada, com ãpenas coloridas na base do pescoço. Estas aves têm uma crista encarnada no alto da cabeça, que cresce devagar durante os primeiros anos do animal e com função desconhecida. A fêmea não é tão diferente do macho (dimorfismo sexual), sendo apenas um pouco maior e mais colorida, fator determinante na escolha do macho para o acasalamento. Uma característica distintiva é a presença de uma garra em forma de punhal presente no dedo interno. Como nos outros strutioniformes, o casuar tem as asas atrofiadas e três dedos em cada pata.

O casuar é uma ave ágil, que pode correr a cerca de 50 km/h e saltar 1,5 m sem qualquer balanço. Como mencionado anteriormente, são agressivos e territorialistas, em caso de ameaça ao seu habitat ou a sua cria. Enumerado pelo Guinness World Records como o pássaro mais perigoso do mundo, o Casuar está entre as criaturas mais perigosas para se manter em um jardim zoológico. O Casuar tem uma garra enorme como um punhal no segundo dedo de cada pé. Quando confrontado, ele salta no ar e chuta seu inimigo no estilo kung fu, utilizando-se das garras mortais para causar ferimentos graves. Ele pode, literalmente, puxar suas vísceras pra fora. E mesmo se isso não acontecer, seu chute é forte o suficiente para romper seus órgãos internos e causar hemorragia e morte. Ou seja: NUNCA aborde um desses pássaros.

O casuar é uma ave importante para o Homem há centenas de anos como fonte de proteína através da carne e dos ovos. Algumas tribos da Nova Guiné têm o hábito de assaltar os ninhos e criar os juvenis até à idade adulta, quando são vendidos ou mortos para consumo local; no entanto o casuar nunca foi completamente domesticado. As penas coloridas são também uma fonte de interesse e o motivo pelo qual no passado os colonos europeus caçaram abundantemente este animal. Atualmente, as três espécies de casuar estão ameaçadas pela destruição de habitat e encontram-se protegidas por lei.

Curiosidades extraordinárias de animais extraordinários: O Casuar - Amigos do MDig amigos.mdig.com.br

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Ornitorrinco, um bicho singular.

O ornitorrinco é encontrado no leste da Austrália. Eles vivem à margem dos rios ou lagos de água doce, e criam tocas para abrigo e protecção. São ativos, principalmente à noite, e usam seus pés palmados para a nadar. Ao nadar o ornitorrinco fecha os olhos. É um excelente mergulhador e gasta boa parte do dia procurando por comida sob a água. Ele se impulsiona ao nadar alternando remadas com as duas patas dianteiras; embora todas as quatro patas do ornitorrinco tenham membranas, as traseiras (mantidas contra o corpo) não auxiliam na propulsão, mas são usadas para manobrar em combinação com a cauda. Submergem na água por dois minutos, e retornam à superfície para respirar. Podem, contudo, ficar submerso por até 10 minutos, e devido à sua flutuabilidade natural, eles precisam estar debaixo de outro objeto para fazer isso.

O Ornitorrinco tem um bico como de o de um pato. O corpo é alongado e coberto por uma pele peluda, macia, úmida e encouraçada. Variam de 30cm a 45cms de comprimento e a cauda de 10 a 15 cm. A couraça na verdade tem três camadas diferentes. A primeira camada mantém o animal quente, pelo aprisionamento de ar, a segunda camada fornece um revestimento isolante para o animal e, finalmente, a terceira camada de pelos longos serve para detectar objetos ao redor.

Estas criaturas pesam, em média, entre 1 a 2,4 kg. Eles têm uma vida útil média de 12 anos.

Esta vida pode ser reduzido rapidamente, as maiores ameaças ornitorrincos são seus predadores que são cobras, iguanas, ratos, aves de rapina e raposas. Outra grande ameaça para o ornitorrinco é o homem, através da poluição fluvial ou desmatamento.

Ornitorrincos se alimentam de larvas de insetos, vermes ou outros insetos de água doce. Eles fazem isso principalmente à noite. Eles viram a lama no fundo do lago ou rio, e com a ajuda de seus
eletrorreceptores, que podem detectar as correntes elétricas causadas pelo nado de sua presa na água. As presas são guardadas nas bochechas à medida que são apanhadas, e quando um número suficiente é reunido, ou quando é necessário respirar, ele retorna a superfície para comê-las

Fato curioso: ornitorrincos podem consumir o equivalente a seu próprio peso corporal em alimentos num período de 24 horas!

Ornitorrincos machos são maiores que as fêmeas. Eles se reproduzem por meio de cruzamentos que ocorre uma vez por ano, entre junho-outubro. A fêmea põe entre 2-4 ovos e incuba-os por um período de duas semanas. Os filhotes recém eclodidos são vulneráveis, cegos, e pelados, com cerca de 18 milímetros de comprimento, e se alimentam do leite produzido pela mãe. Embora possua glândulas mamárias, o ornitorrinco não possui mamas. O leite escorre através dos poros na pele, depositando-se em sulcos presentes no abdômen da fêmea, permitindo os filhotes lamberem-no. A amamentação ocorre por três a quatro meses.

Se você pensou que este animal bonitinho e fofinho é um bicho australiano, bem, você não está completamente certo, ele é originário da Oceania, o continente que compreende a Austrália e ilhas do Pacífico adjacentes.

O ornitorrinco masculino tem um esporão oco cerca de 15 milímetros de comprimento na parte interna de ambas as patas traseiras. Este, por sua vez está ligado a uma glândula de veneno, e esse esporão é usado para se defender de predadores.

Fato curioso: O ornitorrinco macho tem veneno forte o suficiente para matar um cachorro pequeno, ou causar a dor excruciante entre seres humanos.

Uma vez que apenas o macho do ornitorrinco tem esse esporão venenoso, e os picos da glândula durante o acasalamento, muitos sugerem que é normalmente utilizado em encontros agressivos entre outros ornitorrincos machos.

hipopótamo-pigmeu, você já viu um filhote dele?

Filhote de hipopótamo-pigmeu é apresentado ao público na Austrália

O mais jovem filhote de hipopótamo-pigmeu da Austrália foi mostrado ao público pela primeira vez no zoológico de Taronga, em Sidney.

Kambiri, um nome nigeriano que significa "permita que eu me una a essa família", nasceu no dia 26 de junho e é o segundo filhote do casal de hipopótamos Petre e Timmy.

A fêmea pesa 16 quilos e está crescendo rápido, ganhando em média 300 gramas por dia.

Quando for mais velha, Kabiri se juntará ao programa australiano que tenta aumentar o número de animais dessa espécie, que está ameaçada de extinção.
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

Restaurante exclusivo para cães e gatos abre em Sydney

Chew Chew serve iguarias como risoto de frango, hambúrguer de sardinha e 'capuccino' para os animais.

Da BBC

Um restaurante exclusivamente para cães e gatos foi aberto na cidade australiana de Sydney, na costa leste do país.


O Chew Chew, aberto em junho, serve pratos como risoto de frango, macarrão à bolonhesa, hambúrguer de sardinha, asas de frango e um "capuccino" feito com leite de cabra e salpicado com pedacinhos de fígado seco.


Para os gatos, o cardápio inclui iguarias como peixe branco marinado com geléia de sardinha e fígado de canguru.
O restaurante realiza também festas de aniversário para cães e gatos, com direito a bolo e brindes.


Pratos preferidos
O restaurante foi aberto pela japonesa Naoko Okamoto, especialista em nutrição.
"Muita gente acha que nosso restaurante é apenas um estabelecimento que aceita cachorros. Mas não é isso. Não servimos os donos, servimos apenas cães e gatos", disse Okamoto à BBC Brasil.


Segundo ela, o prato preferido dos cães é o bife com cogumelos.
"Nossos pratos são de alta qualidade, feitos com ingredientes orgânicos e de acordo com as necessidades nutricionais dos animais", disse.


Apesar de não servir seres humanos, o Chew Chew permite que eles comam ao lado de seus animais de estimação.


"Ao lado do Chew Chew, há uma cafeteria para humanos. Os donos vão até lá, compram o que quiserem e podem trazer para cá", explicou.


O restaurante abre para café da manhã e almoço e vende seus produtos também pela internet.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Australiana encontra cobra de 3 metros debaixo do capô do carro


Réptil foi retirado do veículo pelo adolescente Rhy Sutherland.
Parte da píton estava pendurada logo abaixo da grade dianteira.
A australiana Judy Colling, que mora em Tewantin (Austrália), levou um susto na última terça-feira após encontrar um píton de três metros de comprimento escondida debaixo do capô de seu veículo, segundo reportagem do jornal "Sunshine Coast Daily". 

Foto: Reprodução/Sunshine Coast Daily

Rhy Sutherland e Judy Colling com a cobra de três metros. (Foto: Reprodução/Sunshine Coast Daily)

Ela descobriu o réptil depois que outro motorista a alertou de que havia uma cobra debaixo do capô, quando ela parou no estacionamento de um shopping em Noosaville. Parte da píton estava pendurada logo abaixo da grade dianteira do veículo.

O réptil foi retirado pelo adolescente Rhy Sutherland, de 19 anos, cerca de uma hora depois. Ele soltou o animal no mato.

Fonte: G1

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